Domingo, 28.10.18

mi ponte

O Prof. José da Encarnação publica um estudo sobre o marco miliário encontrado em 1976 na Ponte de Sôr.

(Miliário de Ponte de Sô r(Conventus Pacensis)

         José d'Encarnação, José Rafael da Silva)

Enquadrava-se na estrada de Olisipo a Emerita por Abelterium.

A peça arqueológica está na posse do achador, sr. José Rafael Correia da Silva.

No marco está inscrito :'

''IMP(eratori) / CAES/[A]R(i) AVR(elio) [?] / MAXI/''

 

O Prof.Encarnação afirma não conseguir identificar o Imperador a que se refere o texto.

A peça tem inevitável importância para o estudo da romanização da nossa região.

Nenhum dos arqueólogos que dissertou, olímpico, sobre a história abrantina o referiu, se bem nos lembramos.

A autarquia alentejana devia ter adquirido ou pedido a cedência da peça para a musealizar na cidade alentejana.

Desde 76 nenhuma das Vereações se preocupou com isso.

Seria óbvio acrescentar comentários sobre essa tropa mas omitem-se.

Pode ler-se aqui o estudo do Prof.Encarnação, um dos grandes estudiosos da época romana na academia lusa.

ma

 

imagem devida vénia: Ficheiro Epigráfico

 

 

 



publicado por porabrantes às 11:57 | link do post | comentar

Quarta-feira, 28.06.17

 

alvaro baptista.jpg

O dr.Álvaro Baptista, o único arqueólogo abrantino que conhece o território do concelho como a palma da sua mão, desfaz o catálogo da  última exposição do celerado MIAA  num post arrasador

miaa 2017 simao 2.jpg

inauguração da coisa

 

 

O melhor texto de arqueologia e História abrantina em 2017.

 

(...)

COITADA DA ARQUEOLOGIA NO CONCELHO DE ABRANTES, QUE MERECIA MELHOR SORTE QUE A QUE TEM. LEMBREM-SE ARQUEOLOGIA É CIÊNCIA E NÃO FICÇÃO OU SEQUER POLÍTICA.

NUNCA ESPEREI EM 57 ANOS DE MINHA VIDA VER TANTA POBREZA, NEM INDIGNIDADE.

DIZEI-ME: PODEREI ACREDITAR NO QUE ARQUEÓLOGOS DO MIAA ME TRANSMITEM EM ARTIGOS, CATÁLOGOS OU REVISTAS? EU SEI O QUE PENSAR E VÓS O QUE PENSÁIS?(.....)

 

 

Álvaro Baptista

 

 

O Delfino que responda (se é capaz.....)

 

 

ma



publicado por porabrantes às 08:17 | link do post | comentar

Domingo, 22.01.17

Pelo seu interesse e actualidade voltamos a publicar um post de 2014

 

 

 

 
Álvaro Batista disse sobre O sapo da fonte na Segunda-feira, 31 de Março de 2014 às 17:05:

     

 

 

 

 

