Sexta-feira, 22.03.19

rossoo por alfredo keil

Quadro de Alfredo Keil


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Sábado, 23.02.19

Era Fevereiro de 1947

cheias 1947 fefe

cheias 1947 2 fefe

 

mn



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Sexta-feira, 12.05.17

luis alves.jpg

(cidadão abt...com a devida vénia e um abraço)

 

Dizem-nos que o recandidato evangélico à União de Freguesias de S.Miguel e Rossio, com o apoio da cacique pinta-paredes, lançou a pintura numa parede do industrial Soares Mendes

joao j.soares mendes frasam.png

(frasam com a  devida vénia)

 

Entretanto os seus camaradas vetam a ampliação da FRASAM....lixando a indústria rossiense e insultando a memória do industrial

frasam w.png

 

Precisamos de fábricas a trabalhar e não de pinta-paredes!

ma

 



publicado por porabrantes às 18:39 | link do post | comentar

Sábado, 25.03.17

arboricídio.png

Largo General Godinho, Rossio, o que diz a Srª D.Ana Passos, diríamos nós. Continuam a cortar árvores a torto e a direito, sem respeito pelas nossas frondosas amigas.

Por vontade desta gente até cortavam a oliveira do Mouchão, para a substituir por um rebento de qualquer espécie exótica.

Dizemos à cacique, que se quer cortar árvores, que pegue numa moto-serra e vá cortar eucaliptos.

mn   



publicado por porabrantes às 10:22 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.05.16

 

Enviam-nos cópia de carta endereçada ao Presidente da Junta de S.Miguel/Rossio, que publicamos, bem como fotocópia de carta mandada pela ARS aos utentes do Centro de Saúde do Rossio.
 
 
 
 ''Presidente da Junta Freguesia

Recebi uma carta que vai no anexo, a informar se eu não desistir da minha médica de família a Doutora Paula o ficheiro de toda a minha família vai para a nova unidade de saúde de Abrantes. Apercebi-me que todos os meus vizinhos já estão todos inscritos em Abrantes.
Outra coisa as pessoas que eram doentes da Dotora Cira, o secretario do posto medico esta a dizer para se inscreverem na nova unidade para terem medico de família.
Andei a descontar mais de 30 anos para que, agora que preciso de medico vamos ficar sem nada

Mas querem acabar com o posto médico no Rossio? Qualquer dia esta terra e um deserto.''

obrigado pela sua atenção

(leitor devidamente identificado)

 

ars.png

Os comentários são óbvios, a nova USF de Abrantes custou uma pipa de massa ao município ( e era de competência do Estado) e não tinham médicos para ela, de forma que estão a arrastar para lá os poucos médicos que serviam freguesias como o Rossio e pelos vistos querem também para lá arrastar os doentes.
 
E ainda está anunciada nova empreitada para um centro médico no Rossio, coisa que não é de competência municipal, e não há médicos.
 
Para quê gastar tanto dinheiro em betão?
 
mn

 

 



publicado por porabrantes às 21:32 | link do post | comentar

Sexta-feira, 14.11.14

http://minhavidadavaumlivro.blogs.sapo.pt/750.html

 

 

Merece uma visita

 

 

Vai cá prós links

 

Bem-vindo seja

a redacção



publicado por porabrantes às 14:17 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.06.14

 

 CMA

 

PUA-Plano de Urbanização de Abrantes:

 

Leito — Terreno coberto pelas águas quando não influenciadas por cheias extraordinárias, inundações ou tempestades; no leito compreendem-
-se os mouchões, lodeiros e areais neles formados por deposição aluvial; o leito é limitado pela linha que corresponder à extrema dos terrenos
que as águas cobrem em condições de cheias médias, sem transbordar para o solo natural, habitualmente enxuto, correspondendo, conforme os
casos, à aresta ou crista superior do talude molhado das motas, cômoros, valados, tapadas ou muros marginais

 

 

 

Rádio Hertz

 

Zona ameaçada pelas cheias — Área contígua à margem de um curso de água que ainda não foi classificada por decreto, embora se encontre
ameaçada pelas cheias. As zonas ameaçadas pelas cheias estendem -se até à linha alcançada pela maior cheia que se produza no período de um
século ou pela maior cheia conhecida, no caso de não existirem dados que permitam identificar a anterior.

