Sábado, 04.05.19

cpppp

No Expresso. E Abrantes é batida por Constância, Barquinha e pela terra dos fenómenos.

No Expresso.

mn 

 



publicado por porabrantes às 11:22 | link do post | comentar

Quarta-feira, 26.09.18

 

médio na existe

no Jornal Torrejano,a  30/8/ ..... artigo de JCL com a devida vénia

 

ler tudo

 

 

''(...)

Em grande parte das áreas relacionadas com a economia, emprego, segurança social, saúde, administração em geral, etc, os concelhos do antigo distrito de Santarém continuam a integrar a Região de Lisboa e Vale do Tejo. Mas para efeitos de fundos comunitários e, portanto, de planeamento estratégico e política de investimentos estruturantes, quando se pensava que era aí que teria de haver uma visão para um território coerente, os milhões da Europa vão ser mais uma vez dizimados a retalho, segundo as estratégias políticas pessoais e de "família" e, de preferência, a fazer pendant com calendários eleitorais. (...)''

 

 

O Autor tem toda a razão ao denunciar a ''manhosice'' engendrada para continuar a ''ordenhar'' a vaca europeia.

 

mn



publicado por porabrantes às 15:13 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.03.18

O Juiz Conselheiro Francisco José Velozo foi um homem dum saber e duma erudição prodigiosa.

972853300014.jpg

Neste trabalho, que é um capítulo da sua tese de licenciatura, disserta sobre a influência profunda do direito islâmico no sistema penal medievo, vigente no Sul  e Centro do País.

E aborda o castigo previsto para o dono dum escravo mouro, que no Médio Tejo, faça das suas.

O dono responde penalmente pelas tropelias que fizer o mouro.

escravos mouros médio tejo.png

Francisco José Velozo, ''O Homicídio no Direito Muçulmano ''

 

Tinha de andar com cuidado o dono do escravo, porque a sua cabeça podia rolar, dado que respondia pelos crimes que eventualmente praticasse o muçulmano cativo.

 

Era assim em Tomar, Torres Novas...Ourém, etc....

 

Ler teses destas, onde se nota o magistério do grande Mestre que foi Marcello Caetano, é um gosto.

 

ma   

 



publicado por porabrantes às 20:40 | link do post | comentar

Temos por mau costume ler as teses de doutoramento e às vezes de Mestrado sobre a Abrantes e a região e de as comentar.

teses anastácio

Fomos ler esta

 

O Doutor Oosterbeek fazia parte do júri e publicou esta bonita mensagem sobre ela

Otros destinatarios: docent...@ipt.pt, docent...@ipt.pt, docent...@ipt.pt, docentes_ctesp_web...@ipt.pt, docentestes...@ipt.pt, Funcio...@ipt.pt, funciona...@ipt.pt, quaternary-pr...@googlegroups.com

 
 ''Tenho o especialmente grato prazer de informar que decorreu em 20 de Janeiro de 2016, na UTAD, a discussão pública da tese de Doutoramento de Rita Ferreira Anastácio, intitulada SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA para a GESTÃO DO PATRIMÓNIO: CASO ESTUDO DO MÉDIO TEJO. O júri, presidido pelo professor Jorge Ventura Cardoso e integrando os professores João Pedro Cunha Ribeiro (arguente), Maria Teresa Baptista (arguente), Luiz Oosterbeek (vogal), Pierluigi Rosina (orientador) e Rui Pedro Julião (orientador), aprovou a dissertação por unanimidade, com a avaliação final de 18 valores.
Trata-se de um importante contributo para a futura gestão da região do Médio Tejo, que nos obriga a todos a olhar não apenas para as "potencialidades" mas, em grande medida, para a distância que separa a realidade das bases de dados disponíveis. E é uma tese que apresenta um contributo muito inovador para a gestão territorial da cultura. ''


Luiz Oosterbeek
Pro-President of the Polytechnic Institute of Tomar, for International Relations and Co-operation

Secretary-General of the International Council of Philosphy and Human Sciences (CIPSH)
Secretary-General of the International Union of Prehistoric and Protohistoric Sciences (UISPP)

Estrada da Serra, Campus da Quinta do Contador, P-2300-313 Tomar ''
 
Comecei a ler e não acredito:

suevos

A ilustre doutorada cita, na bibliografia, Manuel Silvio Alves Conde

conde 3.png

E o Doutor Conde, que é o mestre da história medieval do Médio Tejo, diz,nessa obra, que um documento remoto, o Paroquial Suevo, refere Selium que é Tomar. Também acontece que a obra dada por não publicada, foi ...publicada

selium

 

Também acontece que a Senhora Doutora é professora no IPT...em Tomar..

