Sábado, 13.07.19

O Prof David Gueiros Veira faleceu em 2017. Foi um dos grandes historiadores do Brasil, sendo a sua obra mais famosa, '' O protestantismo, a maçonaria e a questão religiosa no Brasil. Ed. Universidade de Brasília, Brasília 1980.''

davide

Durante o PREC passou uns meses em Lisboa e entrevistou políticos como Mário Soares, Vasco da Gama Fernandes, Isabel do Carmo, no que devia ter sido um projecto de história oral.

Em '' A Crise de Julho na Revolução dos Cravos: um diário da revolução portuguesa'', deixa-nos uma visão alucinante da crise de 1975, vista por um académico do país-irmão. Um texto entre memorialístico e jornalístico com muito interesse para a história da época. Um dia foi visitar os campos de refugiados de Angola, acompanhado por umas militantes do PS, que se dedicavam a apoiar os retornados.

E que contaram os refugiados?

violações

o texto está on-line na PUC (Pontifícia Universidade Católica de S.Paulo ) ou no Centro de Documentação  25 de Abril da Universidade de Coimbra.

mn

 

 

 



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Terça-feira, 16.04.19

O ex-embaixador castelhano na ONU e diplomata acreditado em Lisboa,aquando do assalto esquerdista à Embaixada na Palhavã, diz que os socialistas pediram apoio ao Caudilho para poderem fugir de Portugal em caso de golpe comunista.

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mn

 


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Quarta-feira, 02.05.18

 

manuel lopes chefe

Numa entrevista ao Médio Tejo, o Manuel Lopes (aqui numa imagem RTP escoltando Cunhal quando este desembesta ferozes diatribes aos críticos do estalinismo, cuja face mais visível ,em Abrantes, era o dr. Rolando Silva) faz umas revelações interessantes sobre o PREC.

Vamos comentá-las, mas agora vamo-nos concentrar nesta ''ocupação'' de que se gaba o homem.

Segundo as declarações só conseguiram ocupar uma casa que estava devoluta, propriedade da ''senhora Julieta Farinha Pereira''.

O edifício propriedade da D.Julieta era este:

casa dr. orlando

 

Nele vivia, num andar arrendado, o Dr.Orlando Pereira, subchefe local do PCP, porque a chefa era a mulher, Senhora D. Fernanda Corte Real e Silva Pereira, que na época ainda não era licenciada, porque se formou depois de Abril.

Era a ''chefa'' da quase ausente estrutura comunista local e segundo Eurico Consciência '' mais sectária que Cunhal e Brejenev juntos''.

Quem era a única vítima do Manuel Lopes, o OKUPA????

julieta

É a senhora à esquerda da Tia Mary Lucy.

Julieta Farinha Pereira, mulher duma ampla cultura, incorrigível fumadora, era filha de António Farinha Pereira, que fora um dos mais importantes dirigentes republicanos abrantinos, e que ao longo da sua vida manteve uma inquebrantável fé em que a Ditadura cairia.

( ver aqui artigo de AFP na ''República'')

content

O Carlos Ferrão ainda, em 1963, neste livro evocava essa fidelidade a um ideal liberal....

E o velho Farinha Pereira morrera em 1947.....

O irmão de Julieta Farinha Pereira, o Fernando padecera a cadeia por liberal e maçon, e na cidade proliferavam casas vazias e fascistas, mas o prédio que a D.Julieta erguera, com as suas economias, em vez de ir investir em andares em Lisboa, seria o alvo dum homem que se gaba de ser ''amigo'' dum fascista notório, o Isidro Sequeira Estrela.

Lá impuseram em nome duma legitimidade da treta, o inquilino que quiseram à D.Julieta.

Em 1975, o outro inquilino, o Dr. Orlando Pereira era candidato pelo MDP e cobria-se de ridículo com uma miserável votação nas eleições para a Constituinte, porque um povo sábio viu que o PCP lhe estava a vender gato por lebre.

