Sábado, 30.07.16
 
 
 
 
   
 
Antifascistas da Resistência  (facebook)
9 de julio a las 17:22 ·

ORLANDO PEREIRA (1924 - 2016)

Cidadão da Resistência contra a Ditadura durante décadas, muito respeitado em Abrantes, é considerado o líder da Oposição Democrática nesse concelho, nas décadas de 50, 60 e na primeira metade da década de 70 do Século XX. Em 1975, foi candidato a deputado, pelo MDP/CDE.

1. Nasceu a 24 de Março de 1924, em Alenquer (Merceana), onde o seu pai desempenhava o cargo de secretário da Câmara. Licenciou-se em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa. Na Faculdade conhecera a mulher com quem iria casar em 1950, Maria Fernanda Corte Real Graça e Silva, uma activa militante da Oposição, julgada em Tribunal Plenário (1).
Pertenceu à direcção do MUD Juvenil e esteve preso no Aljube, em 1949, juntamente com outros antifascistas, entre os quais Mário Soares. Mantinha, então, ligação ao Partido Comunista.
Foi para Abrantes em 1951, pela mão de Armando Martins do Vale, advogado de renome, para dar continuidade, como advogado, ao escritório do advogado João de Matos, quando este foi para juiz.
Mais tarde, em 1955, depois de ter feito estágio para “ Registos e Notariado”, em Mação, e concorrido para o notariado, foi-lhe vedado o acesso à função pública e impedido de ocupar o lugar de notário do Cartório de Albufeira, a que tinha direito ao ficar colocado em 1º lugar: tinha sido alvo do famigerado Decreto-Lei nº 25317, de 13 de Maio de 1935, que bania da Função Pública quem não desse garantias de fidelidade ao regime ditatorial do Estado Novo. Assim, não chegou sequer a tomar posse do cargo e foi advogado em Abrantes, durante um quarto de século, entre os primeiros anos da década de 50 do século XX e o princípio do ano de 1977 (2).
Orlando Pereira participou activamente em todas as campanhas eleitorais e, em 1961, foi candidato da Oposição, no distrito de Santarém. Em 1973, integrou a Comissão Nacional do 3º Congresso da Oposição Democrática, realizado em Aveiro.
Como advogado, defendeu vários presos políticos julgados nos Tribunais Plenários.
Desempenhou diversos cargos na Ordem dos Advogados: delegado às assembleias-gerais, entre 1963 e 1971, e delegado na Comarca de Abrantes, entre 1968 e 1971.

2. Foi candidato do MDP/CDE a deputado, nas primeiras eleições democráticas realizadas e 25 de Abril de 1975, para a Assembleia Constituinte.
Na sequência da revolução de Abril de 1974 veio a ser reintegrado na Função Pública, mediante a simples prova do seu afastamento por motivos políticos, que estava patente no “Diário do Governo” em que fora publicada a deliberação do Conselho de Ministros que o demitiu; e, em princípios de 1977, Orlando Pereira era nomeado notário do 13º Cartório Notarial de Lisboa, um importante cartório na Baixa lisboeta, onde terminaria a sua carreira profissional. Faleceu no dia 21 de Junho de 2016, em Lisboa, com a idade de 92 anos.

(1) Maria Fernanda Silva (Pereira) fez parte do MUNAF; em 1945, com 19 anos, aderiu ao Conselho Nacional das Mulheres Portuguesas; no ano seguinte, integrou a primeira Comissão Central do MUD Juvenil (sendo a única mulher), com Mário Sacramento, António Abreu, Francisco Salgado Zenha, José Borrego, Júlio Pomar, Mário Soares, Nuno Fidelino Figueiredo, Octávio Pato, Óscar dos Reis e Rui Grácio. Conheceu Orlando Pereira, estudante do 2.º ano e dirigente estudantil ligado ao Partido Comunista, e data de então a sua adesão a este partido, fazendo-se a intervenção no âmbito daquela organização juvenil. Foi enquanto dirigente do MUD Juvenil que foi presa por duas vezes, o que fez com que não concluísse imediatamente o curso: a primeira, em Évora, juntamente com Júlio Pomar, a 27 de Abril de 1947, foi libertada quatro meses depois; tornou a ser detida, desta vez em Beja, em 24 de Abril de 1948, recolhendo mais uma vez ao Forte de Caxias. Saiu em liberdade condicional passados três meses, em 29 de Julho. Julgada inicialmente pelo Tribunal Plenário de Lisboa em 15 de Março de 1949, seria condenada a 40 dias de prisão correccional e suspensão de todos os direitos políticos por três anos, mas a sentença seria agravada para 100 dias de prisão correccional, por acórdão do Supremo Tribunal de Justiça de 19 de Julho de 1950.