Podia ser isto um lapso, mas a interpretação que é feita da Idade Média é surpreendente:

escravos.png

p.122

Com que então não havia escravos na Idade Média!

Nem sequer em Abrantes!

 

Outro dia, no Médio Tejo, o sr. José Gaio evocou o foral afonsino (na edição do Eduardo Campos):

(...)Nos territórios conquistados, os mouros era considerados escravos. Por cada mouro que era vendido no mercado pagava-se um soldo, e por cada um que trabalhasse para alguém, o patrão tinha de pagar a “décima”.(...)

Depois a doutoranda diz que a Igreja se retirou para o campo!

A Igreja na Europa instalou-se desde os tempos dos Romanos nas cidades, nos campos (pagus) estavam os campónios, que tardaram em ser evangelizados (por isso o termo pagãos).

Os grandes Bispos que auxiliaram Afonso Henriques, como o de Braga e Porto, viviam nessas cidades e eram senhores delas!

Também diz que a Arquitectura Gótica '' não é fruto de influências externas'' (p. 122)

Passa depois a elogiar a Herity (onde manda um dos membros do Júri) e disserta sobre as políticas culturais e patrimoniais da CIMT e fala duma abordagem a partir da engenharia geográfica da valorização do património cultural.

Acerca das infrastruturas culturais abrantinas elencas-o desta forma

elenco

(pag 318 -anexo)

Acontece que a Biblioteca do Rossio de Abrantes está fechada, o Cinema fechou em meados dos anos 70, o MIAA ainda não passou do papel, a Galeria Municipal de Abrantes fechou há muito como o Cineteatro de Alferrarede. O Núcleo Museológico das Mouriscas parece que está arrecadado pela ADIMO, porque a Escola do Lopes está a cair   e o Ecomuseu do Castelo de Bode já não existe!!!

 

É obra!

 

Mas teve 18 valores!

 

Não era melhor a Senhora Doutora ter ido aos locais ou ter consultado a História de Portugal do Prof.Mattoso, vol IV, a ''Monarquia Feudal'' (que não cita) para ter uma visão geral da Idade Média em Portugal????

 

Não devia o orientador ter chamado a atenção para estes lapsos?  

 

 Quanto ao Doutor Luiz Oosterbeek que estava no Júri que disse a estas coisas???

 

ma

PS-Acho que vou deixar de comentar teses por uns tempos.... 

 



publicado por porabrantes às 10:12 | link do post | comentar

Sexta-feira, 19.01.18

Nesta tese de mestrado, a drª Sandra Loureiro estudou a ''Prevenção da violência nas diferentes formas dos ciclos de vida. O papel do Assistente Social nas (EPVA) nas Unidades de Cuidado de Saúde Primários-ARLSVT-IP''.

A tese foi defendida no ISCTE

Em Maio de 2016

Para a fazer teve de contactar os serviços respectivos. Sabem o que diz dos Serviços do Médio Tejo?

''Não respondem -pág X''

A tese é muito interessante.

A tropa que não respondeu, inqualificável.

Deviam estar a tomar chá com uma alguma Vereadora dos pobrezinhos.  

ma



publicado por porabrantes às 10:48 | link do post | comentar

Segunda-feira, 29.08.16

Segundo o Relatório da APA (2015), Abrantes tem o  3º preço de água, para consumidor doméstico mais caro, de todo o Médio Tejo, depois de Tomar e Ferreira de Zêzere

 

A estatística refere-se ao subsistema Norte RH 5- Tejo e Ribeiras do Oeste/Pinhal

 

água 2.png

 Encargo para familia média (2,6 individuos por familia) com consumo de 128l/hab.dia= é de 239, 20 /ano

 

O peso nos orçamentos familiares é de

água 3.png

água 4.png

Outros municípios da zona como o Mação cobram uma média de 171,91€ , Vila de Rei 96,92,

 

Comentários ao gosto do freguês.

