Quinta-feira, 25.07.19

gaspar no seu melhor

Segundo o funcionário da CMA, originário de Água das Casas, Martinho Gaspar a '' Nacional 2 é a 3º estrada mais extensa do mundo''.

Ah valente!

Porque é que não consulta o livro dos record Guiness?

A mais extensa estrada do mundo,segundo o Guiness, é a Pan-Americana, que vai desde o Alasca à  Patagónia.

E a seguir há uma data delas, antes da EN 2.

O record para a percorrer está em 33 dias.

De forma que o Gaspar está a precisar de actualizar-se. 

Que tal a autarquia enviá-lo à Patagónia para o erudito se meter a pedalar até ao Alasca?

ma



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Quinta-feira, 27.06.19

martinho gaspar

A lei só autoriza a acumulação de certos ofícios aos trabalhadores das autarquias, com autorização superior.

Por isso os caciques exibem aqui a lista dos funcionários autorizados a acumular.

A lista é um bom elemento de trabalho para estudar o caciquismo.

E serve (se quisermos) para traçar um mapa de quem entrou na administração municipal pela porta do cavalo.

Isso será outro dia, há tanto que fazer....

Mas as decisões dos caciques não podem violar os direitos fundamentais do Gaspar e violam.

Parece que ele está feliz, por ter deixado de aturar putos reguilas e ser funcionário autárquico, mesmo com os direitos vulnerados, mas isso é com ele,

Nós não toleramos violações  desses direitos.

gspar 5

 

O Gaspar só pode ser dirigente associativo com autorização superior!!!!

Ora a Constituição garante a liberdade de associação, sendo assim pode-se ser dirigente associativo sem licença dos caciques.

A desculpa que o cargo poderia ser remunerado não vale, porque decerto as associações abrantinas não pagam aos seus dirigentes, embora já tenha havido um socialista pago por uma autarquia para ser dirigente duma associação, segundo sustentou o Miguel Feliciano da JSD certa vez.....

 

Mas o Gaspar sujeita-se a ter licença dos caciques para se associar.

Pediu ainda licença o Gaspar para ser escritor aos caciques, com o mesmo brio que outro colega pediu macabra autorização para ser técnico de autópsias.

A licença não é necessária, porque os rendimentos provenientes da escrita, seja boa, má ou medíocre (caso do Gaspar) estão inseridos na categoria de direitos de autor, e encontram-se no domínio da liberdade de expressão.

Mas o Gaspar para escrever foi pedir licença aos caciques e estes deram-na, violando a Lei.

Só resta saber se quando escreve alguma coisa, a mostra aos caciques para pedir autorização superior.

gaspar isilda

Segundo os dados divulgados o Gaspar entrou para a CMA em ....1991

gaspar entrada

Os dados são falsos, podendo encontrar-nos com uma questão delicada do ponto de vista jurídico

gaspar 45

Diz o DR que o Gaspar era professor em 2007 e continuou a sê-lo depois e portanto não era técnico superior da CMA em 1991.

Tem a autarquia a obrigação de não disponibilizar informações falsas, e não pode violar os direitos do Gaspar, mesmo que ele deixe e atire foguetes.

Sobre o significado político da contratação do Gaspar, que já todos sabíamos ser um protegido do caciquismo rupestre, que quer demolir o mercado, só dizemos que é mais uma clara amostra da política desta gente para fazer contratações.

Quando houve um concurso público para o Arquivo, o Gaspar ficou de fora.

Já chega?

Não sabemos se vamos pedir cópia dos documentos entregues pelo Gaspar a pedir a violação dos seus direitos fundamentais e a fundamentação jurídica parida pelo caciquismo para os violar.

Valerá a pena?

ma

  

 

   



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Domingo, 31.03.19

gaspar jornal de alferrerede

Empunhando uma fotocópia do jornal do sr. Manuel Martinho, o Gaspar de Água de Casas, mostra onde a cacique, o Valamatos e a restante tropa meteram água.

O Bunker.

O local onde foram arrasadas as muralhas históricas da cidade de Abrantes para erguer um edifício que costuma estar às moscas e que contraria todas as regras para edificar espaços comerciais.

Na fotocópia está um artigo do sr.José Vieira, que  é o melhor historiador da Abrantes antiga.

Enquanto o velho mercado cai, o Gaspar ensina como os socialistas destruíram o património histórico, desertificaram a cidade e são um exemplo de más práticas urbanísticas e patrimoniais.

Para mostrar como essa gente anda desde há quarenta anos a meter água, nada melhor que um indígena de Água de Casas.

Ah.......também ajudaram a matar o Jornal de Alferrarede, que era a publicação onde saíam os melhores artigos sobre história de Abrantes.

ma    



publicado por porabrantes às 15:56 | link do post | comentar

Quinta-feira, 04.10.18

O esforçado José Martinho Gaspar produziu este artigo.

No texto aparece este documento

gaspar 1

O documento é muito interessante para a história da estação e do Rossio....

Donde é que ele saiu?????

