Quinta-feira, 16.07.15

Numa sentença proferida em Fevereiro (e que a CMA tem vindo implicitamente a esconder com a ajuda caridosa da imprensa amiga) o TC reconhece que os pagamentos feitos aos bombeiros e a nomeação do chefe dos bombeiros foi ilegal, mas absolve Nelson Carvalho e M. do Céu das coimas pedidas pelo MP, entre outras razões porque, coitadinhos, não foram informados das ilegalidades por parte dos serviços jurídicos da CMA

 

bombeiros.png

bombeiros 2.png

bombeiros 4.png

Comentário: se o TC acha que a culpa é dos Serviços Jurídicos, manda a sensatez mudar imediatamente a cúpula dos serviços jurídicos, para que isto (a bandalheira) não continue.

 

No entanto notarei que já em 2009 o Sindicato avisava (e avisámos nós ) que havia irregularidades nos pagamentos aos bombeiros e Nelson Carvalho, cândido,  dizia que estava tudo legal.

 

E Maria do Céu era Vereadora.

 

Se dessem ouvidos à Imprensa e ao Sindicato não tinham feito mais de 400.000 € de pagamentos ilegais.

 

A arrogância de caciques como estes tem-nos custado milhões de euros (MIAA, RPP, etc)

 

A Oposição da época, dirigida por Armando Fernandes, na A.Municipal não viu nada e os Vereadores Moreno & Marques terminaram a propor a criação dum arruamento Nelson Carvalho.

 

Quem sabe se seria na Amoreira, no arruamento da Fonte das Duas Bicas, onde está situada a Casa Santa Helena, sede social dum conhecido Dicionário.

 

ma

 

a notícia da sentença foi dada pelo Mirante de ontem  

 

     



publicado por porabrantes às 12:29 | link do post | comentar

Domingo, 10.05.15

Sou leitor atento de O MIRANTE e venho solicitar aos jornalistas desse semanário que acompanhem os textos do facebook de personalidades como o senhor Nelson de Carvalho, ex-presidente da câmara de Abrantes. Vejam e divulguem a pobreza da sua escrita e das suas ideias. Mostrem aos leitores o que vai hoje na cabeça de um homem que governou Abrantes e mandou construir um cemitério que não funciona, fez uma barragem no meio do rio Tejo que é uma aberração, mandou construir um campo de basebol só para enterrar dinheiro e que vendeu ao preço da chuva um terreno ao conhecido Alexandre Alves defraudando os cofres da autarquia. Leiam por favor os textos deles e os comentários instruídos de um pequeno grupo de amigos que fazem com ele o coro das velhas de Abrantes.

Eu sei que O MIRANTE tem mais que publicar e deve aos leitores noticiário actual mas façam lá um jeito ao diabo. Deem aos leitores em geral um cheirinho das tiradas de professor que o Nelson de Carvalho posta na sua página do facebook. Já agora vejam lá se encontram algum comentário às notícias da actualidade que o envolvem e que ele ignora como se fosse um santo padroeiro. Abrantes é uma cidade que não merecia esta gente iletrada e irresponsável e com falta de coragem para agarrar os bois pelos cornos. Se não quiserem publicar.... amigos como dantes

 

José Azevedo da Costa Bispo

 

: http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=81103&idSeccao=479&Action=noticia#.VUtBz_m6cdU

 

com a devida vénia

 

a redacção



publicado por porabrantes às 17:07 | link do post | comentar

Terça-feira, 21.04.15

 

A Presidente disse isto ao Mirante: ''

No dia anterior, técnicos da APA (Agência Portuguesa do Ambiente) estiveram no açude, que fica a um quilómetro a jusante da ponte ferroviária, e prometeram fazer uma “radiografia” à estrutura para averiguar o que se passou. Interrogada sobre o licenciamento do sistema “passa-peixe” existente no local e sobre o sistema de monitorização que ali devia ter sido instalado, Manuela Matos, da APA, disse que as estrutura estava licenciada e que a monitorização era da responsabilidade da Câmara de Abrantes.

