Quinta-feira, 22.02.18

alimentos estragados

Estava à procura duma notícia do S.:Pedro, quando apareceu isto. Era quando havia jornais em Abrantes. Que saudades do Primeira Linha

ma 



publicado por porabrantes às 22:25 | link do post | comentar

Domingo, 15.01.17

A Dona E. E. era chefa PS da Câmara de Sintra, quando lhe saiu um fadista, D.Nuno, à estacada.

Disse D.Nuno : '' (...) “porque eu afirmei e continuo a afirmar que Sintra, a Câmara de Sintra, é das mais corruptas do país, é uma verdade do senhor De La Palisse”.''. (...)

Era no programa do Herman.

Respondeu a Dona E.E. : (...)'' Como sabe são acusações muito graves” (...) “E quem diz que uma Câmara é a mais corrupta do país tem que o provar. Ou, se não, diz quem é...”.
S) Ao que o arguido (NP) retorquiu: “Eu não disse que era a mais, disse que era das mais. É verdade. Toda a gente sabe”.
T) A assistente (EE) insistiu dizendo: “Se toda a gente sabe, você deve dizer isso para que as pessoas sejam julgadas e para que não seja o justo a pagar pelo pecador”.
U) A esta interpelação o arguido respondeu: “Venha ele. Venha o processo crime
. (..)

 

O arguido era D.Nuno da Câmara Pereira, fadista, episodicamente político, descendente directo de Vasco da Gama, ( o homem que comprou o senhorio da Vidigueira, porque o mais abrantino dos Reis, D.Manuel não o queria fazer Conde, por forreta) e de Pedro Álvares Cabral. Já agora também descendente da Infanta D.Isabel Maria e do Duque de Loulé, o homem mais bonito do seu tempo.

A EE era a cacique socialista,  Edite Estrela.

Não fazemos a árvore genealógica da cacique.

D.Nuno também disparou numa entrevista ao jornal ''Crime'', ''   «O equilíbrio entre o homem e a natureza que se está a destruir dia após dia. Desde a Praia das Maçãs ao Palácio de Monserrate que há quatro anos que parece uma asa delta (e (EE) faz parte da pomposa Liga dos Amigos de Monserrate e ainda não se fez nada). A vila de Sintra é um caos. É uma das Câmaras mais corruptas do País. Os festivais de música são uma charada, a cultura é uma mentira (ainda havia alguma cultura popular quando ela foi para presidente e agora está completamente liquidada), já para não falar do Cacém, Massamá, do betão que se constrói todos os dias e da «informa» do que se faz… Há placards que falam de jovens que fazem coisas… É mentira, não há jovens em Sintra. Nem sequer há um cinema. Como é que Sintra se pode afirmar? Que personalidade tem? Não há um sítio lúdico. A Praia das Maçãs tinha mais vida há trinta anos do que tem hoje…»(...)

 

Quem é que lhe fez a pergunta? A jornalista PS com esta questão:   O que falta em Sintra?».

 

Que à data da produção deste acórdão trabalhava no saudoso ''Primeira Linha'' .

 

   (...) A arguida (PS) é jornalista no jornal Primeira Linha, em Abrantes, e tem um ordenado mensal de € 500,00; não tem pessoas a cargo (...)

 

A presidenta fez por uma vez o que prometera. Meteu o assunto em Tribunal, argumentando que a ofendiam a ela e também a pessoa colectiva ou seja à Câmara.

 

Curiosamente foram arguidos D.Nuno, a jornalista PS, o director do ''Crime'' e não o foi Herman José, seria despautério demais.

 

A queixosa disse que as críticas de D.Nuno lhe tinham feito perder votos, e de facto perdeu as eleições para o Dr. FS (por acaso amigo meu). O Doutor FS era testemunha no processozinho e réu noutro processo cível por ter dito coisas semelhantes às porque vinha acusado D.Nuno.

 

Já vi meter uma queixa de injúria agravada em Abrantes, por medo de perder votos.

 

Nos casos de corrupção referidos uma testemunha, , mencionou uma empresa do benemérito João Pimenta. ''   (...)- o depoimento de (P), industrial de construção civil que vive em Sintra há cerca de 60 anos.
Disse que as empresas J. Pimenta (grupo de construção civil a que preside) apresentaram plano de alterações ao projecto de doze moradias em habitação de edifícios no Monte Abraão por volta de 2000 e foi reprovado um aumento de cerca de 100 mil m2.
Mais tarde soube que foi aprovado a alteração do mesmo plano de urbanização de doze moradias para 11 edifícios de oito a dez pisos o que corresponde a um aumento de 400% com um valor superior a dois milhões de contos.
''.(...)

 

A Presidente PS perdeu na primeira instância. Houve absolvição geral. Recorreu. A Procuradora Adjunta da República disse e bem: '' “sendo as afirmações de (NP) de molde a afectar a credibilidade da Câmara Municipal de Sintra e a consideração da assistente enquanto política, as mesmas devem ser qualificadas como encontrando-se no âmbito do exercício do direito de liberdade de expressão e que o modo desse exercício e as consequências dele não autorizam ingerência sancionatória penal.”
Pelo exposto, emitimos parecer no sentido da improcedência do recurso.”

