O Doutor Oeesterbeck e o Saldanha da Rocha promoviam hoje em Lisboa no MNA
O Senhor Professor Doutor José da Encarnação, eminente especialista de epigrafia romana (que colaborou generosamente com o Doutor Candeias Silva em alguma obra) não resistiu com sardónico sentido de humor a comentar este cartaz:
Paula Teixeira da Cruz faz no caso dos Tribunais o que deve.
Racionalizar o mapa judicial e fechar Tribunais sem movimento onde os únicos réus são moscas ou os desgraçados que se atrevem a criticar o cacique.

Porque é que hão-de estar abertos Tribunais em terras que já estão quase mortas porque a única indústria que possuem são os lares para idosos, antecâmara da morte.????
Houve um tempo para corrigir o declínio de Vilas como o Mação.
Houve imensos e generosos fundos europeus e nacionais que permitiam a autarcas inverter o caminho para que a lógica perversa que um modelo de crescimento concentrado no litoral anunciava.
Os autarcas que governaram o Mação foram incapazes de gerir com senso, responsabilidade e audácia essas ajudas.
Delapidaram-nas em Museus Rupestres e Cemitérios do Presunto.
Foram incapazes de cuidar da Floresta, a única riqueza da terra. Deixaram-na arder.
Agora aparecem, rupestres, na imprensa subsidiada e nas rádios do betão a dizerem que é preciso um governo novo.
Colocam as bandeiras a meia-haste.
De que serve isso?
Para nada.
mação em movimento
De que serve isso?
De nada.
Haverá então novos passos na justa luta do Mané????
Que ideia sairá, rupestre, da cabeça do Mané ?
Mandar um ofício????
Processar o Estado?????
Tudo é possível....agora vou tomar o pequeno almoço, uma sandes à maneira com presunto da capital do dito, que é Barrancos, um café Delta e rir-me à gargalhada lendo as gazetas onde o Mané choraminga....
Marcello de Noronha
Salazar disse que governar as finanças dum país era como seguir o exemplo das donas de casa. Bastava ter um livro com o deve e haver, fazer um orçamento e não gastar mais que aquilo que se recebia.
Conselho prudente dum homem que viu a 1ª República e a Ditadura Militar falir e cair nas mãos da agiotagem internacional.
Pois bem, o Saldanha da Rocha tem, parece, um Museu Rupestre sem orçamento. Ou seja significa aparentemente que lá se gasta à balda.
E sucedeu o Saldanha, que começou como paquete, a um homem do antigo regime, educado nos hábitos salazaristas.
O Saldanha só herdou os vícios autoritários do fascismo que consistem em perseguir nos tribunais quem o critica e não herdou a salutar probidade na administração financeira que o Ditador cultivava.
O Saldanha também não herdou os tribunais plenários do fascismo, infelizmente para ele. E para aqueles que gostam duma justiça ''domada''.
Por isso viu o Tribunal da Comarca e a Relação absolver quem o criticou.....
Mas era do Museu Rupestre que se falava.
Que aquilo não tem orçamento é o que se deduz desta acta:
MUSEU DE ARTE PRÉ - HISTÓRICA E DO SAGRADO DO VALE DO TEJO----------
APOIO LOGÍSTICO AO MUSEU/ RENOVAÇÃO DE CONTRATO COM O CIAAR
Presente oficio do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, datado de 25 de Março de 2011 em que solicita que seja renovado o acordo com o CIAAR - Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo para manutenção das instalações e da base
logística das diversas operações do Museu, pelo valor de 5.880,00€ (cinco mil, oitocentos e oitenta euros) ano para pagamento dos serviços enunciados. Por unanimidade deliberado renovar o acordo mencionado com o Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto
Ribatejo para apoio logístico aos trabalhos do Museu, conforme solicitado. O Sr. Vereador Nuno Neto recomendou que, para evitar a necessidade de aprovar regularmente a atribuição de verbas avulsas para o Museu, o Executivo Camarário elaborasse, no início de cada ano, um orçamento de todas as verbas necessárias ao financiamento da sua actividade e o submetesse à aprovação da Câmara.
Também pode ter um orçamento rupestre que não sabe às quantas anda (para condizer com o nome) e então é preciso sempre estar a tapar buracos.....
