Terça-feira, 07.05.19

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A amiga Lourdes Martins e Associação Palha de Abrantes ganham um merecido prémio

''

 
 
Encontros de Cinema de Viana
 
 
 
Os membros do Júri AÇÃO05!, Nuno Tudela e Paula Tavares, com Lurdes Martins impulsionadora do projeto do filme vencedor, CHILE - melhor filme de animação do 1º e 2º Ciclos do Ensino Básico.
Parabéns aos alunos, professores e Associação Palha de Abrantes!
— con <input ... >Paula Tavares''
com a devida vénia a Viana
 
A Lourdes Martins é a autêntica Embaixadora  da Cultura abrantina
mn


publicado por porabrantes às 20:52 | link do post | comentar

Sábado, 17.06.17

O desprezo por parte do caciquismo inculto e pimba, cujo rosto é Maria do Céu, pela actividade de Lourdes Martins, alma da Palha, reflecte-se nestas declarações:

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Palha de Abrantes
Lurdes Martins, presidente da direcção da Palha de Abrantes, apresentou a história desta associação que fez vinte anos em 2015. O seu comovente testemunho não se limitou a uma exposição prosaica ou cronológica. Levantou questões importantes cujo conhecimento é bom termos presente, em particular no tocante à relação, ou relações, que uma associação cultural desenvolve no contexto social em que se insere. Por exemplo, quando uma associação, que é um irmanado conjunto de pessoas, tem como rumo ser independente, pensar livremente e por si mesma, isso pode fazê-la deparar com hostilidades, por vezes inesperadas. 
A Palha tem em Abrantes uma intervenção cultural de longa data que se baseia grandemente na dádiva dos seus responsáveis e intervenientes, pessoas cujo modus vivendi não procura obter situações confortáveis no plano material. Mas, apesar disso, e das provas dadas, designadamente no trabalho com crianças e jovens ou no muito que têm feito em prol do cinema, inclusive no respeitante à realização (de documentários ou de filmes de animação co-realizados por crianças, alguns deles premiados em certames internacionais), o seu não reconhecimento pela cidade revela-se frustrante. Quando aos esforços de todos os dias que é preciso levar a cabo para que a associação prossiga vem juntar-se a incompreensão dos seus destinatários ou dos que deveriam ser seus parceiros activos, não é surpreendente que surja a vontade de desistir. A Palha já esteve para acabar. E foi precisamente para o impedir que Lurdes Martins deixou a sua profissão segura, para se dedicar a algo que lhe custava muito que desaparecesse.
Numa associação destas privilegia-se o fomento de relações estimulantes, sadias, susceptíveis de promover o enriquecimento pessoal de cada um, a começar pelo das crianças. Mas se as pessoas se desinteressam disso? Se os pais, torcendo o nariz, acham que as crianças «se sujam» nas actividades que lhes dão prazer? Se as entidades locais menosprezam muito desse trabalho voluntário, em vez de o apoiarem? Em tais casos, o associativismo devém um estoicismo cujo desgaste pode tornar-se insuportável.
 
 
 
mn  
 


publicado por porabrantes às 07:55 | link do post | comentar

Quinta-feira, 24.11.16

O caciquismo, notificado pelo Ministério da Cultura, para limpar o lixo que fez em S.Domingos, replica publicando uns recortes do jornal castelhano El Mundo 

 

El Mundo

 

el mundo.png

que diriam que '' Desta vez foi o jornal espanhol El Mundo a destacar o trabalho do coletivo Boa Mistura.
Para além do trabalho realizado no Largo do Chafariz, destacado na noticia, este grupo de artistas castelhanos ainda esteve envolvido na pintura de um dos edifícios da praça Barão da Batalha, sob o mote de "Cidade Florida".''

 

Quando o El Mundo destaca jovens abrantinos e o grande trabalho que faz a Lourdes Martins, na educação cinéfila dos jovens da nossa terra, ficam calados....:

 

 

''''''NE | Experimento pionero

Una película de barrio con varios directores

Parece difícil creer que la elocuencia frente a la cámara se convierta en timidez ante al auditorio. Pero así fue el día del estreno absoluto de 'Hola, estás haciendo una peli', un proyecto en el que participaron cerca de mil personas, la mayoría entre 16 y 19 años, en puntos distintos como Madrid, Tánger (Marruecos) y Abrantes (Portugal).

Cuando las luces se encendieron después de carcajadas y sorpresas, pocos fueron los que quisieron tomar el micrófono para expresar algo distinto a lo que habían dejado plasmado en la pantalla.

