Domingo, 07.07.19

A Paróquia regida por um tipo condenado a 5 anos por burla e falsificação de documentos. A mais poderosa instituição de caridade, o CSIA também.

Ou seja toda a direcção envolvida.

Instituições que agregam os que se bateram por Portugal, envolvidas (através de pelo menos um membro da Direcção ) numa fraude à Segurança Social por causa de medicamentos. (Leio o processo e deito as mãos à cabeça). Falamos da Liga dos Combatentes.

Os toxicodependentes (já não sabemos se autênticos ou fictícios) do Projecto Cónego também.

O Montepio Soares Mendes, instituição secular,  a que anda ligado o nome honrado de Solano de Abreu, também envolvido, através de funcionários, nessa coisa.

A Câmara com o prestígio pelas ruas da amargura, graças ao programa da TVI, e ao escândalo Jorge Dias.

Um partido governante que meteu um narcotraficante nas listas.

Ou seja boa parte das instituições abrantinas envolvidas numa voragem de escândalos e irregularidades.

Esta é a paisagem do cabeço.

Parece que se safam as freguesias rurais, excepto a Bemposta, onde a autarca da CDU, D.Maria Fernandes tem desmontado as façanhas do caciquismo familiar e rural.

Que fez Abrantes para ter tal crise institucional?

Antes de se começar a desmontar peça a peça cada um dos casos, há que traçar a pergunta.

Porque chegámos a isto?

mn    



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Domingo, 16.06.19

mena

 

 

A Capital de 27 de Outubro de 1931 conseguiu encher a primeira página com 3 manchetes abrantinas a 8 colunas.

Caso nunca visto.

A 2 colunas, explicavam que Martins Júnior, que dera aos prelos, ''Sonhar'', era um poeta lírico de igual craveira que Mendes Leal, Augusto Gil e António Nobre.

O crítico José Agostinho ou era burro ou fazia um frete ao próspero  construtor civil (que escrevia pessimamente) agora retirado da vida político-golpista.

Um poeta reputado, Afonso Lopes Vieira chegara a prefaciar outro livro de Martins Júnior.

Na outra ponta do jornal, 2 colunas eram dedicadas a contar que a Federação de Tiro, fizera um banquete e homenageava António Martins, que era irmão do mimoso poeta.

No meio, a pérola abrantina, a Assembleia de Credores do falido Banco Mena & Pinto e ninguém se explicava como é que antes do banco falir, tinham comprado parte da posição social dum sócio por mil contos, uma soma astronómica para a época.

Entre os sócios tinham estado  Luiz Mesquitella, Luiz Mena,Cândido Mota,Fernando Mena, Mário Oleiro, João Pinto.

42543997811_47eba9c1c0

No arquivo do Banco de Portugal há material sobre isto, também no Arquivo Salazar, mas o melhor está nos arquivos judiciais.

Entretanto em Novembro de 1931, entra em crise a Casa Bancária Viscondessa do Tramagal, que também vai falir. (1) E nesse ano instalara-se o primeiro grande banco nacional na cidade, o BNU. 

Estas falências devem-se em grande parte à recessão, causada pela crise de 1929.

O Mena e Pinto em 5 de Junho de  1931 suspendera pagamentos. Por portaria de 19-6-1931, foi nomeado comissário do Governo Joaquim Guilherme Elbling Quintão, que não conseguiu restabelecer a situação da instituição de crédito.

Em 14 de Outubro de 1931, foi mandado liquidar o banco. Sendo nomeados representantes dos falidos José Barbosa Camejo e dos credores o Advogado Henrique Martins de Carvalho (inimigo político do Camejo).

henrique martins carvalho pai

Em 1934, foram julgados por burla, abuso de confiança e falsificação de documentos João Marques Pinto, Mário da Silva Oleiro e Jacinto da Mota Capitão (Eduardo Campos, Cronologia, 98). O Eduardo não informa da sentença mas houve pesadas condenações.

A liquidação foi-se arrastando até 1937 e o comissário Quintão foi muito questionado e por isso substituído, diz o Banco de Portugal.