 

 

Artigo 33.º
Abrantes — Zona Histórica (U.C. / Z.H.1) e Rossio
ao Sul do Tejo — Zona Histórica (U.C. / Z.H.2)
1 — No Rossio ao Sul do Tejo, nas novas edificações, as cotas dos pisos de habitação, terão que ter uma cota superior ou igual a 35 metros.
Nos pisos a cota inferior, os mesmos não deverão ter uso habitacional, em todo o caso, é aos interessados, proprietários ou utilizadores de qualquer edificação ou parte situada à cota inferior à de 35 metros que compete prevenir ou obstar aos efeitos que por acção directa ou indirecta (por exemplo incidência negativa nas infraestruturas urbanas) decorram de eventuais cheias no Tejo.
2 — Nas áreas referidas no ponto anterior, em zonas ameaçadas pelas cheias, não são permitidas garagens abaixo da cota do terreno,
nem construção de caves.

 

Art 36 2º

 

a) O uso habitacional está limitado pela cota de nível de 35 metros devido à cota altimétrica do leito de cheias do rio Tejo. Os pisos com
cota inferior não poderão ter uso habitacional, em todo o caso, é aos interessados, proprietários ou utilizadores de qualquer edificação ou
parte situada à cota inferior à de 35 metros que compete prevenir ou obstar aos efeitos que por acção directa ou indirecta (por exemplo
incidência negativa nas infraestruturas urbanas) decorram de eventuais cheias no Tejo

 

 

 

Depois de verificar que a nova construção está em  em leito de cheia, e verificar que o Parque de Campismo e Caravanismo também,  tenho de  dizer que, por muitas babelas que diga o referido art 33 do PUA, a CMA é cível e penalmente responsável pelos danos (incluindo morte) sofridos eventualmente por utilizadores do parque referido devido a inundações, porque é dona dele.

 

Um regulamento camarário não pode afastar as disposições do Código Penal e Civil, como é óbvio.

 

MN



publicado por porabrantes às 15:46 | link do post | comentar

Terça-feira, 01.05.12

Seria por meados do PREC. As Fundições do Rossio de Abrantes tiveram problemas de tesouraria como grandes parte das empresas deste país. Por outro lado o PCP e a ala militar gonçalvista mais os esquerdistas aliados a Otelo agiam para transformar Portugal numa Ditadura comunista.

A sabotagem e a ocupação das grandes e médias empresas era uma parte do plano para nos acorrentar e submeter a uma Ditadura que seria mais atroz e miserável que a de Caetano.

Em África, a descolonização transformara-se na maior bandalheira que alguma vez vira o Exército Português. Para resumir entregavam-se as colónias a ditaduras comunistas, como se entregavam companheiros de armas que se tinham batido pela bandeira das quinas aos adversários de ontem, para serem fuzilados na melhor das hipóteses.

Pecado: serem pretos.


Portugal cobria-se de lama e o último estertor do fim do Império foi Timor, onde a tropa da Fretilin fuzilava Magiollo de Gouveia.

Os trabalhadores  da FRA, manipulados pelos agitadores da CGTP (algum dos quais participaria na tentativa golpista vermelha do 25 de Novembro) exigiam o pagamento do décimo-terceiro mês. Não havia dinheiro na empresa.

Para garantir as ''massas'', o administrador eng. Amadeu de Castro e Solla Mendes foi sequestrado. Ficava como refém até que o irmão, o dr. João Soares Mendes conseguisse arranjar o dinheiro.

A situação prolongou-se durante uns dias sem que a PSP, a GNR ou a tropa movessem um dedo para libertar o empresário que os comunistas tinham ''sequestrado''.

Pouco o pouco o piquete revolucionário começou a cansar-se e um designou um dos camaradas para ficar de guarda ao Engenheiro.

Certo domingo eram horas do almoço. Entrou o motorista da Casa Soares Mendes, que  trazia o almoço do preso. O militante proletário por seu turno tinha recebido um farnel que a sua dedicada esposa lá fora levar. Começaram os dois a almoçar.