 

A Dona Edite Estrela perdeu o recurso. Confirmou-se a absolvição do fadista, da jornalista do ''Primeira Linha'' e do director do ''Crime''. 

 

Convém dizer que o Tribunal reconheceu que a jornalista do PL cumpriu rigorosamente todas as regras da profissão.

 

Moral da história: Quando políticas atafulham tribunais com processos destes, o que parece que querem é limitar a liberdade de expressão e a crítica política. Ora devia haver punição para actos destes.

 

ma

expressões entre aspas '' acordão da Relação de Lisboa de 20/01/2009'', sendo relator o Desembargador Ricardo Cardoso. Leia o acordão todo.



publicado por porabrantes às 19:15 | link do post | comentar

Quinta-feira, 07.01.16

abuso sexual menor vera rolando cria.jpg

artigo de Vera Inácio e do dr. Rolando Silva no Primeira Linha

 

A Vera formou-se em Comunicação Social no IPT, fez estágio curricular na CMA , trabalhou no saudoso ''Primeira Linha'', de que era director o dr. Rolando,  e trabalha agora como vendedora numa Loja Meo

 

A capa do PL para este triste assunto foi esta

 

Não me convencem as explicações dadas pelo CRIA então.

 

E parece-me cada vez mais necessário em Abrantes, um jornalismo independente como se fazia sob direcção do dr. Rolando.

 

Amanhã divulgaremos a versão do Correio da Manhã.

 

Devida vénia à Vera que divulgou  o seu artigo.on-line.

 

mn



publicado por porabrantes às 21:53 | link do post | comentar

Sábado, 22.11.14

a) a Engenheira Elsa Jofre é minha amiga

b) Quem foi o autarca que insultou a Engenheira no Primeira Linha e escreveu um artigo a defender a Lena, enquanto um autarca colega dele metia a mão na massa?

c) Quem foi a arquitecta que aprovou os projectos da Lena?

ma



publicado por porabrantes às 15:40 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Segunda-feira, 19.11.12

   

 

 

 

 

A prosa como se vê é excelente, o recado evidente (e nós também estamos a responder a um recado), as razões óbvias, a situação persiste dez anos depois (a prosa do doutor é de 8-8-02 e foi publicada no jornal do snr. dr. Pedro Marques e família), a paralisia dos órgãos deontológicos da Ordem conhecida (por exemplo um arquitecto duma Câmara vizinha constituído arguido parece-me que nem sequer foi suspenso), a política da Ordem de alojar secções locais em edifícios cedidos pelas autarquias (caso abrantino) corta-lhe a autoridade para fazer ouvir a sua voz, os organismos de controle estatais estão paralisados ou foram abatidos (IGAL), a imprensa local é muitas vezes um apêndice do poder autárquico.

 

 

Mas não há rapazes maus, diz o dr.Eurico, citando o Padre Américo.....

 

O Padre Américo educava gaiatos (criou a Casa dos) não se ocupou das gaiatas, senão teria dito, bondoso, que também não há gaiatas más...

Voltou o dr. Eurico ao assunto mais tarde....Talvez saia aqui a reprodução das  avisadas palavras....

 

Porque a situação persiste e se agravou.....

 

Para amenizar a prosa vai uma foto camarária do Castelo de Abrantes

 

 

 Ao fundo oculto pelo único troço ameado da muralha  está Santa Maria do Castelo onde jazem os Almeidas.

 O Doutor Candeias certamente diria que não houve Almeidas maus nem traidores....

 Lamentamos desiludi-lo, um Almeida entregou Ceuta aos espanhóis em 1640......

 

 Miguel Abrantes 

 

 

 PS-Prosa publicada no falecido ''Primeira Linha'' na data referida



publicado por porabrantes às 11:29 | link do post | comentar

Quarta-feira, 09.05.12
(.....) o  Pedro Marques escreveu isto a em 19.04.2007 na edição impressa de «Primeira Linha» e depois aqui

