A moda de se citar a si próprio é cada vez mais deprimente quer seja em estudos universitários, quer seja em qualquer outro tipo de publicação ou ainda em qualquer evento. Mas citar-se a si próprio, sob pseudónimo, e incluir bibliografia para o povo saber que o homem leu muito e naturalmente tresleu, num ajuste de contas, é quase inédito.
Acabamos de descobrir o maravilhoso fenómeno transmontano usado para atacar o ....Pedro de Anunciação, jornalista e crítico gastronómico do ''Sol'' e antigamente cronista parlamentar do ''Expresso'', cunhado da Drª Ana Soares Mendes, directora da Nova Aliança.
Passo a transcrever a galegada:
 | JoaquimVaz1234 24.11.2013 - 17:51 | |
As descoradas Mães de Bragança Uma primeira consequência do movimento conflito, galgando fronteiras nacionais, nomeadamente por efeito de uma reportagem da Time em Outubro de 2003, como diz Pd’A. Curiosos vindos de Espanha e de outros países europeus passaram a frequentar Bragança e a desfrutar dos prazeres de «alterne» numa cidade tradicional que passou a estar no mapa das rotas do turismo sexual, também por efeito da sua localização fronteiriça. Uma segunda consequência foi a contra-maré de protestos reactivos em defesa das brasileiras e conversas, suspeitas e lamentos. Espiavam-se as listas de contactos e de chamadas dos telemóveis para fundamentar a crítica à suposta incapacidade das “pudicas mães” darem satisfação sexual aos seus maridos. Efectivamente, as brasileiras - ao que se diz – fazem um «trabalhinho» e sempre valem mais duas «para-esposas» de 30 anos cada uma do que uma «descorada» «mãe de Bragança» com 60 anos! «Só as tais Mães de Bragança é que se queixavam, e acusavam o bar e a prostituição de estar a esfrangalhar os lares locais. Longe de mim defender a prostituição. Mas como católico, sigo o ensinamento de Jesus e, ao contrário das Mães de Bragança e das autoridades que as seguiram, recuso-me a atirar a primeira pedra.»… Já que fala de uma metáfora dos ensinamentos de Jesus, será que «O Livro» não contém também preceitos contra o adultério e a prostituição? E não será que, o adultério é um crime? Quanto ao fundamento do problema – considere-se um flagelo ou não – Pd’A diz «nim»! Eu já suspeitava que Pd’A é católico! Católico à sua maneira, tolerando chulos proxenetas a viverem dó trabalho (perguntem a Inês Pedrosa se Sexo é trabalho) das prostitutas… O tema é das maior importância social e sobre ele se debruçaram numerosos estudiosos e sociólogos, não só em Portugal, como também no estrangeiro: Nomeadamente, - Maria Filomena Mónica, «A Evolução dos Costumes em Portugal, 1960-1995» - António Barreto, « Situação Social em Portugal, 1960-1995» - João de Pina Cabral, «O Homem na Família. Cinco Ensaios de Antropologia». -. Manuela Ribeiro, Manuel Carlos Silva, Fernando Bessa Ribeiro e Octávio Sacramento, «Prostituição Abrigada em Clubes (Zonas Fronteiriças do Minho e Trás-os- Montes. Práticas, Riscos e Saúde» - Comissão para a Igualdade e para os Direitos das Mulheres, - Octávio Sacramento, «’Vidas na Raia. Prostituição Feminina em Regiões de Fronteira.» Armando Fernandes, «Contrastes e Transformações na Cidade de Bragança:» 1974 Pedro d’Anunciação como sempre: um autêntico «pudim Flã»!''
Objectivamente andam por aqui ciúmes pelo facto do Pedro Anunciação ser amigo do Zé Quitério, e dos dois serem grandes críticos gastronómicos e não precisarem de viver de subsídios de câmaras laranjas.....
E ainda porque o Pedro criticou o Cavaco!!!!
Manifestamos a nossa solidariedade à Senhora Drª Ana Soares Mendes e ao Pedro.
A redacção
http://sol.sapo.pt/inicio/Politica/Interior.aspx?content_id=93159
leiam bem lá para o final o comentário do ''Joaquim Vaz''. O estranho é que a criatura, que se auto-cita, comenta um artigo da Lusa, a que o Pedro é alheio. É da idade......