Segunda-feira, 09.09.19

Segundo os caciques a estrada do Maxial está '' 

Em fase de projeto e lançamento de concurso encontra-se a requalificação da EM do Maxial, Fontes, com investimento de 314.369,49 €.''

 

A isto respondeu um leitor da página caciquista

Joaquim Mendes É inadmissível o que estou a ler. A estrada de Maxial,freguesia de Fontes,já consta e constava nas Grandes Opções da Câmara Municipal de AbrAntes,há várias legislaturas. Fico estupefacção,para não dizer outra coisa pior,como revoltado,quando leio "Estrada de Maxial,Fontes, "ainda"(expressão minha),em fase de projeto e lançamento de concurso...Continuo a dizer...É Inacreditável,Senhor Presidente de /da Câmara Municipal de Abrantes. Aquilo,não é uma estrada,é uma "picada" e um "quebra colunas"...Só quem transita diariamente sabe do que sofre e ainda vai sofrer. É uma tristeza . e, quanto à mim,uma falta de respeito,perante a população local e autarca da dita Freguesia. Foi uma promessa nunca cumprida pelo ex Presidente Dr.Nelson Carvalho. Mas,este Senhor,preferiu "investir",na cidade (Açude)junto ao Rossio ao Sul do Tejo. E a estrada do Maxial ficou para trás...e continuou e continua nos mandatos seguintes. Pelo que me apercebo,e,dado os procedimentos a que a Lei obriga,prevejo, que esta "obra"só deve estar em execução "antes das próximas autárquicas ". E digo,ainda, e pergunto,será que este anúncio,agora, nada têm a ver com as Legislativas de Outubro? É evidente,que sim.....Disse....
 

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Quarta-feira, 24.10.18

Fernando Paula Vicente comentou o post Dia do Senhor: Santa Águeda, a siciliana às 11:15, 24/10/2018 :

Quero felicitar o autor deste blog e as pessoas que para ele contribuem pela importante informação que por ele é trazida ao conhecimento dos munícipes de Abrantes. Foi com muito agrado que o descobri quando procurava na internet informação sobre a história da Capela de Santa Águeda no Maxial, particularmente sobre a data da sua fundação. A única informação que sobre ela tenho encontrei-a nas Memórias Paroquiais produzidas em 1758 por ordem do Marquês de Pombal, existentes na Torre do Tombo e actualmente disponibilizadas na internet no site "http://digitarq.arquivos.pt/details?id=4241781" - Souto/ Abrantes - Vol. 35- Nº 222 - Pág. 1593 /1600. Código de Refª: PT/TT/MPRQ//35/222 e delas consta que, naquela data, existiam na freguesia do Souto duas capelas. a da Srª do Tojo, no Souto, e a de Santa Águeda no Maxial do meio. Sendo eu um natural do Maxial (que viveu uma boa parte da sua vida no estrangeiro) coube-me em herança uma pequena propriedade agrícola chamada "Horta Grande do Foro", o que me sugere que, muitos séculos atrás, o Maxial como um todo pode ter sido um foral concedido a alguém... Muito agradeceria conhecer a data da fundação da capela de Santa Águeda, se for conhecida, e que penso que é muito anterior àquela data de 1758. Com os melhores cumprimentos. Fernando Paula Vicente 

Agradecemos ao sr. Fernando Paula Vicente, cujo nome nos parece corresponder a um  prestigiado oficial-general abrantino, autor duma importante obra já aqui referenciada, este comentário e as suas amáveis referências.

Não temos mais referências sobre a capela

santa agueda

Curiosamente a Santa Águeda aparecia em Santa Maria do Castelo,referenciada pelo Padre Luiz Cardoso, no Dicionário Geográfico (1747) . Na parte da Epístola havia um retábulo com Santa Luzia, Santa Águeda e  Santa Apolónia.

O amigo Manuel Maça, neste blogue,  http://carreiradomato.blogspot.com/2009/01/souto-abrantes-um-olhar.html, refere que nas memórias paroquiais de 1758, se diz que o terramoto de 1755 provocou danos nas ermidas existentes, entre elas, a de Santa Águeda, que foi necessário reparar.

Portanto é anterior a essa data.

Sobre o foral, sabemos que em 1201 foi dado foral a Martinchel por D.João Fróis, Prior de Santa Cruz de Coimbra, antes de partir para Roma. (Albano Martins, O Mosteiro de Santa Cruz de Coimbra na Idade Média , 2003   ou Crónica do Real Mosteiro de Santa Cruz, no Instituto, 1944).

