Quinta-feira, 31.10.19

1 - As Sessões das Assembleias de Freguesia de Mouriscas são públicas e têm um período destinado à intervenção dos fregueses.

Todos os assuntos tratados e todas as dúvidas levantadas devem ser transcritas, de forma concisa, para a respectiva ata.

2 - Muitos mourisquenses, por várias razões, não exercem um dever e um direito de cidadania, que os assiste, e primam por ficar ausentes das Assembleias de Freguesia.

Outros não podem, porque estão longe, porque não estão informados para as datas das Sessões, ou ainda porque têm os seus compromissos pessoais e ficam impedidos de comparecer.

3 - Temos realizado Sessões de Assembleias de Freguesia onde os lugares destinados ao público ficam praticamente vazios, e são raras as Sessões onde estão mais do que meia dúzia de pessoas.

4 - Mouriscas depara-se com problemas estruturais para os quais o Executivo da JFM não tem dado respostas concretas, refugiando-se por vezes em silêncio, ou em respostas incompreensíveis.

5 - Temos o caso das obras de alargamento do cemitério com verba disponível, que estão paradas e para as quais não há uma data de conclusão (foi dito na Sessão realizada em 26-09-2019, a uma pergunta colocada pela CDU).

6 - Temos o caso de quatro caminhos da freguesia, também com verba disponível, que era suposto virem a ser alcatroados, mas inexplicavelmente ainda não foram. A JFM alega que existe uma dificuldade com a plataforma do GOV. Entretanto ocorrem alcatroamentos nocturnos em zonas não previstas, e em condições anormais.

7 - Temos muitos outros problemas sem fim à vista, para os quais não há respostas em concreto (escola primária a cair, casario a cair na Estalagem, estradas cheias de buracos, etc).

8 - O AGIMOS passará a publicar no seu grupo (Agimos e Cidadania) todas as Atas das Sessões das Assembleias de Freguesia de Mouriscas, e outra informação e documentação relevante sobre as mesmas, para que os fregueses, que se importam com a sua terra, possam acompanhar o dia-a-dia de Mouriscas.

9 - Nessas Atas poderá constatar-se que o AGIMOS tem questionado os principais problemas que têm vindo a ocorrer em Mouriscas, tem apresentado requerimentos por escrito através da Mesa da Assembleia, tem entregue declarações de voto verbais e por escrito, etc.

10 - O Agimos não tem votado favoravelmente algumas questões, porque tem dúvidas sobre as mesmas, dúvidas que que não são esclarecidas pelo Executivo da JFM, nomeadamente os Orçamentos e Planos de Actividades Anuais, as Contas Anuais, os Mapas do Inventário da JFM, etc.

11 - Fica aqui este esclarecimento, e em anexo a Ata 155 da Sessão realizada em 25-06-2019, que foi votada favoravelmente, salvaguardando-se a rectificação de uma afirmação incorrecta prestada pelo Executivo da JFM sobre o furto de materiais ocorrido há algum tempo nas obras de alargamento do cemitério ( o assunto não estava em segredo de justiça, conforme o Agimos comprovou junto do Tribunal da Comarca, ao contrário da informação prestada pelo Executivo).

Saudações.


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Quinta-feira, 24.10.19

padre neves 1

padre neves 2

O Padre  Neves, excomungado pelo Bispo, pede licença à tutela (Ministério da Justiça e Cultos) para vir viver para Abrantes, por motivos de saúde.

A tutela mandou-o juntar mais documentos.

Não sabemos se recorreu para a Congregação do Clero em Roma.

Foi o processo mais escandaloso da Igreja Abrantina entre 1910 e 1930.

Dividiu as Mouriscas e deu direito a tiros e a mais excomunhões entre elas a banda do Rossio.

 



publicado por porabrantes às 21:30 | link do post | comentar

Segunda-feira, 07.10.19

TEOR DO MAIL ENVIADO PARA A MESA DA ASSEMBLEIA DE FREGUESIA DE MOURISCAS EM 24-09-2019.

O assunto foi ontem (26-09-2019) abordado na Sessão de Assembleia de Freguesia, sem quaisquer resultados práticos, pois a JFM desconhece a existência de qualquer protocolo (apesar da afirmação da anterior Presidente da CMA, transcrita para a revista Passos do Concelho 105, secção Assembleia Municipal, Ordem do Dia da Sessão de 7 de Abril de 2017).

