Domingo, 07.10.18

Um dos mais miseráveis e tétricos bairros de barracas abrantino era este, junto ao Castelo

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Foto publicada pelo sr. Zé Vieira no Coisas de Abrantes

Felizmente foi demolido e as pessoas realojadas graças à Conferência de S.Vicente Paulo.....

lazareto

Hoje o mais miserável bairro de barracas é este, o Lazareto, propriedade da mais rica instituição de Abrantes, a Paróquia de S.Vicente, regida pelo hiper medalhado Graça das Seringas acolitado pela piedosa seita anaclética.

O Diogo Allen fez este filme também medalhado, um retrato impiedoso sobre o quotidiano de pobres de Cristo, que sob a tutela da Igreja Romana vegetam em condições sub-humanas.

E debaixo dos olhos duma autarquia que não faz habitação social.

Veja o trailer do Diogo Allen

 

 Enquanto a Paróquia queria gastar 1 milhão de euros numa nova Igreja, tendo chegado a gastar o dinheiro do projecto com o celebérrimo Albano Santos, delapidando ainda mais dinheiro num projecto dum tal Loureiro, os pobres vegetam.

barata loureiro

O  projecto do Loureiro, que S.Excelência Reverendíssima, o Bispo de Portalegre e o Conselho Presbiterial vetaram e que o piedoso Bruno Tomás elogiou na Assembleia Municipal, porque os pobres precisam de missas e outros de casas sumptuárias construídas sobre a muralha que Pedro II ergueu e que os vândalos municipais destruíram, sob o reinado pimba duma tal Oliveira Antunes.

ma 



publicado por porabrantes às 09:16 | link do post | comentar

Terça-feira, 28.11.17

Em 2011, com a presença salerosa da Celeste Simão, a Pastoral Cigana, reunida em Castelo de Vide, sob a presidência do nosso amado Bispo dizia:

 

'' – A nível da Igreja nota-se a falta de interesse pastoral face à população de etnia Cigana. Esta constatação é confirmada na pouca participação no encontro nacional, pois a maioria das dioceses do país estive ausente. Torna-se urgente promover um efetivo comprometimento da Igreja com a população cigana, a qual tem, obrigatoriamente, de ser assumida como uma parcela do Povo de Deus, que é sujeito de evangelização.

 

9 – Continua a notar-se a falta de sensibilidade de muitos párocos e comunidades paroquiais para aceitar, no seu seio, os cristãos de origem cigana, acontecendo, por vezes, algumas atitudes discriminatórias, antievangélicas, que desacreditam a própria Igreja. Daí ser necessário promover a sensibilização dos párocos e comunidades paroquiais para esta realidade, a qual só surtirá algum efeito se partir dos responsáveis máximos da Igreja, ou seja, dos Bispos. Por isso, recomendamos à Comissão Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana que promova a elaboração e divulgação de um documento pastoral sobre esta realidade, dirigido a toda a Igreja que está em Portugal.''

 

O Cónego não escutou o Bispo.....

 

Nem os anacletos....

 

O Bairro cigano do Lazareto continua assim

lazareto

ver mais no blogue e no Mirante

 

ma

 

 



publicado por porabrantes às 16:42 | link do post | comentar

Sábado, 11.05.13

Víctor Alves disse  sobre Os ciganos em Abrantes na Sexta-feira, 10 de Maio de 2013 às 01:06:

 

     

Parece-me que quem publicou este artigo é claramente alguém filiado em algum partido de esquerda, talvez até esquerda radical, tendo em conta os argumentos ofensivos às pessoas que vivem no Lazareto, rotulando-os como "burgueses" (nota-se aqui o insulto). 

Parece que o autor deste artigo lembrou-se de criticar a discriminação que se faz da etnia cigana em relação às demais pessoas, mas caiu na armadilha de discriminar as pessoas que vivem em Lazarote, chamando-os "burgueses"; "especuladores de terrenos", como se de um grupo desprezivel e distante da sociedade se tratasse.
Observação: Não se esqueça, também, da crítica gratuíta ao Jota Pico e Presbítero, atribuindo-lhes o título de "neo-fascistas" e "amigos de publicitários da Pide-DGS".