Mas a palavra foro, também se pode referir a que propriedade era foreira a alguém ou instituição.

Com os melhores cumprimentos

MN

imagem https://www.allaboutportugal.pt com a devida vénia



publicado por porabrantes às 13:38 | link do post | comentar

Domingo, 26.10.14

mário semedo acb.jpg

 Ao Mário Semedo, que foi processado por utilizar o adjectivo ''siciliano'' em referência ao silêncio que havia sobre o projecto do arq. Carrilho da Graça para São Domingos.

Foto do Arq. Doutor António Castel-Branco (Abrançalha)

 

Quem conhece a cidade de Catânia, na parte menos mafiosa da ilha, sabe que quando há erupções no Etna, o síndico e o Bispo sacam as relíquias da Santa (incluindo as virginais mamas)  e metem-nas na trajectória que a lava ameaça percorrer. Por milagre multissecular a lava pára.

As mamas de Santa Águeda que lhe foram cortadas pelos romanos também deram possibilidade a múltiplos pintores de fugirem aos rigores da censura eclesiástica, obtendo assim licenciosa licença para pintarem o corpo nu da siciliana.

640px-Parmigianino,_Sant'agata_e_il_carnefice.jpg

 Wikipedia

   Como se nota neste notável fresco de Parmigiano, em Parma.

Santa Águeda tem uma capela no Maxial que a Ana Paredes Cardoso descreve assim

maxial.png

 A forma como está redigido o texto dá ideia que o São Pedro (morto uns 200 anos antes) foi ver a Virgem Águeda à cadeia. Como a Drª Paredes Cardoso sabe o que a hagiografia conta foi que a virginal e mutilada Águeda teve uma visão do primeiro Papa e lá se curou. Não sabemos se o Pedro lhe disse algum piropo ao busto, do género daqueles que o Cardeal Tisserant dirigia à Madre Pasqualina, que governava o Vaticano com mão de ferro no tempo de Pio XII, ao ponto de lhe chamarem a Papisa.

Virgo potens- poderia ter dito o Santo.

A forma de redacção da Drª Paredes Cardoso é muito peculiar e isso leva a bastantes confusões que se detectam nos vários folhetos que fez sobre o Norte do Concelho. No texto citado diz que o dia da morte da Santa foi ''sinalizado com um cataclismo natural, símbolo da injustiça a que fora sujeita''.

Quer dizer a Drª Paredes Cardoso que Deus mandou o Etna arrasar a cidade para castigar o sádico romano????

Deus, que estava numa de Júpiter, ''sinalizou'' o evento com explosões de lava????

Será isso???

Se a Drª Paredes Cardoso tem dificuldades de redacção faça favor de arranjar um revisor que a ajude, mas não chame o Gaspar que a coisa pode sair pior. 

Finalmente a Drª Paredes Cardoso, que foi muito bem paga por este projecto, onde ultrapassou largamente o prazo que lhe fora concedido para o fazer, deve ter muito cuidado com as fontes que usa.

É fiável usar o Moisés Espírito Santo, um curioso académico que chegou a sustentar que a população indígena da Lusitânia falava hebraico antes de chegarem os civilizadores romanos???

moisés.jpg

Entrevista de Inês Pedrosa ao Moisés. E.S. no livro Anos Luz

 Esta sebastianista que acha que não houve Lusitanos, quando a Lusitânia está cheia de inscrições sepulcrais deles?

A Drª Paredes Cardoso também cita o Eduardo Campos e o Doutor Candeias que terão dito:

água.png

 Ora este  bairrismo lealista é ridículo e infundado porque logo perto de Santarém há outra povoação com esse nome e não vou conferir se há mais. 

Deve ainda avisar-se a Drª Paredes Cardoso que tem que ter cuidado com o que diz, porque sendo profissional da área da história, atribuiu noutra publicação a autoria da Biblioteca António Botto ao nosso querido amigo Arquitecto Doutor António Castel-Branco, quando é do Pai dele.

E à porta do Convento está lá uma placa a dizer isso.

Ainda bem que não disse que era o António, o autor da famigerada torre do MIAA, porque poderia ser processada civelmente por danos criados na imagem do grande Académico abrantino e incansável militante anti-carrilhista, agora de novo no activo.

Para finalizar esta recensão felicita-se a autora por citar o maior Historiador do ranking do Norte do Concelho (o Sr.Traquina), mas deve ser criticada a ausência de citações do Autor da ''História do Souto'', dr. João Pico.

mn  

   

   



publicado por porabrantes às 18:53 | link do post | comentar | ver comentários (3)

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