O Doutor Oeesterbeck e o Saldanha da Rocha promoviam hoje em Lisboa no MNA
O Senhor Professor Doutor José da Encarnação, eminente especialista de epigrafia romana (que colaborou generosamente com o Doutor Candeias Silva em alguma obra) não resistiu com sardónico sentido de humor a comentar este cartaz:
Paula Teixeira da Cruz faz no caso dos Tribunais o que deve.
Racionalizar o mapa judicial e fechar Tribunais sem movimento onde os únicos réus são moscas ou os desgraçados que se atrevem a criticar o cacique.

Porque é que hão-de estar abertos Tribunais em terras que já estão quase mortas porque a única indústria que possuem são os lares para idosos, antecâmara da morte.????
Houve um tempo para corrigir o declínio de Vilas como o Mação.
Houve imensos e generosos fundos europeus e nacionais que permitiam a autarcas inverter o caminho para que a lógica perversa que um modelo de crescimento concentrado no litoral anunciava.
Os autarcas que governaram o Mação foram incapazes de gerir com senso, responsabilidade e audácia essas ajudas.
Delapidaram-nas em Museus Rupestres e Cemitérios do Presunto.
Foram incapazes de cuidar da Floresta, a única riqueza da terra. Deixaram-na arder.
Agora aparecem, rupestres, na imprensa subsidiada e nas rádios do betão a dizerem que é preciso um governo novo.
Colocam as bandeiras a meia-haste.
De que serve isso?
Para nada.
mação em movimento
De que serve isso?
De nada.
Haverá então novos passos na justa luta do Mané????
Que ideia sairá, rupestre, da cabeça do Mané ?
Mandar um ofício????
Processar o Estado?????
Tudo é possível....agora vou tomar o pequeno almoço, uma sandes à maneira com presunto da capital do dito, que é Barrancos, um café Delta e rir-me à gargalhada lendo as gazetas onde o Mané choraminga....
Marcello de Noronha
Salazar disse que governar as finanças dum país era como seguir o exemplo das donas de casa. Bastava ter um livro com o deve e haver, fazer um orçamento e não gastar mais que aquilo que se recebia.
Conselho prudente dum homem que viu a 1ª República e a Ditadura Militar falir e cair nas mãos da agiotagem internacional.
Pois bem, o Saldanha da Rocha tem, parece, um Museu Rupestre sem orçamento. Ou seja significa aparentemente que lá se gasta à balda.
E sucedeu o Saldanha, que começou como paquete, a um homem do antigo regime, educado nos hábitos salazaristas.
O Saldanha só herdou os vícios autoritários do fascismo que consistem em perseguir nos tribunais quem o critica e não herdou a salutar probidade na administração financeira que o Ditador cultivava.
O Saldanha também não herdou os tribunais plenários do fascismo, infelizmente para ele. E para aqueles que gostam duma justiça ''domada''.
Por isso viu o Tribunal da Comarca e a Relação absolver quem o criticou.....
Mas era do Museu Rupestre que se falava.
Que aquilo não tem orçamento é o que se deduz desta acta:
MUSEU DE ARTE PRÉ - HISTÓRICA E DO SAGRADO DO VALE DO TEJO----------
APOIO LOGÍSTICO AO MUSEU/ RENOVAÇÃO DE CONTRATO COM O CIAAR
Presente oficio do Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo, datado de 25 de Março de 2011 em que solicita que seja renovado o acordo com o CIAAR - Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto Ribatejo para manutenção das instalações e da base
logística das diversas operações do Museu, pelo valor de 5.880,00€ (cinco mil, oitocentos e oitenta euros) ano para pagamento dos serviços enunciados. Por unanimidade deliberado renovar o acordo mencionado com o Centro de Interpretação de Arqueologia do Alto
Ribatejo para apoio logístico aos trabalhos do Museu, conforme solicitado. O Sr. Vereador Nuno Neto recomendou que, para evitar a necessidade de aprovar regularmente a atribuição de verbas avulsas para o Museu, o Executivo Camarário elaborasse, no início de cada ano, um orçamento de todas as verbas necessárias ao financiamento da sua actividade e o submetesse à aprovação da Câmara.
Também pode ter um orçamento rupestre que não sabe às quantas anda (para condizer com o nome) e então é preciso sempre estar a tapar buracos.....
Ou a cumprir ordens do Oeesterbeck.....

