Sexta-feira, 12.07.19

Numa entrevista ao Médio-Tejo, o poeta Tavares diz que os ''frades'' do La Salle, boa gente, introduziram uma máquina de projectar cinema ''clandestinamente'' cá na terra.

Quererá dizer que se dedicaram ao contrabando e trouxeram uma máquina de Espanha sem pagar direitos alfendegários.

Já agora os santos da capela também foram de contrabando e foram comprados pelo dr. Armando Moura Neves e outro.

mn

 

 


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Domingo, 26.05.19

rojos

A cerimónia decorreu na terra natal do Beato Félix José, lassalista luso, assassinado por milicianos anarquistas (FAI/CNT) nos arredores de Madrid

Foram 11 os caídos, gritando:  Viva Cristo Rey! Arriba España......

Grinon%20Mario%20Félix

Mário Félix de Sousa

 

ver a lista no blogue Mártires de Espanha

O massacre de Griñon foi vingado pelo General Varela.

Agora Vox ganhou as eleições num município de 7.000 habitantes, onde há um cemitério muçulmano, onde repousam os soldados rifenhos, que fizaram a djidah contra os ''rojos'', comandados, entre outros, por um homem de lenda,  Mohammed ben Mizzian 

 

devida vénia ''O Amarense''

mn

 


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Sexta-feira, 16.11.18

O Alves Jana sustentou, no Radar, que a sociedade Iniciativas de Abrantes, Lda, construiu o Colégio La Salle.

Para reforçar a tese citou o Rev.Irmão João.

Tudo isto para defender a posição camarária no caso do S.Pedro.

O homem não sabe do que fala, como é habitual.

O La Salle foi construído pela sociedade, Estabelecimento de Ensino S.João Baptista de La Salle S.A, com sede na P.Raimundo Soares, nº 16.

ditadura em acção

Manuel Fernandes, Gonçalves Cereijeira, Baltasar Rebelo de Sousa na apresentaçao da maquete.

O cu não tem nada a ver com as calças.

mn 

  

 



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Domingo, 11.11.18

santiago_miller

 Personalmente estoy harto de violencía, pero sigo sintiéndome profundamente comprometido con los pobres que sufren en América central… Cristo es perseguido a causa de nuestra opción por los pobres. Conscientes de los numerosos peligros y dificultades, seguimos trabajando con fe y esperanza y confiando en la Providencia de Dios». Y más adelante decía: «Soy Hermano de las Escuelas Cristianas desde hace casi veinte años, y mi compromiso en la vocación crece más y más con mi trabajo en America Central. Pido a Dios la gracia y la fuerza de servirle fielmente entre los pobres y oprimidos de Guatemala. Dejo mi vida a su Providencia y pongo mi confianza en él”.

 

Rev Irmão Santiago Miller

devida vénia a La Salle Org

Dois meses depois de escrever isto era assassinado por encapuçados. Era 13 de Fevereiro  de 1982, na mártir Guatemala. Pecado de James Miller, defender os índios.

É elevado aos altares pela Santa Sé.

O crime continua impune

 mn

 



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Sexta-feira, 13.07.18

Um ex-rural (seminarista honorário) entrevista numa rádio  um ex-político. O homem garante que a disciplina do ''La Salle'' era baseada na violência. O pai dele era professor lá e o rapaz aluno.

Depois acontece que garante que a ''opressão'' fascista cá na terra era tanta, que na sua casinha o papá lhe dissera que não contara o que se conversava lá, cá fora.

Certamente por causa dos bufos, especialmente um do Grémio da Lavoura, que não era o Velez.

Acontece que o pai do rapaz.......era da direcção concelhia da ANP, comandada pelo Chambel e pelo Ruivo da Silva.

Seria um infiltrado ''comunista'' no partido fascista?

Duzentos ou trezentos ex-alunos do La Salle reuniram-se nostálgicos da ''violência'' e homenagearam os seus professores e a cacique associou-se à celebração do ''antro de violência.