O MDP era o PC disfarçado.

O Dr.Orlando Pereira, que atravessava circunstâncias financeiras particularmente difíceis, foi nomeado para Notário em Lisboa. Para lá foi.

Era 1975. Ao longo de anos manteve a casa alugada desabitada em Abrantes, com a tolerância da D.Julieta.

Naturalmente a Comissão de Moradores não foi verificar se a Casa do Camarada Orlando estava vazia e se lhe devia ser dado destino mais útil.

Não se faz isso a um Camarada, especialmente se é um Chefe.....

A D.Julieta podia ter despejado o Dr.Orlando, mas achava que não se devia fazer isso, a um homem que atravessava circunstâncias financeiras delicadas e cujo filho padecia a cadeia por motivos políticos.

Também podia ter feito isto ao Manuel Lopes e aos ''okupas''

difamaçao

Não fez, é lá com ela.

Mas ao ajudar a fundar o Colégio de Nossa Senhora de Fátima fez certamente mais que o Manuel Lopes por esta terra.

Já agora quando é que o Lopes nos conta como é que  o Vereador Campante  ''roubou'' umas metralhadoras para ajudar a montar uma ditadura, que seria dez vezes pior que o fascismo, nesta terra????

ma

 

recorte : Tal e Qual

foto do julgamento por dimafação do executivo da CMA por queixa do Anacleto, em que o Manuel Lopes e os outros réus pediram humildemente desculpa ao queixoso. A crónica do Ferreira Fernandes sobre isto é ''imperdível'' ........



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Domingo, 29.04.18

horácio mourão de sousa

 ''- Regimento de Infantaria de Abrantes, elementos coligidos pelo Tenente do SGE - Horácio Mourão de Sousa, do RIA em Ago/76. '

 

 

Muito interessante, fundamental para apuramento de responsabilidades.

 

Agradecemos a um oficial comando a oferta duma cópia

 

O sr. dr. Eduardo Ferro Rodrigues certamente gostaria de ler

 

mn

 

  

 

 



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Terça-feira, 24.01.17

carta secreta.png

Explore os arquivos da CIA

 

A carta de Henry Kissinguer, Secretário de Estado ao Presidente Ford, de 1974, diz que Portugal estava na mãos dos comunistas e socialistas de esquerda. Enganou-se.

Aos 90 e alguns, o judeu alemão é um dos conselheiros mais escutados por Trump.

 

ma

 

 


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Quarta-feira, 26.10.16

O Féfé deu uma entrevista ao Expresso, a armar em estadista, repescamos do nosso arquivo umas coisas que o Presidente da Assembleia da República não esclareceu:

 