 Quando o Banco foi finalmente liquidado, só cerca de 14% dos  créditos foram recuperados. Era 1940. (Fonte da maior parte da informação: Banco de Portugal).

Volto à primeira página da Capital, parecia uma do Correio de Abrantes et por cause. Apostamos que aqui houve a mãozinha abrantina.

Milhares de Abrantinos ficaram sem os depósitos. A Santa Casa ia falindo. Foi a acção e o dinheiro de Solano de Abreu que a salvaram. Como paga o Martins de Carvalho e bondosa família Silva Martins sanearam-no.

O Banco da Viscondessa liquidou-se mas conseguiu cumprir uma parte substancial dos seus compromissos.

Das instituições de crédito locais só se salvou a Caixa Económica do Montepio.

 

mn

(1) Eram sócios à época da crise  ''  : Narciso de Oliveira e Silva, Eduardo Caldeira Soares Mendes, Amélia Soares Valejo de Oliveira e Silva (filha e única herdeira da Viscondessa do Tramagal), Manuel Augusto Soares Valejo e João José Soares Mendes.''  Com a morte deste  em Janeiro de 1931, o filho Fernando José Paim Barreto Soares Mendes, assumira a sua posição social.

(Fonte Banco de Portugal)

(2) A Cronologia do Centenário de Abrantes copia descaradamente a obra de Eduardo Campos para estes anos, omitindo as falências. Durante décadas era muito chato falar disto. Era tabu. Está visto que o Candeias Silva, o Gaspar e a Isilda continuam a achar que é tabu. 

 

 



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Quinta-feira, 11.04.19

amigalhaço

 

O amigalhaço do Graça das seringas

bom samaritano

que ontem animou o Tribunal de Santarém, é manchete no Público pelas  piores razões.

O milionário da Cabeça Gorda continua em Angola e o Tomás Correia sonegava informação ao BP sobre a torneira de crédito que mantinha aberta para o pato-bravo, através de empresas que iam entrando em insolvência.

Se for um boticário de 92 anos apanha-se 3 anos por manobras rústicas deste tipo, se for caso dum gajo que dá presentes de 8 milhões ao tipo do buraco negro do BES, a coisa nunca mais se resolve.

Finalmente quem está na direcção do Montepio, que negava a informação à tutela?

A Idália Moniz, ex-deputada pelo círculo, eleita pelo PS.

mn     

 



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Quarta-feira, 21.11.18

A RTP  apresenta uma investigação sobre a forma como Tomás Correia, do Montepio, fazia empréstimos ao benemérito da Cabeça Gorda, amigalhaço do Graça das seringas e ao filho, o Paulo Guilherme.

As regras internas não foram cumpridas e os empréstimos foram dados

bandalheira

ler mais na RTP

 

O caso ganha mais relevância, porque há eleições pró Montepio.

Da lista do Correia, fazem parte a deputada PS pelo Distrito Idália Serrão, o célebre ex-presidente de Grândola, Carlos Beato, arguido em vários processos.

Uma lista do caraças, pronta a emprestar mais dinheiro aos beneméritos da Cabeça Gorda.

E qualquer dia a pedir que salvemos de novo o banco com dinheiro público.

ma

 

devida vénia na RTP

hoje como há Montepio, não há CRIA...,



publicado por porabrantes às 21:58 | link do post | comentar

Domingo, 04.11.18

zé guilherme 2

zé guilherme cm

graça benfeitor

Público traça as negociatas do argentário da Cabeça Gorda com políticos, com um tal Salgado e com certo Tomás Correia do Montepio.

 

O cardápio junta a cozinha maçónica, beatos católicos, facínoras do tráfico de influências, autarcas corruptos.

 

ma



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Sexta-feira, 05.10.18

 

jos´maria pereira

Foi deputado à Constituinte de 1911.  Militou depois no Partido Unionista de Brito Camacho.  Foi senador durante a República.  Deu especial atenção ao associativismo abrantino, designadamente ao Montepio Soares Mendes.

Era natural de Abrantes, de família pobre e graças ao seu esforço tinha nas vésperas da República, uma posição destacada na Companhia de Tabacos.

Biografia a desenvolver quando houver mais tempo.

