Terça-feira, 20.07.21

Só a vigilância do MIAA vai custar mensalmente 6.897 €, nos termos dum contrato assinado entre a CMA e a 2045, Empresa de Segurança que ascende a 51.727 € e estará vigente até Março de 2022.

Entretanto a mesma empresa  já vira adjudicado outro contrato, para o período de 29 de Junho a 15 de Julho no valor de 4,300 €

Entretanto foram adjudicados contratos para a limpeza 9.300 € a executar em 14 dias.

Foram encontrados dois nichos com restos de pintura, que é necessário restaurar e foi adjudicado  o restauro por 6.300€.

Para preparar uma expo da Colecção de Arte Moderna do Estado 8.000 €

Há mais despesas mas não queremos ser exaustivos.

Ou seja quase 90.000 € duma assentada....

Que rico Museu!

O Vereador Silveira pediu informações destas e foram-lhe negadas .

armindo.jpg

 

Porquê?

ma

  


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Quinta-feira, 24.06.21

No Museu D.Lopo não havia director. No Museu MDF não há director, nem contínuo. O anunciado MIAA não tem  Director (nem contínuos), mas corre nos bastidores que poderá haver uma gaja para todo o serviço, que terá de ser pegacha, casada com um ex-Vereador que tenha andado num seminário e tenha lambido as botas ao Cónego Freitas e que tenha andado a desilustrar as Vereações dum Presidente constituído arguido pela polícia.

O Vereador Armindo Silveira inquiriu os responsáveis e não lhe respondem.

Sobre a mania de haver Museus autárquicos sem Director, escreve no face, o Dr.Luís Raposo, ilustre museólogo :

''

Questões de "irrelevância"
.
Em resposta ao Jornal do Fundão, o Presidente da Câmara Municipal de Castelo Branco resolveu diminuir a gravidade da inexistência de um director no Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, dizendo que tal é "irrelevante". Visivelmente, temos diferentes conceitos de "irrelevância". Para o senhor Presidente é "irrelevante" cumprir tanto as leis da República (como a Lei-Quadro dos Museus Portugueses, que assim obriga) como os protocolos que a Autarquia que circunstancialmente dirige subscreve com outras entidades (neste caso com o Ministério da Cultura).
De "irrelevância" em "irrelevância" pergunto-me se será possível aplicar ao senhor Presidente aquilo que no Encontro em que o senhor Presidente não esteve (senão na inauguração) veio a afirmar a Directora Regional de Cultura do Centro, a saber: a existência de um director num Museu é tão necessária como a de um presidente numa Câmara. Ou será que são ambos "irrelevantes"?''
mn

 

 



publicado por porabrantes às 13:05 | link do post | comentar

Quinta-feira, 17.06.21

'Armindo Silveira, Vereador do Bloco

na última sessão da autarquia:

''02-Museu Ibérico de Arqueologia e Arte

Durante o dia de ontem, por diversas vezes, e já hoje o Sr. Presidente informou que o MIAA irá ser inaugurado dentro de um mês.

O BE aguarda com expectativa essa inauguração como também aguarda as respostas às perguntas formuladas tanto em reunião de Câmara, como em sessão de Assembleia Municipal e que aqui formulo novamente:

3.1..Quem vai ser o diretor/a do MIAA?

3.2.Qual o quadro dos recursos humanos e categorias profissionais do museu?

3.3.Quando vai ser divulgada a programação de 2021 e 2022?''

 

O Bloco anda a perguntar isto e não lhe dão resposta. Entretanto foi assinado um contrato com o ITM-Instituto Terra e Memória, do Mação, cujo Presidente é Luiz Oosterbeek, que já contratou a título pessoal, com a CMA, em 2009 em assuntos relacionados com o MIAA, recebendo dezenas de milhares de euros. 

O contrato, a que não tivemos ainda acesso, tem a data de 16-6-2021 e visa: 

terra e memória.png

Ou seja mais de dez anos depois de anunciarem o projecto, de terem gasto centenas de milhares de euros em contratação externa, não possuem quadro técnico, nem vigilantes.....

Da mesma forma, a Vereadora Ana Paula Grijó anunciou eufórica que o Arquivo Eduardo Campos restaurara 4 documentos históricos e tiveram de recorrer a contratação externa, no valor de 6 mil euros, para o fazer, porque o Arquivo não dispõe, mais de 20 anos depois da sua criação de um director ou de técnicos de restauro.

