No Museu D.Lopo não havia director. No Museu MDF não há director, nem contínuo. O anunciado MIAA não tem Director (nem contínuos), mas corre nos bastidores que poderá haver uma gaja para todo o serviço, que terá de ser pegacha, casada com um ex-Vereador que tenha andado num seminário e tenha lambido as botas ao Cónego Freitas e que tenha andado a desilustrar as Vereações dum Presidente constituído arguido pela polícia.
O Vereador Armindo Silveira inquiriu os responsáveis e não lhe respondem.
Sobre a mania de haver Museus autárquicos sem Director, escreve no face, o Dr.Luís Raposo, ilustre museólogo :
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A Senhora Vice-Presidente da CPC do PSD de Abrantes acha que sim.
E tem carradas de razão.
Quem deixa apodrecer o património devia ser sancionado.
Espólio do Museu do ano apodrece na via pública
Já há uns anos alertei um elemento da anterior junta de freguesia, para o estado em que estas máquina iriam ficar sem uma proteção da chuva e sol. Dei o meu parecer, de como as deveriam proteger. Ainda fui mal entendido. Agora estão melhores.
Joaquim Pereira Mateus
É evidente, caro leitor, que as máquinas assim se degradam.
Obrigado pelo seu comentário.
mn
O Museu MDF conseguiu um galardão para o melhor museu de 2017. É uma produção da Glorybox e tem um circuito externo onde são exibidas máquinas antanho produzidas pela MDF.
Um Museu implica cuidado com a conservação das peças originais, investigação científica e um quadro técnico, estando no topo da hierarquia um conservador (a).
Investigação científica nem vê-la.
Quadro técnico também não há, o que existe é uma senhora a recibos verdes.
O Museu foi uma iniciativa da Junta local, apascentada pelo Victor Hugo (PS), com dinheiros comunitários e da CMA, apoio da curiosa empresa Diorama, e de algum mecenas e sobretudo da actividade dum carola o sr. Contente que foi guardando peças relevantes duma fábrica destruída pela demagogia gonçalvista e por não se ter modernizado.
O que a MDF fazia em 1960 eram produtos arcaicos sem competitividade no mercado internacional e estava condenada numa economia aberta.
As Berliets foram uma fuga para a frente para adiar uma morte a prazo.

Conservar as peças?

Qualquer lavrador prudente e conheci muitos sabia que estas máquinas de estrutura de madeira, terminada a safra, tinham de ser metidas num telheiro, para as proteger da inclemência do tempo.....porque senão apodreciam.

A tropa que dirige o Museu MDF e os responsáveis políticos, o Cardoso e o Luís Dias, vereador da Kultura abrantina, acham que máquinas de madeira, com muitas dezenas de anos podem apodrecer ao sol e à chuva!!!!!

E o resultado está à vista:

A incúria e o desmazelo da Junta, da direcção do ''Museu do ano'' e do Dias estão retratada nas fotos do sr.Manuel Jacob Agostinho


Tropa desta e a forma como delapidam o dinheiro público e destroem o património só merecem a nossa desconfiança.

mn
o nosso obrigado ao Sr.Agostinho por denunciar este atentado ao património
Na Rádio oficiosa vieram dizer que afinal foram três mil visitas ao Museu da MDF em 2017.
Não foram, a fasquia dos 3 mil não foi alcançada.
Apenas 2.527 visitantes meteram lá os pés segundo este documento oficial ....

Fonte :Contas da CMA/2017-página 19
Mas o flop monumental é da Galeria Quartel que só teve 1.102 visitantes ou seja 3 por dia....
São estes números fiáveis???
Não são.....na mesma página, umas linhas acima dizem que foram 3.000 ''só no primeiro semestre''.
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Se os documentos oficiais oferecem dados contraditórios, não é de espantar que os da rádio andem baralhados no meio desta baralhação.
Disse na AM a propagandista da cacique, Piedade Pinto, que as contas eram um documento ''técnico'', muito bem feito, só acessível de interpretar a um ROC.
Ora bolas..... para descobrir dados contraditórios logo à primeira vista, sem lupa, não é preciso ser estudioso da contabilidade, basta.......ler o documento.
Regresso ao título.........está baseado na primeira citação, esperemos que seja confiável....
mn

A excelentíssima ex-candidata PS à Assembleia de Freguesia do Tramagal, Lígia Vanessa ganha ajuste directo dado pela CMA, onde pontifica outra senhora do PS, a conceituada cacique.
Titular do nif 230738435 a esforçada animadora da jornadas enófilas da falida Herdade de Cadouços, projecto abençoado pela Vereadora Maria do Céu Antunes, é contratada pela CMA pela módica soma de 39.060,00 €.
Só metemos o nif porque é obrigatório nos contratos públicos e o caciquismo resolveu censurar os dados. Este caciquismo gosta muito da censura.
Entretanto outro tipo que foi candidato com o Bruno Tomás também ganhou outro contrato.
A Lígia Vanessa é o rosto visível do Museu MDF do Tramagal, que é da Junta local.
Porque é que é a CMA a contratá-la?
A Lígia Vanessa aparecia na lista do Tramagal com a profissão ''estudante'' em 2013.
E depois ganhou uns contratozinhos via PEPAL....

Resta preocupar-nos com a enofilia, a Lígia Vanessa organizou as inesquecíveis jornadas ''Vindimas na Herdade de Cadouços'' e 'Tertúlias Vínicolas''
Está na hora dela organizar uma tertúlia no Museu MDF com a Lili Caneças e o provecto Duarte Ferreira, que vendeu a Herdade da Coelheira,' para explicarem a importância da pinga dessa Herdade na História da siderurgia lusa.
mn
Publicamos esta reflexão do autarca PSD na Assembleia de Freguesia do Tramagal, dr.António José Carvalho:
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
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