Há gente que não dá nada; há gente que partilha. Há ainda aqueles que “dão um chouriço a quem lhe der um porco”.
Vem isto a propósito das medalhas de mérito municipal que este ano vão distinguir, em Abrantes, três personagens ilustres.
Um deles é o Arquitecto Duarte Castelbranco. Homem de grande percurso profissional e académico (formou-se com 20 valores!), ofertou parte do seu trabalho ao Município, sobretudo projectos e trabalhos que foi desenvolvendo ao longo da sua vida. Tem vasta obra física realizada no concelho, em especial na cidade, mas o seu legado é nacional. A sua indigitação recolheu votação unânime na reunião de câmara, por voto secreto. Talvez este reconhecimento até já pudesse ter sido registado no passado.
Outro é o senhor João Estrada. Vai permitir a criação do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, que integrará um Centro de Investigação em Arqueologia. As peças expostas serão definitivas, o que significa que a Fundação Estrada, que o homenageado dirige, coloca as peças para exposição para sempre.
Por fim, o escultor Charters de Almeida, que doou parte do seu espólio artístico ao Município, não sem que antes (ou ao mesmo tempo) o Município lhe compre uma escultura para ser colocada no espaço ribeirinho, no Aquapolis, na margem norte. Dizem que é descendente da família dos Almeidas. Daí a sua ligação a Abrantes.
O que têm em comum os homenageados? Todos deram algo ao Município. Por outras palavras, são homenageados (recebem o chouriço) em troca daquilo que deram (seja meio porco, um porco inteiro ou mesmo uma vara de porcos).
Não está em causa o que deram à comunidade, ao concelho, à cidade de Abrantes. Deram, por certo e essa sua atitude é louvável. Aparentemente serão homenageados pelo que deram ao Município de Abrantes, aquela entidade a que nos habituámos chamar Câmara Municipal de Abrantes (não é a mesma coisa, mas enfim, assim é mais fácil de entender).
É assim a política em Abrantes. É assim que vamos distinguindo os nossos ilustres cidadãos de mérito municipal. Não estou contra os homenageados mas contesto a forma como a maioria gere estas singelas comendas municipais.
Não digo que o reconhecimento que vai ser feito não seja justo. Provavelmente será justo, mais num caso do que noutros. O que digo é que aparenta ser merecedor desse reconhecimento quem dá algo que o Município aceita receber.
Com toda a franqueza, não é fácil aceitar esta mercantilização de um gesto que deveria ser, acima de tudo, de justa homenagem pelo que fizeram em prol da nossa comunidade.
Quantos abrantinos há que deram já tanto de si e não viram o seu amor e apego à terra ser reconhecido?
Posso dar alguns exemplos, correndo mesmo o risco de ser injusto para alguns e até criticado por outros.
Já no passado fiz parte de um grupo que propôs, sem sucesso, o nome de vários abrantinos cujo trabalho político, na sequência do 25 de Abril, justificava o reconhecimento da comunidade: José Vasco (médico e político), Daniel António (comerciante e político) e Elísio Moura (presidente de Junta de Freguesia), este último proposto ainda em vida.
Mas há muitos mais que, em meu entender, por tudo o que já fizeram por Abrantes poderão merecer semelhante distinção: Eurico Heitor Consciência e José Amaral (ambos advogados), Apolinário Marçal (empresário), José da Graça (sacerdote, penso que até já foi distinguido mas não tenho a certeza), Santos Lopes (escultor), António Rodrigues (autarca de Vale das Mós), Fernando Simão (empresário e homem de obra social), entre outros, cada um na sua área, cada qual com a sua profissão, todos com trabalho à vista na nossa comunidade. Há vários homens e mulheres de bons que não deram nada à câmara mas, sentimo-lo, deram à comunidade.
De uma coisa tenho a certeza: nenhum deles precisou de dar obra física ao Município para merecer ser distinguido. O que muitos fizeram, com horas de trabalho oferecidas, literalmente, à comunidade, com sentimento comunitário de altruísmo, de empreendedorismo, de arrojo, de inovação, faz-nos pensar se atribuir medalhas de mérito a três pessoas nas mesmas circunstâncias (“deste-me património, toma lá a medalha”), cheirando mais a mercantilização da “comenda” do que a acto genuíno de reconhecimento, não fará criar a sensação, nos homenageados, de não ser esta a forma que algum dia sonharam (se é que o fizeram algum dia?) de virem a ser homenageados pela cidade de Abrantes.
A atribuição de medalhas de mérito deveria ser um motivo de festa, de alegria, de reconhecimento desprendido da comunidade pelo esforço de alguns para o engrandecimento da nossa comunidade. O que é diferente da apreciação material sobre o património tangível que nos deixam para museus e espaços de exposição.
Mercantilizar as medalhas de mérito corre o risco de diminuir a homenagem que se pretende fazer. E, ao fazê-lo, prestamos um mau serviço à comunidade e aos próprios homenageados. Poderei estar a ser injusto? Talvez.
Mas, afinal, quais os critérios que ainda subsistem para a atribuição da Medalha de Mérito Municipal?
(Disponível em 19.04.2007 na edição impressa de «Primeira Linha»)

 

Não era melhor terminar com esta palhaçada das medalhas????

Só serve para enxovalhar gente meritória.

 

 

Excepto o Graça que só merece a ser devolvido a São Facundo na opinião do Sr.Marcello de Noronha

 

Querem dar prémios ????

 

OK......

 

 

Podiam seguir o exemplo do Dr.Esteves Pereira que quando foi Presidente da CMA criou uma concurso para gajas boas.....

 

Chamava-se a Rainha do Tejo e naturalmente também houve bronca na selecção da miúda boa...

 

 

Miguel Abrantes, candidato ao Júri de Miss Trombinhas 2012

 



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