Ou a cumprir ordens do Oeesterbeck.....

MA

A nº 2 do Bloco na Candidatura a Santarém, Sara Cura (foto http://xviuispp.ning.com)
Os seus dados são estes:
00351 96 4286144
Técnica Superior na Câmara Municipal de Mação na qualidade de licenciada em História, variante de Arqueologia desde Setembro de 2003 e exercendo funções no Museu de Arte Pré-Histórica.
Licenciada em História – Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Diplôme d’Etudes Approfondies en Prehistoire-Ethnologie-Anthropologie, pela Université Paris 1 Panthéo-Sorbonne
Doutoranda da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em “Quaternário: materiais e culturas” com uma tese intitulada: «As mais antigas ocupações Humanas do Ocidente Peninsular: tecnologia lítica e comportamento no Vale do Tejo
Docente no Mestrado Erasmus Mundus de Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre promovido pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto e pelo Instituto Politécnico de Tomar.
Coordenadora de diversos trabalhos de Arqueologia de campo e laboratório em contexto de investigação científica e de salvamento, em particular em contextos de Pré-História Antiga em depósitos Fluviais.
Autora e Co-autora de várias publicações nacionais e internacionais sobre Pré-História, Geo-arqueologia em contextos fluviais, Indústrias líticas, Didáctica da Pré-História e Arqueologia Experimental
Membro da Unidade de I & D do Centro de Geociências da Universidade de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia
Coordenadora do Laboratório de Quaternário e Indústrias líticas do Instituto Terra e Memória – Centro de Estudos Superiores associado ao Grupo “Quaternário e Pré-Histórica” do Centro de Geociências (uID73 – Fundação para a Ciência e Tecnologia).
Consultora científica nas áreas de Pré-História Antiga, Geo-Arqueologia e Didáctica da Pré-História.
Áreas de Interesse: Comportamentos adaptativos de caçadores-recolectores; Tecnologia lítica; Tecnologias e Arqueologia Experimental; Didáctica e divulgação da Pré-História
Sara Cura trabalha pois no círculo de influência de Luís Oosterbeck
Sara Cura trabalha pois no Instituto Terra e Memória
No dia 1 de Dezembro de 2009, Luís Oosterbeck aproveitou um comunicado do Instituto Terra e Memória, pago pelo dinheiro dos contribuintes, para chamar ''fascistas'' a mais de mil peticionários.
Era o comunicado nº 58/09 do ITM que nem sequer tinha aparentemente existência jurídica porque segundo a sua página no facebook só foi constítuido em 9-2-2010.
E já tinha mandado pelo menos 58 comunicados ad majorem gloriae do senhor Luís Oosterbeck e da política rupestre do cacique laranja Saldanha da Rocha, que é um dos que paga via CM Mação os delírios de grandeza do Sr. Luís OosterbecK.
Face a isto é para nós claro que Sara Cura não nos merece nenhuma confiança política (nem devia merecer ao Bloco) para representar o povo deste distrito.
Apelamos pois aos senhores peticionários para que impeçam a D.Sara Cura de sentar o seu mimoso rabinho nas poltronas de São Bento.

(os candidatos do Bloco a Santarém)
Marcello de Noronha
Miguel Abrantes
Os senhores peticionários de esquerda podem votar no PCP. O Deputado António Felipe não fez mau trabalho, apesar de a peticionária Drª Luísa Mesquita decerto o teria feito com mais classe....
| Sociedade | 29 Nov 2010, 07:22h |
| Judiciária investiga uso de máquinas e pessoal da Câmara de Mação numa obra privada | |
A Polícia Judiciária está a investigar a utilização de máquinas e funcionários da Câmara de Mação numa obra privada. Dois inspectores já estiveram na autarquia a verificar documentos relacionados com o caso ocorrido entre Julho e Agosto e pediram livros de registo dos trabalhos e documentos relacionados com os horários dos funcionários e com as máquinas usadas. Quiseram também saber quantas máquinas a câmara possui.
O caso está relacionado com um serviço que a câmara fez de terraplanagem num terreno particular em Vale da Gama para a implantação de uma adega industrial.
