
Rocha Martins, certamente um dos mais combativos jornalistas lusos
Metemos água, por lapso,disse-se que o Ramiro Guedes de Campos era filho do político e dedicado médico Ramiro Guedes. Era neto, filho do médico António Correia de Campos e da D.Adelaide Guedes.
Há mais irmãos dele que merecem uma nota pelo seu destaque na vida abrantina e nacional, caso do dr. José Guedes de Campos, que foi médico prestigiado cá no burgo. Fica para outro dia.
Não me lembro do nome da mulher do eng Ramiro, só me lembro que era filha dum grande escritor e jornalista, Carlos Malheiro Dias.
Agradecemos à família a correcção e apresentamos as nossas desculpas.
mn
O caro colega sr. Oliveira Vieira, do blogue Coisas de Abrantes, enganou-se no Ramiro Guedes. Publicou a foto do Avô em vez do filho, o professor do IST, autor do hino do SCP e da Nato, e ainda dum poemário nacionalista, que excitou muito os laranjas do Pedro Marques. Ramiro G. de Campos foi ainda chefe de Gabinete do celebérrimo Ministro das Obras Públicas, Duarte Pacheco.
O blogue Coisas de Abrantes é uma fonte séria de história de Abrantes, mas um lapso acontece aos melhores.
Aqui vai a foto do eng.Ramiro Guedes de Campos, certamente um dos maiores sportinguistas da História de Portugal.
Noticias de Albufeira 13-10-68
O Sr. O.Vieira já tem material para ilustrar o post. Fotos melhores, suponho que podem ser pedidas ao sobrinho do vate, o sr. dr. Paulo Guedes de Campos..
ma
A.A.N. deixou vários estudos importantes sobre o tráfico fluvial no Tejo e outros escritos regionalistas.
mn
Uma foto algarvia do poeta abrantino Ramiro Guedes de Campos
Noticias de Albufeira 13-10-68
e outro poema via Museu RTP
mn
Esta página da Ilustração Portuguesa fala-nos de Abrantes de duas formas através de ardores guerreiros e de sussurros apaixonados
Os bigodes suavemente aparados do excelente e esquecido escritor e grande jornalista, longamente exilado no Brasil, por monárquico, Carlos Malheiros Dias, autor da ''Paixão da Maria do Céu'' e sobretudo do roman-fleuve ‘’Os Teles de Albergaria’’ (à moda dos ''Maias'' onde conta uma saga familiar) não são tão marciais como os do coronel Amílcar Pinto, 2º comandante então do Castelo e que durante a 1ª Guerra Mundial comandou no front francês, primeiro a artilharia abrantina e depois a artilharia portuguesa contra os ''boches''.
O texto recorda o percurso do Coronel Pinto e talvez se volte a ele outro dia.
Malheiro Dias descreve na Paixão um Portugal ocupado pelas forças de Junot, Duque de Abrantes . A filha dele apaixonou-se pelo escritor abrantino Ramiro Guedes de Campos e a paixão terminou em casamento.
Amílcar Pinto chegou a Ministro da Guerra e por curiosidade linka-se para um texto de José Martins e descubro que o primeiro soldado luso a cair no conflito mundial foi um nosso vizinho da Barquinha, '' António Gonçalves Curado, do Regimento de Infantaria nº 28 (Figueira da Foz).
MN
O primeiro é genuíno, é de lá.
Em vez de ser o Centro Paroquial a cravar a Câmara, arrasta-a pelos tribunais. É a caridade fenomenal no Tribunal Administrativo de Leiria
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52065 |
Entrada: |
Autor: Centro Social e Paroquial do Entroncamento, IPSS |
Unidade Orgânica 1 |
313/13.1BELRA |
Acção administrativa especial de pretensão conexa com actos adminis |
Deixando os fenómenos genuínos, passa-se a outros fenómenos judiciais
Achava a malta que a guerra na Associação Os Quatro Cantos do Cisne já tinha terminado. Pois não, continua a guerra agora na Relação de Évora:
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95331 |
Entrada: |
Recorrente: Rui José da Silva Pires |
Paulo Tavares de Brito Amaral (1ª Secção Cível) |
814/11.6TBABT.E1 |
Apelação - 1ª |
Vou-me pronunciar sobre quem tem razão? Desculpem mas isso é trabalho dos Senhores Desembargadores....
Passemos à Cidade do Betão, a nossa Abrantes,
Um processo com o valor de 1 parco € é certamente um fenómeno.
Aliás foi o saudoso senhor Brito, jornalista abrantino, que criou os fenómenos do Entroncamento. É bom que o seu exemplo frutifique na sua terra...
No processo de 1 € um organismo público processa outro organismo público:
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8751 |
Entrada: |
Autor: CAIXA GERAL DE DEPÓSITOS, SA. |
Unidade Orgânica 4 |
308/13.5BELRA |
Reclamação de actos do órgão de execução fiscal |
Certamente sabem que a CGD ainda é pública, por enquanto....
Porque por este caminho à Relvas a única coisa que que terminará pública é a dita dívida.....
Na desmaterialização da propriedade pública está incluída a ''venda'' das piscinas velhas e de parte dum jardim à Hotel Turismo SA:
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5457 |
Entrada: |
Autor: Clara Sofia Lopes Prates |
Juízo Único |
63/13.9TTABT |
Ação de Processo Comum |
Há mais fenómenos à Entroncamento por cá?
Há.
Quem conseguiu fazer uma acta não relatando as intervenções críticas sobre um arquitecto careca numa ''prestigiada'' sociedade por quotas abrantina?????
Há vários arquitectos carecas incluindo o meu Amigo António Castel-Branco que assim se definia no facebook outro dia. De forma que direi que o careca é alentejano e gosta de se armar aos cubos.
É uma pena que a censura tenha terminado ''oficialmente''. Porque oficiosamente ela continua viva na alma de muito português.
Como me contava uma vez, debaixo duma figueira, enquanto nos batíamos com um leitão regado a espumante Messias, o Prof. Duarte Castel-Branco: ''A imprensa de outrora, antes do Salazar, era certamente excessiva. Uma vez a ''República'' do António José de Almeida ocupou toda a primeira página com este título:
Por causa das moscas quem tomava posse era o senhor engenheiro Víctor Hugo de Azevedo Coutinho

