
Ramo de plátano caído junto do parque infantil (em devido tempo doado pela CUF à Freguesia de Alferrarede, e parece que nunca registado a favor dessa autarquia, segundo informação do Coronel Chaves, ao tempo Provedor do Munícipe.)

Outra situação do género
As árvores precisam de manutenção, não precisam de destruição.
Quem gere um jardim tem de o cuidar e se os ramos caíram é porque quem gere o jardim não cuidou as árvores, cortando os ramos secos e pondo as crianças em perigo.
Já agora quem é a dona dos plátanos?
Na Conservatória de R.Predial quem figura como dona do espaço?
A CMA, a Lena ou a Freguesia?
Vamos perguntar.
Porque se os plátanos estão em terra da Lena, cabe-lhe a ela a manutenção e não à CMA.
Andar a gastar 9.000 euros para cortar árvores alheias é deitar dinheiro fora.
ma
imagens da srº D.Paula Forte no face
O Município destacou este ''evento'' numa Escola do Pego.
O Sr. Dr. Hélder Silvano, prestigiado professor de português e ex-Vereador da Cultura (onde se distinguiu fundando a OLA que regia o actual Presidente do Sardoal) resolveu paternalmente, com a sua bonomia habitual, corrigir este atentado à alfabetização dos miúdos (que só contribui para o elevado insucesso escolar), defendendo, num gesto cívico, a ortografia lusitana.
Tem o dr. Hélder toda a razão. Escreve-se ''história'' e não ''estória''. O Pego fica na Europa, ao lado do Casal Curtido e não no sertão de Pernambuco, ao lado da remota fazenda onde nasceu Lula da Silva. É certo que no Pego há caciquismo e o caciquismo abunda onde há analfabetismo (como em Pernambuco), Aí ainda há palmeiras, mas não há já plátanos no Pego porque um cacique teimava que as raízes dos plátanos lhe invadiam a canalização e o quintal.
(Mirante)
Se um destes miúdos pegachos
quiser escrever um conto, por exemplo '' A História do cacique careca que odiava árvores'' ou a ''A História da Bruxa que rogou a praga ao monstro mata-jardins'', deve fabricar a lenda infantil em português europeu e não em pernambuquês.
Anotarei ainda que era obrigação do Vereador da Cultura dr.Luís Dias ter respondido à justa crítica do Hélder Silvano, mas os da página do facebook municipal têm a falta de educação de não responder a coisa nenhuma.
Também era obrigação da CMA esclarecer os motivos do afastamento do Dr.Silvano de Presidente da Comissão do Centenário e não esclarecem coisa nenhuma. Deve ser da influência brasileira. Mas a Dilma por não esclarecer coisas, começa a caminhar para o olho da rua.
ma
fotos página da CMA; Mirante
a CMA diz que está pronta a ''requalificação'' do platanal capado à entrada do Pego
dizia o Vínicius de Moraes a propósito duma garota em Ipanema '' não vi coisa mais linda''

face a esta foto camarária só posso parafrasear o poeta '' não vi coisa mais bimba'', aconselho a ir ver o mobiliário urbano que lá meteram para o pessoal se assar ao sol do caloroso Verão abrantino
mas na requalificação esqueceram-se duma coisa, .... arrancar a palmeira.....
destoa a árvore no meio do deserto ....
lembramos a quem de direito que com uma grua dos bombeiros voluntários aquilo se arranca em cinco minutos e esperamos que aterre no telhado do cacique local destroçando telhas, beirados, mobília e restantes tarecos
seria a vingança dos plátanos pegachos......
aguardamos por ela
a redacção
foto: CMA
Crónica de maldizer – Barbaridades
Alguns autarcas divertem-se a cometer barbaridades com o produto dos impostos que pagamos. E será de questionar se, na crise que atravessamos, o jardim do Cruzeiro era uma prioridade.
Não se acredita, mas é verdade. Toda a gente sabe que as árvores são factores fundamentais de saúde: clorofila, oxigénio, sombras, etc. Os botânicos dizem-no e os médicos repetem-no há mais de cem anos, mas alguns autarcas portugueses ou são surdos ou analfabetos ou uns brutamontes (ou as três coisas ao mesmo tempo), porque atacam e destroem as árvores – por nunca terem ouvido nem lido nada sobre o dever de preservarem as árvores.
Não se acredita, mas é verdade.