O presidente do município disse a O MIRANTE que o processo foi transparente, discutido em reunião do executivo e que os trabalhos foram aprovados por unanimidade. Saldanha Rocha (PSD), acrescenta que este tipo de trabalho insere-se numa lógica de apoio à fixação de empresas e ao desenvolvimento económico do concelho.
“Trata-se de ajudar quem tenha a ‘veleidade’ de investir no concelho, porque é preciso ter coragem”, sublinhou referindo-se ao facto de Mação ser uma zona desfavorecida.
Para Saldanha Rocha “fazer o alcatroamento de uma rua numa zona industrial para criar condições às empresas ou apoiar um empresário fazendo trabalhos como estes é a mesma coisa”. Mas em causa pode estar uma situação que configura um crime de peculato de uso previsto no Artigo 376º do Código Penal.
in Mirante
Os rupestres no seu melhor. Suponho que o DIAP ou algum procurador já os terá posto sob escuta. A escuta telefónica tornou-se o único meio de prova que os procuradores e o DIAP da querida Mizé Morgado usam.
Edite Fernandes, natural de Vinhais, consultora cultural, especialista em assuntos internos do PSD de Santarém, especialista em mais coisas....
* Rupestre não é o Mirante, é a imagem de marca que a CM. de Mação quer dar da terra
Pela Lei hoje publicada o município do Mação regressa ao civilizado convívio do Vale do Tejo, gorados os esforços de Saldanha da Rocha e Luiz Oesterbeck para que se integrasse no Estado do Piauí, da República Federativa do Brasil, com o Estatuto de Região Autónoma Rupestre.
Agora só falta que o povo do Mação nas urnas expulse o cacique sucessor dum autarca de triste memória Elvino Pereira, o protótipo do cacique AR. (ou seja Antes dos Rupestres)
O Mação espera esperançoso um Presidente DR. Ou seja depois dos Rupestres......
Antes de publicamos a Lei vejam esta maravilha da administração AR antes dos rupestre:
''É curiosa a coincidência, ou talvez não, de em 3 de Abril de 2008 ter finalmente ficad oresolvido o problema de propriedade do Cine Teatro. Recorde-se que até Abril último, o CineTeatro era propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Mação apesar da sua compra verbal ter sido feita em 1980 pelo então Presidente da Câmara Elvino Pereira ao então Provedor Elvino Pereira. A aquisição da propriedade foi feita agora por “uso capião”, o que só pode ocorrer após vinte anos de posse pública e pacifica, todavia, tal condição acha-se preenchida desde o ano 2000. O que ninguém explicou até hoje é porque é que atransacção em 1980 não foi feita por escritura pública nem qual o proprietário que nos anos90 se candidatou aos fundos comunitários para as obras de recuperação deste empreendimento .”
(Acta da Assembleia Municipal do Mação de 30-6-2008)
Como é que se vende um imóvel sem escritura pública?
Nem sequer em Flinstone.
O Provedor Elvino era o mesmo Elvino Presidente?
Há tantos Elvinos lá na terra?
Por isso dizemos que era a administração AR- antes dos rupestres (1)
Lei n.º 21/2010
de 23 de Agosto
Integra o concelho de Mação na unidade territorial doMédio Tejo
A Assembleia da República decreta, nos termos da alínea c) do artigo 161.º da Constituição, o seguinte:
Artigo 1.º
Objecto
A presente lei altera o Decreto-Lei n.º 46/89 , de 15 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Leis n.os 163/99, de 13 de Maio, 317/99, de 11 de Agosto, e 244/2002, de 5 de Novembro, e o Decreto-Lei n.º 68/2008 , de 14 de Abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 85/2009 , de 3 de Abril, integrando o concelho de Mação na unidade territorial do Médio Tejo.
Artigo 2.º
Alteração ao anexo ii do Decreto-Lei n.º 46/89 , de 15 de Fevereiro
O anexo ii do Decreto-Lei n.º 46/89 , de 15 de Fevereiro, com as alterações introduzidas pelos Decretos-Leis n.os 163/99, de 13 de Maio, 317/99, de 11 de Agosto, e 244/2002, de 5 de Novembro, no que diz respeito às unidades territoriais do Pinhal Interior Sul e do Médio Tejo, passa a ter a seguinte redacção:
«ANEXO II
Unidades de nível iii da NUTS no continente
[...]
