Terça-feira, 14.07.20

A arqueóloga Filomena Gaspar pede alterações ao projecto de Carrilho da Graça para S.Domingos para salvar a necrópole medieval encontrada no Claustro de S.Domingos.

necrópole.pngCidadãos por Abrantes

Saliente-se que as obras arrancaram, segundo o Médio Tejo, em Janeiro de 2017 e segundo o relatório da escavação, a arqueóloga só submeteu, a 30 de Março desse ano, a autorização à DGPC para haver acompanhamento arqueológico.

Ou seja começaram obras num edifício do século XVI, imóvel classificado como de interesse público, num projecto de mais de 4 milhões de euros, em que o licenciado alentejano recebeu mais de 800 mil euros, sem acompanhamento arqueológico

necropole s.domingos.png

Seria importante que as forças políticas da terra se pronunciassem sobre isto.

E é de extrema importância impedir mais ataques ao património desta terra, produto duns serviços arqueológicos municipais rudimentares e da falta de consciência cultural dos edis.

mn

  



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 27.06.20

Os custos do MIAA a caminho dos 5 milhões de euros

As obras começaram sem acompanhamento arqueológico num imóvel do século XVI

miaa TRIBUNAL.jpg

 

As obras estiveram paradas mais de 6 meses.

A construtora pediu inicialmente 250 mil euros de indemnização e face à intransigência dos caciques, pede agora quase 500 mil no Tribunal de Leiria

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Só a empresa do  licenciado Carrilho da Graça facturou mais de 800 mil euros.

Apesar dos achados datarem de 2017....os serviços camarários ainda não foram capazes de apresentar um relatório definitivo à tutela, nem há relatórios prontos sobre as ossadas encontradas.

mn   


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publicado por porabrantes às 07:29 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.06.20

Depois de apanharem com um processo no valor de quase quinhentos mil euros da empreiteira de S.Domingos, aqui revelado em primeira mão, tentam pressionar a construtora com argumentos do arco-da-velha.

O MIRANTE | Começaram obras no antigo Convento de São Domingos para  instalar novo museu de Abrantes

Assim o Caseiro Gomes, sem ouvir os outros Vereadores, exarou um despacho do qual consta:

''Despacho do Vereador e Vice-Presidente da Câmara, João Gomes, que aprovou solicitar à TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A., adjudicatária da empreitada “Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Fase 1 – Recuperação, Remodelação e Ampliação do Convento de São omingos”, que, para efeitos, modificação do contrato da empreitada
nos termos do disposto na alínea a) do artigo 312.º e no n.º 2 do artigo 314.º do Códigos dos Contratos Públicos, em redação vigente anterior ao Decreto-Lei n.º 111-B/2017, de 31 de agosto, aplicável por força do disposto no n.º 2 do artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 111-B/2017, de 31 de agosto, faça prova de que a pandemia da COVID-19 provocou falta de mão-de-obra ou de fornecimento de materiais necessários e imprescindíveis à execução dos trabalhos – ''

Sem entrar em preciosismos legais, exigem à empreiteira que prove que o famigerado COVID teve implicações nos atrasos em S.Domingos (quando os atrasos foram provocados pelo laxismo da cacique

cacique.jpg

que não fez, seguindo a escola de Nelson Carvalho, outro inculto, as escavações na cerca do mosteiro que a tutela exigia)....

 

Como é que querem que a Construtora não prove, uma coisa que é do conhecimento público?

E se as obras não estão prontas a 1 de Janeiro pode haver crise séria



publicado por porabrantes às 16:27 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.03.20

Na ordem de trabalhos da próxima reunião da CMA (dia 31) consta isto:

''Pedido de reposição do equilíbrio financeiro do contrato por agravamento dos custos na realização da empreitada “Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Fase 1 – Recuperação, Remodelação e Ampliação do Convento de São Domingos”,
apresentado pelo adjudicatário da empreitada, a TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A – para indeferimento.''

 

A primeira pergunta é esta:

Como é que se mete na Ordem de Trabalhos um pedido ''para indeferir''?