Donde foi?  perguntaria Sherlok Homes

Da Wikipedia, evidentemente, diria o Dr.Watson....

wikipedia

Segundo os autores do artigo ''A Linha da Beira Baixa',' na wiki,  a imagem saiu do livro:  

 

Projecto para o lanço do Caminho de Ferro da Beira Baixa na saída da estação de Abrantes, em 29 de Janeiro de 1876 in MARTINS, João Paulo; BRION, Madalena, SOUSA, Miguel de; LEVY, Maurício; AMORIM, Óscar. O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. [S.l.]: Caminhos de Ferro Portugueses, 1996. 446 p

 

Teria sido mais bonito que o esforçado Gaspar tivesse mencionado a origem wikipédica do documento ou se consultou o livro de João Paulo Martins et altri.

 

Poderíamos fazer mais comentários, mas só nos resta recordar o abundante material gráfico que a Zahara foi sacando deste blogue, sem mencionar a origem. E dizer que os alunos do secundário e da Universidade devem meter nas bibliografias donde sacam as imagens e as referências....porque senão há.....p

mn



publicado por porabrantes às 15:19 | link do post | comentar

Segunda-feira, 04.12.17

O lançamento da revista Zahara, de que é director o pio colaborador do boletim eclesiástico-clerical Martinho Gaspar (ex-seminarista), e as XV jornadas de história local foram protagonizadas pelo Prof. Luís Mota Figueira, do IPT, um adversário acérrimo da visita do argentino Bergoglio ao Parque Temático das Aparições.

papa méxico.jpg

Luís M. Figueira foi um dos animadores da petição contra a credibilização de Santa Lúcia, juntamente com o Rev.Padre Mário de Oliveira, Pedro Barroso, etc

 

(...)

''Contra a ida do Papa a Fátima para credibilizar o “milagre”

O Papa Francisco anunciou a sua vinda a Portugal em Maio de 2017, para visitar Fátima, o chamado “Altar do mundo”, terra de peregrinação, em honra de Nossa Senhora de Fátima, tendo em vista assinalar e credibilizar o tão propagado “milagre” de Fátima.
Não é possível deixarmos de estranhar tal decisão. Com efeito, o chamado “milagre dos três pastorinhos” não passa de um autêntico embuste, algo que mereceu até hoje a atenção de estudiosos sobre o que realmente aconteceu em Maio de 1917 e sobre o processo contínuo e imparável de exploração religiosa montado sobre tão ingénua encenação.
Quem se informar sobre este caso, fica a conhecer facilmente a forma como os acontecimentos na época foram urdidos, planeados e tramados - entre a dúvida inicial e a posterior complacência da Igreja Católica - numa era de grande obscurantismo cultural e com evidente aproveitamento dessa rústica ignorância.
Não é preciso grande esforço para chegar a esta conclusão, nem grande erudição teológica para analisar o caso. A evidência do logro fica bem clara, bastando, no essencial, ler alguns documentos oficiais e livros de pessoas - algumas assumidamente católicas - com autoridade na matéria sobre o chamado “milagre” de Fátima, para concluir pela sua total inconsistência. ''(...)- dizia a petição.

 

Face a isto aguarda-se que o Cónego, furibundo mariano, puxe as orelhas ao Martinho Gaspar. 

 

mn

imagem da excursão turística do argentino para ''credibilizar'' a Virgem de Guadalupe



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar

Sábado, 27.05.17

água das casas.jpg

O intelectual João Pico realiza uma crítica aprofundada do livro do Dr.Martinho Gaspar sobre esta laboriosa localidade do Pinhal.

Em causa está a actividade do Rev.Padre Baptista que não é destacada pelo Autor.

'' Um trabalhador do padre do Sardoal, de apelido Gaspar casou para Água das Casas, nos idos de 1820, com uma senhora dessa povoação. Apadrinharam o acto por parte da noiva, uma senhora muito caridosa da época, D. Helena Baptista e o marido e por parte do noivo, o próprio pároco do Sardoal. O ofício foi celebrado pelo Reverendo Padre, José dos Santos Baptista, na Igreja do Souto.

Não é difícil após estes factos, de estabelecer as ligações deste sardoalense de apelido Gaspar com certo historiador local e admitir algum parentesco da noiva com a família Baptista, já que o pai do Padre Baptista era natural da Malhada, Vila de Rei povoação vizinha de Água das Casas. A circunstância de ser ele a celebrar o ofício, como sucedia com outros familiares de apelido Baptista, como relatam os assentos paroquiais dessa época, arquivados na Torre do Tombo, também terão que ter algum significado mais.''
 