O Presidente da JFM, bem ao seu estilo, sugeriu que alguém vá apresentar o assunto numa Assembleia Municipal (mas claro que não será ele a fazê-lo, como lhe competia, pois também tem assento na Assembleia Municipal, recebendo as respectivas senhas de presença).

Como afirmei na Sessão de ontem levarei este assunto para a imprensa local e regional, pois Mouriscas está a sair prejudicada nesta questão, enquanto privados usam a imagem da oliveira para encher os bolsos, à custa de um bem de património, agora na posse da JFM).

"REZA" ASSIM O MAIL ENVIADO:

"Boa tarde Sr.ª Presidente da Mesa da Assembleia de Freguesia de Mouriscas,

Em nome do AGIMOS agradeço o envio da caderneta predial da oliveira do Mouchão, na qual consta que a mesma é, agora, propriedade da Freguesia de Mouriscas.

Aproveito para solicitar à Assembleia de Freguesia/Junta de Freguesia de Mouriscas que denuncie o protocolo anteriormente firmado, através do qual se concedeu a exploração comercial da imagem desta oliveira à empresa Ourogal, sem qualquer contrapartida para o Freguesia de Mouriscas.

Para as pessoas mais esclarecidas e mais atentas, que conhecem o assunto e se preocupam com a Freguesia, estão a ser vendidas no mercado nacional, e mundial, garrafas de azeite que usam no seu rótulo a imagem da nossa oliveira (Mouchão-Cascalhos).

Já levantei a questão numa Assembleia de Freguesia anterior e a resposta do Presidente da JFM, transcrita em acta, foi: "desconheço o assunto".

Qualquer pessoa que goste de Mouriscas e se interessa pelo nosso património cultural, material e imaterial, com certeza já se apercebeu do mercantilismo existente sem honra nem glória para Mouriscas, e já deverá ter lido as placas colocadas junto da oliveira do Mouchão, ou avistado as garrafas de azeite em exposição num café local e em vários estabelecimentos comerciais de Abrantes e pelo país fora.

Reitero o que tenho dito e escrito em diversas instâncias relativamente à datação da nossa famosa oliveira, pois conforme posso facilmente comprovar através de correio trocado com a UTAD . Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Entidade detentora da patente de datação, fui eu que iniciei o processo que levou à datação da oliveira dos Cascalhos, ainda em 2013.

Tudo o resto foram oportunismos, que não contribuíram em nada para a nossa terra, e que deram origem à assinatura de protocolos externos assinados à revelia da própria Assembleia de Freguesia de Mouriscas.

Mais informo que, a não obtenção de uma resposta adequada ao teor desta mensagem, levará a fazer-me publicitar o assunto na imprensa local e regional.

Mouriscas merece mais.

Com os melhores cumprimentos,

António Louro"



publicado por porabrantes às 23:11 | link do post | comentar

Terça-feira, 10.09.19

Como se sabe a cacicagem pariu, com apoio dos serviços técnicos, um parecer em que se diz que o Mercado Diário não merece ser preservado, nem classificado, porque não teria valor ''arquitectónico'' ou patrimonial.

A mesma gente recusou classificar o Teatro S.Pedro, proposta de Armindo Silveira, como imóvel de valor concelhio, apenas pela mesquinha razão de que já não fruíam do espaço.

Antes, quando o fruíam, tinham proposto a classificação à tutela, como imóvel de interesse público, que é o patamar superior na defesa dum edifício.

O que é que tem valor para esta gente, em matéria patrimonial?

Em 29-12-2011, a cacique Albuquerque (ou Oliveira Antunes) fez esta declaração:

ig mouriscas

Para a mulher e para os serviços que a assessoram isto:

abtmouriscasigreja

é uma ''igreja vanguardista''

(imagem Rede Regional)

Na foto, está o P.Pires, que parece ter sido o responsável pela construção desta Igreja e portanto pela demolição da antiga, prova de que teria pouca cultura patrimonial.

