Terça-feira, 23.10.18

131495753“la hospitalidad de la familia, el descanso y relax que ofrece el hotel”

  • “Gente super super amable,viajo en moto,el dueño es motero,la hija muy amable...nos trataron de 10”
  • “Es un alojamiento muy tranquilo y con una atención exquisita por parte de su propietario, José Alberti. ”
  • “La casa solariega es una maravilla. D. José su propietario te trata como alguien más de la familia. El desayuno es excelente. las habitaciones cómodas y muy amplias así como los cuartos de baño. D. ”
  • “La cama era cómoda Aunque lo que más destacaría es la atención del personal, el dueño, Sr. ”
  • “La casa se encuentra en un lugar muy tranquilo, ideal para descansar. Todas las personas con las que tratamos fueron de una gran amabilidad”
  • “Amabilidad del personal. Desayuno. Lugar muy tranquilo adecuado para estancias de descanso.”
  • “El dueño es muy agradable y atento. Hizo todo lo posible por hacernos agradable nuestra estancia.”
  • “Lo mejor de este lugar es su anfitrión. Nos recibió con mucho cariño y amabilidad. Jose es un cielo de persona, estuvo en todo momento preocupado de que nos encontrásemos como en casa. ”
  • “El entorno es muy agradable y el edificio magnífico”

josé alberty

 

 

La casa solariega es una maravilla. D. José su propietario te trata como alguien más de la familia. El desayuno es excelente. las habitaciones cómodas y muy amplias así como los cuartos de baño. D. José nos llevó hasta la finca de un familiar suyo con el que yo tenía relaciones de trabajo. Absolutamente recomendable. Increíble la ciudad de TOMAR una de las grandes desconocidas de Portugal.

 

 

Jaime

 

 

 

Se alojó en Octubre de 2018

 

Lido no booking

 

 

mn



publicado por porabrantes às 09:30 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.07.18

O património classificado está como se sabe nesta terra. Mas quando um proprietário queria recuperar e manter um imóvel único como a Quinta de Coalhos,o Carvalho, a Isilda e a tropa laranja recusavam qualquer apoio....

 

Ah já me esquecia faltava a Isabel Cavalheiro,

 

''José António Milheiriço Correia Y Alberty – residente em Quinta de Coalhos, em Pego, solicitando isenção ou redução do valor a pagar, relativo à licença para execução de conservação e recuperação da Quinta de Coalhos, em Pego, devido ao facto de a licença se referir a obras de recuperação em património classificado de interesse municipal e ao reduzido volume de obra abrangido pela licença solicitada. – 531/00

 

Deliberação: Por unanimidade, deve proceder-se à audiência escrita do interessado, nos termos dos Artigos 100º e 101º do Código do Procedimento Administrativo, dando-se-lhe conhecimento do sentido provável da deliberação final, que consta:

 

Indeferir o pedido, por não ser enquadrável em qualquer dos casos previstos no Regulamento de Licenças e Tabela de Taxas.

 

Pode o interessado pronunciar-se no prazo de 10 dias, podendo consultar o processo nos serviços municipais, na Praça Raimundo Soares, entre as 9.00 e as 16.30 horas.

 

Nada sendo dito, é esse o teor final da deliberação produzindo os seus efeitos definitivos após o decurso do referido prazo.''

 

acta de 12-5-2003

 

mn

 

ªª

 

 



publicado por porabrantes às 19:00 | link do post | comentar

Quarta-feira, 07.06.17

bela alberty 2.jpg

 

Há um ano deu-se aqui notícia do falecimento da Senhora Dona Mira  Godinho. Um ano depois a Parca levou a sua filha Senhora Dona Isabel Falcão Farinha Pereira Godinho , casada com o nosso amigo Zé Alberty e mãe da nossas queridas Ana Mafalda, Rita, Maria e Francisca.

A falecida era irmã da D.Teresa Godinho, casada com o Prof. Doutor Maximino Leitão.

A Bela além de ser uma grande senhora das famílias tradicionais abrantinas, era enfermeira de profissão.