MA

A nº 2 do Bloco na Candidatura a Santarém, Sara Cura (foto http://xviuispp.ning.com)
Os seus dados são estes:
00351 96 4286144
Técnica Superior na Câmara Municipal de Mação na qualidade de licenciada em História, variante de Arqueologia desde Setembro de 2003 e exercendo funções no Museu de Arte Pré-Histórica.
Licenciada em História – Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa
Diplôme d’Etudes Approfondies en Prehistoire-Ethnologie-Anthropologie, pela Université Paris 1 Panthéo-Sorbonne
Doutoranda da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro em “Quaternário: materiais e culturas” com uma tese intitulada: «As mais antigas ocupações Humanas do Ocidente Peninsular: tecnologia lítica e comportamento no Vale do Tejo
Docente no Mestrado Erasmus Mundus de Arqueologia Pré-Histórica e Arte Rupestre promovido pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto e pelo Instituto Politécnico de Tomar.
Coordenadora de diversos trabalhos de Arqueologia de campo e laboratório em contexto de investigação científica e de salvamento, em particular em contextos de Pré-História Antiga em depósitos Fluviais.
Autora e Co-autora de várias publicações nacionais e internacionais sobre Pré-História, Geo-arqueologia em contextos fluviais, Indústrias líticas, Didáctica da Pré-História e Arqueologia Experimental
Membro da Unidade de I & D do Centro de Geociências da Universidade de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia
Coordenadora do Laboratório de Quaternário e Indústrias líticas do Instituto Terra e Memória – Centro de Estudos Superiores associado ao Grupo “Quaternário e Pré-Histórica” do Centro de Geociências (uID73 – Fundação para a Ciência e Tecnologia).
Consultora científica nas áreas de Pré-História Antiga, Geo-Arqueologia e Didáctica da Pré-História.
Áreas de Interesse: Comportamentos adaptativos de caçadores-recolectores; Tecnologia lítica; Tecnologias e Arqueologia Experimental; Didáctica e divulgação da Pré-História
Sara Cura trabalha pois no círculo de influência de Luís Oosterbeck
Sara Cura trabalha pois no Instituto Terra e Memória
No dia 1 de Dezembro de 2009, Luís Oosterbeck aproveitou um comunicado do Instituto Terra e Memória, pago pelo dinheiro dos contribuintes, para chamar ''fascistas'' a mais de mil peticionários.
Era o comunicado nº 58/09 do ITM que nem sequer tinha aparentemente existência jurídica porque segundo a sua página no facebook só foi constítuido em 9-2-2010.
E já tinha mandado pelo menos 58 comunicados ad majorem gloriae do senhor Luís Oosterbeck e da política rupestre do cacique laranja Saldanha da Rocha, que é um dos que paga via CM Mação os delírios de grandeza do Sr. Luís OosterbecK.
Face a isto é para nós claro que Sara Cura não nos merece nenhuma confiança política (nem devia merecer ao Bloco) para representar o povo deste distrito.
Apelamos pois aos senhores peticionários para que impeçam a D.Sara Cura de sentar o seu mimoso rabinho nas poltronas de São Bento.

(os candidatos do Bloco a Santarém)
Marcello de Noronha
Miguel Abrantes
Os senhores peticionários de esquerda podem votar no PCP. O Deputado António Felipe não fez mau trabalho, apesar de a peticionária Drª Luísa Mesquita decerto o teria feito com mais classe....
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