Teria de ser a discussão da questão na sessão que permitiria aquilatar da bondade do pedido e não haver um indeferimento liminar sem discussão.

Se a moda pega, as propostas da Oposição serão logo agendadas com a menção para indeferir.

Indo ao cerne da questão, a empreiteira  TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A  pede mais ma$$a, porque teve as obras paradas por questões arqueológicas.

E teve-as em grande parte porque a cacique não mandou fazer as prospeções arqueológicas prévias, que a tutela exige.

cronocacique

Portanto as reclamações são justas, e o seu indeferimento levará a um desenlace judicial.

Ou a um paragem das obras.

ma   



publicado por porabrantes às 11:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.08.19

A construtora do MIAA pede  mais  250.000 € devido ao prolongamento do prazo da obra, por terem sido encontradas vestígios arqueológicas durante os trabalhos.

A autarquia recusa-se a pagar a verba justamente exigida.

A obra devia estar pronta em Maio deste ano.

A construtora tem toda a razão, a tutela exigiu à autarquia escavações prévias antes do início da obra, para salvar os vestígios arqueológicos.

Entre 2008 e 2017 só foram feitas umas pequenas escavações, sob direcção dum tal Oesterbeck , que ficaram a meio.

Portanto durante as obras apareceu, o que se esperava e que a tutela já previa (arcos ogivais, etc).

Portanto foi o desleixo da autarquia que produziu a situação actual e o atraso.

Situação semelhante acontece nas obras do Colégio de Fátima, que envolvem um edifício, construído sobre um convento quinhentista, o da Esperança, parcialmente demolido nos anos 40, pela empresa do dr. Manuel Fernandes, para fazer o colégio.

convento s.domingos

 

Só agora foram contratar uma empresa de arqueologia para acompanhar a obra.

Portanto situação semelhante pode acontecer no Colégio de Fátima, onde parece que há uma polémica entre os empreiteiros e a autarquia.

mn

 

   

 



publicado por porabrantes às 09:09 | link do post | comentar

Quarta-feira, 31.07.19

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O livro do Prof. Diogo Ramada Curto arrasa Fernando Batista Pereira e as suas alucinantes interpretações em matéria de crítica de arte e identificação de obras

baptista pereira

Uma obra-prima de erudição e história.

O Baptista Pereira é um dos responsáveis pelo MIAA e a mulher pela concepção museológica da colecção de Lego do Charters de Almeida, no Edifício Carneiro.

mn 



publicado por porabrantes às 11:58 | link do post | comentar

Segunda-feira, 25.03.19

Em 26 de Maio de 2015,  dois avençados da CMA, Davide Delfino e Gustavo Portocarerro, recomendavam à CMA, através do ''relatório de autenticidade do acervo da Colecção Estrada, actualizado a 15 de Maio de 2015''   a realização de estudos químicos e de termolumiscência sobre peças da colecção Estrada, para determinar a autenticidade de certas peças (bastantes) e confessavam a sua incapacidade para as catalogar sem esses estudos.

cdd2

 

Já em relatórios anteriores (2014) elencavam as peças que necessitavam de análises arqueométricas.

A CMA por via de protocolo, datado de 2007, era a detentora dessas peças e comprometera-se a estudá-las.

Só em Março de  2019 e depois de um cidadão ter pedido acesso aos estudos (a que se opôs o Luís Dias com vãos argumentos, derrotados pela tutela), é que foram encomendar parte dos estudos, pedidos pelo Delfino e Portocarrero cinco anos antes.

ad

Entretanto as verbas que deviam ser para a investigação científica eram gastas nas múltiplas viagens ao estrangeiro da ex-cacique.

mn

    



publicado por porabrantes às 13:09 | link do post | comentar

Sexta-feira, 01.03.19

No âmbito dum pedido de documentos administrativos sobre o chamado MIAA-Museu Ibérico de Arte e Arqueologia, a CMA fabricou falácias jurídicas e impedimentos diversos para impedir  o exercício dum direito constitucional.

O acesso a documentos administrativos.

Depois duma queixa para a Comissão de Acesso aos Documentos Administrativos a CADA ''condenou'' autarquia a fornecer todos os documentos que se recusava a entregar.

