Sábado, 05.10.19

Um grande artigo do Zé Luz, no EOL

A ler sem falta

ma

 

 



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Quinta-feira, 13.06.19

19952473_RL2qR

Segundo um tal Candeias Silva, o Justo era criticado pelos seus inimigos por ter saído das inclusas.

Estavam a chamar-lhe filho duma rameira.

Foi o Justo que dirigiu o saque às Igrejas abrantinas, a proibição das romarias, a liquidação da liberdade religiosa.

Justamente por isso o Gaspar, sem mencionar o filho das inclusas, chama a isto, ao roubo, ao saque, à delapidação dum património artístico acumulado ao longo de 8 séculos, '' A ação laicizadora republicana''.

Que significou esmagar a mais preciosa das Liberdades, a religiosa.

Foi esta política encenada pelo filho das inclusas, que criou a base social da reacção católica, que foi o salazarismo.

Mas para o Gaspar isso é uma preciosidade académica.

Sobre a acção do Justo, pode traçar-se algum elogio, passou muito tempo a enfrentar-se ao fascista Valente da Pera, vendido aos integralistas.

Republicano anti-clerical foi e assim ficaria, sem se vender.

Sobre o saque republicano

A situação religiosa em 1914

https://porabrantes.blogs.sapo.pt/humorista-justo-da-paixao-aplica-lei-da-3162572

Há mais pelo blogue....

ma

  



publicado por porabrantes às 15:29 | link do post | comentar

Domingo, 19.05.19

suprema afronta

entre os deportados do 2 de Fevereiro de 1926, estava Martins Júnior

 

a choldra

A Choldra, n2 1926

 

que dizia que São Bento era '' uma miserável sucursal do directório que reside na Travessa da Água da Flor''.

 

Sobre António Maria da Silva dizia MJ que era  ''O Presidente Landru na República da Calábria''

ma

 



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Sexta-feira, 15.03.19

Tudo se resumiu ao Padre Raposo?

Vivia-se em 1914 em paz religiosa nesta terra?

Isso perguntava o Governador Civil.....numa orientação que vinha de Lisboa,  que mandava inquirir em todos os concelhos....

jacinto freitas

O chefe local da política  democrática ,Justo Rosa da Paixão, respondia

justo

Ou seja as freguesias mais renitentes em abandonar as práticas católicas eram o Pego e Alvega.

Sabemos que na Aldeia do Mato parece não ter havido problemas (ver blogue do amigo Maça, com as respostas do padre , a inquérito do Bispo).

E a freguesia onde o anti-clericalismo tinha maior base social de apoio era o Rossio.

Esta é a versão dum cacique democrático, porque a versão católica era outra, o povo armado com chuços tinha no Pego posto em debandada os amigos do Justo, e obrigara a fazer a procissão.

Houve expulsões de padres? Anseia-se pelo regresso da fradalhada ?, perguntavam.....

justo 2

Dizia que não, o Justo, isento de paixão jacobina, isto é terra liberal, e no raio das freguesias em que o beatério queria missas, lá estou eu para dar a autorizaçãozinha.....

 

Diminuiu a prática religiosa, graças à acção benfazeja da República?

justo 3

 

Dizia que sim....

E os padres aceitavam as pensões?

Mas o clero reaccionário e o Padre Raposo tramavam alguma....

De mais de catorze, só quatro tinham aceitado....

Isto é,  os padres recusavam ser assalariados do sr. dr. Afonso Costa e permaneciam fiéis ao Bispo, que era D.António Moutinho....

d.antónio moutinho

que tinha sido preso ....., desterrado da sede episcopal, e forçado durante 4 anos a dirigir a Diocese de longe.....

arriaga

 

O Justo diz que havia quatro padres pensionistas  e que estes eram mal vistos pelos colegas  e que um deles tinha  sido substituído numa freguesia (Mouriscas) por um colega fiel à ortodoxia.

Quais eram os que traíram Roma?

Em 11-7-1911,  foi concedida uma pensão provisória ao padre colado do Tramagal, Manuel Brás da Rosa , ao colado de S.Miguel, José Martins da Conceição, e ainda ao padre encomendado de lá, Luís de Andrade Sequeira.

