Domingo, 17.08.14

  

 
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Artur Lalanda   disse sobre O escabroso caso da Rua da Estalagem, nas Mouriscas  no Sábado, 16 de Agosto de 2014 às 12:43:

     

Se as "notificações" da Câmara tivessem algum resultado prático, possivelmente, o edifício em ruínas, mesmo nas barbas da Câmara, que há vários anos serve de pombal, já teria, pelo menos, as portas e janelas emparedadas.
Fazer notificações, implica não deixar tudo como dantes, mas em Abrantes... tudo como dantes.

 

 

Caro Amigo Lalanda

 

 

Tem toda a razão. A actuação exarada em acta dá ideia que querem deixar tudo como d' antes, ou seja quartel-general em Abrantes. Notificações dessas encontram-se nas actas municipais às dezenas e não tiveram efeitos práticos. A não ser uma que foi feita à D.Pátria Leontina,  ou para ser para exacto 

 

Senhora Dona

Pátria Leontina Matos de Sousa, Contribuinte nº

110888502, com residência no Lar de Idosos da Santa Casa da Misericórdia

na Rua José Filipe Rebordão, 2260-437 Vila Nova da Barquinha

 

não é por nada, mas isto é muito curioso 

 

a propósito isto meteu notícia no Mirante

 

 

         

 

Arquivo:  Edição de 03-01-2008

''SECÇÃO:  Sociedade

A proprietária não fez obras nem pagou as que a Câmara de Abrantes realizou fotoPrédio particular penhorado por autarquia para reaver dinheiro de obras ali efectuadas
A Câmara de Abrantes vendeu um prédio particular situado na zona histórica da cidade, depois de o ter penhorado para pagamento de dívidas à autarquia por parte da proprietária. É o fim de um processo com quatro anos. O prédio urbano situado na rua Combatentes da Grande Guerra, em pleno centro histórico da cidade, foi vendido pelo município a 14 de Dezembro. Apesar de não ser divulgado o montante da venda, feita através de propostas em carta fechada, a autarquia já tinha anunciado, em edital, que o preço-base para a compra do edifício, composto por rés-do-chão com duas lojas próprias para comércio, primeiro e segundo andar para habitação, com três divisões em cada piso, era de 17.451 euros. O processo que culminou com a venda do imóvel já tem quatro anos. Em Outubro de 2003, após uma vistoria dos serviços camarários, verificou-se que o prédio estava em iminente risco de ruir, constituindo um perigo para os transeuntes. O facto de estar localizado na zona especial de protecção de um monumento nacional, a Igreja de S. Vicente, em pleno centro histórico, levou a câmara a ser mais célere na tomada de medidas de salvaguarda, notificando de imediato a proprietária para proceder às necessárias obras de intervenção no espaço. Uma determinação que nunca foi acatada pela proprietária, Pária Leontina Matos de Sousa. Quase um ano depois, em Agosto de 2004, o processo de doação do edifício chegou a ir à reunião do executivo camarário, mas acabou por ser retirado da ordem de trabalhos. Antes de aceitar a proposta da proprietária, a autarquia quis confirmar a existência de dois inquilinos e os eventuais ónus que existiam sobre o prédio. A doação nunca chegou a ser concretizada. Assim como as obras imputadas à proprietária. Tal facto levou o município a substituir-se a Pátria Leontina e a realizar, ele próprio, uma demolição parcial do edifício. O valor das obras rondou os 15 mil euros, mais IVA. Na reunião de 15 de Fevereiro desse ano o executivo deliberou imputar à proprietária os encargos camarários provenientes dos trabalhos de demolição. Mas, mais uma vez, Pátria Leontina não acatou a decisão, obrigando a câmara a tomar uma posição mais drástica para reaver o dinheiro, avançando com um processo de execução fiscal. O edital de execução fiscal esteve colado nas portas do prédio até 14 de Dezembro, data estipulada pela autarquia para a abertura das propostas de compra. Nele se dava conta da venda por propostas em carta fechada, do bem penhorado à executada, no valor patrimonial de 24.930 euros, para pagamento da dívida proveniente da prestação de serviços - trabalhos por conta de particulares, no valor de 17.888,68 euros, acrescidos de juros de mora e custas processuais.''

                                   

 

    

 

 

a propósito porque é que o dono disto não é notificado e se lhe aplica o mesmo  tratamento que à Senhora Dona Pátria Leontina, que era viúva dum bravo militar que serviu Portugal?

 

ruinas cónego.jpg

 

Não se lhe aplica  porque benzeu um cemitério onde não havia cruzes?

 

MN



publicado por porabrantes às 19:44 | link do post | comentar

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