 

mn

 

(1) Plano de Gestão da Região Hidrográfica 2016-2020

 

créditos: APA

nota: o cálculo é uma estimativa da APA



publicado por porabrantes às 17:16 | link do post | comentar

Segunda-feira, 06.06.16

 

 

 

 

 

 

Alerta Vermelho

O Médio Tejo não é uma região, nem vai ser, porque não tem o mínimo que se exige, que é suporte demográfico"

 

Dados de 2015: nos concelhos do chamado “Médio Tejo” nasceram 1500 crianças e morreram quase 3500 pessoas, um saldo negativo de cerca de 1800. Cruamente, quer dizer que dentro de 20/30 anos Sertã, Ferreira ou Mação estão em processo de extinção demográfica já irreversível, Alcanena, Constância ou Abrantes não se podem rir muito, Ourém vai definhando gradualmente para Leiria e, sobretudo, o Entroncamento já entrou decisivamente na curva do envelhecimento. Curiosamente, Torres Novas “aguenta-se”, neste declínio do saldo fisiológico, melhor que Tomar e muito melhor que Abrantes.

Globalmente, o Médio Tejo não é uma região, nem vai ser, porque não tem o mínimo que se exige, que é suporte demográfico. É um barco a naufragar, sem apelo nem agravo... E por que razão isto é muito mais grave ainda do que parece, e que já é muito grave? Porque a progressão negativa do saldo fisiológico não é simplesmente aritmética. E, a juntar, temos ainda o saldo migratório, a diferença entre os que saem e os que se fixam em cada concelho (...)

 

artigo de João Carlos Lopes no Jornal Torrejano, leia tudo

 

 

Uma boa reflexão sobre o desastre demográfico

 

a redacção

 

 
 
 


publicado por porabrantes às 09:08 | link do post | comentar

Terça-feira, 13.01.15

COMISSÃO DE UTENTES DA SAÚDE do MÉDIO TEJO

 

Avenida 8 de Julho, lote 4 r/c - 2350-724 TORRES NOVAS

Tel/Fax: 249 822 883 Email: usaudemt@gmail.com   Blog: http://usmt.blogs.sapo.pt

Face: https://www.facebook.com/cusmt.mediotejo

_________________________________________________________________________________

Membro do MUSP (Movimento de Utentes dos Serviços Públicos)

_________________________________________________________________________________

 

Conferência(s) de Imprensa

12 de Janeiro (segunda), 18,30 horas

ABRANTES, TOMAR e TORRES NOVAS

 

AS POPULAÇÕES PRECISAM E MERECEM

CUIDADOS DE SAÚDE DE PROXIMIDADE E QUALIDADE

 

 

Há quem tente empurrar as pessoas para a passividade e a conformação. Mas apesar de alguns até já terem perdido a capacidade de indignação, sabemos do significado humano, social e político da nossa actividade. É preferível que as decisões sejam tomadas pela pressão democrática da luta das populações do que depois de dramas humanos que trazem sempre mais sofrimento.

 

A Comissão de Utentes da Saúde do Médio Tejo e as Comissões de Utentes dos Serviços Públicos dos Concelhos de Abrantes, Tomar e Torres Novas reuniram, na passada semana em Abrantes, Torres Novas e Tomar, com o objectivo de analisar a prestação de cuidados de saúde na Região do Médio Tejo e definir as iniciativas públicas e institucionais que levem a uma alteração de rumo.

 

As sucessivas reestruturações falhadas do CHMT e dos ACES (hoje só Médio Tejo) transformaram qualquer necessidade de saúde numa “dor de cabeça” para as populações.

 

+++++++++++++++++++++++++

 

Protestam os utentes e familiares pelas demoras e pelo corrupio constante entre as urgências básicas de Tomar e Torres Novas e a urgência médico-cirúrgica de Abrantes, tendo de percorrer dezenas e dezenas de quilómetros. (Nenhuma das urgências do CHMT tem condições físicas para concentrar as outras duas). Além da urgência, pela sua importância social e clínica, outros serviços não deveriam ter sido concentrados como a Medicina Interna, Cirurgia e Pediatria.

 

Protestam os profissionais por serem poucos e não terem condições de funcionamento. Protestam as corporações de bombeiros pelo demasiado tempo de espera, o que põe em causa muitas vezes o 2º. Serviço.

 

Infelizmente esta situação não é exclusiva do Médio Tejo. Problemas com as urgências sucedem um pouco por todo o País. Tememos que a situação se agrave em caso de confirmação do surto gripal.

 

Dois constrangimentos de raiz contribuem para os recorrentes problemas na urgência do CHMT: a concentração da urgência médico-cirúrgica e o crónico subfinanciamento dos hospitais. Ambas as questões são da responsabilidade do Ministério da Saúde.