(2) Testemunho do advogado abrantino José Amaral: “Foi com ele que fiz o meu estágio, entre Março de 1976 e 30 de Setembro de 1977. Após o Dr. Orlando Pereira ter pedido a suspensão da sua inscrição na Ordem dos Advogados, quando foi para Notário (...) continuei no escritório do Dr. Orlando, pelo qual fiquei responsável, a tempo inteiro, a partir do dia 12 de Agosto de 1976, que é a data que marca o início da minha vida activa. Ele só vinha ao fim-de-semana, e nem sempre. Aprendi muito com ele». (facebook)

Biografia da autoria de Helena Pato

http://silenciosememorias.blogspot.pt/…/1016-maria-fernanda…
http://amar-abrantes.blogs.sapo.pt/faleceu-orlando-pereira-…
Candidatos da Oposição à Assembleia Nacional do Estado Novo (1945-1973). Um Dicionário, de Luís Reis Torgal e Mário Matos e Lemos.

 
Foto de Antifascistas da Resistência.
Transcrevemos, com a devida vénia, o post de Helena Pato no site Anti-Fascistas da Resistência
sobre os militantes do PCP de Abrantes, Dr. Orlando Pereira e sua mulher  Drª D. Fernanda Corte Real Silva. Supomos que o PCP abrantino e a CDU agora já podem prestar a homenagem que devem aos dois falecidos camaradas. Falta anotar uma coisa ou relembrá-la, quem herdou inicialmente o escritório do Dr. João de Matos, foi o Advogado e  escritor ex-nacional -sindicalista e depois compagnon de route do PC, Dr. Vergílio Godinho, de Vila de Rei .
 
 

Vergílio gounho século ilustrado.jpg

 

e foi ele que dirigiu a campanha de 1958, de Delgado, por isso foi preso. O Dr.Orlando ajudou-o
nessa campanha, com outros. cidadãos, Duarte Castel-Branco, Costa e Simas, etc...
 
ma 
 
 
 


publicado por porabrantes às 23:43 | link do post | comentar

Domingo, 07.09.14

DEMISSÃO

Estes nossos desabafos aqui não adiantam grande coisa: é simplesmente o exercício do direito à indignação, sem grandes consequências. Já disse aqui, num comentário, que estão criadas as condições para se constituir um movimento alargado, autónomo, político, mas não partidarizado, em diversas frentes, organizado em rede, mas com uma instância coordenadora, agregando os diversos profissionais do foro, as autarquias e os cidadãos, em geral, tendo como objectivo imediato... a demissão da Ministra, para se retirarem desta loucura as devidas consequências, no plano propriamente político. Numa democracia a sério, independentemente dos méritos ou deméritos das ideias que estiveram na base desta reforma do Mapa Judiciário, o simples facto de a sua aplicação estar a dar tantas distorções, tantos erros, tanta ineficácia, tanta bronca, levaria a que a Ministra se demitisse, se a "ética republicana" valesse alguma coisa. Como ela não se demite, o que importa, na primeira linha do combate contra este desconchavo, que é o Mapa Judiciário, é exigir, com o devido impacto, que seja demitida. Certamente que isso não acontecerá... Ou não acontecerá facilmente. Mas a primeiro grande alvo desse combate deveria ser a exigência da demissão da Ministra. A Ordem dos Advogados, em vez de pôr um processo-crime estúpido contra os membros do Governo, melhor faria se arvorasse essa bandeira, catalizando energias e liderando esse outro processo, de denúncia dos erros e  da ineficácia do sistema criado, que de todo desabonam a reforma introduzida, que não funciona, e no seu próprio terreno, visando o desgaste da Ministra e do Mapa, o que seria bem mais necessário e bem mais útil. A última manifestação não serviu para nada, nem tinha já cabimento. Agora é que é altura de se fazer uma grande manifestação de protesto, não na Assembleia da República, mas no Terreiro do Paço, defronte do Ministério da Justiça. Palavras de ordem possíveis:

 

MINISTRA PARA A RUA!