O Pego é das mais populosas e interessantes freguesias do município de Abrantes. E junto da E.N. 118, que atravessa o Pego de ponta a ponta ou de cabo a rabo ou de fio a pavio, existe o Largo do Cruzeiro – que tinha três renques de sadios e vigorosos plátanos com condições para serem grandes árvores, condições sistematicamente contrariadas pela Câmara Municipal ou pela Junta de Freguesia, que periodicamente podavam barbaramente esses plátanos, torturando os desgraçados para lhes darem a forma de vassouras, para desespero dos que amam as árvores e sabem que as podas são para as árvores de fruto, que não para as árvores ornamentais – que devem deixar-se crescer, viver e morrer livremente, como seres vivos que são, só se podando ou cortando por imperativos sanitários.
Há anos escrevi sobre isso neste jornal. Os plátanos do Pego não ganharam nada com isso: os podadores continuaram a atacar os pobres dos plátanos – que são seres vivos mas não podem fugir dos autarcas que os maltratam nem dos podadores que cumprem as ordens daqueles matracas, perdão, autarcas.
Pois à fé de quem sou lhes digo, assevero e garanto (e juro até e sem fazer figas) que as torturas dos plátanos do Pego acabaram, porque os autarcas do Pego autorizados pelos da Câmara de Abrantes ou os da Câmara de Abrantes com o consentimento dos do Pego cortaram cerce, rentes, rasos os plátanos do Largo do Cruzeiro, para lá fazerem um jardim. Que certamente terá bancos onde ninguém se sentará no Verão por carência de sombras e um lago catita, cuja água, como se costume, ficará porca ao fim de 15 dias, com um repuxo que deixará de repuxar meses depois da inauguração oficial, solene, do jardim. Que com certeza terá árvores. Provavelmente tão raquíticas ou tão esbeltas como as que puseram nos estacionamentos do Hospital e do Tribunal – que nunca deram nem darão sombras capazes.
Alguns autarcas divertem-se a cometer barbaridades com o produto dos impostos que pagamos. E será de questionar se, na crise que atravessamos, o jardim do Cruzeiro era uma prioridade.
Bárbaros!
No Ribatejo, com a devida vénia
Esqueceu-se o Sr.Dr. Eurico Consciência de dedicar esta crónica de mal-dizer ao Sr.Dr. Gomes Mor, seu camarada na fundação do PS de Abrantes.
Bem, só vimos dizer isto por um mero sentido de justiça no desejo de que esse grande servidor da Justiça que é o Dr.Eurico repare este esquecimento involuntário.
Suzy
Segundo parece os plátanos fazem proliferar, assassinos alergias, especialmente se estão localizados, no largo do Pego, e segundo me confidenciou um observador clínico de ideias gerais até podem produzir queda do cabelo de modo que o mais conhecido político pegacho está careca porque vivia ao lado dos plátanos.
Vai daí e arrasaram-nos para prevenir que mais pegachos ficassem asmáticos e carecas como os cheques.
Não discutindo esta verdade científica que é tão evidente como que Maria de Nazaré aterrou numa azinheira para fomentar o turismo religioso na terra do Sr.Fonseca, venho pedir respeitosamente que arrasem os plátanos de Alferrarede para evitar epidemias e ainda que os políticos locais fiquem carecas.
Assim sendo solicito à CMA que mande cortar todas estas árvores daninhas

Jardim dos Plátanos -Alferrarede - Lena Imobiliária
E já agora quem foram os arquitectos/as que deixaram ficar estas árvores homicidas entre os humanos?????.
E mais solicito à CMA que a Urbanização se passe a chamar Urbanização dos Eucaliptos e que o Jardim fique a cuidado da Caima. Recordo que o aroma das folhas de eucalipto é muito bom para os problemas respiratórios e se calhar faz crescer o cabelo.
Miguel Abrantes

O Presidente da Junta do Pego, Sr. Moedas
o primeiro comment's deu erro e deve ter gralhas. Aqui vai o segundo no mesmo teor.
Os trinta munícipes reunidos na Junta de Freguesia do Pego para decidirem sobre o abate "selectivo" dos plátanos nem chegam a cobrir a numero dos trinta e dois plátanos abatidos, numero de populares que não parece representar os 2500 habitantes do Pego mas aqueles que seriam favoráveis ao abate parcial das árvores na medida em que a agenda da reunião seria orientada para os interessados nesse sentido.
Parece óbvio que nestes moldes e seguindo as vias democráticas em que este país se diz reger, o processo de remodelação do espaço "verde" mereceria um referendo orientado à população da freguesia.
Bem sabemos que retardaria todo o processo bem para além de Outubro de 2013 e os objectivos não seriam atingidos em conformidade com o desejado como também será este o momento mais oportuno, sabendo que o desemprego afligindo uma parte da população ficando as suas opiniões enfraquecidas e condicionadas na prestimosa administração pública onde se incluem evidentemente os organismos autárquicos, pois muitas vezes dela dependem ou nela laboram a titulo precário.