Mas o principal padre pensionista foi Henrique Neves, que protagonizou um cisma nas Mouriscas.

Também foram dadas pensões aos empregados da Igreja que eram os sacristães: S.Vicente-António Rego da Silva; S.João-Manuel Vicente Valente, do Rossio, Pascoal Francisco das Chagas, de S.Facundo, Bernardo Ricardo da Natividade, de S.Miguel, José da Oliveira Costa, do Tramagal, Pedro Alves de Jesus Lobato, de Rio de Moinhos, Francisco Esteves Machado e das Mouriscas, António Marques Fernandes.

Finalmente ia o povo aceitar as administrações das Igrejas dominadas pelo partido democrático (as célebres cultuais), perguntavam?

justo 9

O Justo achava que sim. Mas contra ele tramava Guilherme Henrique Moura Neves, o chefe local do partido católico....

Por volta de 1916 a única Igreja aberta era a da Santa Casa e os católicos que iam à missa eram enxovalhados pela populaça, testemunho de D.Maria Luísa Almada Albuquerque Moura Neves....

mn

sobre o assunto : Humorista Justo da Paixão aplica Lei da Separação no Pego

Em nome da Liberdade Religiosa

Padre do Rocio de Abrantes resiste ao saque republicano

 O Foro do Senhor Anacleto

Salazar e as oliveiras da Paróquia de Rio de Moinhos

https://porabrantes.blogs.sapo.pt/a-devolucao-do-ouro-a-paroquia-do-pego-2010603?utm_source=posts&utm_content=1552676956

 

Fonte: arquivo António Farinha Pereira; Arquivo dum sacerdote abrantino; Arquivos públicos

 

a situação no Sardoal: ver o blogue Sardoal com Memória

 

 

 

 

etc

 



publicado por porabrantes às 19:10 | link do post | comentar

Sábado, 09.03.19

código

 

Escreve assim o Prof Doutor Meneses Cordeiro, num brilhante estudo,

''O Divórcio e o Casamento na 1º República''

 

meneses

Quem conseguiu o  lugar em Abrantes?

Diogo Oleiro

 

Quem mandava em Santarém?

O Tio dele, Ramiro Guedes...., Governador Civil

a leitura está feita, Oleiro era um radical republicano em 1911.....

Tudo isto aparece por acaso e ainda falta ver qual foi a alteração feita à pressa à Lei do Divórcio de 1910 para que a excelentíssima Senhora D.Clemência Dupin se pudesse divorciar ......

 

O que foi mudado foi o art 7º :

''7º A loucura incurável quando decorridos, pelo menos, três anos sobre a sua verificação por sentença passada em julgado, nos termos dos artigos 419º e seguintes do Código do Processo Civil; (redacção de Diário do Governo, nº26, 4/11/1910)''

 

divórcio dupin

 

mn

 

 



publicado por porabrantes às 20:06 | link do post | comentar

Quinta-feira, 28.02.19

Na ''História Cronológica do concelho de Abrantes, da  pré-história a 1916,'' de Candeias Silva diz-se sobre o capitão António Maria Baptista

1 baptista

pag 189

O Candeias não cita nenhuma fonte para justificar a alegada ''acção destacada'' do capitão Baptista.

Onde terá ele ido buscar a  ''acção destacada''?

Martins Júnior, republicano histórico e testemunha presencial desses momentos, escreveu no ''Presidente Landru''

 

 

7287476_dATnt

 

Parece que o destaque foi um discurso na parada do Quartel, obrigado a isso por Martins Júnior

O Baptista tinha ficado trémulo a aguardar no Convento o resultado a revolta republicana e nada fez, segundo MJ.

 

Mesmo quando chegaram as notícias da vitória republicana em Lisboa, e o povo de Abrantes, vitoriava a República em frente do Quartel, o prudente Baptista esperava para ver.

O quê?

O que decidiria o Major Abel Hipólito.....

Os de Infantaria estavam cheios de medo dos canhões do Castelo.

Daí a prudência do Baptista, só quando adesivou o Hipólito, é que o Baptista se tornou revolucionário.