O Padre Mendes Pires chumbou, mais o fascista D.Agostinho de Moura, o projecto do arq. Freitas Leal para construir ''uma igreja vanguardista'' na terra por demasiado urbana. Ver aqui

Para isso alegou a oposição popular.

Portanto pela encomenda do P.Pires a Igreja das Mouriscas nunca seria vanguardista, mas conservadora, como de facto é conservador o discurso arquitectónico e eclesial, que se pode apreciar no edifício, cuja foto se publica.

No entanto para a cacique, cuja Kultura é notoriamente insuficiente, esta Igreja era ''uma referência na arquitectura construída na segunda metade do século XX''.

E se o fosse e tivesse tal valor, devia ter sido imediatamente classificada pela autarquia, ou pela DGPC e não o foi.

Porquê?

Porque a autarquia não se preocupa em preservar o património construído, preocupa-se em desenrascar e em fazer favores, para colher réditos políticos.

Igrejas do género das Mouriscas há muitas pelo país, coisa que não significa que esta não deva ser preservada ou defendida.

O que ela não é, de forma nenhuma,, é uma ''referência na arquitectura portuguesa'', a não ser para a Oliveira Antunes.

Também não é vanguardista, uma vez que o P.Pires e os locais tinham horror beato à vanguarda e despediam arquitectos por serem vanguardistas.

A '' vanguarda'' para eles era sinónimo de heresia e cheirava a Belzebu.

Resta a moral da história: para esta gente um edifício tem valor....quando lhes convém e deixa de ter, quando contraria os planos políticos e os interesses muitas vezes inconfessáveis da seita.

Ficamos a saber, que para esta gente a grande referência arquitectónica moderna de Abrantes é a Igreja das Mouriscas, que se formos ao Turismo do Bunker perguntar qual é o arquitecto, nem sequer sabem.

Ficamos a saber que é uma Igreja vanguardista, quando o P.Coelho e D.Agostinho proibiram expressamente templos vanguardistas no local, porque isso era subversivo e certamente comunistóide.

Segundo a Antunes e os disciplinados serviços técnicos, o P. Mendes Pires era vanguardista ''malgré lui'' e despedia arquitectos por  fazerem Igrejas com linguagens ''atrevidas''.

Trata-se certamente da maior contribuição académica dos serviços abrantinos para a História da Arquitectura lusitana.

ma    

 

 

 

 

 

 

o

     



publicado por porabrantes às 20:57 | link do post | comentar

Quinta-feira, 18.07.19

07%20MÁRIO%20CORDEIRO042

Jardim Visconde

Em finais de Setembro de 1892 os caciques mudavam  o nome ao ''Passeio do Castelo'' e passava a ser Jardim Visconde da Abrançalha.

O Abrançalha tinha governado a terra a mando de Avellar Machado.

Já todos sabemos que o Parque ficou sempre Jardim do Castelo, na memória popular.

Por acaso o Diário Ilustrado de 27 de Setembro também diz que vai a inaugurar  o apeadeiro das Mouriscas

apeadeiro das mouriscas 27-9-1892

mn

o desenho do Mário Rui foi roubado ao ''Coisas de Abrantes'' do Sr.Zé Vieira e os recortes à B.Nacional. A todos obrigado.

mn



publicado por porabrantes às 21:58 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.07.19

De como os caciques abrantinos fazem umas obras (estrada das Mouriscas ou Fontes) e a seguir vão rebentá-las para meter canos....

fontes

Miguel Borges, P da CM do Sardoal, numa reunião da AM local, Dezembro 2018

Ficamos a saber que os SMAS do Valamatos e eventualmente a benta Abrantaqua

manuel valamatos - copia

rebentam as estradas recém-arranjadas.

É o planeamento abrantino .

mn

 

 



publicado por porabrantes às 11:44 | link do post | comentar

Sexta-feira, 15.03.19

Tudo se resumiu ao Padre Raposo?

Vivia-se em 1914 em paz religiosa nesta terra?

Isso perguntava o Governador Civil.....numa orientação que vinha de Lisboa,  que mandava inquirir em todos os concelhos....

jacinto freitas

O chefe local da política  democrática ,Justo Rosa da Paixão, respondia

justo

Ou seja as freguesias mais renitentes em abandonar as práticas católicas eram o Pego e Alvega.

