Sábado, 30.01.21
Num manuscrito do século VIII do Museu britânico: ''
Oleo abrantino.
Oleo lib. VIIII, -V, mittis abrotanis folia lib. XL et sie infusa die et
nocte tollis que infusa sunt et mittis iterum alia, post tres dies exprimis et postea mittis recens folia et reponis, uirtutem habet calefacturiam et ad matricis musculorum et duritiam, educit menstrua et secunda.''
 
É à base de absinto
 
Cuidado com ele!!!!
 
bibliografia : aqui publicado  

studien.png

 


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Segunda-feira, 05.12.16

No mesmo Diário Ilustrado um médico abrantino, o dr .Zeferino Falcão, dono da Quinta de Santa Bárbara, anunciava consultas grátis para os pobres.

Vai isto dedicado ao neto dele, dr. José Risques

zeferino 2.png

Era 1886 e Zeferino era um dos mais reputados médicos do seu tempo.E o melhor especialista em doenças de pele na época. Foi ele que revolucionou o tratamento da lepra..

zeferino - copia.png

 

ma



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Quinta-feira, 07.01.16

útero d.adelaide.png

ramiro guedes.jpg

remédio.png

a D.Adelaide morreu com dores lancinantes

cancro útero.png

honra-se o blogue de publicar um texto clínico do médico abrantino, mas começa a pensar não publicar mais, é demasiado tétrico.

ma 

 



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siflis ab 1.png

Um dos mais eminentes médicos portugueses pediu ao dr. Ramiro Guedes os dados sobre a sífilis em Abrantes,em 1900, bem como o regime de inspecção às prostitutas. Isto é um exemplo dos dados que lhe enviou Ramiro Guedes

ramiro guedes.jpg

Os dados serviram para realizar um dos primeiros grandes estudos portugueses sobre o impacto da prostituição nas doenças de transmissão sexual.

Abrantes, como terra militar, sofria o impacto do flagelo e tinha tomado medidas de controle maiores que as terras vizinhas.

Num dos concelhos rurais ao lado só havia inspecção quando havia denúncias. Em Coruche só quando havia feira.

mn  



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Sexta-feira, 02.10.15

A nossa amiga e colega (dos blogues) dr. Inês Alberty Almeida , nas Jornadas Pediátricas, sobre um tema candente

 

inês alberty.jpg

 mn


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Quarta-feira, 25.02.15

O médico e atirador abrantino tem agora uma excelente nota biográfica na Wikipédia.

 

Parabéns ao Autor, cujo nome acho que adivinho.

 

ma



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Sexta-feira, 17.10.14

Os casos de plágios em concursos têm contornos e semelhanças com este,  abrantino, com um desfecho ainda recente, em que o plagiador, foi punido disciplinarmente:

 

''

2) A apresentação como seu, a uma prova final de Internato Complementar, de um currículo profissional parcialmente plagiado do currículo de uma colega, constitui falta grave denunciando deslealdade, dolosamente cometida e uma fraude à presunção da igualdade entre os candidatos.
3) Pelo que lhe corresponde a sanção de inactividade, prevista no artigo 25º nº 1 do citado Estatuto.
Aditamento:

''Factos''

 

