Segunda-feira, 23.07.18

(...) O semanário “O Ribatejo”, que se publica em Santarém há 32 anos, acabou de publicar a sua última edição. A informação que corre é que a Jortejo, proprietária do jornal, pode ir para a insolvência devido às dívidas acumuladas à Segurança Social, aos funcionários e a alguns fornecedores.(...)

 

 

(...)O Ribatejo” tinha a sua sede e redacção nas instalações do CNEMA em Santarém. O pagamento das rendas em atraso terá sido resolvido nos últimos tempos com um contrato de prestação de serviços com a instituição liderada por Eduardo Oliveira e Sousa.
O director editorial do jornal e seu administrador, Joaquim Duarte, despede-se dos leitores com o argumento de que “as notícias no papel envelhecem antes de chegarem ao leitor”, atribuindo ainda o fecho do jornal ao advento das redes sociais.(...)

 

no Mirante com a devida vénia



publicado por porabrantes às 09:14 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.12.16

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial-INPI- recusou à Jortejo, Lda, empresa detentora do título ''O Ribatejo'', de que é sócio Armando Fernandes, o registo do título ''Jornal de Abrantes'' em 2009 ....como marca

 

2009.png

Este título tinha sido adquirido por 1 euro à empresa Jornal de Abrantes, LDA, pela Media On, Lda (do Grupo Lena) que também chegou a ter uma posição maioritária na Jortejo,Lda.

Foi primeiro director do jornal de 1 euro....Alves Jana

ma  



publicado por porabrantes às 22:31 | link do post | comentar

Sábado, 31.10.15

canalha.png

É o Duarte a armar em caceteiro.

 

E umas linhas abaixo chama caceteira à Direita porque esta protesta contra o anunciado Governo de coligação entre o derrotado Costa e a esquerda (se o Arménio Carlos deixar)

 

caceteiro.png

Um tipo que escreve num Editorial, por causa da gamela da publicidade institucional, que um Vereador teve uma atitude  ''canalha'' não é um caceteiro, é um anjinho

anjinho.jpg

a redacção

 



publicado por porabrantes às 12:08 | link do post | comentar

Sexta-feira, 11.09.15

O Padre Aníbal da Caritas ousou pronunciar o nome de Israel. Eis a resposta de Israel ao santareno

 

judeus.jpg

Israel Página Oficial

ma



publicado por porabrantes às 20:24 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.07.15

 

As tatuagens são uma moda que chegou também cá e há uma reputada casa em Alferrarede que as faz. Estou à espera que a Tagus, do celeste sexto candidato PS à autarquia, lhe arranje um subsídio comunitário para que toda a sociedade civil saia à rua tatuada.

Damos um exemplo das tatuagens feitas pela casa abrantina.

mae e pai.jpg

Tatuagens Abrantes

 

As modas levam sempre a que espíritos conservadores comecem a bradar contra a corrupção de costumes. As condenações costumam oscilar entre a defesa da moral beata e o conservadorismo mais seboso.

 

Estava eu à espera duma homilia da Nova Aliança contra as tatuagens, onde se diria que Escriva nunca se tatuou, quando o ataque veio do ordeiro Ribatejo, onde escreve o cronista pio do Mensageiro de Bragança.

 

O atacante foi o Abrunheiro, o escriba neo-realista que o dr. Eurico sovou, porque ele queria proibir que houvesse Advogados chamados Consciência.

 

Os tatuados responderam e o Duarte teve de fazer um Editorial a defender o Abrunheiro (que não dá abrunhos) onde mete os pés pelas mãos dizendo que é a favor dos touros.

 

Pegando o assunto pelos cornos, que têm a ver os touros com as tatuagens?  

 

tatus.jpg

Esta prosa, a imitar provincianamente Lobo Antunes, faz desatar as iras dos tatuados e defensores da Liberdade.

 

Aqui está a página onde o Duarte, o Abrunheiro e o Ribatejo foram sovados pela justa ira do povo.

 

A Cláudia desmontou o Abrunheiro, como já o tinha feito o Dr.Eurico:

 

Direito de Resposta | Rosário Breve – Tatus, tatuas, borrões & falcatruas

Ora, aplicando a Directiva n.º 2/2008, de 12 de Novembro, da Lei de Imprensa, aqui vai a minha resposta ao senhor Daniel Abrunheiro.

 

(A negrito lê-se as palavras do senhor Daniel, e em texto regular a minha resposta)

“Eram, antigamente eram, exclusivas de presidiários, de marinheiros e de soldados coloniais. Refiro-me às tatuagens. Como parece ser (e é) tão próprio como fatal das coisas estúpidas, pegaram moda. O pessoal faz tatuar-se muito, hoje em dia. Não ocorre às pessoas que o resultado seja o de passarem a equivaler a espécimenes ambulantes de carcaças vivas carimbadas à maneira do gado de matadouro.“

Ora o senhor acha as tatuagens uma moda estúpida. Também acho os “biquinis de gola alta” estúpidos e não é por isso que ofendo os estilistas de moda. Tatuar(-se) é um acto de estupidez? Isso é a sua opinião (que tem direito a ela). Não lhe ocorre a si que, na esmagadora maioria dos casos, as pessoas não se tatuam muito hoje em dia para passarem a equivaler a gado carimbado, e sim para expressar a sua individualidade.

“Por dentro, mudo e quedo, designo-as por tatus & tatuas. Merecem o apodo. Tatus & tatuas gostam particularmente do Verão. O calor (ou “a calma”, como lhe chamava o grande Sá de Miranda de “O sol é grande, caem co'a calma as aves(…)”) despe-os e traveste-as, permitindo-lhes a exibição dos borrões frouxos que lhes mancham o couro.”

 Portanto o senhor acha que as pessoas tatuadas merecem a comparação ridícula a um animal com determinadas característica... Pois bem, deveria saber que, o animal tatu não despe a sua carapaça. E também as pessoas tatuadas mantêm a sua pele vestida (e não o couro). Faz parte delas, e também os borrões que o senhor considera frouxos. Ao contrário do que pensa, ter ou não tatuagens não está relacionado com a preferência da estação do ano; aliás, as pessoas com tatuagens devem ter cuidado redobrado com a exposição solar.

“Não sei, sentem-se talvez símbolos de alguma coisa maior do que as viditas que têm & levam; apresentam-se talvez a si mesmos e a si próprias com algo de muito importante para dizer que ninguém quer nem precisa de saber; julgam-se talvez capazes de tudo, a começar por nada, aptos & prontas a mostrar, demonstrar, cabalizar, revolucionar, espantar. A mim, no entanto, parece-me tão-só gente que nunca mais se pode lavar na íntegra como deve ser.”

 Exactamente: não sabe. Não sabe se as viditas que diz que as pessoas tatuadas levam, são tão ou mais importantes que a sua (ou inclusivamente pertencer a médicos tatuados com formação académica para salvar a sua vida). Aquilo que se diz na pele, podemos dizê-lo por palavras, sem necessidade de o tatuar. Se o tatuamos, é porque o dizemos diariamente a nós; e não aos outros que não querem saber. Julgamo-nos capazes do que quisermos, lutando para isso. Tal como o senhor se julga apto a qualquer desafio que se imponha a si próprio. Lavar na íntegra? Todos os dias! A sujidade do corpo sai com água e sabão. A tatuagem é arte e não é suposto sair com o banho.

“Que os penitentes dos presídios se maculem de códigos e de pertenças gangue-gregárias – eu percebo: é apenas pueril, perigoso apenas, próprio de crianças ladronas e/ou assassinas.
Que os marinheiros na pele tragam do mar evidências de céu convexo – eu entendo: é apenas Poesia, própria de gente com uma mulher em cada porto e com um porto em cada filho.
Que os praças sentissem no Ultramar premências de deixar escrito no próprio corpo Amor-de-Mãe-Angola-1967 – eu compreendia: Mãe, há só uma, como com a Morte acontece.” 

Creio que a significado de estereótipo lhe seja familiar, pelo que não há muito a dizer sobre este parágrafo.

“Agora, estes tatus & estas tatuas que por aí me embaciam as dioptrias – não. Não gosto. Sujam-se por tudo e para nada. E não me diga ninguém que tomo a parte pelo todo: parte-me todo, tal dito.”
De referir que o senhor interpreta o acto de ser tatuado como ficar sujo. Mas... Não nos sujamos todos? Sujamo-nos a comer, a brincar, a viver. O senhor não se suja? Então lave-se, que os tatuados também tomam banho.

“Ainda há bocadito, no autocarro nocturno (último da carreira, metáfora rodada e a gasóleo do acabamento e da insensatez da viagem), vi uma tatua. Já tinha mais do que idade para não gastar o siso todo em dentes serôdios. Uma borboleta feia gangrenava-lhe a roxo o bíceps dextro. Em baixo, o artelho do mesmo lado acolhia uma tarântula cega. Na tábua do peito (mamariamente falando, a quarentona saía ao pai), floria-lhe um coração falador que exclamava “Raul” e“Love”. E eu sei que ela agora se amanceba com um que é Júlio, que o Raul a deixou pela Guida Florista, que na vida só há duas hipóteses: ou Raul Forever ou Love do tipo não-empurrem-que-há-lugar-p’a-todos. O desastre estético da pobrezita culminava nas asas do nariz, agrafadas ambas com piercings evocadores do arganel no focinho dos porcos, e nas unhas de mãos & pés, as quais dez, esmaltadas a verde, me fizeram pensar se ela não viria de jogar à porrada, fazendo-o sangrar, com algum extraterrestre daqueles do Scharwznegger.”

Ou seja, julga-se a senhora (que é livre da fazer o que bem entender com o seu corpo) porque tem unhas verdes e tatuagens. O senhor já pensou que “Raul” pode ser o nome do pai, irmão ou até do filho? Claro que não. Porque o senhor acha que a “quarentona" que sai ao pai (mamariamente falando) tem algo a dizer. Mas não. O senhor é que está a interpretar à sua maneira. E quem lhe disse, se Raul for o nome do companheiro da senhora, que ela foi trocada pela florista? Ai, ai... Lá estamos nós a ler o que não está escrito!

“Coitadita. Eu não deveria ser assim tão malévolo para com ela e para com os asininos seus homólogos que se deslavam as dermes com anjos, estrelas, búzios, cornetas, morcegos, zodíacos e similares insígnias do género ó-p’ra-mim-a-meter-nojo-e-ainda-por-cima-paguei-um-balúrdio-pa’-isto.”

 Deslavam as dermes? Ah, pois é! Novamente o conceito de sujidade... E de que as pessoas tatuadas são burras... O senhor é jornalista? Que giro... É-o porque estudou letras na Universidade de Coimbra, ou porque escreve para O Ribatejo?... Eu também sou licenciada em Comunicação Multimédia, tenho 4 tatuagens e dois piercings e trabalho num escritório de contabilidade e mediação bancária. Sou asinina?? Hum... Que acha o senhor, capaz de opiniões tão sustentadas?

“Sou um reles bota-de-elástico, eu sei. Sou. Sei. Sim. Mas é que. Mas é que a tal tatua me trocou as voltas ao projectado duplo mote da crónica. Amolou-me o ferrão. Embotou-me a verruma. Eu vinha para gozar um bocado à pala do enigmático zootecnocrata que passou a integrar a administração do Hospital (para humanos, em princípio) de Santarém (que já lá tinha poucos, aliás). Era para gozar com isso – e com a Carta Educativa que a Assembleia Municipal de Santarém ratificou à absoluta revelia das autarquias menores que lhe são relativas e em completo desprezo pelas necessidades reais, na vida real, das populações com suas crianças sem eira e suas escolas sem beira. Ora, atraindo-me as hastes (por assim dizer e não desfazendo das vossas) e as lentes, a tatua fez-me falcatrua. Mas não faz mal, afinal. Porque, enfim, sempre simbolizam, as manchas dela, alguma coisa: a nomeação das boy-boletas e a aranha do menosprezo e da repugnância pela Educação que é afim de todas as pesporrências e de todas as prepotências, a começar pelas mais analfabetas, como é o caso da nossa bronca Edilidade.”

Ena! A primeira coisa decente que o senhor diz! É sim um reles bota-de-elástico (de relembrar que foi o senhor que disse, não fui eu). E, finalmente, utilizou o seu espaço na comunicação social para referir um problema real da sociedade! E não, não me refiro às escolhas pessoais de tatuar o que quer que seja na pele... Quer parecer-me que o senhor fez da tatua das unhas verdes o bode-expiatório para a sua falta de imaginação para abordar assuntos tão mediáticos como o desprezo pelas necessidades reais, na vida real, das populações com suas crianças sem eira e suas escolas sem beira ou o facto de um zootecnocrata se ter juntado à administração do Hospital de Santarém.

“Mas, ó meu bom Sá de Miranda, calma! Tais aves também caem, ao contrário das tatuagens com que se mancham, a ponto de nunca mais, como deve ser, se possa delas dizer coisa limpa e lavada.” 

Coisa limpa e lavada é a minha dignidade. Aquela que o senhor colocou em causa quando escreveu este texto (em modo “Je suis Charlie”), ofendendo, criticando, e dizendo o que bem lhe apeteceu sobre uma opção de vida. Algo que não lhe diz respeito. O senhor fuma? Bebe? Joga? Teve sexo antes do casamento? Come carne? Como pessoa tatuada (ou suja, como diria o senhor) não quero saber! Cada um é livre se ser/fazer/dizer/escrever o que quer. Escrever isto foi uma escolha sua. Pensar isto é uma escolha sua. E não o julgo por isso; muito menos na contra-capa de um jornal regional. Mas eu entendo... A culpa não é sua! Afinal, a censura foi abulida... E assim também me parece que tenham sido os valores da sociedade. Respeito, senhor! Respeito pelas escolhas dos outros, e talvez o senhor venha a ser um bom jornalista.

 

Bem haja!

 

Cláudia S. Veiga

 

Depois desta, ainda não se confirmou que todos os sócios do jornal O Ribatejo se vão tatuar, mas pouco falta.

 

SN 

 


publicado por porabrantes às 13:42 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.03.15

facebook.png

Leia aqui o despacho de arquivamento da queixa de difamação apresentada pelo P. da Câmara de Santarém contra o director daquela folha e alguns jornalistas.

 

a redacção

 

qual será a misteriosa página do facebook?



publicado por porabrantes às 20:13 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.01.15

edite.jpg

 

 

 

o jornal que chamava inestimável ao Armando era o Ribatejo, a propósito não percam lá esta crónica do Dr.Eurico que está outra vez em forma (...): ''

Mas quero neste acto transmitir-lhe o que sempre vi nos mais de 50 anos de vida adulta e activa que tenho de Abrantes: os políticos de Tomar, como bons tomarenses, sempre defenderam os interesses de Tomar, com prejuízo directo por vezes das legítimas conquistas de Abrantes, mas os políticos abrantinos, frequentemente encabeçados por “estrangeiros” ignorantes dos problemas de Abrantes, acolitados por dois ou três oportunistas abrantinos, costumam interessar-se mais por si próprios (dinheiros, pó-pós de ricos, prestígio, penachos, etc.)  do que por Abrantes.

Com os acrescidos poderes que lhe dá o Secretariado do partido que provavelmente  estará no  Governo  daqui a um ano, se tal  acontecer terá Vª Exª que lavar a face de Abrantes do desprezo, dos insultos e dos escarros que sofreu recentemente com a extinção da sua Comarca e do seu Círculo Judicial, mas sobretudo com a transferência de grande parte das suas competências para Tomar(...)''

 

É o Dr.Eurico a desejar votos de Ano Novo à autoridade municipal

 

mn.



publicado por porabrantes às 22:29 | link do post | comentar

Sábado, 15.11.14

O Ribatejo faz 29 anos.

Como é o Ribatejo?

rib 1.png

 

rib 2.png

 

rib 3.png

 considerações acertadas na tese de Mestrado sobre o ''Ribatejo'' da Joana Margarida Carvalho, que se citam com a devida vénia.

Também é acertado o elogio das indispensáveis crónicas do Dr.Eurico Consciência.

São estes os pontes fortes da tese.

Pontes fracos são:  o estudo da evolução dos accionistas do Ribatejo, da sua estrutura do capital, da sua evidente ligação política inicial ao projecto bonapartista eanista,  e do sonoro fracasso da sua tentativa de implantação cá no concelho.

A Joana em vez de se basear só nas informações do Duarte, devia ter ido à Conservatória de Registo Comercial scalabitana ver in loco, como foi a história empresarial da gazeta.

 

Porque a Jortejo, dona do Ribatejo, esteve durante um tempo dominada pelo Grupo Lena e foi veículo para a compra do ''Jornal de Abrantes'' por 1 euro.

''A propriedade é da Jortejo, uma empresa do Grupo Lena, já detentora no distrito de Santarém do jornal 'O Ribatejo' e do mensário 'Negócios & Notícias', onde será feita a paginação do jornal, e também "alguns acertos que enquadrem a produção do mensário no conjunto dos títulos aí produzidos". Segundo disse Alves Jana, "este não será um jornal de actualidade fina, para isso existem os semanários e também a rádio (Antena Livre, também pertença do grupo), e nesta primeira edição não teremos ainda um número de arromba, mas uma edição que pretendemos normal, trazendo, no entanto, um trabalho mais desenvolvido dedicado às festas de Constância". "Os assinantes também vêm os seus interesses salvaguardados e até reforçados pois a partir de hoje passam a receber dois jornais. O renovado Jornal de Abrantes, agora em edição mensal, e o semanário O Ribatejo, jornal de âmbito distrital, com o mesmo preço de assinatura e com o compromisso deste último reforçar a sua informação semanal sobre a zona servida pelo Jornal de Abrantes", afirmou o responsável. Joaquim Duarte, director-geral da Jortejo disse hoje à Lusa que este é um projecto que "assenta essencialmente na publicidade, com uma tiragem mensal e gratuita de 15 mil exemplares distribuídos por Abrantes, pelos concelhos limítrofes e pelas superfícies comerciais, chegando assim a muito mais pessoas e localidades".

notícia da Lusa de 9-4-2009

 

E disse o Duarte mais, embora o tenha omitido à Joana, :

. "A Jortejo, a rádio Antena Livre, o Ribatejo ou o Jornal de Abrantes são todos filhos do mesmo dono - a Lena Comunicação"

duarte 2.png

 Aliás há outro estudo universitário de referência que analisa este negócios e esta peculiar forma de praticar a arte jornalística (1-Bastos, Zamith, Reis, Jerónimo, estudo citado no final):

rib 4.png

 

 

 Nessa época era boss do grupo o sr. Rebelo Santos, que chegou a gerente da Jortejo.

E depois, segundo o Mirante, a 14-3-2013, o grupo Lena bazava do capital do Ribatejo: ''O semanário O Ribatejo, também editado em Santarém, mudou igualmente de estrutura accionista nos últimos tempos. A Lena Comunicação, uma empresa do Grupo Lena, alienou os 83 por cento de acções que detinha na Jortejo. Como accionistas principais estão agora o advogado e fundador do título, Albertino Antunes, e o director do jornal, Joaquim Duarte, que são também os gerentes. Essa foi também a solução de recurso para evitar que o jornal acabasse, após a mudança de estratégia do Grupo Lena que decidiu abandonar a aposta na área da comunicação social.''

Na lista de cronistas do Ribatejo faltam as senhoras ou seja a Edite, autora desta tirada antológica sobre o seu colega na Assembleia Municipal, Manuel Dias,

mamuel dias edie.png

 Os nossos parabéns à Joana pela brilhante tese, embora se tenha esquecido da Senhora Dona Edite.

MA

créditos: foto do J.Duarte- O Ribatejo

               foto da crónica da Edite, publicada a 19-5-94, cá do blogue

              (1)  citação de:

media.png

 



publicado por porabrantes às 13:48 | link do post | comentar

Sexta-feira, 08.08.14

Estava para escrever que a Hália  estava sob vigilância do Banco de Portugal, mas afinal não é a Hália, é a Lena.

 

 

Entre as empresas ou grupos empresariais sob vigilância do Banco de Portugal por deverem muito dinheiro à Banca e terem risco de incumprimento estavam o BES, as empresas adjacentes do Grupo Espírito Santo, e uma empresa com sólidos interesses cá na terra, o Grupo Lena, que foi um interlocutor preferencial da CMA, no tempo do Nelson Carvalho, que chegou a sair à liça no Primeira Linha para defender este Grupo.

 

 

Nunca se viu outro autarca tão empenhado em defender um grupo privado.

 

 

Recordo alguns interesses do Grupo Lena cá no concelho:

 

 

 

 

U.Plátanos

 

Abrantaqua (40% )

 

Jornal de Abrantes, Antena Livre etc

 

''Entre as empresas alvo de auditoria no último trimestre do ano passado estiveram o Grupo Espírito Santo Internacional, o grupo SGC, a Prisa/Media Capital, a Impresa, a Controlinveste, a Ongoing, a Soares da Costa, a Sacyr, o grupo Lena, a Promovalor, a Artland e a Efacec, escreve o Jornal de Negócios.'' disse o Público em Fevereiro.

 

A Promovalor é a holding do Vieira e a sua queda pode arrastar o Benfica e quem sabe levar à venda do Estádio da Luz e da águia empalhada e da estátua do Eusébio em hasta pública.

 

Estou certo que o dr. José Falcão Tavares comprará a estátua da Pantera Negra, para meter no quintal.

 

 

O artigo linkado do Público é essencial para perceber a crise da ''Lena'' e é curioso que a ética D.Hália não o tenha transcrito na primeira página do boletim oficioso.

 

As pessoas têm o direito a saber a situação dum grupo económico altamente beneficiado pelos contratos camarários e nunca a ética Hália informou sobre os subsídios que recebe a folha e a rádio oficiosa.

 

Devia a ética Hália, como fez a Jortejo, do

 

 

 

Duarte & Lagarelhos, procurar outra solução empresarial e sair das garras da Lena, antes que a crise afecte irremediavelmente este Grupo?

 

É uma coisa sensata a considerar e os capitalistas socialistas  cá da terra, que já tiveram uma sociedade para negócios destes a meias com o Albano, deviam ponderar isso.

 

Há outra solução; fazer manifestações de massa contra a crise que afecta a Lena

 

 

 

 

como aquelas jornadas históricas de massas contra o cancro:

 

 

 

o título poderia ser

 

 

Não vamos parar

 

até recapitalizar a Lena!!!!!

 

m.noronha, sportinguista

 

 

créditos: U.Plátanos: Lena Imobiliária

 

Foto e CV do Duarte: tese de mestrado da Joana Carvalho 

 

Fotos da Luta Popular contra o Cancro:CMA



publicado por porabrantes às 13:19 | link do post | comentar

Segunda-feira, 21.07.14

A gazeta ribatejana do Duarte acaba de dar à estampa, diz o Editorial do Jaquim,  '' o estudo actualizado das 100 Maiores e Melhores Empresas do Distrito de Santarém''.

 

 

Dispara pois o Duarte o  foguetório com uma inabalável competência pirotécnica, capaz de  alucinar um  exímio oficial deste ofício, arte outrora típica da tão abandonada freguesia das Mouriscas.

 

 

Não fui ler o ''estudo actualizado'' deste ano. 

 

 

Fui antes ler o estudo, certamente já desactualizado, do longínquo ano de 2011.

 

 

E verifico que entre as 100, ''sólidas e robustas'' empresas que o ''Ribatejo'' destacava estava uma,  fundada por um carpinteiro abrantino, homem sério e empreendedor, que construiu o Teatro de São Pedro e o La Salle.

 

O homem que levantou a ''Construtora Abrantina'' foi Simão Marques dos Santos, a saga foi continuada pelo filho que levava o mesmo nome e que foi fundador dos Rotários Abrantinos. E também pelo Sr. Armando Boavida, genro dele, que foi fundador do PPD local, e ainda por outro genro, homem de esquerdas, o Sr.Amadeu Vasco.

 

Seguiram-se os netos , tudo gente séria e com visão. Os netos transformaram a Abrantina numa das maiores empresas da construção civil portuguesa e levaram o nome de Abrantes por todo o mundo. E venderam a empresa, quando estava  florescente.

 

Em 2011, regiam a empresa, outros, que se dedicaram com uma sólida visão empresarial a comprar gazetas com o mesmo afã compulsivo   com que certos coleccionadores de barretes de campino acumulam  esses barretes lá em casa.

 

 

Garantia o estudo ''de referência'' de 2011 que a Abrantina estava sólida e produzia grandes mais-valias.

 

A malta só quer perguntar ao Exmo Sr. Joaquim Duarte:

 

Onde é que anda agora a Abrantina?????

 

 

MA

 

 



publicado por porabrantes às 09:06 | link do post | comentar

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