Amadeu Soares Mendes disse ao guarda: ò Manel, a minha comida é melhor que a tua, além disso tenho aqui um tinto de estalo, anda almoçar comigo.

-Ò senhor Engenheiro, o Patrão desculpe, mas não posso. Estou de guarda. Os gajos da Comissão de trabalhadores davam cabo de mim.

-Ò Manel, como é que os gajos descobrem? Vais contar-lhes?

Acabaram os dois sentando-se à mesma mesa e devorando o almoço que a excelente cozinheira de Quinta de São João fizera com um mimo especial para o Engenheiro Amadeu, que coitadinho estava preso.....

Naturalmente, sendo os bons garfos e melhores copos a comida e o tinto  foram à vida.

-Ò senhor Engenheiro a sua cozinheira é porreira......

O Engenheiro também petiscara do farnel do carcereiro revolucionário concedeu: Olha que a tua Avelina também tem mão para estas coisas. Os joaquinzinhos estavam magníficos.

-Obrigado, ò patrão Amadeu. A minha Avelina está muito chateada com o sequestro. Diz que esses bandidos dos comunistas estão a dar cabo do país. Meteram-se com ela por ter ido a Fátima....  

-Essa gente não sabe o que faz, ò Manel, o que vinha mesmo a calhar agora era um digestivo. Vamos beber um copo.

-Ò senhor Engenheiro não pode ser. Os gajos da Comissão fritavam-me....

-E como é que eles descobrem, não foram para Lisboa gritar que eram a ''Muralha de Aço?

-Não têm vergonha, andam sempre a passear, hoje Domingo foram para Lisboa, de semana andam sempre na revolução, a malta a trabalhar, esses vadios a passearem  e eu aqui sem poder ouvir o relato.....

-Vamos à tasca os dois ouvir o relato.

 

 centro escolar do rossio 


Saíram da fábrica às escondidas e entraram na tasca da esquina onde a Emissora Nacional estava a dar o Benfica-Sporting......

O Engenheiro pediu um uísque. O proleta pediu um bagaço. O Engenheiro mandou vir uma rodada. O povo aderiu à festa. De vez em quando os ânimos enxofravam-se por causa do árbitro. Benfiquistas animados pelo bagaço discutiam com sportinguistas um pouco transtornados pelas minis. O Engenheiro continuou fiel ao uísque.

Quando a Avelina foi ver do marido para lhe levar o jantar deu com o chofer do Engenheiro. Preso e guarda tinham fugido. A chegada dos tipos que tinham ido a Lisboa aumentou a confusão.

O resultado do pandemónio foi a libertação do eng. Amadeu.

Graças a ele, um populista nato, os operários da FRA acabaram por  considerar que a Comissão de trabalhadores eram um grupo de nabos. Graças aos esforços de Amadeu e João Soares Mendes e à sensatez dos operários e outros trabalhadores da FRA aquilo não descambou como no Tramagal.

A revolução à abrantina é assim. O nome do Manuel e da Avelina são fictícios. O relato da história foi feito pelo eng. Amadeu Soares Mendes uns anos depois..... 

 

 

Joaquim Amante dos Reis, (ficcionista proletário)

 

 

Recebemos do ficcionista proletário Sr. Reis este texto que publicamos com o melhor gosto.

 

O Sr. Reis pode mandar mais quando quiser.

 

imagens seleccionadas por nós

 

MN



publicado por porabrantes às 13:05 | link do post | comentar

Quarta-feira, 18.01.12

 

 

 

 

ENCERRAMENTO DA BIBLIOTECA DO PEGO


Biblioteca do Pego vai encerrar as suas portas em data a anunciar.
Também irão encerrar as bibliotecas do Tramagal e do rossio ao Sul do Tejo.