Finalmente é o livro do Martins Júnior, uma fonte fiável para a nossa História?

Um dos melhores estudiosos de História contemporânea, o Prof. Adelino Maltez usa-o aqui.

E é a única obra que temos sobre a República em Abrantes (e não só)

ma

  

  



publicado por porabrantes às 09:18 | link do post | comentar

Sexta-feira, 05.10.18

 

jos´maria pereira

Foi deputado à Constituinte de 1911.  Militou depois no Partido Unionista de Brito Camacho.  Foi senador durante a República.  Deu especial atenção ao associativismo abrantino, designadamente ao Montepio Soares Mendes.

Era natural de Abrantes, de família pobre e graças ao seu esforço tinha nas vésperas da República, uma posição destacada na Companhia de Tabacos.

Biografia a desenvolver quando houver mais tempo.

Mas já agora deixemo-lo fuzilar Afonso Costa:

AFONSO_COSTA

 

(...) ''No ano da graça de 1916-1917, quando o país se encontra na miséria, quando se verifica que há falta de pão, que há fome, nós verificamos este caso extravagante do Sr. Ministro das Finanças apresentar ao Parlamento um superavit, ou no dizer de S. Ex.a, visto que o termo já vai estando desacreditado, um excesso de receitas sobre as despesas!

Eu não quero proferir a frase que está no meu espírito, para não faltar ao respeito que devo à Câmara, mas isto não passa duma mistificação e dum insulto atirado à miséria pública.

Nós verificamos a miséria em que todos se debatem, estamos comendo um pão detestável, e em alguns pontos da cidade já se fez sentir a falta dele, o que originou várias colisões entre o povo e a polícia; nós vemos, pelo que respeita ao decreto da iluminação, que se tem levantado protestos por parte de todos; nós vemos que todos esses problemas que afectam a economia pública estão por solucionar por parte do Governo, e é neste' momento que o Sr. Ministro das Finanças apresenta um Orçamento, que não discuto, porque não está em discussão, apresentando um saldo positivo de 50 e tantos contos.

Sr. Presidente: eu não me quero alongar em mais considerações, pois muito mais teria a dizer, mas careço estudar detalhadamente os motivos que determinaram estes gastos com despesas de guerra.

Careço de saber detalhadamente as razões desta venda.

Não tenho dúvida que os contribuintes estão dispostos a fazer todos os sacrifícios, mas é bom considerar as circunstâncias angustiosas em que eles se encontram'' (...)

 30 de Janeiro de 1917

mn

bibliografia: artigo de Diogo Oleiro

postal da época da República

caricatura via Almanaque Republicano

discurso: ortografia da época



publicado por porabrantes às 07:48 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.07.18

afp 2

1948 artigo de Rocha Martins ( informação do dr. Raul Rego) 

 

 



publicado por porabrantes às 21:52 | link do post | comentar

Domingo, 15.07.18

abrantes saúda afonso costa

A Capital, diário republicano, 4 de Dezembro de 1910

 

loyoala santa bárbara ant pádua luz

 (gamado ao Zé Luz que no face faz um notabilíssimo trabalho de preservaçao da memória de Constância)  

 

 

Inácio de Loyola, na Quinta de Santa Bárbara, antiga propriedade da Companhia, o medalhão escapou à sanha republicana porque a Quinta era em 1910, propriedade do deputado e médico abrantino Zeferino Falcão

 

 

 

Há uma gralha, o Jornal chama a Martins Júnior....José, chamava-se João

 

excursão mj

martins júnior 1910

Martins Júnior diz ''Afonso Costa é o Marquês de Pombal do século XX''

 

'' O mais lídimo representante da raça latina''

 

A ''excursão'' do Martins Júnior parece ter sido feita um pouco à revelia da estrutura local e distrital do PRP

 

a excursão oficial do Ramiro Guedes fora a 6-11-1910

exc ramiro guedes 1

exc ramiro guedes 2

exc ramiro guedes 3 cap 6-11-10

 havia uma evidente rivalidade política, que se iria acentuar com os anos e que terminaria com Martins Júnior comandando golpistas armados contra a República....