Estariam lélés da cuca?  

la salle tiroao alvo 73-74

A D.Isaltina, o ''Pato'', o Ir.Tomás e o ir.Martins numa distribuição de prémios dum desporto ''muito violento'', o ''tiro aos pratos'' (salvo erro).

O ''Pato'' é o meu velho amigo Ir.João que aos 80 continua a dar aulas à borla a emigrantes sem papéis.

mn 


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Domingo, 01.07.18

''Retorno maciço dos portugueses do Ultramar. Na aflição da fuga, até de barco de pesca vieram muitos, a ponto de alguém dizer que fomos descobrir o mundo de caravela e regressámos dele de traineiras. A fanfarronice de uns, a incapacidade de outros e a irresponsabilidade de todos deu este resultado: o fim sem grandeza de uma aventura. Metade de Portugal a ser remorso da outra metade. Os judeus da diáspora ansiavam por regressar a Canaan. Povo messânico também mas de sentido exógeno, para nós o regresso é o exílio. A nossa Terra Prometida estava fora de Portugal. --- MIGUEL TORGA, Diário XII, 3ª edição revista''

 

 

Qual foi o impacto dos refugiados do Ultramar na demografia abrantina?

Não sei, e seria curioso estudá-lo. Mas sabemos qual foi o impacto nos concelhos vizinhos.

No Mação os retornados eram em 1975- 4,7% da população, em Vila de Rei 3,6%, na Sertã 4,9%, em Vila de Rei 3, 5%, e em Proença-a-Nova 4,6%.

Podemos pensar que em Abrantes em 1975 talvez 2 a 3% da população fosse composta por refugiados de África.

Que políticas públicas autárquicas foram desenhadas então para os receber?

Francamente não me lembro de nenhuma.

Deve ser como agora, onde a cacique, insolidária como uma chauvinista barata, diz que não recebe nenhum, porque não há casas de habitação social.

Se não há, é porque o seu partido quase não fez habitação social.

Há um texto terrível do António José Saraiva de 1975 sobre a forma como Portugal recebeu os ''retornados'' e outro dia, um retornado, o Humberto Lopes, evocava, numa crónica, a forma de hostilidade surda, com que os bem pensantes do PREC viam os refugiados do Ultramar.

O Artur Catarino, do Mação, estudou em Abrantes, fundou uma empresa a ''Bomsuíno'', em Lourenço Marques, um sítio cujo nome dizia Gylberto Freire, lembrava um ‘’empório de secos e molhados’’ e não uma capital, e como muitos outros chegou cá sem nada. Aqui conta a sua história.

O ex- Vereador comunista Manuel Lopes conta-nos a história da ameaça aos retornados nesta terra: 

(...)  ''Na memória também a ocupação “que não chegou a ser” do colégio La Salle após a retirada dos frades. Nos primeiros dias de setembro de 1975 “soubemos que dois mil retornados iriam ser colocados nas instalações. Ora o Liceu estava a rebentar pelas costuras e pensámos: cabe lá é dois mil alunos. Falámos com os administradores do Colégio no sentido de arrendar ao Estado se não concordassem seria pela força. Estava preparado um piquete militar para ocupar” o Colégio. Não foi necessário. O contrato de arrendamento aconteceu em 1979, a revolução foi tomando outro rumo e encerrou-se a ditadura. “Esperemos que não volte”.''(...)

O primeiro comentário é o seguinte, tem o Lopes uma memória exacta do que se passou e isto é verdade, ou já fraqueja da dita?

Porque se as coisas se passaram assim, recusaram receber dois mil refugiados de África e ameaçaram com um bando de salafrários armados, que de soldados pouco tinham, para se oporem a uma ordem do IARN, o organismo oficial que se ocupava dos retornados e recusarem a solidariedade para com portugueses, vítimas da traição, do saque, da cobardia.

