Domingo, 31.03.19

gaspar jornal de alferrerede

Empunhando uma fotocópia do jornal do sr. Manuel Martinho, o Gaspar de Água de Casas, mostra onde a cacique, o Valamatos e a restante tropa meteram água.

O Bunker.

O local onde foram arrasadas as muralhas históricas da cidade de Abrantes para erguer um edifício que costuma estar às moscas e que contraria todas as regras para edificar espaços comerciais.

Na fotocópia está um artigo do sr.José Vieira, que  é o melhor historiador da Abrantes antiga.

Enquanto o velho mercado cai, o Gaspar ensina como os socialistas destruíram o património histórico, desertificaram a cidade e são um exemplo de más práticas urbanísticas e patrimoniais.

Para mostrar como essa gente anda desde há quarenta anos a meter água, nada melhor que um indígena de Água de Casas.

Ah.......também ajudaram a matar o Jornal de Alferrarede, que era a publicação onde saíam os melhores artigos sobre história de Abrantes.

ma    



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Quinta-feira, 04.10.18

O esforçado José Martinho Gaspar produziu este artigo.

No texto aparece este documento

gaspar 1

O documento é muito interessante para a história da estação e do Rossio....

Donde é que ele saiu?????

Donde foi?  perguntaria Sherlok Homes

Da Wikipedia, evidentemente, diria o Dr.Watson....

wikipedia

Segundo os autores do artigo ''A Linha da Beira Baixa',' na wiki,  a imagem saiu do livro:  

 

Projecto para o lanço do Caminho de Ferro da Beira Baixa na saída da estação de Abrantes, em 29 de Janeiro de 1876 in MARTINS, João Paulo; BRION, Madalena, SOUSA, Miguel de; LEVY, Maurício; AMORIM, Óscar. O Caminho de Ferro Revisitado: O Caminho de Ferro em Portugal de 1856 a 1996. [S.l.]: Caminhos de Ferro Portugueses, 1996. 446 p

 

Teria sido mais bonito que o esforçado Gaspar tivesse mencionado a origem wikipédica do documento ou se consultou o livro de João Paulo Martins et altri.

 

Poderíamos fazer mais comentários, mas só nos resta recordar o abundante material gráfico que a Zahara foi sacando deste blogue, sem mencionar a origem. E dizer que os alunos do secundário e da Universidade devem meter nas bibliografias donde sacam as imagens e as referências....porque senão há.....p

mn



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Segunda-feira, 04.12.17

O lançamento da revista Zahara, de que é director o pio colaborador do boletim eclesiástico-clerical Martinho Gaspar (ex-seminarista), e as XV jornadas de história local foram protagonizadas pelo Prof. Luís Mota Figueira, do IPT, um adversário acérrimo da visita do argentino Bergoglio ao Parque Temático das Aparições.

papa méxico.jpg

Luís M. Figueira foi um dos animadores da petição contra a credibilização de Santa Lúcia, juntamente com o Rev.Padre Mário de Oliveira, Pedro Barroso, etc

 

(...)

''Contra a ida do Papa a Fátima para credibilizar o “milagre”

O Papa Francisco anunciou a sua vinda a Portugal em Maio de 2017, para visitar Fátima, o chamado “Altar do mundo”, terra de peregrinação, em honra de Nossa Senhora de Fátima, tendo em vista assinalar e credibilizar o tão propagado “milagre” de Fátima.
Não é possível deixarmos de estranhar tal decisão. Com efeito, o chamado “milagre dos três pastorinhos” não passa de um autêntico embuste, algo que mereceu até hoje a atenção de estudiosos sobre o que realmente aconteceu em Maio de 1917 e sobre o processo contínuo e imparável de exploração religiosa montado sobre tão ingénua encenação.
Quem se informar sobre este caso, fica a conhecer facilmente a forma como os acontecimentos na época foram urdidos, planeados e tramados - entre a dúvida inicial e a posterior complacência da Igreja Católica - numa era de grande obscurantismo cultural e com evidente aproveitamento dessa rústica ignorância.
Não é preciso grande esforço para chegar a esta conclusão, nem grande erudição teológica para analisar o caso. A evidência do logro fica bem clara, bastando, no essencial, ler alguns documentos oficiais e livros de pessoas - algumas assumidamente católicas - com autoridade na matéria sobre o chamado “milagre” de Fátima, para concluir pela sua total inconsistência. ''(...)- dizia a petição.