A presidente da câmara reconhece que o sistema de monitorização previsto na fase de licenciamento nunca foi instalado. “A responsabilidade da monitorização é da câmara e nós nunca a escamoteamos. Há quatro anos tivemos reuniões para estudar essa possibilidade mas quando perguntámos ao ICNF (Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas) o que era o sistema de monitorização que aquela entidade tinha proposto e onde o podíamos adquirir, não nos souberam dizer. Iniciámos então contactos com universidades para avaliar a possibilidade de ser feito um estudo sobre o assunto”, explica.(...)

 

Ou seja, diz que não sabia onde podia comprar o malfadado sistema de monitorização e que por isso não o comprou.

 

Mas as contas da CMA/2013 parecem dizer o contrário:

 

açude monotorização.png

 Contas 2013 CMA

 

 

  Foram gastos 131,516 € em sistemas de monitorização.

 

 Não nos digam que a Presidente apresentou à Assembleia umas contas que não leu (são mais de 2.000 páginas) e que o sistema de monitorização está perdido num armazém de ferro-velho.

video.png

vídeo do crime ambiental

 

 

A estátua do D.Francisco de Almeida também estava perdida num armazém até que o Dr.Semedo a encontrou.

semedo discursamdo.jpg

Servia para pendurar bonés de trolhas, segundo contou o Mário Semedo.

D.Francisco almeida candeias.jpeg

Foto do Livro do Dr.Candeias, Abrantes na Expansão Ultramarina

 

 

O Advogado mandou metê-la no Castelo, com projecto paisagístico do arq. Duarte Castel-Branco.

 

Mas antes segundo me contou teve de enfrentar a cólera dum seminarista em estágio no Pego, que lhe foi dizer : como é que se atrevia a erguer estátuas a heróis colonialistas????

Respondeu-lhe: Ordena-te primeiro e depois fala comigo.

 

No Castelo, a estátua servia para historiadores e turistas se retratarem, caso do Candeias Silva.

 

Depois de mudada de sítio, serve para vândalos estrangeiros fazerem das suas.

 

Para que servirá o sistema de monitorização que não monitoriza?????

 

Estará encaixotado????

 

E que haverá em cima do caixote???

 

Os restos da edição dos 200 livros que a Câmara comprou ao Martinho Gaspar, o maior estudioso dos crimes clericais cometidos pelo Rev.Raposo durante a República, por exemplo?????

 

Quem sabe????.

 

a redacção

 

  



publicado por porabrantes às 17:32 | link do post | comentar

Quinta-feira, 19.02.15

 

Se, na qualidade de responsável político, eu tivesse afirmado, há anos, que ia ser instalada imediatamente, uma ETAR compacta nos Carochos e nada tivesse acontecido, eu seria mentiroso. Se, na mesma qualidade de responsável político, eu tivesse afirmado que o senhor Alexandre Alves (da RPP Solar) tinha entregue uma garantia de 500 mil euros e afinal não existisse nenhuma garantia, eu seria mentiroso. Se, na mesma qualidade, eu tivesse garantido defender os interesses dos munícipes e acabasse, com dinheiro do erário público, comprando oliveiras a dois mil euros cada uma, eu seria mentiroso. Se, na qualidade de detentor de um cargo público, eu tivesse afirmado que as obras no cemitério de Santa Catarina se iniciariam em Janeiro de 2015 e nada tivesse acontecido, eu seria mentiroso. Se, se, se...se eu fosse presidente de uma câmara municipal e responsável por todas as mentiras acima apontadas, nunca poderia esperar ser absolvido em tribunal.

Artur Lalanda

 

carta do grande abrantino no Mirante

 

O Mirante dos Leitores vem cheio de cartas abrantinas:

 

Sobre o fim da carreira entre Torres Novas e Abrantes

Não...não foi o fim “ incerto” dos turnos o motivo pelo qual o serviço terminou...se querem noticiar certifiquem-se pelo menos de que vão à fonte correcta...isto se quiserem prestar um serviço noticioso de qualidade. O motivo pelo qual o serviço terminou deve-se ao facto de este serviço servir maioritariamente a classe profissional de enfermagem, ou seja, maioritariamente enfermeiras, mulheres jovens e que... engravidam. Desde Dezembro de 2014 que estavam oito enfermeiras de atestado médico por gravidez, a que se juntaram três enfermeiras transferidas para a unidade de Torres Novas, pelo que se reduziu assim o número de utilizadores. Para além deste facto a Rodoviária do Tejo não deu o tempo necessário para a população aderir...pois o serviço iniciou-se em Setembro de 2014 e no início do mês de Dezembro os utilizadores estavam a ser informados do término do mesmo, o que veio a suceder no final de Janeiro de 2015 (e não durou um ano...apenas cinco meses). O atraso, apenas muito pontual e em situações de excepção, nunca comprometeu o serviço, uma vez que tal eventualidade estava previamente acordada com a Rodoviária, a que os motoristas eram sensíveis e compreensivos.