http://luisdantas.skyrock.com/2852324676-VICTOR-HUGO-DE-AZEVEDO-COUTINHO.html
O chefe abrantino dos inimigos do Víctor Hugo era o dr. Ramiro Guedes

http://clubedohistoriador.blogspot.com.es/2011/12/ramiro-guedes.html
Não se deve fazer confusão entre o dr. Guedes e o eng. Ramiro Guedes de Campos. Certamente a vida do fundador do PRP cá na terra foi um constante caminho para a Direita. Serviu a Ditadura de Sidónio como Governador Civil, mas quem cantou as glórias do Estado Novo foi o neto Ramiro Guedes de Campos......
ANTT/Ar. O Século
Já se falou aqui dos admiradores abrantinos do poeta do Sporting, de forma que não volto ao assunto.
Só previno sobre a confusão porque relendo o Eduardo Campos, na ''Toponímia Abrantina'', recordei que alguma edilidade abrilista querendo homenagear o líder local de 1910, crismou oficialmente a Praça da Palha de Cima com o nome estimável do neto.

(o caixote da CGD na Praça da Palha de Cima- Foto arq. Santa Rita Fernandes in ''Abrantes Cidade''.)
Ficou portanto o Largo a chamar-se Ramiro Guedes de Campos pelo menos durante uma década quando se devia chamar Ramiro Guedes.
Querendo homenagear o fundador local da República anti-clerical, homenagearam o cantor das glórias da República clerical. O Eduardo Campos pelava-se a contar anedotas sobre o ''historiador'' responsável pela troca de nomes.....
O ''historiador'' era outro fenómeno apesar de não ser do Entroncamento....
MN
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