''  O Dr. Pedro Cruz Pires, que se encontrava a frequentar o Internato Complementar no Hospital Distrital de Abrantes (HDA), solicitou em Maio de 1996 à sua colega Drª Fernanda Coutinho que lhe cedesse o respectivo curriculum vitae apresentado, no ano anterior, no exame da especialidade, para estudar a forma de elaborar o seu próprio currículo (fls. 55 e 56). b) Em Dezembro de 1996, o mesmo Dr. Pedro Cruz Pires entregou para apreciação pelo júri do exame final do internato, como se tratasse de obra original, e como tal avaliado em 27/2/97, o seu currículo, que elaborara parcialmente decalcado do da sua citada colega (fls. 63). c) Em 12/3/97, o Conselho de Administração do HDA deliberou comunicar o ocorrido ao Conselho Nacional dos Internatos Médicos (fls. 5). d) Em 2/4/97, o CNIM comunicou ao Director do HDA concordar com a não homologação das actas de avaliação final do internato complementar, e a lista de classificação final (fls. 4). e) Por ofício de 30/4/97, o Director do HDA comunicou o sucedido ao Inspector Geral da Saúde, acrescentando que o recorrente confessara ao Director Clínico ter plagiado alguns extractos do currículo (fls. 1). f) Esse ofício foi acompanhado de uma declaração passada em 29/4/97 pela Comissão de Averiguações constituída por proposta da Comissão Nacional dos Internatos Médicos que, depois de analisar detalhadamente os 2 currículos, comparando-os, concluiu haver um decalque substancial no relato da formação realizada nos serviços comuns - Medicina Interna do HDA e Serviço de Hematologia do Hospital dos Capuchos (fls. 3). g) Por despacho de 16/6/97, o Inspector Geral da Saúde ordenou a instauração de processo disciplinar contra o referido Dr. Pedro Cruz Pires (fls. 9). h) Em 15/7/98, foi deduzida acusação contra o mencionado arguído, incurso na violação do dever geral de zelo, referido no artigo 3º nºs 1 e 4, alínea b), e 6 do Estatuto Disciplinar (ED) aprovado pelo DL nº 24/84, de 16/1, cometendo assim na infracção disciplinar prevista no seu artigo 25º nº 1, à qual corresponde a pena de inactividade (fls. 67 a 74). i) Apresentada a defesa e produzidas as diligências complementares, foi elaborado o Relatório Final, onde se propôs a aplicação da pena de 1 ano de inactividade, uma vez que o arguído não possuía antecedentes disciplinares (fls. 151). j) Por despacho de 17/7712/99 do Inspector Geral da Saúde, foi aplicada ao arguído a pena de inactividade graduada em um ano, por concordância com as conclusões e propostas contidas no Relatório Final citado (fls. 153). k) Em 19/1/2000, o Dr. Pedro Cruz Pires interpôs recurso hierárquico desse despacho para a Ministra da Saúde, requerendo a extinção do procedimento disciplinar por prescrição e por amnistia ou, em alternativa, a suspensão da pena aplicada (fls. 166 a 170). l) Em parecer de 6/7/2001, o Gabinete Jurídico e de Contencioso da Secretaria Geral do M. Saúde propôs o indeferimento do recurso (fls. 202 a 209). m) Sobre ele foi proferido o seguinte despacho pelo Ministro da Saúde: “Concordo. Nego provimento ao recurso e mantenho a pena de inactividade por um ano, com base nos argumentos explanados no presente parecer. 16.07.01. António Correia de Campos” (fls. 2002). ''

O Direito

(..) ''Ora, ao fornecer ao júri para avaliação, como seu, um currículo parcialmente decalcado de trabalho elaborado no ano anterior por uma colega, o recorrente não só estava a cometer um acto de deslealdade para com esta, como também minimizou a sua capacidade de intervenção, substituindo a sua própria trajectória profissional ao longo do processo formativo pela daquela sua colega, nos pontos inquinados pelo plágio confessadamente cometido. Tratou-se, pois, de uma falta disciplinar grave, dolosamente cometida que, não obstante ser produto da leviandade do arguido, não deixa de constituir uma fraude à avaliação pública do processo formativo no internato médico, com violação da ética e da presunção de igualdade entre todos os candidatos.''(...)

 

Acordão do Tribunal Central Administrativo

Processo: 05929/01

PROCESSO DISCIPLINAR
PRESCRIÇÃO
SANÇÃO DISCIPLINAR

 

O sr. dr. Pedro Cruz Pires recorreu e levou sopa, o TCA confirmou a sanção aplicada pelo Ministro....que era do PS e aplicou a Lei ou seja o Estatuto Disciplinar da Função Pública

Para que não nos acusem de plágio, deve dizer-se que as expressões entre aspas saíram do acordão citado de que foi relator, o Meritíssimo Magistrado Gonçalves Pereira.

a redacção

 



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Terça-feira, 29.07.14

Acórdão nº 01014/06.2BECBR de Tribunal Central Administrativo Norte, 20 de Dezembro de 2007

Acordam, em conferência, na Secção do Contencioso Administrativo do TCAN: I- RELATÓRIO N..., residente na Rua ..., Coimbra, inconformada com a sentença do TAF de Coimbra, datada de 28.JUN.07, que julgou improcedente o pedido de adopção de PROVIDÊNCIAS CAUTELARES, oportunamente por ela deduzido, contra o Ministério da Saúde, com sede na Av. João Crisóstomo, nº 9, 1049-062 Lisboa, e o Contra-Interessado N..., General, residente na Avenida ..., Abrantes, consistente na suspensão de eficácia do despacho do Secretário Geral do Ministério da Saúde, notificado à Rte. em 06-12-2006, que negou provimento ao recurso hierárquico por si interposto para o Ministro da Saúde e que confirmou a aplicação à Rte. da pena disciplinar de inactividade pelo período de um ano, recorreu para o TCAN, formulando as seguintes conclusões: A - As razões invocadas nos arts. 1 a 6, que aqui se dão por integralmente reproduzidas, impõem que se fixe ao presente recurso o efeito suspensivo.