Nota-se, também, o ataque directo, mencionando o partido CDS-PP (partido de direita), e um ataque à Igreja Católica (na parte que se refere à pedofilia - não sei qual é a relevancia de se dizer isto num artigo que tem em vista, tão somente, o assunto da expulsão dos ciganos de Lazarote).

Repare, caro amigo, caso o amigo viva em Abrantes e sinta, ou tenha sentido , alguma vez, medo e terror de ciganos, não é com ataques gratuítos, facções políticas (com fim de defender um partido) e ataques dirigidos a um grupo de pessoas possuidoras de formas de pensar diferentes da sua) que se resolve o problema da convivência com as pessoas de etnia cigana.
As pessoas de Abrantes têm que unir-se para combater este problema (terror e medo que as pessoas de etnia cigana têm espalhado) que afecta a comunidade abrantina. 
Enquanto os ciganos são unidos entre si, nós, cidadãos de abrantes estamos divididos. Lembro que, como ditam os provérbios populares, "a união faz a força" e "o povo unido jamais será vencido". A união dos cidadãos de Abrantes é essencial para resolver o problema da ameaça que a população cigana têm-nos feito. 

E, enquanto perdermos tempo com as "guerrinhas" políticas e com ataques pessoas, muitas vezes gratuítos, não resolvemos o problema que assalta actualmente a cidade de Abrantes.

Apenas para terminar, o amigo citou o director nacional da Pastoral dos Ciganos, quem disse "... o cigano não se sente bem no nosso seio...". Mas a questão, no nosso caso, é inversa. Será que nós sentimo-nos bem no seio dos ciganos (que tomam conta da cidade?) ?

 

 

Caro Amigo.

 

Em primeiro lugar obrigado pelo seu comentário. Se bem notará este post data de há 3 anos. Portanto deve ser interpretado tendo em conta uma polémica que nos envolvia com o blogue Pico do Zêzere então dirigido nominalmente pelo João Pico que tinha sido candidato à CMA pelo CDS.

 

Esse blogue, herdeiro político duma folha difamatória chamada Zé da Cachoeira, estava ligado a reverendos vultos da Igreja de Abrantes como um tipo que diz que é jurista e a dois sacerdote  mais que duvidosos.

 

Quem tenha lido o nosso blogue durante os últimos 3 anos sabe que temos uma postura clara sobre a questão da insegurança nesta cidade.

 

As autoridades ou seja a CMA/PS/PSP (antigo chefe) sustentavam que não havia insegurança.

 

Os abrantinos sofriam assaltos constantes, o tráfico de drogas imperava, os comerciantes pagavam uma cómoda mensalidade a mafiosos, houve o assassinato dum camionista, ajustes de contas a tiros com perseguição tipo Chicago anos 20 pelo centro da Cidade, tiroteios dentro do hospital, etc.

 

Mas as autoridades referidas tiveram o descaramento cínico de dizer que o que havia era o ‘’parâmetro normal’’.

 

Este blogue tomou a posição clara de dizer a verdade e de chamar mentirosos e incompetentes a quem pelo silêncio e pela mentira defendiam os marginais.

 

Acontece que boa parte dos marginais pertenciam a comunidades ciganas, aliás divididas por questões tribais e com base no Vale das Rãs e num acampamento ilegal em São Macário.

 

E acontece que o acampamento ilegal de São Macário já devia ter sido puramente demolido e pelo contrário proliferam as construções ilegais face à passividade da D.Maria do Céu e dos fiscais da CMA.

 

Denunciámos tudo isso, portanto podem chamar-nos muitas coisas, menos dizer que metemos a cabeça na areia como os hipócritas e as avestruzes.