 

 

Muitas vezes temos feito referências à falta de recursos humanos nos hospitais e centros de saúde. Os responsáveis governamentais assobiam para o lado. Perante escândalos públicos (como no Amadora-Sintra), logo o Ministério da Saúde se apressou a autorizar a contratação de médicos e ordenar o alargamento de horários nos Centros de Saúde. Como sucede por esse País fora, o recurso a empresas de prestação de serviços médicos é uma forma precária de resolver o problema. (O que está a suceder com a prestação das empresas fornecedoras de serviços médicos aos hospitais e centros de saúde é apenas um pequeno exemplo do que aconteceria aos utentes com a municipalização e privatização da prestação de cuidados de saúde.) Os hospitais deveriam ter pessoal suficiente para cobrir as necessidades e não dedicar-se a tapar buracos em ocasiões de maior aperto. Recusamos soluções precárias, mas infelizmente o sector da saúde no Médio Tejo deixou de ser atractivo para os profissionais médicos.

 

O Governo, em “modo eleitoral” e face à recusa generalizada de utentes e autarcas, retardou a aplicação da Portaria 82/2014. Mas continuamos a recear que mais tarde ou mais cedo tenhamos de fazer frente a encerramentos dos serviços de algumas especialidades.

 

Apesar do anúncio do aumento de capital no CHMT, tem de se resolver o problema de fundo: acabar com o subfinanciamento crónico das unidades de saúde.

 

Os dramas sociais que ficam a descoberto nestas épocas de crise. A comprová-lo está o número de internamentos com origem nas urgências, o aumento do número de óbitos nas vagas de frio e calor, a pressão para altas antecipadas perante a necessidade de camas. Neste cenário, a política de saúde tem sido desinvestir em recursos humanos, concentrar serviços e reduzir o número de camas.  

 

++++++++++++++++++++++++++++

 

Os responsáveis governamentais e do ACES “Médio Tejo” afirmam não haver intenção de encerrar qualquer unidade de saúde, mas com o prolongar de situações em que não há médico e/ou lá está só ocasionalmente fica-se com a ideia de que aposta na degradação dos serviços e na possível aceitação pelas populações da rotina de procurar outras alternativas para justificar o encerramento das unidades de saúde em causa. Sobre a possibilidade de o Médio Tejo vir a ter Unidades Móveis de Saúde, ninguém consegue dar uma resposta.

 

O Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo, no distrito de Santarém, tem 29.500 utentes sem médico de família, uma situação que só ficaria resolvida com a colocação de 16 médicos. A diretora executiva do ACES do Médio Tejo, Sofia Theriaga, revelou à agência Lusa que tem cerca de 29.500 utentes sem médico de família, de um total de 228.000 utentes pertencentes a 11 concelhos, sendo os casos de Abrantes (12.000 utentes a descoberto), Ourém (8.100), Torres Novas (6.300), Sardoal (2.000) e Ferreira do Zêzere (1.100) "os mais complicados". O Ministério da Saúde para “resolver” o problema abriu um concurso nacional para a colocação de 70 médico, MAS SÓ UM (1) para o ACES “Médio Tejo”.

 

Mas as populações e as estruturas de utentes não se resignam. Por exemplo, na Freguesia do Pedrógão e em Casais de Igreja (Freguesia de Assentis), no Concelho de Torres Novas, já foram recolhidas mais de 500 assinaturas em defesa da colocação de médicos nas respectivas unidades de saúde. Também em Freguesias do Concelho de Abrantes vão ser recolhidas assinaturas para exigir médico nas Extensões de Saúde. Na Freguesia da Sabacheira, perante o anúncio de uma manifestação da população, logo os responsáveis apareceram a prometer médico durante dois dias por semana.

 

++++++++++++++++++++++

 

  1. Lançar um ABAIXO-ASSINADO, para dar a possibilidade a dezenas de milhares de cidadãos do Médio Tejo de reafirmarem a exigência de uma nova organização dos serviços de saúde que deverá passar pela valorização dos Cuidados Saúde Primários (Centros e Extensões de Saúde) e a sua articulação com os cuidados hospitalares prestados pelos hospitais do CHMT, (em Abrantes, Tomar e Torres Novas), que devem ter serviços de urgência, medicina interna, cirurgia e pediatria e, desenvolver as outras valências.
  2. Pedir com carácter de urgência reuniões à Comunidade Intermunicipal de Médio Tejo e às autarquias, com o objectivo de envolver os autarcas na defesa de cuidados de saúde que respondam às necessidades das populações. 
  3. Estabelecer contactos com as estruturas representativas dos profissionais de saúde com o objectivo de estudar formas de acção comuns que tenham em vista ultrapassar os constrangimentos existentes fruto da aplicação de erradas políticas de recursos humanos.
  4.  Solicitar reuniões à Direcção do ACES “Médio Tejo” e ao Conselho de Administração do CHMT para apresentar as propostas concretas para uma organização dos cuidados de saúde que permitam respeitar os interesses das populações, poupar recursos e ter ganhos em saúde.
  5.  As estruturas de utentes manifestaram, ainda, a disponibilidade para organizar e calendarizar acções públicas, como reuniões com as populações, vigílias, concentrações e outros protestos que sejam factores de pressão junto do Governo, deputados e responsáveis das unidades de saúde com o objectivo claro de serem corrigidos os problemas actuais e de promover uma organização baseada no princípio de cuidados de saúde de proximidade e qualidade.                                                                                                                             Comissões de Utentes da Saúde e Serviços Públicos do Médio TejoMédio Tejo, 12 de Janeiro de 2015