 

Usar bandos armados para roubar, usou o PCP, manipulando tropas, na Reforma Agrária, conta por exemplo António Barreto, e as tropas de Abrantes em 1975 eram isso, um bando armado, manipulado pelos SUV.

Não há volta a dar-lhe, se as coisas foram assim, pode o Lopes assumir que agiu com o mesmo garbo que os fascistas que andam pela Europa a ameaçar emigrantes, com candidatos a Duce ,como o Salvini, que agita a Itália.

 

Com o agravante que o Lopes não queria acolher portugueses e diz que prepararam uma milícia para os afugentar.

 

A milícia foi destroçada a 25 de Novembro por soldados de Portugal. O amigo do Lopes, o Vereador Campante foi apanhado com as G-3 na mão e foi despachado para Caxias. Infelizmente ficou lá pouco tempo, porque isto é terra onde a Justiça é muitas vezes palavra vã.

mn

   

     

 

 

 



publicado por porabrantes às 22:06 | link do post | comentar

Podemos confiar na memória, ou ela prega-nos partidas?

Para escrever o que vai sair sobre o acolhimento a refugiados em Abrantes, procuro na net e vejo esta entrevista do Mário Pissarra, que vou guardar.

A entrevista é de 2016 e contradiz esta versão do ex-Vereador comunista Manuel Dias, de 2018.

Como conheci pessoalmente o que se passou, anoto um lapso evidente no que diz o Dr. Pissarra, afirma que negociou com a Iniciativas de Abrantes, LDA as questões do La Salle.

Impossível, a Iniciativas era em 1974-1975 apenas dona (como agora, por muito que isso desagrade à  cacique) do Teatro S.Pedro.

O edifício do colégio era propriedade da Sociedade Estabelecimento de Ensino S.João Baptista de La Salle, SARL que tinha alguns sócios comuns à Iniciativas e outros não.

Foi esta Sociedade que vendeu o edifício ao Estado, depois de o ter cedido à borla uns anos para aí funcionar o Liceu.

 

E já agora, como a Imprensa tem falado na desorganização das gerências anteriores a 2017 da Iniciativas, em grande parte devido ao desleixo dum conhecido médico abrantino, amigo da cacique, deve dizer-se que isso nunca aconteceu na Estabelecimento de Ensino S.João Baptista de La Salle, SARL, porque era dirigida por pessoas que não andavam a aparicar caciques todos os dias em inaugurações.

José Rosa de Sousa Falcão ou Armando Boavida, que geriram a sociedade, tinham mais que fazer que ser compagnons de route....

mn

 

nota: convém anotar que os Irmãos das Escolas Cristãs mantinham um curioso contrato de cessão de exploração com  Sociedade Estabelecimento de Ensino S.João Baptista de La Salle, SARL, tal como as Doroteias mantiveram até meados da década de 60......com os donos do colégio de Fátima, antes destes lhe venderem quase à borla o edifício, com o compromisso assumido pelas Freiras de manterem o ensino católico nesta terra, poupo comentários à forma pouca edificante como isso terminou...



publicado por porabrantes às 18:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 20.04.18

la salle voz de fátima 13  maio 64.png

Voz de Fátima 13 de Setembro de 1964

 

o escultor era Victor Marques, autor  também do monumento ao Dr,Manuel Fernandes

 

mn

 

 



publicado por porabrantes às 21:34 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.01.18

Acabo de ler na gazeta gratuita um artigo da Teresa Aparício,sobre a história do Liceu de Abrantes. O artigo tem diversissimas omissões e bastantes incorrecções e transforma-se numa apologia do dirigente da política da Ditadura entre meados dos anos 40 e 50, Dr.Manuel Fernandes.

Este blogue já fez vários elogios à obra fontista do Dr.Fernandes, mas nunca deixou de fazer uma reflexão crítica sobre o papel do médico na política local e designadamente na sua participação nas eleições de 1958, quando roubaram a vitória ao General Delgado.