 

Face a isto aguarda-se que o Cónego, furibundo mariano, puxe as orelhas ao Martinho Gaspar. 

 

mn

imagem da excursão turística do argentino para ''credibilizar'' a Virgem de Guadalupe



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar

Sábado, 27.05.17

água das casas.jpg

O intelectual João Pico realiza uma crítica aprofundada do livro do Dr.Martinho Gaspar sobre esta laboriosa localidade do Pinhal.

Em causa está a actividade do Rev.Padre Baptista que não é destacada pelo Autor.

'' Um trabalhador do padre do Sardoal, de apelido Gaspar casou para Água das Casas, nos idos de 1820, com uma senhora dessa povoação. Apadrinharam o acto por parte da noiva, uma senhora muito caridosa da época, D. Helena Baptista e o marido e por parte do noivo, o próprio pároco do Sardoal. O ofício foi celebrado pelo Reverendo Padre, José dos Santos Baptista, na Igreja do Souto.

Não é difícil após estes factos, de estabelecer as ligações deste sardoalense de apelido Gaspar com certo historiador local e admitir algum parentesco da noiva com a família Baptista, já que o pai do Padre Baptista era natural da Malhada, Vila de Rei povoação vizinha de Água das Casas. A circunstância de ser ele a celebrar o ofício, como sucedia com outros familiares de apelido Baptista, como relatam os assentos paroquiais dessa época, arquivados na Torre do Tombo, também terão que ter algum significado mais.''
 
João Pico.... que esperamos que seja convidado para Director da Zahara
 
a ler
 
mn


publicado por porabrantes às 13:57 | link do post | comentar

Sexta-feira, 17.02.17

gaspar 2.png

 



publicado por porabrantes às 16:47 | link do post | comentar

Quinta-feira, 05.01.17

Corria a crise estudantil de 1969, em pleno conflito com o Ministro da Educação Hermano Saraiva um grupo de assistentes da Faculdade de Arquitectura, em reunião no Sindicato dos Arquitectos recusa-se a prosseguir as aulas no ano seguinte, entre eles Duarte Castel-Branco:

 

'' Em reunião realizada no Sindicato Nacional dos Arquitectos, os assistentes que se declaram indisponíveis para continuar a leccionar são: Fernando Távora, José Carlos Loureiro, Arnaldo Araújo, Cristiano Moreira, Álvaro Siza, Duarte Castel‑Branco, Alfredo Viana de Lima, Jorge Gigante e Pedro Ramalho. Filgueiras, o único arquitecto com lugar no Conselho Escolar, informa que está a ponderar também o afastamento.''

 

in  Gonçalo Canto Moniz, A formação social do arquitecto: Crise nos cursos de arquitectura, 1968‑19691

 

No entanto, o  historiador' Martinho Gaspar 

 

martinho gaspar.png

garantiu na ''Barca'' que Duarte Castel-Branco era por esta época um homem do antigo regime

 

Estamos à espera que diga que o Hermano Saraiva era em 1969 um notório anti-fascista.

 

ma

 

foto do Gaspar: Rádio Hertz

 



publicado por porabrantes às 14:11 | link do post | comentar

Quinta-feira, 29.09.16

O premiado Gaspar resolveu datar a fundação do Montepio, que leva o nome do ex-chefe de quadrilha miguelista Raimundo Soares Mendes, como sendo a 29 de Setembro de 1856. Cita alguma publicação anónima (há texto entre aspas) mas não diz qual.

Remete-se o leitor curioso para a Revista de Abrantes

montepio 2.png

de 1907, nº Outubro a Dezembro.

O sábio dr.Gaspar aponta a 1ª AG para a data de 29 do mesmo mês de Setembro de 1856,  o artigo citado aponta-a para 7 de Outubro desse ano. Foi presidida por Manuel Valejo, depois Barão de Rio de Moinhos (1867) e genro do Raimundo Soares, o miguelista que dera em liberal.

 A data de fundação para 29 de Setembro é também referida por Diogo Oleiro, que traça uma panorâmica da associação.

montepio diogo oleiro.jpg

Não sei onde o historiador a foi buscar....

Mas Diogo Oleiro é muito mais justo a evocar os beneméritos do Montepio, não se esquecendo de referir o papel crucial de Avellar Machado.