 

Fomos mais longe (e há gente de Esquerda como eu no blogue, como há pessoas de Direita, todas unidas naquilo que achamos ser a defesa de Abrantes) e denunciámos as atitudes obscurantistas da mediadora cigana que defende práticas bárbaras, passíveis de prisão como os casamentos de menores e a chamada prova de virgindade.

 

E eu defendo que quem faz a apologia destas práticas não pode ser funcionário público. Deve ser posto no olho da rua. Aliás como devia acontecer aos edis que fazem pagamentos ilegais.

 

Sou um burguês com muita honra e portanto quando digo que outras pessoas são burguesas não estou a insultar ninguém.

 

Quando falei em ‘’especuladores’’ referi-me concretamente a quem urbanizou  a zona perto do Lazareto, comprando terrenos baratos e vendendo-os caros.

 

Especular não é mais que a lógica intrínseca do capitalismo, o resultado dum sistema económico baseado no mercado.

 

Foi o que fez o Cónego José da Graça e a direcção do Centro Interparoquial de Abrantes quando meteu o dinheiro dos pobres em operações especulativas do Lemhan Brothers e o perdeu.  

 

O que eu disse sobre o Lazareto  é que as pessoas  que lá vivem (que agora são ciganas, coisa quem nem sempre sucedeu) já lá viviam antes de se construírem os prédios ou o próprio La Salle.

 

O Lazareto era um local onde se confinavam os doentes com doenças contagiosas e os terrenos eram propriedade municipal.

 

Por volta da década de 40-50 foi cedido pela CMA à Conferência de São Vicente de Paulo para construírem casas para pobres. Situação parecida com o Bairro das Barreiras do Tejo.

 

E foi administrado por ela até à chegada do Graça das heranças ao leme das Paróquias abrantinas.

 

Sobre a forma como o Graça administrou esse património, esta notícia é elucidava. Bem como esta.

fotoLazareto -O Mirante

 

Em 2005 diz que descobriu que havia o Bairro das Barreiras e  já levava 20 anos nesta terra. Em 2008 descobriu o Lazareto.

 foto o Lazareto -o Mirante

Que tinha andado a fazer?.

 

Uma amiga minha da família da D.Amélia Baeta diz-me que andara a fazer prospecção de mercado. Ou seja a localizar idosos/as ricas com terrenos urbanizáveis ou casarões  para lhes salvar as almas.

 

O resultado disso é que  as paróquias de Abrantes são  dos maiores proprietários urbanos no centro urbano de Abrantes e a última aquisição foi uma série de imóveis, alguns classificados, feitos através de escrituras de justificação notarial, algumas ilegais.

 

O resultado disso é a Quinta de Solano de Abreu a cair.

 

O resultado disso é, segundo a Imprensa, o homem a ser investigado pela polícia.

 

De maneira  que volto  reafirmar o que escrevi em 2010. Os ciganos do Lazareto devem ficar onde estão. Mas aquilo tem de ser requalificado. Pela Igreja que é a dona. E com apoio municipal. Que o Graça, o Aníbal Melo e a Isilda bolsem alarvidades e que sacudam a água do capote, só demonstra a sua insensibilidade a qualquer questão social. O Vale das Rãs deve ser requalificado. O acampamento de São Macário deve ser demolido por ilegal. E terá de ser procurada uma solução para quem aí vive. 


Não demoliu João Soares, Presidente da CM de Lisboa, o Casal Ventoso?

 

Os problemas de segurança provocados pelos ciganos são uma questão de polícia e devem ser resolvidos pela repressão e por uma aplicação pesada do arsenal de penas que está no Código Penal.

 

Resta o CDS-PP. Este partido é uma força da Direita democrática e actualmente em Abrantes é dirigido por democratas.

 

Houve um momento em Abrantes em que era dirigido por um fascista da extrema-direita chamado João Pico.

 

E houve um tal Anacleto Baptista que foi mandatário do homem da extrema-direita  para líder do PSD abrantino.

 

As coisas são assim, amigo, claras.

 

Cumprimentos

Miguel Abrantes

 

 



publicado por porabrantes às 19:06 | link do post | comentar

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