  

mn



publicado por porabrantes às 07:33 | link do post | comentar

Terça-feira, 09.02.21

O vereador Armindo Silveira acaba de interrogar os caciques se há algum estudo de viabilidade do MIAA.

O Valamatos atirou bolas fora e não falou deste estudo de viabilidade encomendado pela CMA.

Porque seria?

 

Foi feito pelo IPT, que para o realizar teve de contratar a ''empreitada'' com uma consultora externa.

Quantos funcionários lhe devem ser adscritos?

13  em 2021

miaa pessoal.png

Quais sãos os custos previstos?

custos.png

O estudo está prejudicado pelos atrasos sucessivos, por uma delirante estimativa de receitas, mas mesmo assim mostra que o MIAA será um elefante branco. E espera receitas que estão inflacionadas

receitas.png

Para elaborar o delirante projecto final (a torre) haveria que recorrer ao crédito

sensibidade.png

 

crédito.png

 

 

Naturalmente o claro, o frontal, o correcto, seria entregar este estudo ao Vereador e tê-lo on-line para que os abrantinos estivessem informados.

ma

PS- o estudo não indica, por o compromisso ser posterior, os 50.000 € anuais que a CMA tem de entregar a obras sociais no concelho, a indicar pela Fundação Estrada, em troca da disponibilização da colecção, nos termos do protocolo assinado 

   



publicado por porabrantes às 10:23 | link do post | comentar

Sábado, 12.12.20

tartéssica.png

O Carvalho prometeu que o Oosterbeck e o MIAA iam decifrar a escrita tartéssica em Abrantes.

ostra.jpg

 

Isto foi em 2009, há 11 anos.

Podia-se dizer que os tipos eram a...

Porque ninguém a decifrou.

O organismo de referência, o MAN- Museu Nacional  de Arqueologia faz nesta conferência o ponto da situação. O Carvalho e o  Oosterbeck podem culturalizar-se:

Promovemos a cultura, ou não?

Já agora o Prof.Luján é um Mestre!

ma

recorte do Mirante 2009

 

 



publicado por porabrantes às 10:03 | link do post | comentar

Terça-feira, 14.07.20

A arqueóloga Filomena Gaspar pede alterações ao projecto de Carrilho da Graça para S.Domingos para salvar a necrópole medieval encontrada no Claustro de S.Domingos.

necrópole.pngCidadãos por Abrantes

Saliente-se que as obras arrancaram, segundo o Médio Tejo, em Janeiro de 2017 e segundo o relatório da escavação, a arqueóloga só submeteu, a 30 de Março desse ano, a autorização à DGPC para haver acompanhamento arqueológico.

Ou seja começaram obras num edifício do século XVI, imóvel classificado como de interesse público, num projecto de mais de 4 milhões de euros, em que o licenciado alentejano recebeu mais de 800 mil euros, sem acompanhamento arqueológico

necropole s.domingos.png

Seria importante que as forças políticas da terra se pronunciassem sobre isto.

E é de extrema importância impedir mais ataques ao património desta terra, produto duns serviços arqueológicos municipais rudimentares e da falta de consciência cultural dos edis.

mn

  



publicado por porabrantes às 12:51 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 27.06.20

Os custos do MIAA a caminho dos 5 milhões de euros

As obras começaram sem acompanhamento arqueológico num imóvel do século XVI

miaa TRIBUNAL.jpg

 

As obras estiveram paradas mais de 6 meses.

A construtora pediu inicialmente 250 mil euros de indemnização e face à intransigência dos caciques, pede agora quase 500 mil no Tribunal de Leiria

fb_8f32e68754b5f832c6436e7ecf7b7082

Só a empresa do  licenciado Carrilho da Graça facturou mais de 800 mil euros.

Apesar dos achados datarem de 2017....os serviços camarários ainda não foram capazes de apresentar um relatório definitivo à tutela, nem há relatórios prontos sobre as ossadas encontradas.

mn   


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publicado por porabrantes às 07:29 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.06.20

Depois de apanharem com um processo no valor de quase quinhentos mil euros da empreiteira de S.Domingos, aqui revelado em primeira mão, tentam pressionar a construtora com argumentos do arco-da-velha.