Mas já agora deixemo-lo fuzilar Afonso Costa:

AFONSO_COSTA

 

(...) ''No ano da graça de 1916-1917, quando o país se encontra na miséria, quando se verifica que há falta de pão, que há fome, nós verificamos este caso extravagante do Sr. Ministro das Finanças apresentar ao Parlamento um superavit, ou no dizer de S. Ex.a, visto que o termo já vai estando desacreditado, um excesso de receitas sobre as despesas!

Eu não quero proferir a frase que está no meu espírito, para não faltar ao respeito que devo à Câmara, mas isto não passa duma mistificação e dum insulto atirado à miséria pública.

Nós verificamos a miséria em que todos se debatem, estamos comendo um pão detestável, e em alguns pontos da cidade já se fez sentir a falta dele, o que originou várias colisões entre o povo e a polícia; nós vemos, pelo que respeita ao decreto da iluminação, que se tem levantado protestos por parte de todos; nós vemos que todos esses problemas que afectam a economia pública estão por solucionar por parte do Governo, e é neste' momento que o Sr. Ministro das Finanças apresenta um Orçamento, que não discuto, porque não está em discussão, apresentando um saldo positivo de 50 e tantos contos.

Sr. Presidente: eu não me quero alongar em mais considerações, pois muito mais teria a dizer, mas careço estudar detalhadamente os motivos que determinaram estes gastos com despesas de guerra.

Careço de saber detalhadamente as razões desta venda.

Não tenho dúvida que os contribuintes estão dispostos a fazer todos os sacrifícios, mas é bom considerar as circunstâncias angustiosas em que eles se encontram'' (...)

 30 de Janeiro de 1917

mn

bibliografia: artigo de Diogo Oleiro

postal da época da República

caricatura via Almanaque Republicano

discurso: ortografia da época



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Segunda-feira, 19.12.16

O Montepio Abrantino está assim

 

montepio 1.jpg

Foto do Artur Falcão

 

A importância histórica do Montepio na vida económica, social e cultural de Abrantes não merecia isto

montepio 2006.jpg

SIPA 2006

 

montepio 2.jpgFoto do Artur Falcão

 

Em vez de pagar uns milhares de euros mensais a Serralves, a CMA devia dar um subsidio ao Montepio para arranjar o telhado

 

montepio 4.jpgFoto do Artur Falcão

A História do Montepio não merecia isto

montepio história.jpg

(retirado do facebook do Montepio, origem Sr.José Vieira)

Mas o Montepio está arruinado

montepio 5.jpg

Foto do Artur Falcão

pode um edifício estar aberto ao público assim????

 

montepio.jpg

 Se houvesse vontade política de defender o património, a autarquia e a sociedade civil já tinham intervido.

 

Mas sabemos o que  a autarquia e o Presidente da A.Geral da Sociedade Civil acham do património, resume-se em deixar cair, caso da Escola das Mouriscas, já agora assine esta petição.

telhado escola das mouriscas.jpgPetição Escola das Mouriscas

 

Isto merecia mais longa prosa, mas não há pachorra, só há asco para quem deixa apodrecer esta terra.

ma

 

  

 



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Quinta-feira, 29.09.16

O premiado Gaspar resolveu datar a fundação do Montepio, que leva o nome do ex-chefe de quadrilha miguelista Raimundo Soares Mendes, como sendo a 29 de Setembro de 1856. Cita alguma publicação anónima (há texto entre aspas) mas não diz qual.

Remete-se o leitor curioso para a Revista de Abrantes

montepio 2.png

de 1907, nº Outubro a Dezembro.

O sábio dr.Gaspar aponta a 1ª AG para a data de 29 do mesmo mês de Setembro de 1856,  o artigo citado aponta-a para 7 de Outubro desse ano. Foi presidida por Manuel Valejo, depois Barão de Rio de Moinhos (1867) e genro do Raimundo Soares, o miguelista que dera em liberal.

 A data de fundação para 29 de Setembro é também referida por Diogo Oleiro, que traça uma panorâmica da associação.

montepio diogo oleiro.jpg

Não sei onde o historiador a foi buscar....