Sabemos que na Aldeia do Mato parece não ter havido problemas (ver blogue do amigo Maça, com as respostas do padre , a inquérito do Bispo).

E a freguesia onde o anti-clericalismo tinha maior base social de apoio era o Rossio.

Esta é a versão dum cacique democrático, porque a versão católica era outra, o povo armado com chuços tinha no Pego posto em debandada os amigos do Justo, e obrigara a fazer a procissão.

Houve expulsões de padres? Anseia-se pelo regresso da fradalhada ?, perguntavam.....

justo 2

Dizia que não, o Justo, isento de paixão jacobina, isto é terra liberal, e no raio das freguesias em que o beatério queria missas, lá estou eu para dar a autorizaçãozinha.....

 

Diminuiu a prática religiosa, graças à acção benfazeja da República?

justo 3

 

Dizia que sim....

E os padres aceitavam as pensões?

Mas o clero reaccionário e o Padre Raposo tramavam alguma....

De mais de catorze, só quatro tinham aceitado....

Isto é,  os padres recusavam ser assalariados do sr. dr. Afonso Costa e permaneciam fiéis ao Bispo, que era D.António Moutinho....

d.antónio moutinho

que tinha sido preso ....., desterrado da sede episcopal, e forçado durante 4 anos a dirigir a Diocese de longe.....

arriaga

 

O Justo diz que havia quatro padres pensionistas  e que estes eram mal vistos pelos colegas  e que um deles tinha  sido substituído numa freguesia (Mouriscas) por um colega fiel à ortodoxia.

Quais eram os que traíram Roma?

Em 11-7-1911,  foi concedida uma pensão provisória ao padre colado do Tramagal, Manuel Brás da Rosa , ao colado de S.Miguel, José Martins da Conceição, e ainda ao padre encomendado de lá, Luís de Andrade Sequeira.

Mas o principal padre pensionista foi Henrique Neves, que protagonizou um cisma nas Mouriscas.

Também foram dadas pensões aos empregados da Igreja que eram os sacristães: S.Vicente-António Rego da Silva; S.João-Manuel Vicente Valente, do Rossio, Pascoal Francisco das Chagas, de S.Facundo, Bernardo Ricardo da Natividade, de S.Miguel, José da Oliveira Costa, do Tramagal, Pedro Alves de Jesus Lobato, de Rio de Moinhos, Francisco Esteves Machado e das Mouriscas, António Marques Fernandes.

Finalmente ia o povo aceitar as administrações das Igrejas dominadas pelo partido democrático (as célebres cultuais), perguntavam?

justo 9

O Justo achava que sim. Mas contra ele tramava Guilherme Henrique Moura Neves, o chefe local do partido católico....

Por volta de 1916 a única Igreja aberta era a da Santa Casa e os católicos que iam à missa eram enxovalhados pela populaça, testemunho de D.Maria Luísa Almada Albuquerque Moura Neves....

mn

sobre o assunto : Humorista Justo da Paixão aplica Lei da Separação no Pego

Em nome da Liberdade Religiosa

Padre do Rocio de Abrantes resiste ao saque republicano

 O Foro do Senhor Anacleto

Salazar e as oliveiras da Paróquia de Rio de Moinhos

https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-devolucao-do-ouro-a-paroquia-do-pego-2010603?utm_source=posts&utm_content=1552676956

 

Fonte: arquivo António Farinha Pereira; Arquivo dum sacerdote abrantino; Arquivos públicos

 

a situação no Sardoal: ver o blogue Sardoal com Memória

 

 

 

 

etc

 



publicado por porabrantes às 19:10 | link do post | comentar

Terça-feira, 05.03.19
 
 
CDU Abrantes ha compartido una publicación.
10 de febrero a las 21:42

Maioria PS na Freguesia das Mouriscas critica inoperância e incompetência da maioria na Câmara Municipal de Abrantes.

 
La imagen puede contener: casa, cielo y exterior
Freguesia Mouriscas
9 de febrero a las 13:48

A situação instável e perigosa em que se encontra o edifício de particulares na estalagem tem sido alvo de inúmeros alertas e informações da nossa parte às enti...dades competentes, no caso a Protecção Civil, que tem respondido prontamente a todas elas, contactando posteriormente as pessoas responsáveis. Desejaríamos que tudo se resolvesse rapidamente e sem problemas, infelizmente não está nas nossas mãos a resolução desta situação.