B - Ao dispensar a prova testemunhal o Tribunal a quo omitiu acto essencial à decisão da causa pelo que a sentença é nula, assim como o é por omissão de pronúncia e falta de fundamentação e ainda erro de julgamento na apreciação dos pressupostos ou requisitos da providência requerida.

C - Era essencial à decisão da causa a prova testemunhal porque não se mostram provados ou sequer ditos como não provados os factos que dela pudessem resultar, e alegados, o que constitui irregularidade para os aludidos efeitos do art. 201º, nº 1, do CPC, sendo que fere de nulidade a sentença recorrida nos termos do disposto na alínea d) do nº 1 do art. 668º do CPC, tanto mais que no critério da decisão - periculum in mora, omite a especificação da matéria de facto alegada, não considerando, na perspectiva da requerente, os interesses em presença, públicos e ou privados, o abandono, o efeito suplementar deste na situação já existente, a ruptura definitiva com o serviço, representado numa situação de facto consumado, a ter como consequência directa prejuízos de difícil reparação para a requerente, reconduzindo-os a um mero reporte financeiro sempre possível, decidindo pelo tradicional critério economicista quando a perda da actividade se não reduz, in casu, a tal.

D - A prova documental não permitiu ao Tribunal a quo adquirir a dimensão do sacrifício imposto, desconsiderando, na não decretação da providência, o seu efeito, enquanto elemento definitivo de ruptura, de paralisação da actividade cirúrgica, confundindo a realidade de medicina privada de consultório e medicina pública de cirurgia oncológica.

E - A doutrina e a jurisprudência deixam claro que o sentido da irreparabilidade tem se ser encontrado caso a caso e nas indiciárias consequências prováveis que justificam a cautela solicitada, resultando da prova, a qual, para o efeito, foi dispensada e sem qualquer fundamentação.

F - O tribunal a quo não quis tomar posição quanto à questão de fundo, não quis considerar o prejuízo moral, o embate psicológico da ruptura com o serviço, nem o efeito da não decretação na pratica cirúrgica específica, desconsiderando ainda o facto de ser providência o elemento definitivo da ruptura, e G - Impediu a demonstração da impossibilidade definitiva do exercício da actividade cirúrgica oncológica, prejuízo este que subjaz a um direito fundamental assumido pelo direito ao trabalho, direito à realização profissional e pessoal, sendo irreparável como irreparável é a humilhação e frustração que tal situação provoca na requerente, atenta a natureza e particularidade da situação em causa.

H - Desconsiderou a perda, definitiva, do exercício da actividade cirúrgica oncológica relativamente a um período de tempo que decorrerá, menospreza...

 

 

Articulado como:: <input ... >

 

 

estes factos referem-se obviamente à morte por erro médico duma professora do ensino secundário abrantino, que o meu falecido amigo Mário Semedo tratou nos jornais designadamente no falecido ''Primeira Linha''

 

como Portugal é um país de humor negro e justiça só aplicável aos desgraçados, o caso continua nos tribunais por outras vias

 

com a devida vénia de http://tca.vlex.pt/vid/-35167298

 

ma

 

 



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Quinta-feira, 20.02.14

O segredo está em arrastar o processos até cairem no esquecimento,p/depois o povo não contestar as decisões proteccionistas e cooperativistas em favor da classe médica.PGR,IGAS,Ordem dos Médicos e Tribunais não diferem"

CRCR

 

 

no Correio da Manhã

 

Vai o post dedicado ao Mário Semedo que tudo fez para esclarecer este caso

 

a redacção



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Quarta-feira, 05.05.10

Informa o blogue monárquico dirigido pelo nosso colaborador Paulo Tavares, lider monárquico do Concelho, que o herdeiro de Afonso Henriques, el-Rei D.Duarte III esteve em Beja apoiando a lavoura.

 

O que mais gostámos foi esta foto:

 

A paisagem que enquadra o monarca é magnífica. Estamos certos que o Rei, também produtor de vinhos nas suas terras de Santar, faz como o Dr.Eurico, quando tem de beber uma vinhaça nacional, nunca segue os conselhos do Armando Fernandes.

 

Finalmente revelamos que um peticionário com 98 anos nos acaba de informar, enquanto estreava o segundo maço de SG do dia, que atribuía a sua saúde de ferro a só tomar dois tipos de medicamentos: vitamina T e B.

 

Ou seja vinho Tinto e Branco.

 

O Verde é para gajos do Porto.....

 

Cada um com as suas manias, desejamos ao peticionário que continue com um tratamento intensivo por muitos anos...

 

Miguel Abrantes



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