JUSTIÇA CONTINUA!

O MAPA PRÓ ARMÁRIO!

ACABE-SE O CALVÁRIO!

 

dr. José Amaral, prestigiado Advogado abrantino

 

in



publicado por porabrantes às 13:17 | link do post | comentar

Terça-feira, 30.10.12

Deu entrada e já foi distribuída uma acção de execução em que é Réu o Município de Abrantes promovida pelo Senhor Manuel de Oliveira Filipe e Srª D.Maria Manuela Gil Morgado Filipe, ambos do Pego, terra da Dona Isilda, ornamento daquela localidade.



A acção corre no Tribunal Administrativo e Fiscal de Leiria.



É a nº 791/04.0BELRA-A no valor de 2.500,00 €.



É a continuação duma saga jornalística-judicial-pegacho-política sobre umas demolições com contornos sugestivos, que já levou o então Advogado duma das partes, dr. Heleno, esposo da que foi Provedora do Munícipe, em acumulação de funções com avençada municipal (acaba de lhe renovado o contratozinho), a protestar em sessão da CMA, numa acto pelo menos insólito na vida forense.

 

E também levou o grande abrantino, democrata e insigne jurista dr. José Amaral a acusar por fax de 10-2-2009 de falta de isenção o VPC ou seja esta criatura:

 

 

 

então Vereador e hoje boy de profissão e teórico anti-capitalista, apesar de segundo a sua declarações de bens que está no Tribunal Constitucional não se privar de interessantes investimentos na Bolsa de Valores.

 

O Sr. dr. José Amaral apelou no dito fax de 10-2-2009 aos outros autarcas que vigiassem o Pina sobre este assunto !!!!!

 

Se bem me lembro é o único autarca na História de Abrantes (e se calhar do Mundo mundial) de quem se pediu, aos colegas qe o vigiassem. 

 

O Sr. dr. José Amaral também acusou o Pina de Sernancelhe de ''falta de isenção e de imparcialidade'' (no processo em causa).

 

 

O Pina declarou que era muito isento.

 

E pediu aos colegas que lhe reafirmassem a confiança, coisa que foi feita nesta acta.

 

Segundo declarações do Pina, transcritas na acta também foi acusado de ''mentir'' por José Amaral

 

Ora, estou-me a lembrar desta entrevista do Pina ao Mirante, sobre a Barragem do Almourol, e depois dizer que não tinha dito o que o jornalista disse que ouviu.

 

Entre outras coisas isto: ''Nomeadamente em relação ao açude insuflável que tem elevados encargos de manutenção. Actualmente esses custos são suportados pela empresa que o construiu mas dentro de cinco anos o ónus passará para a câmara. Com a submersão do açude, a situação fica automaticamente resolvida.''


Entre a palavra do Pina e a do sr. dr. Amaral, eu prefiro a do Zé Amaral.


Entre a palavra do Pina e a do Jornalista, prefiro esta.


E anoto que não é uma decisão municipal que constrói a verdade, como aliás mostrámos ontem ao transcrever a posição do dr.Arês no caso de S.Facundo.


E anoto que o Pina escreveu na Barca que a petição ''miavava muito mal''. Ora as petições não miam....


Está visto que o Pina não sabe zoologia pelo menos....


Deixemos agora os tribunais trabalharem ao ritmo pachorrento da justiça lusitana. O assunto estará resolvido quando o Pina descobrir que os gatos é que miam....