Vencido o estertor da surpresa sentida pelos 2500 contribuintes pegachos do IMI e afins, é voz corrente na freguesia que afinal não foram abatidos apenas dois ou três plátanos junto à paragem do autocarro e mais outros dois ou três junto ao oculista, como os causadores dos danos na calçada, conforme era a voz corrente, mas que afinal, arrasaram tudo.
Caro amigo:
Esta gente pensa que tem o rei na barriga. A lógica deles é o quero, posso e mando. Enquanto a verdadeira sociedade civil não se organizar, vão continuar na mesma.
Bem alguma coisa mudou,está aí a cara do homem que é o rosto ''objectivo'' do arranque dos plátanos, o que pratica a ''democracia directa'' com 30 amigos (quem sabe de voto de braço no ar, que é para se saber o nome do perigoso 'dissidente).
E aqui está o nosso protesto cívico contra o que achamos um abuso e uma estupidez.
Estamos no nosso direito!!!!
Não ponho aqui, outra vez a cara risonha da Paulina Pereira, poque terei de falar hoje ou amanhã outra vez dos bombeiros e dum bombeiro em particular.
Mas deixo aqui a pergunta frontal ao Sr.Moedas: há registo documental da tal reunião, cópia dos editais, registo das presenças e da forma como foi feita a votação????
No caso de não ter sido feita por voto secreto, pode o Sr.Moedas dar-nos os nomes dos 29 bravos que decidiram sem mandato popular arrancar os Plátanos do Povo?????
Ficamos à espera. E por último o nome de quem pediu um referendo por São Domingos consta na petição. E o Sr.Moedas foi eleito pelo partido que queria atacar São Domingos.
Abraço pá
Miguel Abrantes
A Câmara de Abrantes vai substituir 32 plátanos por árvores de menor porte de modo a evitar que voltem a aparecer danos no pavimentos, infra-estruturas, muretes, guardas e outros elementos existentes no largo do Cruzeiro, espaço que está a ser alvo de uma requalificação até Outubro. O corte das árvores, a 28 de Maio, provocou algumas manifestações de descontentamento mas, de acordo com o presidente da Junta de freguesia do Pego, António de Oliveira Moedas (PS), na reunião que esta autarquia levou a cabo, no ano passado, para apresentar o projecto de requalificação do espaço público _ e onde participaram cerca de trinta pessoas _ apenas uma votou contra o abate das árvores.
De acordo com informações da câmara de Abrantes, os plátanos vão ser substituídos por espécies com a dimensão adequada ao jardim, optando-se ainda por reduzir o número de árvores no local. "Para além de se efectuar uma alteração da base da palmeira existente - e que será mantida - a arborização do Largo contempla a plantação de três novas espécies arbóreas, entre dez castanheiros da Índia "Aesculus hippocastanum", seis "Prunus Serrulata Kanzan" e duas magnólia grandiflora", discrimina a autarquia em comunicado.
"Quem me conhece sabe que ninguém gosta mais de árvores que eu mas, neste caso, não havia mesmo outra solução. As raízes dos Plátanos, que são a sua base de sustentação, cresceram de forma exagerada e já não se podia passear no jardim, a pé ou com um simples carrinho de bebé, sem se correr o risco de tropeçar nas raízes", explicou a O MIRANTE o presidente da Junta de Freguesia do Pego.
Um dos cidadãos que contesta o abate, refere em defesa da sua posição, que "a generalidade dos plátanos estava, garantidamente, em boas condições de conservação e não constituía risco de qualquer espécie". Joaquim Gil Couvelhas pergunta se a requalificação do espaço não poderia ter sido concretizada "com o respeito pelas árvores abatidas". Segundo diz a situação ocorrida provocou uma "forte indignação e descontentamento" na população. Questionado sobre o assunto, o presidente da Junta reitera que a reunião feita para proporcionar às pessoas dizerem de sua justiça foi aberta à participação de todos e que, apesar de admitir que houvesse quem não gostasse de ver abater as árvores a maioria percebeu a necessidade de isso ser feito.
in Mirante
O Moedas resolveu explicar-se e mete os pés pelas mãos.
1-Diz que ele é a pessoa que gosta mais de árvores. Parece-me segundo o texto que o Sr.Gouvelhas gosta mais.
2- Diz o Moedas que fez uma reunião com o ‘’povo’’ para apresentar o projecto e apenas um houve um voto contra. Como foi convocada a reunião????
Por edital????
