Terça-feira, 23.02.16

Olá porabrantes,

Sónia Pedro, deixou um comentário ao post E se fossem ao local???? às 12:35, 2016-02-10.

Comentário:
Caríssimo, talvez fosse pertinente ler a totalidade do artigo e não publicar uma frase deslocada e assim desprovida de sentido para justificar a crítica que se lhe segue. Ora vejamos: "Não será necessário um grande exercício de memória para conseguirmos enumerar, na sub-região NUTIII - Médio Tejo e sobretudo neste triângulo industrial – Torres Novas, Tomar, Abrantes -, um conjunto de unidades indústrias abandonadas ou completamente desaparecidas, que tiveram os seus anos áureos e que fecharam as suas portas. Assim como outras que ainda desenvolvem as suas atividades produtivas. Ou aquelas que entretanto, submetidas a processos de gentrificação, passaram a ter o seu espaço reestruturado para outros fins." São vários os exemplos de todos os tipos de possibilidades acima descritas. O presente artigo não é resultado da minha tese de mestrado, mas sim do interesse que tenho pela história industrial da região, e que creio deveria ser valorizada e divulgada. E uma das temáticas que se aprendem quando se produzem trabalhos académicos, é a correta citação da fonte, que aqui não o está referida em lado algum. Fica a sugestão: http://www.mediotejo.net/notas-para-uma-valorizacao-do-nosso-patrimonio-industrial-por-sonia-pedro/ Grata pela atenção que me dedicou.

 

A drª Sónia Pedro fez-nos este comentário, a 10-2-2016, que agradecemos. Anote-se que o faz em relação a um post de 9 de de Novembro. Estamos atrasados a responder-lhe, mas ela também se atrasou muito mais a fazer o seu comentário.

Posto isto, recomenda-nos a nossa leitora a leitura total do seu artigo. Já o tínhamos feito e anotámos apenas alguns erros factuais sobre unidades industriais que não estão abandonadas, mas estão em plena actividade, caso da Frasam e da Victor Guedes e da Renova.

Censura-nos a drª Sónia não termos assinalado, como é norma, em trabalhos académicos,  a correcta citação da fonte. Mas como a drª Sónia sabe um post não é um trabalho académico e o normal é assinalar a ligação através dum link, que estava lá. 

O objectivo do post foi sobretudo homenagear dois grandes industriais rossienses, os dr. João Castro e Solla Soares Mendes e eng. Amadeu C.S.Soares Mendes.

Mas já que nos chama a atenção para os nossos erros, fazemos-lhe mais duas notazinhas:

 '' a Fábrica de Moagem Afonso III'' deve referir-se à Fábrica de Moagem Afonso XIII, de João Augusto Silva Martins. Mas esta designação social foi abandonada depois de 1910, porque os republicanos eram alérgicos a farinha monárquica. A empresa, que ainda existe, chama-se hoje  Companhia de Moagem de Abrantes, S.A.  Está abandonada a fábrica mas possui participação por exemplo na Upantina que está a laborar.

A ''Victor Guedes e Cª'' tem a designação social  de ''Victor Guedes - Indústria e Comércio, S.A.''. Aqui encontram um bom esboço da história da firma,. A empresa abrantina era a ''União Industrial, Lda'' e foi adquirida em 1938 pela Victor Guedes.

Sobre a Frasam, já se falou anteriormente.

O artigo da drª Sónia Pedro é um bom alerta para a questão da arqueologia industrial. Mas acontece que a drª Sónia é deputada municipal pelo PS e  é importante para um autarca de Abrantes  saber que a Victor Guedes é a maior produtora de azeite de Portugal e é um dos pilares da economia do nosso concelho.

Se nossa prezada comentarista se quer documentar sobre a história e o estado da Moagem da família Silva Martins, pode fazê-lo aqui, no Coisas de Abrantes.

Cumprimentos.

MA

noutro artigo a drª Sónia pergunta onde pode encontrar o Mário Rui Cordeiro. Mora em frente da CMA na Rua Manuel Constâncio.

 

 



publicado por porabrantes às 15:46 | link do post | comentar

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