Será, no meu entender, uma enorme perda para a Aldeia do Pego, porque uma biblioteca "Nas sociedades contemporâneas, a leitura (em contexto escolar, profissional ou de lazer) assume um papel importantíssimo na promoção do desenvolvimento cultural, científico, político e, consequentemente, económico dos povos e dos indivíduos. Por isso, tanto se tem reflectido sobre a forma de incentivar e motivar as pessoas para a leitura, em especial as crianças e os jovens, que ainda não criaram e enraizaram esse hábito tão enriquecedor." (in A LEITURA)

hoje em dia em nome da austeridade e do combate da crise, encerra-se por todo lado inúmeros serviços públicos, como são exemplos os Correios, Centros de Saúde e Bibliotecas, afim de "reduzir despesas", situação que a curto prazo poderá ter algum efeito(?), no entanto a longo prazo acho que iram ser medidas que nos levaram a um grande retrocesso como sociedade. Neste caso em Particular, as Bibliotecas, não há sociedade alguma na historia que evolua sem sabedoria, conhecimento, cultura!

Poderá se dizer, que a biblioteca do Pego não tinha utilizadores(leitores), que seriam em numero insuficiente. Aqui a "culpa", será repartida por duas partes: A população não aderiu á biblioteca, mas bastava uma pequena passagem mensal pela biblioteca por cada uma que esta já não encerraria(?); outra é a própria estrutura da Biblioteca Antonio Botto que pouco ou nada fez para divulgar ou promover a Biblioteca do Pego.
  
Nota: Com a devida vénia, reproduzimos este importante post do Tozip, no blogue bairrista pegacho http://toziblog.blogspot.com, onde se fala das coisas da histórica freguesia pegacha.

Neste blogue logo no início está uma citação de Sócrates, o grego, e não o PS, '' a sabedoria começa com a reflexão''.

Depois de ler o post transcrito, tenho de dizer que em certo sítio '' a sabedoria termina com o fecho das bibliotecas''.

 

Marcello de Noronha

 

Bom ano pró Tozip.......deseja o pessoal...

 



publicado por porabrantes às 11:39 | link do post | comentar | ver comentários (2)

Sábado, 11.06.11

Acampados no Rossio

Por: Armando Fernandes

O leitor já foi ao Rossio? Se não foi, vá. Na praça do femeeiro e machista Pedro IV, raparigas libertadas da escravidão do trabalho e do estudo, amigas da discussão, pouco amantes da água, apaixonadas pelo nada, estão presas à dócil tarefa de nos libertarem de obrigações, os ricos europeus (nós não somos) que paguem a crise e lixe-se a taça.

O Barcelona e o Porto açambarcadores de taças e tacinhas não são exemplo, muito menos matéria interessante, nem recorrendo ao estafado ópio do povo, pela simples razão das jecas serem pouco conhecedoras do assunto.

O leitor vá ao Rossio, não leve roupinha passada, caso tenha o cabelo canoso ao exemplo do meu exiba-o despenteado, logo surge um neto a ensinar-lhe as regras da festança do vazio, se tiver algum talento discursivo persista na concordância acrescentando sempre, sempre uma nótula cultural de carácter político de antanho. O improvisado neto resmunga, tenta recentrar a discussão recorrendo aos slogans decorados e debitados ao ritmo acelerado do fluxo líquido ventral, se continuar a encontrar resistência argumentativa atira um olhar furibundo antes de desistir.

O leitor vá ao Rossio, tente recordar-se do frenesim pós 25 de Abril, verifique olhos nos olhos, ouça bem tudo quanto lhe dizem, por fim abra a boca de espanto pela indigência palavrosa dos acampados de agora em comparação com as raparigas e rapazes da escola maoísta nas suas diversas ramificações.

Enquanto não cerra a boca, continue de olhos abertos de maneira a ler convenientemente as mensagens e pensamentos do dia, evite rir-se às escâncaras, prefira usar o telemóvel na fixação de tais imagens reveladoras da miséria intelectual destes pseudo-agitadores vestidos, calçados e alimentados a contento.

Se tiver sorte talvez veja uma mãe a beijar sofregamente a menina concedendo-lhe bênçãos e hossanas, enquanto retira da carteira uma nota azul, animando-o a continuar a luta em favor da “democracia já, da democracia dele”, embora não saiba qual é. Uma mãe urbana, usando roupas a ficarem bem à filha na cor e na forma, a acusar o Mundo porque a pequerrucha não possui um bom emprego a ganhar condignamente.