Ana Bela Lima

Enfermeira do Centro Hospitalar Médio Tejo e utilizadora do serviço

 

Nota da redacção:

 Tem razão. A carreira não durou um ano. Pedimos desculpa pelo erro. Quanto ao motivo para o fim do serviço está no primeiro parágrafo da notícia: “devido à falta de procura”. Relativamente ao fim incerto dos turnos o que foi escrito é que foi “um dos motivos”  para a falta de procura do serviço. Este motivo não foi inventado pelo jornalista. Foi-lhe referido por colegas suas. Outros motivos há, alguns dos quais indica no seu comentário. Sendo enfermeira e trabalhando por turnos sabe que há muitos colegas seus que, mesmo havendo autocarro, continuaram a usar transporte próprio. Uns porque preferiam assim, outros porque moravam longe dos locais de partida e paragem do autocarro e outros porque sabiam que, se na altura da passagem de um turno surgisse um qualquer imprevisto, isso inviabiliza a utilização de um transporte público que tinha horários a cumprir. Por último, também é sabido que a Rodoviária do Tejo é uma empresa privada, não subsidiada, que só presta serviço onde acha que deve prestar, não sendo obrigada a fazer certos percursos. Basta ver que praticamente não existem carreiras aos fins-de-semana ou nos dias úteis a partir das 20 horas. 

 

com a devida vénia

 

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Quinta-feira, 22.05.14

com a devida vénia do Mirante

 

 

Festa da Lagartixa no Tamazim

foto
 
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A tradicional festa da Lagartixa no Semideiro, concelho da Chamusca, voltou a realizar-se com grande adesão da população, no Sábado, 17 de Maio. A procissão, pelo meio dos campos floridos, entre o Casal da Cascalheira e a capela do Tamazim com o andor de Nossa Senhora da Luz aconteceu por volta das 11 da manhã. A celebração religiosa na capela, que já se situa no concelho de Abrantes, foi presidida pelo Bispo de Santarém, D. Manuel Pelino Domingues. A seguir à procissão famílias inteiras almoçaram ao ar livre nas mesas colocadas no local pela comissão de festas que também forneceu frangos assados e bebidas. A presença de muitas crianças e jovens é sempre nota dominante e garantia que a tradição pode continuar por muitos anos. A Festa da Lagartixa pode ser considerada um dos muitos pequenos tesouros da religiosidade rural na região.

Antigamente as pessoas permaneciam no local e era lá que faziam a festa até à noite quando traziam de volta a imagem da santa. Agora, a meio da tarde, a santa regressa à Cascalheira e a festa continua no recinto das festas do Semideiro com quermesse e baile e sorteio de rifas. Este ano a animação esteve a cargo do coro Juntanima da Chamusca, dirigido por José Pinhal e pelo artista popular Marco Morgado.''

 

 

ao entrar no Concelho de Abrantes para cantar missa o Prelado de Santarém violou as fronteiras da Diocese de Portalegre e do Arciprestrado de Abrantes

 

nos termos do Direito Canónico, se o Bispo de Santarém cantou missa sem licença prévia de Sua Excelência Reverendíssima, o nosso amado (augusto  era o outro.....) Bispo D.Antonino , em terras de Portalegre (antigamente a Chamusca era Patriarcado) pode ter cometido uma falta menor (tipo das punidas com livre no futebol)....

 agência eclesia

 

O Árbitro neste caso terá de ser o Núncio Apostólico, porque Portalegre é  sufragânea do Arcebispado de Évora, e Santarém do Patriarcado de Lisboa 

 

Bibliografia

 

 