Foi ela a dirigente da montagem do Serviço de Enfermagem do Hospital Distrital de Abrantes, quando este iniciou os seus serviços, ao mesmo que o dr. Luis Moura Neves Fernandes era o seu director clínico.

 Depois de muitos anos ao serviço dos doentes, com grande qualidade técnica e enorme abnegação, reformou-se mas não ficou quieta.

A Bela restaurou a quinta familiar de Coalhos, num grande trabalho conjunto com o seu marido, salvaguardando um exemplar único da ‘’Arte Nova’’ no concelho e mostrando a importância cultural de salvar as velhas Quintas abrantinas.

Transformou a Quinta de Coalhos numa unidade exemplar de turismo de habitação, caracterizada pela hospitaleira arte de bem receber, onde o seu ‘’savoir-faire’’ deixou marcas inolvidáveis a quem por aí passou.

Até nisso foi uma precursora, as outras unidades importantes de turismo de habitação que recuperaram Quintas históricas, como o Solar de Alvega vieram depois e seguiram a peugada da restauração da Quinta de Coalhos.

Também não abandonou o Hospital apesar de se ter reformado, foi uma grande e exemplar  dedicada dinamizadora da Liga dos Amigos do Hospital, como sua Mãe, a Senhora Dona Mira.

Grande parte da actividade desta associação no apoio aos doentes hospitalizados no Hospital Manuel Constâncio foi levada a cabo com a sua generosa participação e activa militância.

Estava doente há cerca dum ano, mas até ao final da sua vida, conservou uma inquebrantável apego à Vida, dando-nos a todos nós uma enorme lição. 

Muitas vezes tivemos o prazer de sermos recebidos com fidalga hospitalidade na sua Quinta de Coalhos. Infelizmente já não a veremos lá.

Que descanse em paz.

E apresentamos os nossos sentimentos a todos os seus familiares, em especial ao Zé Alberty e às suas filhas e netos.

mn

 



publicado por porabrantes às 17:13 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.03.15

Las casas, como las personas tienen su alma. Por supuesto, las que han estado habitadas. Imagino que como a la mayoría, a usted le habrá pasado: entrar en una casa y comenzar a percibir esa energía que queda impregnada en todo aquello que ha estado en contacto con sus moradores. Las casas se convierten en reliquias de las personas que las han morado sobre todo cuando allí ha quedado en la memoria de las cosas una vida, una historia de alguien que ya no está. Pero para que esto funcione, es decir, para poder ejercitarse en el arte de percibir el alma de una casa es necesario que antes abramos una puerta en nuestra conciencia. Y esa puerta no es otra cosa que el conocimiento de la identidad de aquellos que como nosotros fundieron sus sentimientos entre paredes y objetos. Recientemente tuve la gran suerte de volver a enredarme en este maravilloso ejercicio que en este caso concreto y en todos aquellos a los que se asemeje bien podría denominárseles turismo metafísico.

coalhos.png

imagem: Licofer

 

Pues se trata de una noble casa del siglo XIX, en sus tiempos gloriosos chalet de recreo, cercana al pueblo portugués de Abrantes. Quinta Coalhos , como así se llama, se dedica a la hospedería y viene siendo regentada de generación en generación por la familia Alberty. Y José, un señor que frisa los setenta, es su último bastión. No es necesario que él se moleste en guiarte por ese recorrido metafísico de la casa palacete pues está llena de recuerdos, fotos de sepia a color pasando por el blanco y negro, y un mobiliario que viene acompañando secularmente la vida y obra de sus moradores. Todo acaba impregnándote el alma de una realidad donde el pasado y el presente más que se tocarse se besan. Cuando las Administraciones Públicas se hacen cargo de algunos de estos inmuebles les debería de estar prohibido llenarlos de oficinas públicas. No hay nada como esto para dejarlos sin alma.

FRANCISCO Dancausa 04/03/2015  

* Mediador civil y mercantil

 

in Diário de Cordoba

 

Naturalmente vai um abraço para o Zé Alberty, um dos grandes abrantinos que assinou a petição

ma

 

 



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