''Curriculum de Ferro analisado à lupa

Contemporâneo de faculdade contesta menções, datas e omissões

7 de Fevereiro de 2008 às 15:45 Judite França

0

O curriculum de Ferro Rodrigues esteve esta quinta-feira a ser examinado à lupa, no processo de difamação interposto pelo ex-ministro contra Ferreira de Sousa, no âmbito da Casa Pia. Nesta segunda sessão de julgamento foram ouvidos Joaquim Aguiar e Ramos Silva, colegas de faculdade dos tempos de juventude de Ferro e Ferreira de Sousa, agora presidente do Centro Interdisciplinar Estudos Económicos. Ferro recusa ter exercido «pressões» O processo remonta a 2004, quando Ferreira de Sousa disse, ao Correio da Manhã, que o então ex-ministro do Trabalho sabia dos abusos praticados na Casa Pia, e acusou-o de ser «um grande mentiroso», «inapto para qualquer cargo público». O economista garante que em 1994 contou a Ferro, Paulo Pedroso e Vieira da Silva, que Osvaldo Moleirinho, antigo funcionário do CIDEC, tinha-lhe contado ter sido abusado sexualmente na instituição, enquanto foi lá aluno. Segundo Ferreira de Sousa, Ferro Rodrigues mente, quando alegou desconhecer o que se passava na Casa Pia, e mente ainda «no seu passado e no seu curriculum». A sessão desta quinta-feira decorreu com a audição de testemunhas arroladas pela defesa na tentativa de provar que o ex-ministro do Trabalho não foi presidente da Associação de Estudantes do ISEG, no ano lectivo de 1969/1970, facto mencionado numa biografia publicada no site do PS e num artigo do Público. Joaquim Aguiar, assessor político de Ramalho Eanes e Mário Soares em Belém, foi contemporâneo do arguido e de Ferro Rodrigues, no ISEG, e garantiu ao tribunal que o ex-líder do PS não ocupou a presidência da associação de estudantes nesse ano «marcante» para o movimento estudantil. «Foi Ferreira de Sousa quem liderou a associação». Para Aguiar, esta diferença no curriculum é tão grave quanto a ausência de menção ao 25 de Novembro de 1975. «Foi difícil ganhar o 25 de Novembro. E houve quem ganhasse e quem perdesse», disse, referindo-se a Ferro Rodrigues que, segundo Aguiar, a prestar serviço militar no quartel de Abrantes, optou pelo «Documento COPCON», que defendia o poder popular. Ferro Rodrigues foi de facto líder dos estudantes, mas só no ano de 1971/72, quando o primeiro embate dos estudantes contra a forma como as aulas eram leccionadas tinha sido já alterada. Questionado sobre se a biografia poderia ter sido alterada propositadamente, fazendo «aproveitamento político» desta referência, Joaquim Aguiar diz não ter conhecimentos sobre a questão, mas garante que «as operações de cosmética são normalmente feitas ao espelho» - e que a «maquilhagem», usada no curriculum para «recriar o ambiente da época», é «sempre vista pelo próprio». Porque para Joaquim Aguiar «não é indiferente ser presidente entre 1969 e 1970 ou 71/72. Para interpretar estes 30 anos será fundamental» saber quem esteve na linha da frente nesse ano de 69. Questionado sobre se pode ter havido um engano nesta referência no curriculum, Aguiar afirmou que «a questão de 69 estava a ser escamoteada, como foi também a posição de Ferro Rodrigues no 25 de Novembro de 1975» ou mesmo a sua importância na criação da UGT. A defesa arrolou ainda outro colega dos tempos de faculdade, que fez parte da direcção da associação de estudantes com Ferreira de Sousa, garantindo que nessa época Ferro Rodrigues não estava à frente da associação. Joaquim Ramos Silva, professor universitário, admitiu também que «do ponto de vista histórico» estar na associação em 1969 é mais importante do que na década de 70. Nesta segunda sessão do julgamento, a defesa tinha arroladas como testemunhas, Saldanha Sanches e Maria José Morgado, mas os dois não foram notificados pelo 6.º Juízo Criminal de Lisboa por alteração de morada.''

 

devida vénia à TVI

 

mn

 



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Quarta-feira, 13.07.16

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D.Lisboa 7-12-1974

 

O eng. Mário Cardoso dos Santos seria depois da Administraçao da empresa por parte do Estado

Resolução 19/77

Por resolução de 19 de Dezembro de 1974, publicada no Diário do Governo, de 20 do mesmo mês e ano, deliberou o Governo intervir na Metalúrgica Duarte Ferreira, S. A.

R. L., de modo a assegurar a continuidade do funcionamento daquela unidade fabril e, consequentemente, o trabalho de cerca de 2500 pessoas e, pelo mesmo acto, ao abrigo do n.º 1 do artigo 3.º do Decreto-Lei 660/74, suspendeu a administração da Metalúrgica Duarte Ferreira e nomeou em sua substituição uma comissão administrativa.

Por resolução de 7 de Janeiro de 1976, publicada no Diário do Governo, de 16 do mesmo mês, definiu o Governo as linhas de orientação para o saneamento financeiro da empresa.