A CADA desbaratou ainda todos os argumentos encenados pela autarquia, para tentar impedir o exercício dum direito constitucional.

Foram rostos vísíveis dessa recusa a Cfefe da Divisão da Cultura e Turismo, Anabela Rodrigues Diogo e o Vereador da Cultura. Luís Dias. O

Parecer da CADA é este:

cada parecer

casa parecer

 

 

cada parecer 3

cada parecer 4

Vamos investigar o descrito na queixa e voltaremos ao assunto

mn



publicado por porabrantes às 18:44 | link do post | comentar

Quinta-feira, 20.12.18

A mediação contra o insucesso escolar parece ser um negócio familiar nesta terra.

Além de terem contratado a ex-mediadora cigana Tânia Sousa, também contrataram o filho Miguel Ângelo Sousa Maia,  que vai ganhar 600 € mensais.

A mamã ganha o mesmo , apesar de aparentemente ter mais experiência.

Nem a mamã nem o filho possuem currículo universitário, que deve ser para dizer aos estudantes abrantinos, que o percurso nas Universidades é coisa pouca.

Moral da História: ''Tudo em Família''

Entretanto dizem-nos que certo compagnon de route do caciquismo. com funções no ensino secundário e originário do Pinhal, foi ou vai ser requisitado para fazer o que fazia a Chefa, no MIAA.

No caso da Chefa, o esposo já fora consultor do Carvalho do falido CRIA.

Também aí se verificava a máxima : ''Tudo em família''.

De forma que para cumprir a máxima: contratem a esposa do indígena do Pinhal.

Entretanto um presbítero contratou a sobrinha e a Relação deu-lhe séria reprimenda.

Viva a Família!

mn

      



publicado por porabrantes às 17:07 | link do post | comentar

Segunda-feira, 10.12.18

oeesterbeck

Segundo documentos da responsabilidade de Luiz Oeesterbeck, esta foi a sua proposta entregue na CMA para um contrato de prestação de serviços no âmbito do MIAA

ostra proposta 1

ostra proposta 2

 O documento tem evidentes problemas......

Se foi apresentado na CMA, teria de ter um número de entrada e não tem.

A dada está rasurada.

O documento, que é uma proposta particular de prestação de  serviços, foi apresentado em papel dum organismo oficial, paga pelos nossos impostos.

Não tinha o tipo folhas A-4, ou nós temos de pagar os negócios do exemplar?

A proposta apresentada, segundo a data rasurada, em 8 de Junho de 2007, foi aceite sem discussão por um tal (omito os qualificativos que deveria acrescentar, por economia de espaço, ) Pina da Costa .

Quem apresentar uma proposta de prestação de serviços numa autarquia, aceitam-lhe normalmente a verba pedida, sem discussão?

Estamos em 2018 e parte do trabalho não foi feito.

O tipo parece que está na Unesco ou em qualquer outro cu de Judas.

Em 17-6-2009, ou seja 7 dias depois do homem ter alegadamente enviado isto para a CMA ,( é melhor que não desminta para não apanhar um processo), bolsava o tipo que e arruinou o CRIA, ou seja o Carvalho isto

tartéssica

Ou seja antes do contrato ser assinado, que só o foi, pelo Pina da Costa em Dezembro de 2007, já o Carvalho dizia que o homem já estava contratado.

Dizia o eminente Carvalho que havia peças de escrita tartéssica (aos montes) e que as iam decifrar.

Hoje nove anos depois não decifraram nenhuma.

Mas houve quem recebesse a ma$$a.

Se eu faço uma obra de investigação, não peço licença a ninguém.

O Luiz Oeesterbeck tem de pedir ao patrão, como se verá......

ostra autorização

O pedido de autorização ao Presidente do IPT leva a data de 29-10-2007.

Porque é que fez a proposta antes?

Três meses antes?

Explica-nos? 

Há mais? Há....

Com os nossos cumprimentos ao Vereador da Cultura .....

mn

       

 

 



publicado por porabrantes às 21:27 | link do post | comentar

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