João Pico.... que esperamos que seja convidado para Director da Zahara
 
a ler
 
mn


publicado por porabrantes às 13:57 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17.02.17

gaspar 2.png

 



publicado por porabrantes às 16:47 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.01.17

Corria a crise estudantil de 1969, em pleno conflito com o Ministro da Educação Hermano Saraiva um grupo de assistentes da Faculdade de Arquitectura, em reunião no Sindicato dos Arquitectos recusa-se a prosseguir as aulas no ano seguinte, entre eles Duarte Castel-Branco:

 

'' Em reunião realizada no Sindicato Nacional dos Arquitectos, os assistentes que se declaram indisponíveis para continuar a leccionar são: Fernando Távora, José Carlos Loureiro, Arnaldo Araújo, Cristiano Moreira, Álvaro Siza, Duarte Castel‑Branco, Alfredo Viana de Lima, Jorge Gigante e Pedro Ramalho. Filgueiras, o único arquitecto com lugar no Conselho Escolar, informa que está a ponderar também o afastamento.''

 

in  Gonçalo Canto Moniz, A formação social do arquitecto: Crise nos cursos de arquitectura, 1968‑19691

 

No entanto, o  historiador' Martinho Gaspar 

 

martinho gaspar.png

garantiu na ''Barca'' que Duarte Castel-Branco era por esta época um homem do antigo regime

 

Estamos à espera que diga que o Hermano Saraiva era em 1969 um notório anti-fascista.

 

ma

 

foto do Gaspar: Rádio Hertz

 



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Quinta-feira, 29.09.16

O premiado Gaspar resolveu datar a fundação do Montepio, que leva o nome do ex-chefe de quadrilha miguelista Raimundo Soares Mendes, como sendo a 29 de Setembro de 1856. Cita alguma publicação anónima (há texto entre aspas) mas não diz qual.

Remete-se o leitor curioso para a Revista de Abrantes

montepio 2.png

de 1907, nº Outubro a Dezembro.

O sábio dr.Gaspar aponta a 1ª AG para a data de 29 do mesmo mês de Setembro de 1856,  o artigo citado aponta-a para 7 de Outubro desse ano. Foi presidida por Manuel Valejo, depois Barão de Rio de Moinhos (1867) e genro do Raimundo Soares, o miguelista que dera em liberal.

 A data de fundação para 29 de Setembro é também referida por Diogo Oleiro, que traça uma panorâmica da associação.

montepio diogo oleiro.jpg

Não sei onde o historiador a foi buscar....

Mas Diogo Oleiro é muito mais justo a evocar os beneméritos do Montepio, não se esquecendo de referir o papel crucial de Avellar Machado.

O dr. Gaspar atribui ao salazarismo um papel nefasto para o mutualismo português, mas se tivesse lido com atenção este artigo, veria que Oleiro diz que o Montepio tinha visto cancelado o subsídio que recebera do Governo Civil e era fácil relacionar isso com a perseguição desencadeada por Henrique Augusto e amigalhaços contra qualquer coisa que cheirasse a Solano de Abreu, que era um dos homens fortes do Montepio e que lhe deixou alguma propriedade rústica no Testamento .....bem como mais coisas.

Oleiro também evoca como causa da decadência da Caixa Económica a crise de 1929.

A gratidão do Montepio a Avellar Machado foi aqui evocada. Pena que o diploma que o homenageou tenha sido vendido em leilão.

Se a data referida pela Revista de Abrantes está certa, porque era o órgão do Montepio e o artigo diz que se basearem em testemunhas vivas, foi a 7 de Outubro de 1856 que nasceu o Montepio, tendo como Presidente João Amaro Cordeiro da Conceição e Secretário João António da Silva, eleitos a 8 de Outubro.

Em 23 de Março de 1857 seria nomeado o primeiro sócio de mérito, Augusto Leal da Cruz, que desempenhava à borla estes serviços ''sangrar, curar cáusticos e deitar bixas''.

deitar bixas.jpg

'' A expressão “deitar bixas” se referia a aplicação de sanguessugas em buscar de equilíbrio e harmonia corpórea,   uma herança africana reinventada na preservação dos valores tribais de libertação do corpo dos espíritos malignos.'' ( Unopar  com a devida vénia  para a imagem e texto citado.)

MN

PS-Haveria que falar mais disso. A culpa aqui não é do dr.Gaspar, mas presumo que se trata dum equívoco de Diogo Oleiro. O artigo de 1907 saiu anónimo.   



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Domingo, 26.06.16

candeias silva homenagem.jpg

''O Vereador Luís Dias aproveitou para dar conhecimento de duas atividades que não constam deste resumo e que são a Gala dos 100 anos do Sport Abrantes e Benfica e o lançamento do livro de José Martinho Gaspar, que conta a história dos 100 anos desta coletividade e que foi apoiado no âmbito do Finabrantes.''

 

Sobre as gloriosas teses do Gaspar acerca do Benfica de Abrantes, falaremos se houver pachorra para ler o livro.

Sobre a transformação do Gaspar em SMHAS -Serviço Municipalizado de ''História'' de Abrantes só se pode dizer que este departamento municipal carece de cabimento legal

 

Na esquina inferior direita, pormenor da sacra careca do cónego. Na foto está um tipo que foi mais o Cónego garantir à Sónia Onofre que não sabia que tinha sido a Rainha Santa a transformar S.João de humilde capela em Igreja. É obra e pia.

 

ma

 

 



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