As alterações da conjuntura desde então verificadas evidenciaram, porém, a necessidade de soluções que, proporcionando a resolução do problema da empresa, contribuíssem também para a restauração do clima de confiança entre os agentes económicos (fornecedores, clientes e instituições financeiras) não só no âmbito desta empresa, mas também pelas repercussões delas decorrentes, no próprio âmbito nacional.

No desempenho do mandato conferido pelo Governo à comissão administrativa da Metalúrgica Duarte Ferreira, que determinava a apresentação de um relatório equacionando os principais problemas da empresa e propondo as soluções achadas por mais convenientes, foram apresentados pela comissão administrativa diversos trabalhos que apontam para a reconversão da empresa, nos quais participaram activamente os trabalhadores, decididamente empenhados e confiantes no êxito das suas propostas, que incluem estudos económico-financeiros e um planeamento dos fundos necessários, e que envolvem o lançamento de projectos de fabrico nacional de tractores, de máquinas agrícolas e de camiões.

As análises feitas confirmam que a empresa não poderá subsistir sem reconversão; a cessação das actividades da empresa não interessa a ninguém; a reconversão proposta, pelo contrário, é interessante sob muitos aspectos (assegura postos de trabalho, dinamiza a actividade económica regional e nacional, contribui para o equilíbrio da balança de divisas), mas assenta em pressupostos que suscitam algumas dúvidas.

Tem-se como certo que a reconversão se não fará senão com uma actuação coordenada do Estado, da empresa, da banca e um grande empenhamento dos trabalhadores da Metalúrgica Duarte Ferreira.

Em face do exposto, o Conselho de Ministros, reunido em 20 de Dezembro de 1976, resolveu:

Nomear uma comissão tripartida, composta por:

Engenheiro Mário Cardoso dos Santos, em representação do Ministério do Plano e Coordenação Económica;

Licenciado Francisco Sousa Leite, em representação do Ministério das Finanças; e Licenciado José Melro Félix, em representação do Ministério da Indústria e Tecnologia;

que terá como atribuições a análise dos trabalhos já elaborados e recomendação, com base nos mesmos, do esquema de saneamento económico-financeiro e outras medidas que devam acompanhar a cessação da intervenção do Estado;

Incumbir a comissão administrativa da Metalúrgica Duarte Ferreira de negociar com os trabalhadores os termos de um contrato-programa relativo aos diversos aspectos da actividade da empresa para os próximos quatro anos;

Incumbir a comissão administrativa da Metalúrgica Duarte Ferreira de negociar com o consórcio bancário um contrato-promessa de mútuos sucessivos, condicionado ao cumprimento do contrato-programa, em que se definam as garantias a dar por todos os intervenientes e, designadamente, pelo Estado;

Definir a data de 30 de Janeiro de 1977 como limite para a execução das acções referidas;

Aprovar o aumento do plafond dos avales a conceder pelo Estado de mais de 100000 contos, valor que se considera suficiente para assegurar o funcionamento da empresa até à data acima referida.

Presidência do Conselho de Ministros, 20 de Dezembro de 1976. - O Primeiro-Ministro, Mário Soares.''

 

in tretas org

 

A intervenção na empresa por parte do gonçalvismo em 1974 visou objectivamente a colectivização e a gestão do Estado falhou estrepitosamente.

Deviam construir um busto ao Vasco Gonçalves ao lado do Comendador e outro ao Campante

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 mn

 

 



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Segunda-feira, 04.07.16

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Diário de Lisboa,

4-de Junho de 1974, Diário de Lisboa

ma

foto do Jornal de Abrantes de D.Agostinho



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entre os intelectuais estava um futuro Nobel e o pai do Miguel Tamén. O repúdio foi publicado no Diário de Lisboa, 2 de Junho de 1974

a redacção



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Sábado, 23.04.16

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 a redacção


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