Boa tarde a todos
Respondendo a MN importa esclarecer antes de mais o seguinte:
-A construção da A23/ IP6 não dispunha de acompanhamento arqueológico. As intervenções em Quinta da Légua - Amoreira, Pedreira - Rio de Moinhos e Fonte do Sapo - Mouriscas deveram-se à então minha intervenção para a Amoreira junto do IPT de Tomar, Rio de Moinhos em relatório enviado ao IPPC e na Fonte do Sapo por minha indicação à Filomena Gaspar. Ora, quaisquer dos trabalhos feitos nas estações mencionadas foram feitas em cima da hora e nenhuma delas revelou extrema importância ao ponto de ser classificada e protegida. Se assim o fosse certamente o IPPC teria tomado medidas na altura. Importa aqui referir que no caso da Pedreira a necrópole ficou debaixo da estrada tapada com geotêxtil. Em qualquer dos casos julgo que não poderia ter feito melhor do que fiz em prol da defesa do património arqueológico concelhio. Se para proteger um local basta por vezes a colaboração de proprietários, musealizar implica primeiramente escavações arqueológicas (excepto algumas mamoas). Importa ter em atenção que não consigo andar em todo o sitio protegendo e escavando. É humanamente impossível andar protegendo mamoas do Bronze e arte rupestre a norte do concelho e simultaneamente a escavar no Olival Comprido ou em Alvega. Eram necessários meios que não existem. Escavações na Qtª de S. João - Casa Branca - Alvega são fundamentais se querermos investigar se ali se situaria A velha Aritium. No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.
Sem dúvida que Abrantes necessita de um novo Museu que dignifique a arqueologia e o concelho. Agora é efetivamente necessário uma estratégia pra o concelho que abranja amplas orientações, intervenções, musealização, classificação...
Por minha parte farei o que estiver ao meu alcance pelo património arqueológico concelhio dentro das minhas limitações como assistente de arqueólogo.
Espero que fique bem claro que quem diz ser arqueólogo do Município é Filomena Gaspar me apenas responsável por acções que impliquem a minha directa intervenção. Por muito boa vontade que se tenha assumir trabalhos de arqueólogo e ser remunerado como assistente não o farei, excepto aqueles que decorrem do protocolo existente com o IPT e PNTA.
Como diz MN tudo isto é Politica. Mas, existem politicas e politicas.

Blogue: Escola do Rossio

 

 


Bem hajam
Álvaro Batista

 

Caro Álvaro:

Desculpe o atraso na edição do seu comentário, mas ele referia-se a um post de 2013 e para lhe responder havia que consultar uma papelada. Aquilo que nos diz suscita-nos estas breves reflexões. 

 

1- Todos sabemos que no terreno a preservação das estações arqueológicas abrantinas tem sido um trabalho quase de carola feito especialmente por si. É um mérito que ninguém lhe pode tirar, um serviço inestimável à Cultura e a Abrantes. E todos sabemos que sendo o Álvaro arqueólogo e sabendo mais que alguns doutorados, o classificam profissionalmente na CMA como ''assistente de arqueólogo'' e não lha reconhecem o seu labor. Acontece ao Álvaro o que aconteceu ao Eduardo Campos...

 que além de ser tratado dessa maneira, foi humilhado publicamente a título póstumo por não ser da ''cor'' e ainda por ter sido capaz de escrever no ''Primeira Linha'' que era um crime lesa-Abrantes instalar o Arquivo Histórico ao lado dum depósito de sucata no cu de judas.

Esta forma de ostracismo profissional roça a perseguição política ( o que é aconteceu àquele rapaz que ganhou o concurso público para Director do Arquivo? Porque é que o Arquivo funciona sem Director? E a Biblioteca?), é mesquinha e digna de inquisidores rupestres.

Enquanto o Álvaro se sacrifica e trabalha a Filomena Gaspar concilia com o trabalho de arqueóloga municipal com interesses empresariais na área da arqueologia. Enquanto o Álvaro tem um salário baixo, a CMA mantém contratos de avença na área da arqueologia pelo menos com três pessoas (o Gustavo, o Oeesterbeck e o Delfino) que são professores do ensino superior e portanto estão na prática pluri-empregados....

 

2-O Olival Comprido, para quem não sabe, fica em Alferrarede e é propriedade  da Casa Agrícola Moura Neves. Fica ao lado do cemitério local. Foi alvo de 3 escavações a última em 2003. As três foram dirigidas por Filomena Gaspar. A base de dados oficial não informa quem patrocinou qualquer escavação. Mas tenho informação oficial por outra via que houve participação de entidades privadas. Que se encontrou na última????