 

ps-também podem copiar esta  notícia


tags: ,

publicado por porabrantes às 18:40 | link do post | comentar

Domingo, 24.02.19

roldao

O livro do sr. Gabriel Roldão aborda a genealogia duma velha família da Marinha Grande que se remonta há 300 anos. Aborda as raízes dessa família até às Mouriscas, Constância e Sardoal.

A Pereira Roldão foi uma das grandes fábricas da Marinha Grande. 

mn

 



publicado por porabrantes às 21:19 | link do post | comentar

Abre um Museu nas Mouriscas, por iniciativa da  Associação Cultural das Rotas de Mouriscas, que tem no sr. António Louro, um dos seus dinamizadores.

É hoje:

 

''O dia da inauguração do espaço museológico da ACROM está a aproximar-se (será em 24/02/2019, pelas 11:30h).
Abriremos em simultâneo a nossa nova sede, ambas as... instalações estão situadas nos números 53, 57 e 61 da Rua da Fonte dos Amores, na Estalagem / Mouriscas (ao lado do café do Adérito Quarenta).

Hoje aproveitamos para dar a conhecer algumas das peças que já temos no nosso espaço museológico, como segue:
1 - Tear, tapete e manta antiga;
2 - Forma armada com seira em cairo;
3 - Arado muito antigo;
4 - Grade em madeira, muito antiga;
5 - Ferro a carvão, panela de ferro e forma de ferro para sapatos;
6 - Cangalhas em madeira;
7 - Canga em madeira;
8 - Rodízio de azenha;
9 - Fuso do lagar de varas;
10 - Vários tipos de seiras e capachos, em vários materiais;
11 - Cantareira antiga, com cântaros e outras loiças;
12 - Grade antiga com trem de cozinha completo, em esmalte;
13 - Mobiliário diverso em choupo, com mais de 100 anos;
14 - Máquina de costura antiga;
15 - Miniaturas de barcos tradicionais do Tejo (picareto, bateira, etc);
16 - Vasilhame diverso para azeite, água e vinho;
17 - Cestos e cabazes antigos;
18 - Vários tipo de ferramentas (do pedreiro, do sapateiro, do pedreiro, etc) e vários tipos de alfaias antigas;
19 - Quadros com cerca de 100 anos evocando como era a vida em Mouriscas, nos princípios do século 20 e anos seguintes (primeiras turmas da escola primária de Mouriscas - meninos e meninas de 1929, aproximadamente, etc;
20 - Vários tipos de candeias e candeeiros, antigos;
21 - Dezenas de ferragens antigas;
22 - Obras literárias de 8 autores de Mouriscas (livro dos 50 anos do Agrupamento 193, livro do Joaquim António de Matos, livro da Maria do Rosário Batista, 6 livros do Prof. Carlos Bento, 2 livros da Otília Rosa Pascoal, 1 livro do Gonçalo Antunes, 1 livro com a co-autoria da Maria Isabel Oliveira Margarido Gonçalves e 4 livros da Maria Regina Louro).
23 - Roupas antigas para homem, mulher e criança;
24 - Vários tipos de balanças, pesos e medidas, antigas;
25 - Baús;
26 - Telhas "Mouriscas" de forno muito antigo, com inscrição;
27 - Apetrechos de casa de banho, das antigas;
28 - Notas e moedas do escudo;

E muitas outras coisas, mas informamos que se encontra cancelada a recepção de mais espólio, pois o espaço disponível é insuficiente para acolher todo o espólio oferecido para exposição (temos agora mais de 900 peças dentro do nosso espaço!).

Para a cerimónia de inauguração já temos confirmada a presença do Sr. Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, do Sr. Vereador da Cultura da mesma câmara, além de vereadores das câmaras Municipais de Sardoal e Mação. Também algumas Associações já confirmaram a sua presença.

No domingo, após o almoço, estaremos abertos para o público em geral.

Venham visitar o espaço museológico da ACROM!''

(comunicado da ACROM)

É uma importante iniciativa para defesa da nossa cultura!

ma

 



publicado por porabrantes às 08:50 | link do post | comentar

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