Foi Advogado (à borla) da Liga o Sr.Dr. Eurico Consciência
Depois houve um acordo e a Liga passou para a Rua Grande e foi mandada despejar irregularmente por Nelson Carvalho, coisa que deu farta polémica nas actas (destaque-se as censuras da Vereadora da CDU, Isabel Cavalheiro)
Ainda hoje não se sabemos onde está o Arquivo da mais importante associação bairrista abrantina
José Bioucas era sócio da Liga. Nem isso parou a Vereação do Carvalho onde a V. da Kultura era esta
Estou à espera de a ouvir pela rádio oficiosa contar a História da Liga, mas é mais fiável ler o que se escreveu no Blogue Coisas de Abrantes sobre a Liga.
Ou ler a eng Manuela Ruivo
Ou ler este post nosso sobre o Sr.Capitão Ferrão e a Liga
mn
créditos: Zé Luz na Gazeta
Sr. Vasco Bastos teve a bondade de transcrever este post referente ao seu Tio Capitão Rodrigues Vicente, personalidade importante na vida abrantina na década de 60, importante bairrista, como dirigente da Liga dos Amigos de Abrantes, e colaborador assíduo da imprensa regionalista.
O post foi publicado no facebook do Grupo Rossio, bem como a foto com esta legenda:
CAPITÃO ANASTÁCIO RODRIGUES VICENTE E ESPOSA SRª Dª JUSTINA FERREIRA VICENTE
'' Aquele "Pingalim" tantas vezes o Ouvi trabalhar.Era o terror dos ciganos que teimavam em acampar debaixo da ponte...''
Sobre Rodrigues Vicente publicaram-se aqui alguns posts:
O Senhor Capitão Rodrigues Vicente
O Senhor Capitão Rodrigues Vicente e a ponte militar do Rossio (Mourões)
Capitão Rodrigues Vicente e os Mourões
Voltarei a salientar a prioridade de Rodrigues Vicente sobre Salgueiro Maia na identificação dos Mourões como ponte militar (provavelmente já outro autor o teria feito antes dele...) e que o que conta Candeias Silva neste texto, está errado...
Não culpo Salgueiro Maia de nada, porque ele nunca publicou nada sobre os Mourões. A culpa será de outro.
Como estou a mexer em jornais velhos não posso deixar de recordar que a Liga dos Amigos de Abrantes, onde Rodrigues Vicente tanto trabalhou foi despejada por ordem de Nelson Carvalho em 2002.
Em vergonhosas circunstâncias descritas no Jornal Primeira Linha de 14-11-2002.
Neste blogue faltava a fotografia do grande abrantino que foi o Capitão Anastácio Rodrigues Vicente. Agora já não falta.
Graças ao Vasco Bastos. Obrigado amigo.
vs
Esqueci-me de evocar outro dia o papel destacado do Senhor Capitão Ferrão como dirigente da importante associação bairrista Liga dos Amigos de Abrantes. Recordarei que a Liga foi encerrada duma forma brutal por uma Câmara presidida pelo Senhor Carvalho, acolitado pelo Bento da Lena e sendo Vereadora também Isilda Jana.
Cabe agradecer ao Senhor Capitão ter sido um abrantino de bem, que valeu mais que os 3 edis citados.
Enxovalhado em vida no assalto à Liga, enxovalhado depois de morto como nos contou o seu amigo Artur Lalanda.
acta de 14-10-2002
Há que ressuscitar a Liga e há que reclamar à CMA os seus bens confiscados.
E eventualmente perguntar a que título os possuem...porque se não têm título, o caso é outro.
Vamos encarregar o industrial Pedro Moita Tavares Simão, que era Sócio (como eu) de se candidatar a Presidente e pedir responsabilidades.
Se ele não quiser que indique outro.
Quanto ao papel da Isilda Jana nesta história, onde se comportaram com a Liga como os fascistas com a Sociedade de Escritores, é próprio dela.
Convém finalmente dizer que os abrantinos de bem, como o Capitão Ferrão, devem ser homenageados.
Com uma avenida?
E porque não?
MN
Dum neto deste destacado abrantino, carola da Liga dos Amigos de Abrantes, com sede no nº 19 da Praça Raimundo Soares, depois despejada em circunstâncias que veremos e cujo espólio alguns amigos procuram encontrar, recebemos este simpático e-mail:
Boa Noite. A net tem destas coisas, Viajando pelas suas páginas lembrei-me de escrever o nome do meu avô e caí no vosso blog, com grande surpresa. reconheci o livro do avô, revivi os tempos da "Liga de Amigos", do seu jornal, do tempo em que, já na reserva, tinha uma pequena agência em que tratava de assuntos burocráticos como cartas de condução ( uma espécie de solicitador) no Rossio ao Sul do Tejo. Dele recordo as férias aí passadas, a minha Madrinha Maria Justina, o seu funeral e a sua espada de oficial e pengalim que são a minha única herança.
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