 

 

''Tegulas, "lateres", pregos, tijolos de coluna, mosaicos (do século III d.C.) , cerâmica comum, "dolia", anforas, duas mós, "terra sigillata" hispânica (século I/II), clara D (séculos IV/V), contas de colar (azul, verde), vidro (séculos IV/V), tesselas de várias cores, moedas (século III/IV), lascas, lâminas e núcleos de sílex, ossos (cervídeos, bovídeos e ovicaprídeos) e blocos aparelhados de granito.''

 

 

''A estrutura escavada era aparentemente uma villa romana, a mais espectacular do concelho: ''Foi escavada a "pars urbana" da "villa", com salas forradas a "opus tesselatum". Foram encontradas estruturas de duas fases da "villa", bem como vestígios de uma ocupação anterior (II Idade do Ferro) e de uma posterior a que os autores não atribuiram datação cronológica. Um pouco a Norte, foi aberto outro sector (B) que revelou uma canalização em "opus caementicium" e "opus signinum", um tanque de decantação e um espelho de água de grandes dimensões a pouca profundidade. Uma segunda fase dos trabalhos veio revelar a presença de uma sepultura em caixa.''

 

O estado de conservação era bom...em 2003. O local foi vedado com consentimento da Família Moura Neves e a vedação paga por uma entidade mecenática.

 

De 2003 a 2009 vão seis anos e Isilda Jana como Vereadora da Cultura. De 2010 a 2013 Isilda Jana foi responsável pelo projecto MIAA na CMA. Que se fez no Olival Comprido???

 

Como se conservaram os mosaicos romanos únicos no concelho?

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

O estado da estação romana em 2014 ainda é bom?   

 

Ou esteve abandonado?

 

Ou está a degradar-se?

 

Com tanto dinheiro gasto no MIAA e em estudos que não foram tornados públicos sobre a viabilidade da coisa, etc, não poderia ter sido comprado este terreno, feita a escavação e musealizada a villa romana?

 

 

 

Foto : Carta Arqueológica Abrantes

 

http://sic.cm-abrantes.pt/carta_arqueologica/carta.html

 

Já vai longo este post e há outros assuntos a tratar, mas vamos à razão pela qual esta estação e outras não estão defendidas e nem sequer classificadas. Diz o amigo Álvaro : ''No caso do Olival Comprido escavações se impõem (PNTA seria obrigatório), dado que este local se encontra no PUA (R3) como zona de expansão urbana. Ali se impõem escavações atempadas e não na hora ou através de alguma empresa de arqueologia (como são favoráveis algumas opiniões). Importa afirmar que qualquer licenciamento para o local por parte do Município é ilegal. Como estas duas estações, no concelho de Abrantes inúmeras outras existem a precisarem de inúmeras outras existem a precisarem de intervenção. Mas, sozinho não o farei e muito menos como responsável, face à categoria que detenho de Assistente de arqueólogo.''

 

Diz a informação da base de dados oficial que a escavação de 2001 pretendia:  Determinar se as estruturas identificadas anteriormente teriam continuação na propriedade contígua que está inserida na área de expansão urbana do PDM. 

 

Qual foi o resultado dessa diligência? Em 2014 o relatório da escavação ainda não está inserido na base de dados oficial, por isso não sabemos.

 

Mas sabemos que em 2009 foi aprovado o PUA -Plano de Urbanização de Abrantes e nele não consta nenhuma estação arqueológica assinalada nem defendida.

 

Oito anos depois!

 

Porquê?

 

Objectivamente só pode haver 2 razões: ou porque são incompetentes ou porque há outros interesses que primam sobre a defesa do património.

 

Falta a referência à situação profissional do Álvaro. É óbvio segundo o meu entendimento que essa situação tem de ser corrigida face  ao seu CV. Como se encontra agora é vítima duma clara injustiça.

 

Cumprimentos amigo

 

MN 

há outro comentário do Álvaro em resposta à Margarida, faremos lá uma nota



publicado por porabrantes às 12:06 | link do post | comentar

Sábado, 21.01.17

Na Coluna Vertical, o dr. Santana-Maia aconselha a que não se deve lutar com um cevado.
No facebook, Elza Vitório apoia a opinião do Advogado. O post tem sido muito compartilhado pelos observadores da vida política abrantina.