Marcello de Noronha





publicado por porabrantes às 12:37 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.05.11

''Desconhecido (IP: 95.69.39.60) disse sobre São Domingos demolido na Terça-feira, 17 de Maio de 2011 às 22:23: Deixem o ICA sossegado. Entretenham-se com os vossos amiguinhos do PSD e do CDS.''

 

 

Recebemos o que consta acima. Respondemos à letra, como de costume. Temos  em nosso poder documentos suficientes para que alguns gajos (sabemos distinguir entre gajos e senhores, e naturalmente entre gajos e senhores há uma distinção que não é demasiado difícil de fazer. Mas seremos concretos um tal Arês, não é um gajo, é um moço de fretes da maioria. A representação do ICA na A. M. merece o nosso respeito nas pessoas da drª. Sónia Onofe e dr. Viana Rodrigues que têm demonstrado estar interessados em defender o concelho e que são abrantinos honrados,) comecem aos saltos...

 

Da mesma forma considero ser pessoa de bem o Sr. dr. José Amaral, apesar das discordâncias que tenho com ele, e que tenho o direito de ter, sobre a sua trajectória política e sobre o seu abandono   do lugar de deputado municipal.

 

Mas, posso compreender a posição do dr. Amaral ( que é meu amigo, malgré as discordâncias políticas) depois de ter dito à Barca o que pensava (e acho que foi comedido demais) sobre um tal Albano Santos.

 

Uma criatura que teve a a mesma cobardia que a de gajos como José Eduardo Marçal, ''eng'' Bioucas e licenciado Alves Jana, ao não assumirem o mandato popular para que forem eleitos.

 

Já agora, porque as  respostas neste blogue são à letra, quem estiver descontente use o Código Penal, vai a cara do tipo do ICA que se recusou a assumir o mandato que o povo de Abrantes lhe deu:

 

 

 

Para  mim, este gajo desconsiderou o povo de Abrantes.

 

Mas, pior que isso, participou alegremente como Vice-Presidente duma gestão camarária ruinosa, autoritária,. pouco transparente, imbecil (suficientemente ignara para promover o baseball como desporto ''oficial do concelho), e cujos actos deviam ser escrutinados um a um pela Inspecção das Autarquias locais.

 

Em resumo, o Albano Santos é  um Nelson Carvalho de 3ª categoria.

 

Uma Isilda Jana de 4ª Categoria.

 

Um Pina da Costa de 5 ª Categoria.

 

Um Marçal de 6ª Categoria.

 

Uma criatura que tratou o meu amigo José Amaral da forma  como ele denunciou à Barca, só me merece desprezo.

 

E estou chateado com o Zé Amaral....

 

Quanto ao nosso correspondente de quem fica o IP para memória histórica, é melhor estar calado. Quantos às bocas imbecis sobre os nossos amigos do PSD e CDS, donde veio um tal Arês?

 

Não foi duma ignara gestão como Vereador do PSD no Gavião?

 

Quantos militantes do partido do Portas havia no ICA?

 

Está o nosso correspondente contente? Se que quiser mais, é só avisar.....

 

Tenho por aqui uns papéis sobre a participação eclesiástica na campanha do ICA. Gostaria V.Exa. dos ler? Aposto que o Bispo de Portalegre tinha uma enxaqueca e tomava 4 váliuns antes de analisar a questão....

 

Com os meus cumprimentos,

 

Miguel Abrantes

 

PS- Como verá o leitor a paciência da direcção política da petição está a chegar ao fim. 



publicado por porabrantes às 17:01 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

Helena Pato escreve sobre...

Demissão

O malfadado processo pega...

A Paciência tem limites

arquivos

Dezembro 2019

Novembro 2019

Outubro 2019

Setembro 2019

Agosto 2019

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

candeias silva

carlos marques

carrilhada

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

cidadão abt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

cria

diocese de portalegre

duarte castel-branco

eucaliptos

eurico consciência

fátima

fogos

gnr

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge dias

jorge lacão

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário semedo

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pina da costa

portugal

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Dezembro 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6
7

8
9
10
11
12
13
14

15
16
17
18
19
20
21

22
23
24
25
26
27
28

29
30
31


mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds