Uma operação Marquês dez vezes maior diz Paulo Azevedo, criticando Carlos Magno da ERC
A liberdade de informação em perigo

A informação é de Paulo Azevedo, CEO da SONAE, dona do Público. Ou seja o fabuloso 44 queria entregar um dos melhores e mais independentes jornais lusos ao Barrocas para o transformar num órgão de propaganda.
Uma versão nacional do que se passa cá na terrra.
O programa de controle dos media por parte do tipo abrangeu, como se lembram ,outros episódios, como a tentativa de compra da TVI, onde a Manuela Moura Guedes o tinha desmascarado no caso Freeport e de novo o barrocal de Santa Catarina da Serrra lá estava metido até às orelhas.

Expresso.
Se o Público fosse um órgão de propaganda já estaria falido ou seria um pasquim como o cá da terra, e não traria artigos destes, onde o David Dinis desmascara as confusões trágicas da Constança.
Ler o artigo sem falta, o incêndio do Mação e o fracasso da protecção civil são lá analisados.
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