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Segunda-feira, 28.04.14

SECÇÃO: Sociedade

Bombeiros de Abrantes   têm novo comandante e a polémica acalmou 
                                                                           Fogo cruzado 
 
  O comandante dos Bombeiros   Municipais de Abrantes foi afastado pelo presidente da câmara, na sequência   da insatisfação manifestada pela maioria dos bombeiros. Mesmo assim, a medida   não agradou a todos.
  Os bombeiros municipais de Abrantes esclareceram,   sexta-feira à noite, a sua posição sobre a recente nomeação de Luís Pombo   como comandante interino da corporação, apoiando a decisão tomada   quarta-feira pelo presidente da câmara, que destituiu o anterior comandante   entretanto nomeado coordenador da protecção civil municipal.
  Na sequência da contestação ao desempenho do comando dos   Bombeiros Municipais de Abrantes (BMA), o presidente da câmara, Nelson   Carvalho, afastou o comandante João Pombo e substituiu-o interinamente pelo   segundo comandante, Luís Pombo. Uma decisão que suscitou o desagrado público   de alguns elementos. Na mesma altura, afectou Francisco José Chambel Valério,   outro elemento do comando, ao serviço do Centro Municipal de Operações de   Emergência de Protecção Civil.
  Contudo, a maioria dos elementos da corporação não se   reviram nessa posição e sexta-feira divulgaram um comunicado no qual afirmavam   a sua concordância com a decisão do presidente da autarquia, Nelson Carvalho,   a qual foi reforçada numa reunião que tiveram com o autarca nesse mesmo dia. 
  Os bombeiros decidiram dar um “voto de confiança” e uma   “oportunidade” ao comandante agora nomeado interinamente, esperando que o seu   desempenho venha a permitir a sua nomeação definitiva passada a época de   fogos. 
  Num memorando entregue no início do mês ao presidente da   câmara, a grande maioria dos 80 membros da corporação exigiu a demissão do   comando, apontando uma série de situações que estavam a gerar insatisfação e   descontentamento crescente.
  No final de Maio, 43 elementos da corporação exigiram a   demissão de João Pombo, por alegada incapacidade de satisfazer as   expectativas dos homens que chefiava, descontentamento que expressaram depois   em reunião com o presidente da Câmara Municipal de Abrantes, que ficou de   analisar a situação.
  A insatisfação dos bombeiros abrantinos prendia-se também   com o facto de tardar a prometida reclassificação profissional de sete dos   seus elementos, situação que o presidente da autarquia lhes assegurou estar   resolvida para breve, uma vez que foi finalmente emitido um parecer que havia   sido pedido à Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região de Lisboa e   Vale do Tejo.
  Logo no início da contestação, Nelson Carvalho disse a O   MIRANTE (edição de 3 de Junho) que muitas das culpas que eram assacadas ao   comandante deviam ser dirigidas a ele próprio, dado que os Bombeiros de   Abrantes são municipais.
  “Penso que há uma grande falta de informação, poderá ser   culpa minha também, mas os bombeiros encetaram todo este processo sem me   perguntarem o que quer que seja”, diz o autarca.
  Adiantou ainda que já tinham sido seleccionados, através de   concurso, 9 elementos para os bombeiros, e outros 9 estão aguardar o parecer   da Comissão Coordenadora de Desenvolvimento Regional para serem   reclassificados. Um atraso cuja responsabilidade é alheia à autarquia. “Fiz o   despacho logo no início do ano, mas havia um vazio na lei que teve de ser   ultrapassado por um parecer da CCDR”, afirmou.

 

O mirante 17-06-2004

 

com a devida vénia

 



publicado por porabrantes às 12:44 | link do post | comentar

Segunda-feira, 05.12.11

O Mirante - Diário Online

 

 

quais foram os gastos de publicidade da CMA e coisas satélites

 

(Tagus Valley and so, etc)

 

 

no ano da Graça de 2011 no Mirante?

 

Responde-nos o Sr.Joaquim Emídio ?

 

Responde a CMA?

 

Ou pergunta a Oposição?

 

 reexistir  por abrantes

 

 

Marcello de Noronha, antes de ir rezar o terço


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publicado por porabrantes às 23:30 | link do post | comentar

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