Centro
[...]
Pinhal Interior Sul (4 municípios; 1502 km2; 35 204 habitantes): Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei.
[...]
Médio Tejo (11 municípios; 2707 km2; 235 670 habitantes): Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Sardoal, Tomar, Torres Novas, Vila Nova da Barquinha e Vila Nova de Ourém.
[...]»
Artigo 3.º
Alteração ao anexo i do Decreto-Lei n.º 68/2008 , de 14 de Abril
O anexo i do Decreto-Lei n.º 68/2008 , de 14 de Abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 85/2009 , de 3 de Abril, no que diz respeito às unidades territoriais do Pinhal Interior Sul e do Médio Tejo, passa a ter a seguinte redacção:
«ANEXO I
Unidades territoriais no continente
[...]
Região do Centro
[...]
Unidade territorial do Pinhal Interior Sul
Oleiros, Proença-a-Nova, Sertã e Vila de Rei.
[...]
Região de Lisboa e Vale do Tejo
[...]
Unidade territorial do Médio Tejo
Abrantes, Alcanena, Constância, Entroncamento, Ferreira do Zêzere, Mação, Ourém, Sardoal, Tomar, Torres Novas e Vila Nova da Barquinha.
[...]»
Artigo 4.º
Alteração ao anexo ii do Decreto-Lei n.º 68/2008 , de 14 de Abril
O anexo ii do Decreto-Lei n.º 68/2008 , de 14 de Abril, com as alterações introduzidas pelo Decreto-Lei n.º 85/2009 , de 3 de Abril, no que diz respeito ao município de Mação, passa a ter a seguinte redacção:
«ANEXO II
Municípios do continente por unidades territoriais
[...]
[...]
(ver documento original)
[...]»
Artigo 5.º
Integração nos serviços desconcentrados ao nível regional
Para efeitos dos serviços desconcentrados da administração central ao nível regional, organizados, segundo aResolução do Conselho de Ministros n.º 39/2006 , de 21 de Abril, pela circunscrição territorial correspondente às NUTS II estabelecidas pelo Decreto-Lei n.º 46/89 , de 15 de Fevereiro, alterado pelo Decreto-Lei n.º 317/99 , de 11 de Agosto, o Município de Mação passa a integrar a NUTS II Lisboa e Vale do Tejo.
Artigo 6.º
Entrada em vigor
A presente lei entra em vigor no dia seguinte à sua publicação.
Aprovada em 2 de Julho de 2010.
O Presidente da Assembleia da República, Jaime Gama.
Promulgada em 12 de Agosto de 2010.
Publique-se.
O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva.
Referendada em 12 de Agosto de 2010.
Miguel Abrantes
PS- Desejam-se as melhoras ao Elvino Pereira, que parece que anda mal de saúde.
UMA ALEGRE CASINHA...À MINHA MANEIRA!!!!

Esqueça Centros Históricos e respectivas restrições para reabilitação. Esqueça respeitar a traça arquitectónica das nossas vilas e cidades.
Não olhe a meios para concretizar os seus sonhos, por exemplo, imagine-se em Sortelha e uma vez lá, toca a recuperar uma casinha "à sua maneira". Pareceres do IGESPAR para que vos quero, toca a construir e, oops!!! ei-la alcandorada, dominando o casario!!!
Não é preciso ir para Sortelha, venha para Mação e reconstrua até mais não! Ainda por cima, tem aqui o privilégio de ter a sede do "Instituto Terra e Memória" e todos os gurus do património rupestre do país e arredores da América Latina, que o ajudam a conseguir níveis de modernidade como o patente na imagem!
E tem mais, como prémio por ter investido em Mação, você pode ainda habilitar-se a converter um Beco Público, em garagem privada, como pudemos ver, esta manhã, na imagem que se segue:
Agora a sério,o senhor Presidente da Câmara de Mação, sim é dele, da sua casinha "à maneira", mais a sua garagem "à maneira", que falamos, até pode argumentar que tudo está legal e tem a cobertura do IGESPAR, e de todos os organismos públicos que superintendem as necessárias licenças, mas.....