 

mn

 



publicado por porabrantes às 22:26 | link do post | comentar

Quarta-feira, 02.05.18

 

manuel lopes chefe

Numa entrevista ao Médio Tejo, o Manuel Lopes (aqui numa imagem RTP escoltando Cunhal quando este desembesta ferozes diatribes aos críticos do estalinismo, cuja face mais visível ,em Abrantes, era o dr. Rolando Silva) faz umas revelações interessantes sobre o PREC.

Vamos comentá-las, mas agora vamo-nos concentrar nesta ''ocupação'' de que se gaba o homem.

Segundo as declarações só conseguiram ocupar uma casa que estava devoluta, propriedade da ''senhora Julieta Farinha Pereira''.

O edifício propriedade da D.Julieta era este:

casa dr. orlando

 

Nele vivia, num andar arrendado, o Dr.Orlando Pereira, subchefe local do PCP, porque a chefa era a mulher, Senhora D. Fernanda Corte Real e Silva Pereira, que na época ainda não era licenciada, porque se formou depois de Abril.

Era a ''chefa'' da quase ausente estrutura comunista local e segundo Eurico Consciência '' mais sectária que Cunhal e Brejenev juntos''.

Quem era a única vítima do Manuel Lopes, o OKUPA????

julieta

É a senhora à esquerda da Tia Mary Lucy.

Julieta Farinha Pereira, mulher duma ampla cultura, incorrigível fumadora, era filha de António Farinha Pereira, que fora um dos mais importantes dirigentes republicanos abrantinos, e que ao longo da sua vida manteve uma inquebrantável fé em que a Ditadura cairia.

( ver aqui artigo de AFP na ''República'')

content

O Carlos Ferrão ainda, em 1963, neste livro evocava essa fidelidade a um ideal liberal....

E o velho Farinha Pereira morrera em 1947.....

O irmão de Julieta Farinha Pereira, o Fernando padecera a cadeia por liberal e maçon, e na cidade proliferavam casas vazias e fascistas, mas o prédio que a D.Julieta erguera, com as suas economias, em vez de ir investir em andares em Lisboa, seria o alvo dum homem que se gaba de ser ''amigo'' dum fascista notório, o Isidro Sequeira Estrela.

Lá impuseram em nome duma legitimidade da treta, o inquilino que quiseram à D.Julieta.

Em 1975, o outro inquilino, o Dr. Orlando Pereira era candidato pelo MDP e cobria-se de ridículo com uma miserável votação nas eleições para a Constituinte, porque um povo sábio viu que o PCP lhe estava a vender gato por lebre.

O MDP era o PC disfarçado.

O Dr.Orlando Pereira, que atravessava circunstâncias financeiras particularmente difíceis, foi nomeado para Notário em Lisboa. Para lá foi.

Era 1975. Ao longo de anos manteve a casa alugada desabitada em Abrantes, com a tolerância da D.Julieta.

Naturalmente a Comissão de Moradores não foi verificar se a Casa do Camarada Orlando estava vazia e se lhe devia ser dado destino mais útil.

Não se faz isso a um Camarada, especialmente se é um Chefe.....

A D.Julieta podia ter despejado o Dr.Orlando, mas achava que não se devia fazer isso, a um homem que atravessava circunstâncias financeiras delicadas e cujo filho padecia a cadeia por motivos políticos.

Também podia ter feito isto ao Manuel Lopes e aos ''okupas''

difamaçao

Não fez, é lá com ela.

Mas ao ajudar a fundar o Colégio de Nossa Senhora de Fátima fez certamente mais que o Manuel Lopes por esta terra.

Já agora quando é que o Lopes nos conta como é que  o Vereador Campante  ''roubou'' umas metralhadoras para ajudar a montar uma ditadura, que seria dez vezes pior que o fascismo, nesta terra????

ma

 

recorte : Tal e Qual

foto do julgamento por dimafação do executivo da CMA por queixa do Anacleto, em que o Manuel Lopes e os outros réus pediram humildemente desculpa ao queixoso. A crónica do Ferreira Fernandes sobre isto é ''imperdível'' ........



publicado por porabrantes às 16:24 | link do post | comentar

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