Vários especialistas entre eles, o historiador João José Alves Dias e Diogo Ramada Curto colocam em causa a autenticação do quadro ''Chafariz d'El Rei'', propriedade do célebre milionário Joe Berardo, como peça do século XVI.
Uma das criaturas que garante a genuinidade da peça é Fernandinho Baptista Pereira, envolvido no caso MIAA e para o efeito avençado da CMA.

A criatura ficou tristemente célebre, no cenário abrantino, por ter escrito um artigo insultuoso contra o Arquitecto António Castel-Branco nas páginas dum conhecido pasquim pastoreado por Alves Jana.

O homem achava que a torre do careca era maravilhosa.
Agora, além dos académicos citados, também um Conservador do MNA coloca em causa a autencidade da pintura.

Ler artigo no Expresso de Miguel Cadete, o recorte é de lá
Tendo em conta que certos traficantes se tentaram aproveitar de Joe Berardo, a tese defendida pelo dr. Anísio Franco, dá que pensar.
ma
Os grandes historiadores João José Alves Dias (natural de Abrantes e que viveu bastante tempo em Vila Nova da Barquinha) e Diogo Ramada Curto denunciam hoje no ''Expresso'' que o simpático poeta Luís Filipe Castro Mendes vai inaugurar no MNA, uma exposição onde a estrela é este quadro falso.

O Ministro da Cultura devia ter juízo antes de meter em cavalarias destas.
Segundo nos disseram no Chave de Ouro, o caciquismo vai enviar um académico natural do Suriname, em auxílio do poeta.
Cá prá nós é claro, se João José Alves Dias diz que é falso, falso será.
ma
Acabamos de receber uma visita (que é aliás habitual) da CMA
Por razões de confidencialidade só divulgamos parte do IP 83.24.....
O leitor/a tardou 8.09 minutos e leu 1 página.....
Depois deu um salto ao sapo fotos.....
Agradecemos a visita....
Os 8.09 minutos são uma mais-valia para o trabalho autárquico porque aqui podem aprender ideias válidas ( já que as da chefa são do arco da velha, desculpe senhora Isilda, mas os anos passam para todos) e dar-se conta dos disparates que a gestão da Céu faz todos os dias.....
Se querem rir-se voltem daqui a bocadinho para verem o que diz o Cidadão Abt sobre a menopausa
Miguel Abrantes
Do Público de hoje com a vénia respectiva:
''O Grupo de Amigos do Museu de Arqueologia (GAMNA) vai apoiar uma acção popular a apresentar em tribunal por um grupo de cidadãos para invalidar a transferência do Museu para a Cordoaria Nacional.
O anúncio foi feito hoje em conferência de imprensa pelo advogado Mário Nogueira Félix, que referiu que este é "um direito que a Constituição permite", e que a acção se baseia nos necessários requisitos de segurança.
O Museu Nacional de Arqueologia, instalado numa das alas do Mosteiro dos Jerónimos, alberga 600 tesouros nacionais e deixará de contar, a partir de sexta-feira, com o espaço da Torre Oca.
O GAMNA anunciou também que o director do museu, Luís Raposo, irá entregar o espaço da Torre Oca ao abrigo do protocolo assinado a 27 de Março do ano passado pelos ministérios da Defesa, Finanças e Cultura.
A Torre Oca é um espaço central de circulação do actual museu, onde se realizaram várias exposições, e resulta do desmoronamento do seu interior em 1878.
O GAMNA alertou para "a estranheza" que é o facto de a Torre ser ocupada por outro museu, dentro das instalações actuais do Museu de Arqueologia.
Na conferência de imprensa estiveram presentes a museóloga Raquel Henriques da Silva, o jurista Pedro Roseta, e a poetisa Maria do Sameiro Barroso, do GMNA.''
o burocrata que do Igespar saltou para a Secretaria da Cultura e que viabilizou parcialmente a primeira fase do MIIA : diz que o assunto está encerrado.
Do outro lado entre outros, um homem culto, responsável e respeitável, Pedro Roseta. Ex-Ministro da Cultura
Como é que o Elísío pode sustentar que o assunto está encerrado, se vai para os tribunais?
Desconhece ele que os tribunais são (ou deveriam) ser independentes do Executivo?
Miguel Abrantes
O Solicitador Anacleto Baptista fez declarações à Barca onde descreve com natural orgulho as preciosidades artísticas que são propriedade da Santa Casa do Sardoal.
Entre elas destaca uma peça namban (arte luso-nipónica) que foi recentemente emprestada para uma exposição internacional.
Baptista refere que essa peça só sai do Sardoal, com um enorme seguro, por causa das coisas.
O Por Abrantes tem vindo a inventariar o espólio abrantino disperso pelos Museus Nacionais e hoje divulga
mais uma peça, também de arte namban.
Está no Museu de Arte Antiga, tem o número de Inventário 37 é proveniente do Convento de Nossa Senhora da Graça de Abrantes tendo sido levada para Lisboa em 1892.
É uma estante de missal do Período Momoyama
A foto é de José Pessoa do Instituto Português de Museus.
Se bem nos lembramos esta peça figurou com destaque numa exposição sobre Arte Namban no MNAA haverá duas dezenas de anos.
Como devem saber somos a favor do MIIA, mas achamos que as peças abrantinas produto de espólios vários ao longo dos séculos devem voltar a casa.
Que fizeram o Fernando Baptista Pereira e o Luiz Oeesterbeck, que são regiamente pagos para a devolver à nossa cidade?
E agora regressando ao Solicitador Anacleto Baptista que é membro do Conselho Económico e Social das paróquias abrantinas podemos perguntar está feito o inventário do recheio das nossas Igrejas (se estiver onde se pode consultar) e as peças mais valiosas estão cobertas
por que seguro?
Miguel Abrantes
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