Do que falamos é de uma outra legalização, que tem a ver com a consciência colectivade um povo:
-Que autoridade moral tem para vir reclamar defesa do património que ele próprio transgride?
-Que empenhamento pode solicitar aos maçanicos na defesa do que resta da arquitectura tradicional da nossa terra se é o primeiro a cometer tamanho atentado?!
De facto, não vale aplicar a lei ...."à nossa maneira"!
antónio colaço in ânimo
Ò António acalma-te: ''
'Tal como Tu, em Jerusalém, apetecia pegar no azorrague e invadir a autarquia, pois são tantos os anos a jogarem com a nossa apatia!!!
Ensina-nos a perdoar e, sobretudo, a acreditar que ...."eles não sabem o que fazem" mas nós sabemos o mal que a descuidada ingestão desta água nos faz!''
Porque se contagias as ''amplas massas'' que estão mais viradas para a chibata que para o perdão.... os rupestres e similares abrantinos,
serão fustigados pelo povo sem dó nem piedade!!!!!!
Finalmente pede-se desculpa a João Pico, mas ele não é o Líder do Pinhal, é só o Caudilho!!!!!
Miguel Abrantes
Do Mirante:
Câmara de Mação investe um milhão de euros em Centro de Aprendizagem e Observação de Arte Rupestre
“Consubstanciar” o trabalho desenvolvido em Mação nos últimos anos em torno das suas riquezas arqueológicas é objectivo da autarquia, que anunciou um investimento de um milhão de euros na construção de um Centro de Aprendizagem e Observação (CAO).
O novo equipamento cultural e científico pretende aumentar todo o trabalho que o Museu de Arte Pré Histórica tem desenvolvido em Mação e em seu redor, e onde serão criados espaços de investigação e experimentação, laboratórios, sala de exposições e um espaço bibliográfico de Arqueologia e História do Alto Ribatejo, um “elemento nuclear”, pela sua natureza de instrumento de aprendizagem.
O presidente da Câmara de Mação, Saldanha Rocha, disse à agência Lusa que o projecto, que deverá estar concluído em 2012, criará entre 30 a 40 postos de trabalho directos e 150 indirectos, esperando-se que, “dentro de poucos anos” se atinjam os 50 mil visitantes por ano.
“O investimento”, continuou, insere-se numa “aposta estratégica de longo prazo” em termos de “valorização do território”, sendo “inspirado” nas grutas francesas de Tautavel, com vestígios de ocupação humana de 450 mil anos.
A “aldeia, que tinha 600 habitantes, tem hoje 10 hotéis e cerca de 350 mil visitantes por ano”, contou o autarca, que decidiu apostar na adaptação em Mação do que havia visto em França.
O futuro CAO será construído na Vale do Rato, próximo do actual Museu, e inclui um espaço de observação na aldeia de Zimbreira, - “será a porta para o parque do Ocreza” -, que acolherá uma exposição de arte rupestre mundial, em colaboração com museus e universidades da Europa, América do sul, África, Ásia e Austrália.''
O disparate despesista no seu melhor. Um milhão de euros deitados para o lixo pelo génio, herdeiro do Elvino Pereira, numa terra que tem parte do centro histórico em ruínas e está cada vez mais desertificada.
Mais 40 ou 50 burocratas completamente inúteis para serem pagos pelos nossos impostos.
E depois o super-ego rupestre do Autarca: ''que decidiu apostar na adaptação em Mação do que havia visto em França''. Foi ele, sozinho, segundo o texto que ''decidiu'' pela aposta.
Ora nos termos da Lei o Sr.Rocha não tem competências para tomar essa decisão. É uma competência da Câmara e não do Presidente. As declarações demonstram um enorme desprezo pelos Vereadores e pelo povo que o elegeu, ao assumir-se como o monarca absoluto da Vila.
Um Jardim do Pinhal, naturalmente sem as qualidades de truão fascista do Funchal.........
Felizmente o homem não foi a Versailles, senão reconstruía o palácio de Luís XIV no meio do Pinhal

Naturalmente dentro das possibilidades da casa. Um Versailles do género do Palácio do Rei dos gnomos. Um dia destes quando o concelho for extinto que será dos rupestres?

