O nosso colega publica uma nova chamada de atenção sobre a mutilação do monumento ao General Bernardo de Faria, no Castelo, e faz-nos uma simpática menção, que agradecemos: '' Segundo: depois do reparo que fiz neste BLOG em 2016, apenas o meu colega do BLOG "PORABRANTES", acérrimo defensor do património se referiu à mutilação do MONUMENTO a Bernardo Faria. Pela DEFESA DO PATRIMÓNIO os meus agradecimentos.''
mn
O Senhor Bispo de Portalegre e Castelo Branco queixa-se ao Mirante do estado de degradação das Igrejas de Abrantes. Tem toda a razão, olhem para isto:
São João -DGMN
Mas é óbvio que a culpa do estado desastroso das Igrejas que são Monumentos Nacionais (São João e São Vicente), das capelas classificadas dependentes das Paróquias (Senhora da Luz, Sant'ana, São Lourenço) e ainda do Convento da Esperança (classificado como Imóvel de Interesse Público) é responsabilidade dos duvidosos interesses que este homem representa, da sua forma de agir e das prioridades ''pastorais(?)'' que escolheu
A primeira obrigação dum pároco é salvar as almas, cuidar do rebanho e conservar o património das paróquias. Especialmente se este é rico e monumental como o abrantino.
Pois bem esta criatura dedicou-se a gerir actividades privadas sem licença do Ordinário Diocesano, violando a Lei da Igreja e ainda a outras curiosas coisas que segundo os jornais (o Sol) despertam a curiosidade da Segurança Social e dos Tribunais.
Com tanta actividade, tipo presbítero dos sete instrumentos e parceria com a Cabeça Gorda, o património cai descuidado e é melhor que ele não lhe toque, porque senão há barraca e da grossa.
Veja-se o que criatura fez ao Convento da Esperança, com a cumplicidade do proprietário (o Colégio de Fátima)
DGMN
Onde é que estão os frescos e os azulejos do século XVII????
Quer agora o Cónego que a Direcção-Geral do Património Cultural faça obras em São João, como está a fazer e bem em São Vicente (que é património do Estado e se encontra afecta àquela entidade) como já fez.
Mas acontece que não as deve fazer porque São João é património particular desde sempre, pertencendo à Fábrica da Paróquia local e tendo o Graça e mais uma pandilha feito recentemente uma escritura de justificação para oficializar a coisa, escritura onde foi declarado pelas louváveis testemunhas, gloriosos membros da sociedade civil, que não sabiam quem construíra a Igreja, quando em todos os livros da especialidade se declara que é obra provavelmente de Santa Isabel, que terá aumentado um pequeno templo que já existia no século XII, segundo documento publicado por Eduardo Campos.
Portanto, facturas destas
devem ser pagas pela Paróquia e não pelo Estado.
É dever dum proprietário dum imóvel classificado zelar pelo edifício e assim faz o Conde de Alferrarede (com o seu Castelo, Imóvel de Interesse Público) e a Santa Casa com a sua Igreja (Imóvel de Interesse Público).
Portanto que faça assim a Comissão Fabriqueira de São João ou o seu Pároco e deixe de enviar cartas mal-educadas destas
Especialmente porque o Igespar andou a pagar obras que não tinha de pagar em São João e o decente era o Graça devolver a ma$$a ao Estado.
Se fossem as Paróquias desvalidas ainda eu podia ficar calado, mas acabaram de gastar mais de 2 milhões de euros num Lar de Luxo e mais umas massas ao arquitecto António Castel-Branco num projecto, que não foi o que consta do concurso público, para o Lar Domus Pacis. Antes que nos chamem mentirosos acrescente-se que esse projecto entrou na CMA sob o nº 297/07.
Há mais a dizer????
Não administrou o Graça certa Fundação?????
Não lhe podia ter pedido um subsidio para recuperar São João????? Ou ao benemérito da off-shores da Cabeça Gorda???? Ou ao amigo dele, o Ricardo Espírito Santo Salgado????
M.N.
PS-As obras ilegais no Convento da Esperança foram autorizadas pela CMA onde mandava Humberto Lopes coligado com o PCP. Viva a Sociedade Civil!!!!! Era Vereadora da Cultura Anabela Matias....
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A velha Igreja de São Vicente ainda sem a escadaria actual. Ao fundo o Castelo está dominado pelos edifícios do Quartel de Artilharia, demolidos em 1968-69, quando foram colocadas à vista as presumíveis arcadas do Palácio da Casa de Abrantes.
Ainda nos falta uma monografia que explique a história e evolução do Castelo, das nossas Igrejas, etc.
Para S. João há uma tese de licenciatura inédita dos anos 50, se bem me lembro.
Para a Misericórdia outra tese dos anos sessenta inédita.
Para São Domingos, a tese de mestrado do Dr.Falcão Tavares e um bom trabalho do Dr.Pavão dos Santos. Também inédito.
Custava muito editar isto?????
Bem como os estudos dispersos de Diogo Oleiro e Eduardo Campos?
MN
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