Resolvemos publicar a imagem mais antiga que representa um suíno na  história de Abrantes.

javali romano.png

Esta peça foi encontrada pelo maior arqueólogo abrantino, o Álvaro Baptista, nas escavações da Terra Fria-Cidade da Escória (Montalvo) e datada e estudada pela drª Graça Cravinho.

(ver página 83 da Carta arqueológica do Concelho de Constância da autoria do amigo Álvaro, onde está o estudo da peça.)

A imagem foi roubada ao excelente blogue A Lusitânia da prestigiada investigadora Filomena Barata.   



publicado por porabrantes às 16:46 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.01.17

As actas do Museu Romano de Mérida metem em causa o latim do Doutor Candeias Silva....

 

actas.png

Porra, lá temos de comprar o nº 13 das Actas para o oferecer ao Dr. António Graça Pereira

 

E temos de concordar que as sogras latinas eram lixadas. 

 

ma



publicado por porabrantes às 22:53 | link do post | comentar

Terça-feira, 08.11.16
Terça-feira, 13 de Outubro de 2015

No último catálogo do MIAA (VII Antevisão) não há textos de Isilda Jana que passou a espalhar a sua sabedoria na Zahara, mas  há do Doutor Gustavo Pizarro, ex-bolseiro da Fundação Estrada até 2011.

Diz Pizarro várias coisas discutíveis sobre o Castelo de Abrantes mas antes generaliza e diz que os romanos:

castelos romanos.jpg

Diz Pizarro que nas cidades romanas não havia ''estruturas defensivas'' para a sua protecção.

O Pizarro é do Porto e se foi à Galiza, conhecerá Lugo

lugo muralhas romanas.png

A Muralha romana de Lugo é Património Mundial como o proclamou a UNESCO.

 

E se o Gustavo Pizarro deixasse de generalizar?

 

Mas deixo a verde Gallecia e baixo à Lusitânia  e chego a Ebora

 

Boa parte das actuais muralhas de Évora são de origem romana.

 

Cito o site da tutela do Património:

 

'(...)' Primeira muralha, designada por cerca-velha, é de construção romana-medieval sendo reforçada por várias torres de secção quadrada, circular e poligonal, sendo ainda rompida por várias portas posicionadas sobre os principais eixos viários; o Arco Romano de D. Isabel é um elemento típico da cintura defensiva da cidade romana, cumprindo todos os cânones, mesmo na medida dos silhares e com calçada de inequívoco cunho romano; a Torre Pentagonal constitui o torreão S. (o N. foi demolido) da cerca romana que virava a O., sendo o seu embasamento de fábrica romana'' (...)

E as muralhas são estruturas defensivas, quer queira, quer não o Doutor Pizarro.

 

Há um livro do Pizarro onde o Fernandinho Baptista Pereira lhe indicou as várias tintas que sucessivamente cobriram umas fortalezas marítimas da península de Setúbal.

 

Que tal o sábio Fernandinho explicar qual era a cor original da muralha de Lugo????

 

São estas os únicos vestígios de muralha romana na Península? Cito Conímbriga (quem ma explicou foi o Prof. Bairrão Oleiro), Sevilha, Barcelona, e ainda sem ser exaustivo:

 

muralhas romanas 2.png

lista retirada desta tese de mestrado imprescindível

 

muralhas romanas 3.png

 

Começo a pensar que se calhar era melhor o Doutor Pizarro rever a bibliografia, antes de generalizar

 

mn



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar

Segunda-feira, 15.08.16

faria e sousa templo da lua.png

Faria e Sousa, Europa Portuguesa, Tomo I, Lisboa 1678

 

O perdido e às vezes considerado lendário Templo da Lua, em Sintra, foi reencontrado em 2011

 

Teria Faria e Sousa razão em traduzir Tubucci por Abrantes?