Era el tradicional Cine Doré, ahora Filmoteca Española, donde se habían reunido la mayoría de participantes para ver, por primera vez, el resultado de este experimento. El estreno se vio en simultánea en La Cinémathèque (Cinéma Rif), en Tánger y se verá el 7 de junio en Portugal.

Días de rodaje en Lavapiés

Días de rodaje en Lavapiés

Entre varias de las características de este proyecto estaba que ninguno de sus participantes conocía la historia completa, pues el guión se escribió por partes en cada uno de los países. Y la cinta fue filmada por grupos que no tendrían más participación que una escena cada uno.

El objetivo, dice Lurdes Fernández, directora de Off Limits/Maelström, asociación que impulsó el proyecto en Madrid, era crear un producto a partir del sistema de trabajo horizontal en el que nadie tendría una jerarquía y todos participaran por igual. Además, importaba crear diálogos entre grupos sociales tan distintos para descubrir las particularidades del resultado.

Redouan Chabou, de la Asociación AREJ, dijo al EL MUNDO vía web desde Tánger, que "Marruecos aportó una parte muy grande sobre la cultura marroquí primero, y árabe en general, y sobre las condiciones de la vida de una zona mal construida, que sufre de muchísimos problemas".

Pese a estas dificultades, su nivel de compromiso fue asombroso. Según Lurdes, los chicos de esta región poseen mayor capacidad de concentración, diferente de los madrileños por esencia más dispersos debido a los nuevos medios que los rodean.

"Hay diferentes grados de madurez entre los chicos", agrega. "A la hora de contar es muy diferente la forma entre los grupos de Portugal o de Marruecos. Pero descubrimos que se puede crear sin importar los soportes o la calidad de la imagen. Lo importante es tener una historia y darle continuidad. Y el resultado se palpa y es a todas luces emocionante".

La película puede verse en holaestashaciendo1peli.org, con derechos para ser usada libremente.''''

 

lurdes_martins_003_57d943731c55c.jpg

 e pior que isso, expulsam o cinema do centro abrantino e do S.Pedro e mandam-no para o Vale das Rãs.

lourdes.png

ver aqui

doré.png

 

Um dia destes pediremos satisfações ao caciquismo e a algum medalhado da sociedade civil !

Quanto à identificação dos marginais que violaram a lei prostituindo S.Domingos, quem são eles????

cdu s.domingos.png

 O destaque ibérico da caríssima Lourdes Martins  e dos jovens abrantinos é de 2013, e o caciquismo só destaca vândalos subsidiados a peso de ouro.!!!!

 

Santa hipocrisia!!!

 

ma

 

devida vénia. El Mundo; Mirante, CDU., Holaestáshaciendounapeli;  A foto da Lourdes é da Antena Livre 

 

 


publicado por porabrantes às 15:11 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.06.15

 

Somos parcos em elogios a políticos. Poucos foram aqui elogiados, elogiámos o dr. Santana-Maia Leonardo porque foi um oposicionista de excepção, servindo como nenhum outro autarca o Concelho de Abrantes depois do 25 de Abril.

Elogiámos o Zé Bioucas porque teve a coragem de denunciar a torre quando era preciso denunciá-la, e não como o Lopes, quando já não era ter preciso tomates para o fazer.

Criticámos o Humberto Lopes e continuaremos a criticar, porque é o rosto visível da ADIMOS que tem um edifício público a cair.

Continuaremos a criticar o Lopes, porque o CRIA não deve servir para almoçaradas privadas prós excursionistas amigos dele e por mais coisas, incluindo a ideia digna dum rural de demolir o Teatro de S.Pedro.

 

A ideia parece ter surgido do acosso desencadeado pela cacique contra a Lourdes Martins e o Espalha-Fitas que promoviam a sétima arte naquela sala.

Se o Lopes não sabe o que é a sétima arte, nós traduzimos, a sétima arte é o cinema e já agora a nona é a BD.

Quer saber o Lopes qual é a oitava?

Vá à enciclopédia.

No Sardoal, o dr. Miguel Borges,abrantino de gema, defende a cultura, mantendo a programação cinéfila no Centro Cultural Gil Vicente, actividade essa programada pelo Espalha-Fitas.

Miguel Borges soube compreender que o Espalha-Fitas, liderado pela amiga Lourdes Martins é uma mais-valia preciosa na nossa paisagem cultural.

E ao fazê-lo deu uma sonora bofetada em todos aqueles que perseguem o Espalha-Fitas!!!!

 

a redacção   

 

 



publicado por porabrantes às 17:22 | link do post | comentar

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