O MIRANTE | Começaram obras no antigo Convento de São Domingos para  instalar novo museu de Abrantes

Assim o Caseiro Gomes, sem ouvir os outros Vereadores, exarou um despacho do qual consta:

''Despacho do Vereador e Vice-Presidente da Câmara, João Gomes, que aprovou solicitar à TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A., adjudicatária da empreitada “Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Fase 1 – Recuperação, Remodelação e Ampliação do Convento de São omingos”, que, para efeitos, modificação do contrato da empreitada
nos termos do disposto na alínea a) do artigo 312.º e no n.º 2 do artigo 314.º do Códigos dos Contratos Públicos, em redação vigente anterior ao Decreto-Lei n.º 111-B/2017, de 31 de agosto, aplicável por força do disposto no n.º 2 do artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 111-B/2017, de 31 de agosto, faça prova de que a pandemia da COVID-19 provocou falta de mão-de-obra ou de fornecimento de materiais necessários e imprescindíveis à execução dos trabalhos – ''

Sem entrar em preciosismos legais, exigem à empreiteira que prove que o famigerado COVID teve implicações nos atrasos em S.Domingos (quando os atrasos foram provocados pelo laxismo da cacique

cacique.jpg

que não fez, seguindo a escola de Nelson Carvalho, outro inculto, as escavações na cerca do mosteiro que a tutela exigia)....

 

Como é que querem que a Construtora não prove, uma coisa que é do conhecimento público?

E se as obras não estão prontas a 1 de Janeiro pode haver crise séria



publicado por porabrantes às 16:27 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.03.20

Na ordem de trabalhos da próxima reunião da CMA (dia 31) consta isto:

''Pedido de reposição do equilíbrio financeiro do contrato por agravamento dos custos na realização da empreitada “Museu Ibérico de Arqueologia e Arte de Abrantes – Fase 1 – Recuperação, Remodelação e Ampliação do Convento de São Domingos”,
apresentado pelo adjudicatário da empreitada, a TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A – para indeferimento.''

 

A primeira pergunta é esta:

Como é que se mete na Ordem de Trabalhos um pedido ''para indeferir''?

Teria de ser a discussão da questão na sessão que permitiria aquilatar da bondade do pedido e não haver um indeferimento liminar sem discussão.

Se a moda pega, as propostas da Oposição serão logo agendadas com a menção para indeferir.

Indo ao cerne da questão, a empreiteira  TPS – Teixeira Pinto Soares, S.A  pede mais ma$$a, porque teve as obras paradas por questões arqueológicas.

E teve-as em grande parte porque a cacique não mandou fazer as prospeções arqueológicas prévias, que a tutela exige.

cronocacique

Portanto as reclamações são justas, e o seu indeferimento levará a um desenlace judicial.

Ou a um paragem das obras.

ma   



publicado por porabrantes às 11:43 | link do post | comentar

Quarta-feira, 21.08.19

A construtora do MIAA pede  mais  250.000 € devido ao prolongamento do prazo da obra, por terem sido encontradas vestígios arqueológicas durante os trabalhos.

A autarquia recusa-se a pagar a verba justamente exigida.

A obra devia estar pronta em Maio deste ano.

A construtora tem toda a razão, a tutela exigiu à autarquia escavações prévias antes do início da obra, para salvar os vestígios arqueológicos.

Entre 2008 e 2017 só foram feitas umas pequenas escavações, sob direcção dum tal Oesterbeck , que ficaram a meio.

Portanto durante as obras apareceu, o que se esperava e que a tutela já previa (arcos ogivais, etc).

Portanto foi o desleixo da autarquia que produziu a situação actual e o atraso.

Situação semelhante acontece nas obras do Colégio de Fátima, que envolvem um edifício, construído sobre um convento quinhentista, o da Esperança, parcialmente demolido nos anos 40, pela empresa do dr. Manuel Fernandes, para fazer o colégio.

convento s.domingos

 

Só agora foram contratar uma empresa de arqueologia para acompanhar a obra.

Portanto situação semelhante pode acontecer no Colégio de Fátima, onde parece que há uma polémica entre os empreiteiros e a autarquia.

mn

 

   

 



publicado por porabrantes às 09:09 | link do post | comentar

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