Manuel Fernandes não foi afastado da Santa Casa por razões profissionais (isso foi o pretexto), foi-o porque liderava um grupo que competia directamente pelo Poder com os fascistas integrais de Henrique Silva Martins.

Há mais omissões. Esquece-se o papel do dr. João Manuel  Esteves Pereira na defesa do projecto do Liceu abrantino.

A Capital 23 3 1973001

Diz-se que impulsionado pela CMA da altura, o Estado o comprou à sociedade, Estabelecimento de Ensino Colégio S.João Baptista de La Sale, SARL, o edifício.

Não foi exactamente assim. O edifício esteve emprestado durante vários anos ao Estado (e a empresa sem receber um tostão) até que sendo ministro o Sottomayor Cardia o Estado o adquiriu por uns 16.000 contos.  

Fala-se da criação do La Salle. E omite-se quem o fez e quem dirigiu a empresa Colégio La Salle.. Chamava-se José de Sousa Falcão.

josé falcão la salle.jpg

 

São omissões a mais.

E já agora o pérfido fascismo ia criar de raiz um edifício para o Liceu e urbanizar a Encosta Sul.

Parte dela continua por urbanizar (foram urbanizados outros terrenos e autarcas abrilistas fizeram uma aposta errada em termos de expansão urbana, aposta a que andaram ligados interesses imobiliários pouco claros).

 

 

 

ma 

 



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Terça-feira, 23.05.17

 

agostinho de moura.jpeg

Já sabemos que Agostinho de Moura, Bispo de Portalegre era um reaccionário, partidário do Estado Novo . Já sabíamos que deu cabo do trabalho de modernização pastoral e de defesa dos pobres, que D.António Ferreira Gomes, seu antecessor, iniciara.

Um fascista não tem de ser um conservador em matéria artística. Aliás boa parte dos artistas e arquitectos mais vanguardistas foram contratados pela SPN e pelo Estado Novo, seguindo-se a política de António Ferro, que queria dar ao regime uma fachada moderna.

Aliás.....Ferro era um homem de Orpheu...

A questão é complicada e não deve ser abordada aqui, por necessitar demasiado espaço.

Nos anos 50, o arquitecto António Freitas Leal fez um projecto para uma nova Igreja para as Mouriscas, para substituir a antiga, de S.Sebastião, que pelos vistos estava velha (bolas, podiam tê-la restaurado), e por causa das tensões bairristas entre os vários lugares da terra.(1)

O ante-projecto foi feito em 1952 e modificado em 1953 para incluir salão paroquial, biblioteca etc....(2)

O projecto era vanguardista  e Freitas Leal tinha assinado o projecto duma nova Igreja em Moscavide, que deixou marca, pela sua arquitectura moderna.

moscavide freitas leal.jpg

Foto : Rede de Investigação em Azulejo

 

As forças vivas das Mouriscas, capitaneadas pelo P.João Mendes Pires, e pelo próprio Bispo visitaram a Igreja dos arredores  de Lisboa e acharam aquilo demasiado moderno prás Mouriscas (3):

igreja mouriscas.png

extracto da brilhantíssima tese de doutoramento em Arquitectura do Doutor João Pedro Gaspar Alves da Cunha 

alves da cunha.png

 donde se extraíram as informações citadas.

 

O Doutor Arq. Alves da Cunha pormenoriza a questão na obra citada.  

 

O Autor destaca ainda o papel do arq. Formosinho Sanches (com António Freitas Leal, Nuno Teotónio Pereira etc) no  Movimento de Renovação da Arte Religiosa, que veio mudar a arquitectura das Igrejas de Portugal, em particular em Lisboa.

O programa teve o apoio do Cardeal Cerejeira. E com Cerejeira trabalhava e era influente um sacerdote das Mouriscas.

 

Parece-me  que há uma Igreja de Formosinho Sanches no concelho. Falta confirmar...

 

mn

 

(1), (2) e (3).- Tese do Arq. Alves da Cunha

 



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