 

Afinal tinha razão em dizer que o Templo estava em Sintra

 

mn .  



publicado por porabrantes às 15:15 | link do post | comentar

Quarta-feira, 19.08.15

marcodemontegalegoalvega.jpg

 Porque não está este marco romano de Alvega classificado?

Alegadamente fazia parte de Aritium Vetis onde apareceu esta inscrição a Calígula

 

Juramento de fidelidade a Calígula
Record No. 21261
Placa
 
 
Texto C(aio) Ummidio Durmio Quadrato / leg(ato) C(ai) Caesaris Germanici Imp(eratoris) / pro praet(ore) / ius iurandum Aritiensium / ex mei animi sententia ut ego iis inimicus / ero quos C(aio) Caesari Germanico inimicos esse / cognovero et si quis periculum ei salutiq(ue) eius / in[f]er[t] in[tul]erit[v]e armis bello internecivo / terra mariq(ue) persequi non desinam quo ad / poenas ei persolverit neq[u]e liberos meos / eius salute cariores habebo eosq(ue) qui in / eum hostili animo fuerint mihi hostes esse / ducam si s[cie]ns fa[ll]o fefellerove tum me / liberosq(ue) meos Iuppiter Optimus Maximus ac / divus Augustus ceteriq(ue) omnes di immortales / expertem patria incolumitate fortunisque / omnibus faxint [a(nte) d(iem)] V Idus Mai(as) in / Aritiense oppido veteri Cn(aeo) Acerronio / Proculo C(aio) Petronio Pontio Nigrino co(n)s(ulibus) / mag(istris) / Vegeto Taltici [- - - V]ibio [- - - M]arioni[s f(ilio)]

 

Hispânia Epigráfica

 

Siga as grandes vias da Lusitânia, à sua passagem por Abrantes, nos Itinerários das Vias Romanas uma grande página da net.

 

Agora vamos ler Mário Saa

 

a redacção

foto retirada da página indicada 



publicado por porabrantes às 22:55 | link do post | comentar

Quinta-feira, 23.10.14

mapa do tesouro.png

 Quem fez o mapa?

 Pergunta difícil

 Que estações arqueológicas estão classificadas e protegidas no concelho?

 Pergunta fácil

 Nenhuma

 Ficamos à espera de que algum leitor adivinhe a autoria do mapa do tesouro.

 Mas apesar de estarmos num dia de crítica construtiva, teremos de dizer que a situação é lamentável.

a redacção 



publicado por porabrantes às 22:17 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.05.14

  

 

 

 

Há muito tempo o Candeias Silva e o Prof. Doutor Encarnação deram a leitura acima reproduzida desta lápide das Mouriscas.

 

 A história é ''work in progress'' e o Prof. Encarnação colocou  há pouco tempo em causa  esta leitura num livro indispensável.

 

 

 

Voltou a dialogar com a lápide e diz....

 

 

 

 

 

O que o Professor Encarnação sugere é que o romano das Mouriscas poderia ser um ''S.P. f'' ou seja um bastardo, o primeiro registado oficialmente no concelho, e para ser erudito vai o latinzinho..........

 

 

Mas um ''S.P. f'' não assumido porque quando morreu, a mãe não quis que o Decumus figurasse prá posteridade como ''filho da puta'' ad aeternum......

 

Recomenda-se a leitura deste grande livro.....

 

 http://books.google.es/books?id=cpV1RXC3QMgC&pg=PT92&dq=mouriscas+encarna%C3%A7%C3%A3o&hl=es&sa=X&ei=01B-U5nLEoyc0wXVuIGYAQ&ved=0CDgQuwUwAA#v=onepage&q=mouriscas%20encarna%C3%A7%C3%A3o&f=false

MN'

 

 

créditos: livro citado do Prof. Encarnação e artigo deste Autor e de J.Candeias Silva, nos Cadernos para a História do Município.... 

 



publicado por porabrantes às 12:53 | link do post | comentar

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