O dr. Gaspar atribui ao salazarismo um papel nefasto para o mutualismo português, mas se tivesse lido com atenção este artigo, veria que Oleiro diz que o Montepio tinha visto cancelado o subsídio que recebera do Governo Civil e era fácil relacionar isso com a perseguição desencadeada por Henrique Augusto e amigalhaços contra qualquer coisa que cheirasse a Solano de Abreu, que era um dos homens fortes do Montepio e que lhe deixou alguma propriedade rústica no Testamento .....bem como mais coisas.

Oleiro também evoca como causa da decadência da Caixa Económica a crise de 1929.

A gratidão do Montepio a Avellar Machado foi aqui evocada. Pena que o diploma que o homenageou tenha sido vendido em leilão.

Se a data referida pela Revista de Abrantes está certa, porque era o órgão do Montepio e o artigo diz que se basearem em testemunhas vivas, foi a 7 de Outubro de 1856 que nasceu o Montepio, tendo como Presidente João Amaro Cordeiro da Conceição e Secretário João António da Silva, eleitos a 8 de Outubro.

Em 23 de Março de 1857 seria nomeado o primeiro sócio de mérito, Augusto Leal da Cruz, que desempenhava à borla estes serviços ''sangrar, curar cáusticos e deitar bixas''.

deitar bixas.jpg

'' A expressão “deitar bixas” se referia a aplicação de sanguessugas em buscar de equilíbrio e harmonia corpórea,   uma herança africana reinventada na preservação dos valores tribais de libertação do corpo dos espíritos malignos.'' ( Unopar  com a devida vénia  para a imagem e texto citado.)

MN

PS-Haveria que falar mais disso. A culpa aqui não é do dr.Gaspar, mas presumo que se trata dum equívoco de Diogo Oleiro. O artigo de 1907 saiu anónimo.   



publicado por porabrantes às 13:10 | link do post | comentar

Domingo, 26.06.16

candeias silva homenagem.jpg

''O Vereador Luís Dias aproveitou para dar conhecimento de duas atividades que não constam deste resumo e que são a Gala dos 100 anos do Sport Abrantes e Benfica e o lançamento do livro de José Martinho Gaspar, que conta a história dos 100 anos desta coletividade e que foi apoiado no âmbito do Finabrantes.''

 

Sobre as gloriosas teses do Gaspar acerca do Benfica de Abrantes, falaremos se houver pachorra para ler o livro.

Sobre a transformação do Gaspar em SMHAS -Serviço Municipalizado de ''História'' de Abrantes só se pode dizer que este departamento municipal carece de cabimento legal

 

Na esquina inferior direita, pormenor da sacra careca do cónego. Na foto está um tipo que foi mais o Cónego garantir à Sónia Onofre que não sabia que tinha sido a Rainha Santa a transformar S.João de humilde capela em Igreja. É obra e pia.

 

ma

 

 



publicado por porabrantes às 16:54 | link do post | comentar

Sábado, 28.05.16

gaspar 2.png

Gaspar, no Médio Tejo Digital

 

gaspar 1.png

Diário de Lisboa, 1 de Novembro de 1968

 

As cerimónias foram a 1 de Novembro de 1968 e não a 9, como diz o Gaspar, lembro-me perfeitamente de estar a tomar a bica com o Mário Semedo e o dr.Orlando Pereira enquanto as forças vivas aclamavam o palhaço vestido de Almirante!!!!!

 

O Gaspar tem de comprar a Cronologia do Eduardo Campos

gaspar 6.png

Que pedale menos e vá em futebóis de boa qualidade, leia a Cronologia do Eduardo

eduardo campos 2.jpg

ma



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Terça-feira, 19.01.16

damas.jpeg

a acusação é do ''Jornal de Abrantes'' de 4 de Junho de 1911

 

FRAUDES ELEITORAIS (1911)

Ainda nem um ano tinha passado sobre a implantação da República e, em Abrantes, começam a surgir notícias de fraudes eleitorais. O artigo que se transcreve a seguir mostra que, apesar do regime ter mudado, muitas práticas fraudulentas se mantiveram.

 

Com tristeza o dizemos: não foi de molde a prestigiar a republica a maneira como em Abrantes decorreu o acto eleitoral e mal suppunhamos nós que, em pleno regime democratico, havíamos de assistir ao desenrolar de todo esse vergonhoso scenario de fraudes e de violencias de que a monarchia se servia para arrancar o voto ao eleitor incanto e inconsciente.

Com tristeza o dizemos, na verdade. Com tristeza e com mal reprimida indignação, pois não é fácil occultar a nossa surpreza, a nossa profunda magua, ao ver-mos assim ultrajados os princípios democraticos e esquecidos os solemnes compromissos tomados na opposição.