Miguel Abrantes, admirador dos cromagnon-pimba
MAÇÃO.MONS ÁLVARES DE MOURA, ILUMINA-NOS A RUA!

Já lá vão pelo menos três semanas sem que as casas de uma parte da minha Rua, em Mação, tenham direito à iluminação pública!
Mons. Álvares de Moura, iluminai-nos a noite.Ou, como diria o Jorge Afonso, "tornai-nos a noite clara como o dia"!!!!
2
Há dias falámos aqui da estercaria de uma antiga vacaria, também na mesma rua, que a ânimo converteu em ...Galeria.
Logo, alguém ( a senhora Câmara? Os proprietários?) se encarregaram de acimentar a degradada porta que tão deplorável espectáculo oferecia.
Abençoada net!
Será que agora, depois deste humilde post, alguém põe uma "alampadazinha" no poste, perdão, no candeeiro público?
A senhora Câmara? A senhora EDP?
Resta-nos esperar agradecendo a solução encontrada para a Vacaria que, afinal, não virou... Galeria!!!.
antónio colaço
in ânimo
PS- Os rupestres querem as ruas às escuras como nas cavernas!!!!!
É o código genético dos trogloditas
m. ataíde
Damos a palavra a uma acta da Assembleia Municipal do Mação que é um dos sítios mais divertidos da Região Centro. Cá para mim deviam convidar o Saldanha da Rocha para um programa cómico na TV com o historiador rupestre e o resto dos irredutíveis:
Foram ainda aprovadas, por maioria, com o voto contra do Vogal Manuel Marques Dias, as seguintes propostas:
“ A morte do Sr. Padre Sousa constituiu uma perda para a Comunidade Macaense.
Mais do que um Clérigo dedicado, o Sr. Padre Sousa foi um homem de acção, um homem de causas, um homem de entrega.
Inteligente, interventivo e muito acutilante, especialmente enquanto Director do jornal “ Voz da Minha Terra “, função que desempenhou com dedicação.
O Padre Sousa partiu, mas ficou a sua memória. É com base nessa memória que propomos um voto de pesar pelo falecimento do Sr. Padre António José da Silva Sousa.”
“ A Assembleia Municipal de Mação propõe que seja solicitado à Câmara Municipal de Mação a atribuição do nome do Sr. Padre António José da Silva Sousa a uma das artérias da Vila de Mação.”
O Vogal Manuel Marques Dias intervém para apresentar a sua declaração de voto. Afirma que considera que o Sr. Padre Sousa não foi um bom Padre pois afastou muitos paroquianos da Igreja e como Director do Jornal “ Voz da Minha Terra” foi interventivo mas tendencioso e “ amordaçou “ muitas pessoas, impedindo-as de se expressarem livremente no referido jornal. Afirma que não é hipócrita nem nunca o foi, teve varias e sérias desavenças com o Sr. Padre Sousa e pelas razões apresentadas não seria num órgão como a Assembleia Municipal que iria votar hipocritamente duas propostas com as quais não concorda. Assim, vota contra as duas propostas apresentadas.
O Vogal Afonso Matias intervém para apresentar a seguinte declaração :
“ Texto escrito pelo Vogal Manuel Marques Dias no BlogMação:
“ Meu Caro Dr. Nuno Neto, Descobri hoje o BLOGMAÇÃO. Já percebi que é orientado e está sob a égide de gente socialista. Aliás no Mação parece que só os socialistas têm tempo para se dedicar a estas coisas. Os outros ou têm mais que fazer ou entendem que é tempo perdido. Eu, não sendo e abominando o socialismo não penso assim. Contudo, quere-me parecer, que o Senhor pertence a uma corrente Socialista em Mação, que de alguma maneira merece o respeito de qualquer Maçaense. O Senhor e o António Martins não são socialistas. Vocês andam enganados. Um verdadeiro Socialista vive da Intriga, da cuscovilhice, é em geral corrupto, provoca todo e qualquer tipo de atropelos para sair por cima, não olha a meios para atingir fins, é marxista mas lambe o cu ao Padre, etc. etc. Os defeitos são tantos que seriam necessárias páginas. Por acaso você sabe porque é que o Aeroporto da OTA avançou e o Senhor Jorge Coelho se afastou do Partido Socialista? Deixemo-nos de tretas e vamos ao seu artigo. Como já afirmei, você não pode ser socialista ou então não se comporta, na maior parte das vezes, como tal. Você consegue ser objectivo e não se limita a contar histórias apresenta números e factos concretos, mas tem deslizes que me custa deixar passar em claro. Então você fazia um orçamento só com aquilo que tem como certo? Este é pelo menos o meu entendimento da sua recomendação ao nosso Presidente Saldanha Rocha. Você está na posse dos números, experimente lá a fazê-lo e em vez de aparecer com essa ideia faça lá o Orçamento com base nela e traga-o aqui para nós podermos analizar em pormenor o resultado. Aceita o meu desafio? Acredito que não vai virar a cara. Fico à espera. M Dias Enviado por Manuel Dias em fevereiro 5, 2006 06:16 PM”
Perante o texto que acabámos de ler teremos de perguntar ao Sr. Dr. Manuel Dias o seguinte:
O Senhor é o autor do texto que acabámos de ler?