Mas Diogo Oleiro é muito mais justo a evocar os beneméritos do Montepio, não se esquecendo de referir o papel crucial de Avellar Machado.

O dr. Gaspar atribui ao salazarismo um papel nefasto para o mutualismo português, mas se tivesse lido com atenção este artigo, veria que Oleiro diz que o Montepio tinha visto cancelado o subsídio que recebera do Governo Civil e era fácil relacionar isso com a perseguição desencadeada por Henrique Augusto e amigalhaços contra qualquer coisa que cheirasse a Solano de Abreu, que era um dos homens fortes do Montepio e que lhe deixou alguma propriedade rústica no Testamento .....bem como mais coisas.

Oleiro também evoca como causa da decadência da Caixa Económica a crise de 1929.

A gratidão do Montepio a Avellar Machado foi aqui evocada. Pena que o diploma que o homenageou tenha sido vendido em leilão.

Se a data referida pela Revista de Abrantes está certa, porque era o órgão do Montepio e o artigo diz que se basearem em testemunhas vivas, foi a 7 de Outubro de 1856 que nasceu o Montepio, tendo como Presidente João Amaro Cordeiro da Conceição e Secretário João António da Silva, eleitos a 8 de Outubro.

Em 23 de Março de 1857 seria nomeado o primeiro sócio de mérito, Augusto Leal da Cruz, que desempenhava à borla estes serviços ''sangrar, curar cáusticos e deitar bixas''.

deitar bixas.jpg

'' A expressão “deitar bixas” se referia a aplicação de sanguessugas em buscar de equilíbrio e harmonia corpórea,   uma herança africana reinventada na preservação dos valores tribais de libertação do corpo dos espíritos malignos.'' ( Unopar  com a devida vénia  para a imagem e texto citado.)

MN

PS-Haveria que falar mais disso. A culpa aqui não é do dr.Gaspar, mas presumo que se trata dum equívoco de Diogo Oleiro. O artigo de 1907 saiu anónimo.   



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Sexta-feira, 24.07.15

Segundo acaba de revelar a imprensa (DN por exemplo) o Banco central apresentou uma participação ao MP, referente às elevadíssimas transferências feitas para Angola a partir do Montepio.

montepio avelar.jpg

Foto Igogo

Agência abrantina da casa bancária do Montepio

 

Tais operações podem indiciar branqueamento de capitais diz a RTP..

As transferências foram feitas a partir do Finibanco angolano e em parte beneficiaram o benemérito pato-bravo e grande amigalhaço do cónego das seringas, Zé Guilherme.

zé Guilherme.jpg

 Expresso

 

Nicolau Santos salienta à Antena 1 as parecenças entre o Montepio e o BES, situação que faz disparar todas as campainhas de alarme.

O caso já foi aqui largamente abordado, bem como as ligações clericais abrantinas do mais rico emigrante luso em Angola.

Alguns donativos que terão sidos feitos para campanhas locais abrantinas......vieram de patos-bravos duvidosos, contou-me um aristocrático arquitecto local.  

E segundo o ex-dirigente laranja Pedro Marques, por sugestão dum homem poderoso do Pinhal, o PSD alterou as listas (em 2001) para meter um pato-bravo que todos conhecemos: Jota Pico, o amigalhaço preferido do Armando Fernandes. Quem seria o ricalhaço?

mamarques pico.png

 

 



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Segunda-feira, 01.10.12

Montepio Abrantino Soares Mendes

 

 

O Montepio Abrantino, a segunda mais antiga instituição de solidariedade social da Cidade  ( a mas antiga é a Santa Casa), fundado em 1856 e associado a tantos nomes ilustres da vida abrantina, especialmente a Raimundo Soares Mendes, faz anos.

 

 

A Tubucci apresenta-lhe os cumprimentos na pessoa da sua ilustre Presidente Drª Manuela Ruivo e felicita-o pelas festas de aniversário, abrilhantadas pela SAT-Sociedade Artística Tramagalense.  

 

 

O Montepio fez o acto de afirmação cívica de se tornar amigo desta instituição de referência do património no facebook, coisa que agradecemos.

 

 

A Direcção da Tubucci- Associação de Defesa do Património da Região de Abrantes 


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