Já no numero anterior do Jornal de Abrantes, havíamos justamente condemnado o procedimento do directorio do partido Republicano, que, depois de afirmar que só sanccionava as candidaturas de maioria, deixando ao arbitrio do eleitorado a livre escolha dos candidatos da minoria, se saiu a lembrar aos eleitores que seu dever era votar em determinado cidadão, por ser elle quem, depois dos escolhidos para disputarem as maiorias, obtivera maior numero de votos.

Isto, que a principio poderá afigurar-se razoavel democrática, não possa contudo de um grosseiro expediente, que mal tenta esconder o odio pessoal que determinado individuo, votou a um dos candidatos da minoria, o sr. Capitão Baptista, republicano de velha data, caracter da mais fina tempera, coração aberto a todas as ideias generosas e nobres.

A escolha da comissão municipal não devia merecer credito ao directório, vistoque ella procedeu illegalissimamente, não reunindo, como lhe cumpria, cululativamente com as comissões paroquiaes. Demos porem de barato que essa escolha fosse legal. O que deveria fazer o Directorio? Dar a sua sancção aos candidatos da maioria, mas só a esses, deixando os outros entregues apenas á simpatia do publico, ás suas faculdades de propagandistas, ao seu fervor partidário, ás suas forças eleitoraes e á sua probidade politica.

Tal não succedeu, e esse facto, de todo o ponto contrario á pureza das ideas democráticas, levou-nos a lavrar o nosso protesto no ultimo numero do Jornal de Abrantes.

Longe porem estávamos nós de suppor que por ahi ficariam as nossas razões de queixa, os justos motivos da nossa justíssima indignação. Foi-se mais longe, muito mais longe mesmo.

Á commissão municipal, ou, antes ao individuo que nella implantou o velho regime do quero, posso e mando, bastou para a satisfação do seu odio pessoal, a acquiescencia anti-democratica do Directorio aos seus manejos injustificaveis. Esse verdadeiro cacique, talvez  por  não sufficientemente seguro com o apoio ao Directorio, recorreu á fraude, á violencia, á extorsão, a todo esse longo rosario de espedientes eleitoraes que de usaram e abusaram os caciques da monarchia.

Dir-se-hia, ao vê-lo manobrar tão habilidosamente, que, emquanto o Partido Republicano procurava, no tempo da sua propaganda, demolir esses velhos e nogentos processos de fazer eleições, elle se entretivera a tirar-lhes os moldes e a aprender-lhe a applicação. E tão bem aproveitou o tempo, que hoje podia, com vantagem para o regime do caciquismo, dar lições aos mestres.

Pediu votos, solicitou influencias, viclentou consciências, ameaçou os tímidos, captou com promessas os cínicos e- oh! vergonha das vergonhas!- implorou a misericórdia de dois  dos mais importantes caciques da defunta monarchia.

E tudo isto se fez pelos velhos processos: mandaram-se listas dentro de subscritos, juntamente com cartões de visita pedindo votos; enviaram-se caceteiros de noite, na véspera da eleição, arrancar das mãos dos eleitores a lista inimiga; a outros trocavam-lh’es pela astucia e pela fraude; e por fim, para que nada faltasse a imprimir caracter a este nogento estendal, de expedientes eleitoraes, recorreu-se ao desdobramento, em favor do candidato protegido.

Profusamente triste! Repellentemente Porco!

 

Jornal de Abrantes, nº 576, 4 Junho de 1911

 

a transcrição é da Bárbara Martins Marques, sob coordenação do Martinho Gaspar, aqui

 

A Bárbara Marques era menor, a responsabilidade de chamar '' Repellentemente porco'' ao Damas é do ''Jornal de Abrantes'' e do Gaspar, que devia ter anotado o texto.

 

Não se chama a uma pessoa ''repellentemente porco'' , sem explicar que o homem às vezes tomava banho. Afinal era médico. Era boa pessoa, mas era um político e a imagem de porco, tem a ver com a sátira de Raphael Bordalo, a política é porca,

paródia.jpg

Houve fraude? É possível! Mas é óbvio que o texto pretendia explicar a derrota eleitoral do Baptista  e  garante que a marcial criatura tinha um cv impoluto.

É mentira,  tinha sido acusado de espancar soldados  e destruiu a Pharmacia Silva.

Era uma besta.

Agradecemos à Bárbara Marques este trabalho sobre história abrantina. Faz-se a natural e devida vénia.

 

mn

 



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