Alguém pergunta: o que é condignamente? Melhor estar calado, no acampamento nenhuma pergunta fica sem resposta, até uma resposta torta gorda de acinte. Desanda perguntador, desanda. É melhor. O acampamento não deve ser desarmado, o modelo deve ser copiado noutras cidades, a fim de nos envergonharmos da ponta dos cabelos à sola dos pés.

 

in Ribatejo

 

 

O Fernandes resolveu informar o povo que toma banho. Não nos informa da periodicidade do banho, nem nos hábitos higiénicos vigentes na rústica freguesia de Lagarelhos, onde nos dizem que os rurais são muito bem educados, não pronunciam a palavra pintelho (porque falam galego para confraternizaram com os rústicos ‘’vecinos’’ de Feces de Abajo), muito lavadinhos, tomam banho quase tantas vezes como aquele padre especialista em bruxas de Vilar de Perdizes (outra Meca do cosmopolitismo transmontano-galaico ), e é pena, porque parece que os hábitos higiénicos em Lagarelhos são recentes, porque o plumitivo já escreveu que os fidalgotes  não tomavam banho,e é aparentado com um  um fidalgote  de Lagarelhos chamado Buíça.

  Armando Vara, outro nativo de Lagarelhos.

Um politíco tão sério e competente como o  Armando Fernandes. (1)

 

 

Se o fidalgote não primava pelo convívio com a água e o sabão, há 2 hipóteses, ou era porco de per si (cobarde já sabemos que era, porque a soldo do Visconde da Ribeira Brava, disparou à traição contra Dom Carlos) ou herdou por via genética os hábitos porcinos. Se assim é, talvez herdasse a veia porcina do Vigário lá da terra, que pregaria do alto do púlpito que a água que não fosse benta, fomentava a concupiscência.

O Vigário amancebou-se e, se era alérgico à água, teremos de concluir que os coitos eclesiásticos se podem ter assemelhado não a uma orgia porcina, mas uma rapidinha suína.

Diz-nos depois o Fernandes que tem o cabelo canoso e como o que mais se lhe costumava ver era a careca, que há muito se tornou famosa, desde que  descobriram que se chamava Edite, estranho.

Não tenho visto o Fernandes, coisa que se agradece,  e se devo acreditar na sua palavra, coisa delicada, terei que crer que fez uma implantação capilar, quem sabe para imitar Berlusconi, o Duce das festas Bunga-Bunga, o César  da Viagra Romana.

 

 La Stampa

 

O discurso reaccionário e fascizante que o Fernandes debita sobre os jovens acampados no Rossio e sobre o movimento libertário que alastra pela Ibéria, encostando políticos corruptos e mentirosos à parede, lembra-me a demagogia do palhaço que mandou fazer um vulcão artificial na sua villa sarda para deslumbrar os estadistas parolos que o frequentam.

 

 

 

Mas é evidente que o Duce, aliás o Cavalieri, tem mais talento que o Fernandes, apesar de não ter nascido em Lagarelhos.

 

 

Compara o Fernandes a cólera que cresce no Rossio com as palhaçadas estalinistas em que andou metido, com o  M.E.S.  que reivindicou  uma ditadura do proletariado, etc.  Não sei, se como era boss das carrinhas-panzer do Azeredo, ainda contratou algum mecânico para transformar alguma numa Chaimite, para tentar emular Salgueiro Maia......

 

 

Mas prefiro quem protesta no Rossio,

 

 

ao politicastro barato que foi incapaz na Assembleia Municipal de Abrantes cumprir a missão que os eleitores lhe concederam. Opor-se e protestar !!!!

Para protestar é preciso ser jovem (de espírito ou de idade), e o Fernandes não é sequer um velho, é um cadáver político (como o Sócrates)

apenas à espera de ser enterrado.

 

Miguel Abrantes 

 

(1) Algum juiz atrevido fez do Armando arguido. Fala do Vara e não do Fernandes. Estamos certos de que o Vara além de gozar da presunção de inocência, está inocente. Em Lagarelhos,  só nasceu um criminoso: o Buíça.



publicado por porabrantes às 11:08 | link do post | comentar

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