Tendo o Sr. Dr. Manuel Dias confirmado a autoria do texto supre mencionado, os membros do Partido Socialista, eleitos para a Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia e Assembleias de Freguesia, não se revêem na adjectivação usada no referido texto, porquanto têm a declarar o seguinte:
- Não são intriguistas
- Não são coscuvilheiros
- Não são corruptos
- Não atropelam nada nem ninguém para atingir qualquer fim
- Não usam termos menos próprios quando se referem à entidade eclesiástica ou a qualquer um dos seus membros, como por exemplo o Sr. Padre
- Em resumo, não são, nem se consideram serem nada daquilo de que o Sr. Manuel Dias os acusa.
Assim sendo, entendem os elementos do Partido Socialista, eleitos para a Câmara Municipal, Assembleia Municipal, Juntas de Freguesia e Assembleias de Freguesia, aqui presentes e não presentes, que foram atingidos na sua honorabilidade e bom nome pelas palavras constantes no texto escrito pelo Sr. Dr. Manuel Dias no Blog Mação em 5 de Fevereiro de 2006, pelo que, exigem uma retratação e pedido de desculpas por parte do Sr. Dr. Manuel Dias, caso contrário, se assim o entenderem, julgar-se-ão no direito de o accionar judicialmente por difamação.”
A Vogal Preciosa da Silva Marques intervém para referir que considera que não é este o local próprio para discutir artigos pessoais dos blog's, a Assembleia Municipal é um órgão autárquico e como membro do mesmo considera que esta discussão deveria ser privada, entre os intervenientes e não uma discussão própria para ter lugar num órgão autárquico.
O Vogal Manuel Dias intervém para afirmar mais uma vez que não é hipócrita, escreveu e assinou o que escreveu quando poderia ter escrito anonimamente como muitos fazem no referido blog, mas não o fez e mantém tudo o que disse mas considera que não tem nada a responder nesta Assembleia pois não visava directamente os membros da mesma e por isso considera que este assunto deverá ser debatido no local onde o mesmo teve origem, ou seja, o blogMação.
O Vogal António Cardoso Lopes intervém para referir que os membros eleitos pelo Partido Socialista nesta Assembleia se sentiram de certa forma atingidos pelo artigo do Dr. Manuel Dias enquanto socialistas e a declaração apresentada tem o objectivo de deixar claro nesta Assembleia que não são, de forma alguma como descritos no referido artigo e que se excluem completamente daquela apreciação.
A Vogal Preciosa da Silva Marques intervém para referir que considera que a declaração apresentada pelo Vogal Afonso Matias e a sua discussão não deveriam constar da acta desta sessão pois o assunto não é relevante nem apropriado a este órgão.
O Vogal Manuel Dias intervém para questionar directamente o Vogal João Paulo Almeida sobre se o mesmo mentiu ou não quanto ao boletim itinerário da sessão de Dezembro desta Assembleia Municipal pois este sim é um assunto pertinente para este órgão.
( se quer ler mais faça-o aqui))
Queixamo-nos dos seminaristas e do Vigário e pelos vistos o terrível Padre Sousa (que Deus tenha na sua Santa Glória) ainda era pior....
Miguel Abrantes
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