Transcrevemos o comunicado, como o recebemos e informa-se que está em curso um abaixo-assinado sobre esta questão, mais informação na página da Comissão de Utentes.

mn



publicado por porabrantes às 13:24 | link do post | comentar

Terça-feira, 06.05.14

 

 

 

 

 fonte acima especificada com a devida vénia. Leiam o relatório 

 

Destes dados oficiais podemos concluir que a taxa de execução no Médio Tejo é exígua (8%) mesmo comparada com a Lezíria (30%) e que ao terem reservado no Médio Tejo como diz o texto ''oficial'' grande parte do maná europeu para a RPP.....ao falhar o projecto esfumou-se o maná e prejudicou-se quem era sério e queria investir....

 

Esta cultura do elefante branco mata-nos

 

 

ma



publicado por porabrantes às 12:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 23.05.13

 

 

Porque é que Abrantes que possui sensivelmente as mesmas condições demográficas e sociais que Tomar tem quase 200 pessoas  com RSI a mais (números arredondados) que Tomar?

 

 

Porque é que Constância que tem sensivelmente 10% da população abrantina e é mais pobre, possui só 113 pessoas com RSI ??? Se a proporção de Constância fosse aplicada ao caso abrantino só haveria umas 450 pessoas em Abrantes com RSI.....

 

Qual é o peso da população cigana no RSI em Abrantes e em Tomar (caso do Flecheiro)????

 

Não nos digam que metade do RSI de Tomar e Abrantes é aplicado a Ciganos?

 

 

 

 

   
                                                                               
2012
Médio Tejo                                                          4.944
        Abrantes                                                     1.210
        Alcanena                                                        282
        Constância                                                     113  
        Entroncamento                                              512
        Ferreira do Zêzere                                         154  
        Ourém                                                            515 
        Sardoal                                                          179
        Tomar                                                            1.067

                                                       

                         

Beneficiários do Rendimento Mínimo Garantido e Rendimento Social de Inserção da Segurança Social: total e por sexo
Fonte de Dados: II/MSSS
Fonte: PORDATA
Última actualização: 2013-01-29 11:01:31




Abrantes (Município) 2001 2011
População 42.235 39.325
Superfície em Km2 715 715
Alojamentos familiares 22.609 25.480
Desempregados inscritos 1.717 2.284
Idosos por 100 jovens 184 207
% Pop. com ensino superior 5 10
Pensionistas Seg. Social 13.727 14.703
Hab. por Km2 59 55

                             

 

Tomar (Município) 2001 2011
População 43.006 40.677
Superfície em Km2 352 351
Alojamentos familiares 23.871 26.232
Desempregados inscritos 1.113 1.790
Idosos por 100 jovens 149 196
% Pop. com ensino superior 6 12
Pensionistas Seg. Social 13.377 14.370
Hab. por Km2 122 116



Sardoal (Município) 2001 2011
População 4.104 3.939
Superfície em Km2 92 92
Alojamentos familiares 2.722 2.969
Desempregados inscritos 133 201
Idosos por 100 jovens 200 223
% Pop. com ensino superior 3 8
Pensionistas Seg. Social 1.875 1.596
Hab. por Km2 45 43



Constância (Município) 2001 2011
População 3.815 4.056
Superfície em Km2 80 80
Alojamentos familiares 1.887 2.170
Desempregados inscritos 130 191
Idosos por 100 jovens 137 140
% Pop. com ensino superior 4 10
Pensionistas Seg. Social 716 996
Hab. por Km2 48 50


Fonte: PORDATA


a redacção



publicado por porabrantes às 14:19 | link do post | comentar

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