Ou por carta registada com aviso de recepção a cada eleitor pegacho para que pudesse participar??
3-O Projecto também era municipal e disseram aos Vereadores do PSD que só iam fazer uma substituição gradual das árvores: ‘’Sendo entendimento dos serviços da Câmara Municipal de Abrantes que os plátanos deverão ser substituídos, de forma gradual, por outras espécies adequadas às características do espaço em que se irão implantar. ‘’ (2010)
4- Portanto se os serviços técnicos achavam que a substituição era gradual, porque foi total?????
Por ideia do Moedas ou dos Serviços Camarários????
5- Diz ainda o Moedas que reuniu 30 populares e só um votou contra. Ora as decisões em democracia representativa tomam-se nos órgãos próprios na Junta ou na Assembleia de Freguesia e não em ajuntamentos de populares que nem sequer representavam 1% do eleitorado pegacho.
6-Se o Moedas queria consultar o povo a Lei permitia o recurso ao referendo popular. Se o Moedas não o convocou foi porque tinha medo de perder. Isto é que o povo votasse não ao corte dos plátanos.
7- Finalmente é extremamente curioso que os ‘’serviços da CMA’’ produzam no curto espaço de 3 anos estudos contraditórios: em 2010 não preciso nem aconselhável fazer uma razia total e em 2013 já era preciso. Terão sido os mesmos técnicos a assinar os ‘’estudos’’?
8- É o Sr.Moedas, membro da Assembleia Municipal . Já lhe ocorreu perguntar à Presidenta como morreu a heróica pegacha Paulina Pereira ou não é conveniente....?????
a redacção

O Presidente do Pego convidava no portal das feguesias : Venha descobrir o Pego
Portal das Freguesias
O Mirante foi lá (nós já lá tínhamos ido)
Mirante
''
"Foi com incredulidade e indignação que alguns moradores da freguesia de Pego, no concelho de Abrantes, assistiram no dia 28 de Maio ao corte indiscriminado de trinta frondosos plátanos, todos com várias décadas de vida e gozando de perfeita saúde localizados no Largo do Cruzeiro", um dos principais espaços públicos da localidade que até Outubro vai sofrer obras de requalificação. O relato, feito na primeira pessoa por um morador, dá conta que a medida provocou uma "forte indignação e descontentamento" na população que questiona se as obras não podiam ser feitas sem abater qualquer árvore.
"A generalidade dos plátanos estava, garantidamente, em boas condições físicas e não constituía risco de qualquer espécie, pelo que, no mínimo, sempre se poderá questionar se a anunciada requalificação do espaço não poderia ser concretizada com o respeito pelas árvores abatidas", refere o mesmo morador. in Mirante
O Moedas é naturalmente o responsável por acção ou omissão.''
Resta ao pegachos fazer pagar ao Moedas a façanha.
Não lhe dar troco nas próximas eleições.
Nem sequer uma gorgeta.......
SN
O lulu recusou-se a mijar.
A velha que dera banho ao cão, que lhe tirara as pulgas, que apanhara numa incursão para à canzana aliviar certa cachorra de Coalhos, ficou muito arreliada porque o Valentino se recusava a mijar.
A velha mudara o nome ao cão. Antes chamava-se ''Piloto'', mas como fora ao cabeleireiro para ficar com ''glamour'' para ir à Gala da Antena Livre, decidiu que dava ainda mais ''glamour '' ter um lulu chamado Valentino como o porquinho vietnamita da Paris Hilton....
Não urinaria o bicho porque não gostava de se chamar Valentino????
Faz chichi, Piloto, se faz favor !!!!- disse-lhe, tentando convencer o animal.
O lulu olhou em volta e não viu nenhuma das árvores onde habitualmente alçava a perna.
E continuava indeciso e perdido. Que era esta paisagem lunar???
Onde estavam os frondosos plátanos????
Onde estava a fresca sombra que o abrigava enquanto regava a calçada?
A rústica da dona também estava diferente. Uma inundação de laca moldava-lhe a cabeleira. Tinham-lhe despejado uma lata de tinta na cabeça. E o Piloto recusou-se a alçar a perna.
A dama perdeu as estribeiras:
Porra, Valentino mija!!!!!!
O Valentino, ex-Piloto, voltou a olhar .
Estava aflito mas não havia àrvore.
Como te atreves a ladrar a uma dama cheia de glamour, não te lembras que te fui buscar à ADACA?
Ainda mais furioso, o Piloto ferrou-lhe uma dentada numa perna.
E ainda quer o Senhor Aníbal Melo que as velhas comprem cães para se protegerem!!!!
Moral da História

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