Segunda-feira, 20.08.18

tubucci s.vicente

 E borra-botas deixam-na destruir

 

ma



publicado por porabrantes às 22:34 | link do post | comentar

Terça-feira, 17.07.18

freitas

carta cónego freitas

Abrantes, 14-6-1951

 

Meu caro Amigo,

Obrigadíssimo pela sua carta e tudo o que ela quer dizer. Apesar de tanto na carta de agradecimento como em todas as outras escritas a agradecer os parabéns dos Superiores: Monsenhor Conégo Moura (?), Mons. Félix, etc e dos Colegas, ter sempre frisado que considerava a distinção concedida extensiva ao laborioso clero do Arciprestado de que eu sou fortuito chefe de equipa e portanto portador do troféu, isso não foi nem podia ser com o fim do óbulo do Arciprestado assim honrado, houvesse de ser chamado a suportar os encargos das vestes. No entanto a sua ideia é cheia de beleza e a concretizar-se seria uma expressão de unidade e teria um significado sacerdotal admirável e as vestes encomendadas seriam uma presença moral de todo o Arciprestado, em dias de festa e actos oficiais. Mas por causa dessa vez que se calou e na primeira homenagem de Bodas Sacerdotais empreendidas a favor do sacerdócio, que devia ser exaltado na pessoa do que primeiro fez essa celebração, foi falar dizendo do próprio homenageado (!) que massacrou durante uma boa meia hora dizendo-lhe da sua discordância de tais coisas, a ponto do homenageado explodir, perante mim num desabafo de choro, que nunca mais me esquecerá, é que eu manifestei a minha relutância em receber homenagens deste género mas nem por isso deixei de promover em anos seguidos, fugindo com o corpo dos gestos não humanos do bípede (por favor da natureza). Isto é único!

No entanto, para que se não atraiçoe o seu pensamento nem o de muitos e se não perca o significado nem se julgue que a minha recusa é motivada pela soberba e abominável desprezo e antipatia contra os colegas independentemente do que estes façam ou promovam, aceito se assim o entender de murça que V.Exa Reverendíssima poderá encomendar ao Cónego Manuel Filipe ou outrem, pois vários têm de vir para os titulares de Portalegre e até serão mais baratos assim.

Há um grupo de rapazes amigos (serão do Benfica) que me oferecem a facha e senhoras que me oferecem o Roquete. Não tenciono pensar no caso.O resto dir-lhe-ei oralmente.

Um abraço amigo

P.Freitas

 

transcrição MP

O destinatário pediu reserva de identificação e autorizou a publicação, após a sua morte, como documento para a História da Cidade.

O Cónego foi muitos anos Arciprestre de Abrantes até cerca de 1974, director da ''Nova Aliança'' e ainda outro dia foi elogiado pelo Graça.

O visado pelos insultos era o Padre Luís Ribeiro Catarino, um santo e pároco de S.João, até cerca de 1978.

padre catarino machado

mn



publicado por porabrantes às 21:41 | link do post | comentar

Sábado, 24.02.18

aberrantes

in

 

in sthepane.png

na Lusitania Sacra, nº 17, 2005

fundamental

 

mn



publicado por porabrantes às 22:35 | link do post | comentar

Segunda-feira, 22.08.16

Tivemos acesso ao processo da chamada ZIF de S. Vicente, que abrange as freguesias de Abrantes/Alferrarede (PS), Mouriscas (CDU), Fontes (PS) e Carvalhal (PS)

 

 

zif.png

e que é promovida por essas autarquias.

 

Só 17,95% dos proprietários das terras, representando 2064 hectares (para uma área total de cerca de 11.500 hectares) é que aderiram à ZIF.

 

A coisa só mostra que os proprietários desconfiam da ZIF e dos autarcas em causa ou que o processo foi mal preparado.

 

O Conde de Alferrarede tem uns 400 hectares no seu velho morgadio, acham que ele vai aderir?

 

Acham que ele quer o Bruno Tomás a tomar conta dos olivais da Casa Anadia?

 

bruno.jpg

 

E se os autarcas das freguesias  se  dedicassem a cortar ervas, limpar cemitérios e subsidiar as bandas de música lá da terrinha (as últimas que resistem) não faziam já um trabalho excelente?

 

Porque fizeram um mau trabalho ao lançar esta ZIF, dado que só tiveram 17% de apoio dos proprietários.

 

A propósito qual a percentagem de hectares da ZIF de S.Vicente que arderam neste trágico Agosto? Alguém sabe?

 

Entretanto os bondosos militares vão, em missão de soberania, fazer fogos reais e rebentamento de artefactos pirotécnicos em pleno centro urbano.

 

Porque é que o Campo de S.Margarida, que tem 6.000 hectares, não se transforma em ZIF e o Presidente da Junta da Bemposta e o de Santa Margarida da Coutada (que era régia) não são nomeados Comandante e Sub-Comandante da ZIF/Base Militar?

 

Então podiam convidar a tropa abrantina para ir fazer para lá fogos reais e S.Lourenço não corria risco de arder....

 

O Jardim do Castelo também faz parte da Zif de S.Vicente?

 

E a encosta? Bem.... essa ardeu.

 

ma      



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Quarta-feira, 03.02.16

Que a comissão Fabriqueira de S.Vicente se ponha à brocha

 

caiar s.vicente.jpg

e faça o seu dever de caiar o monumento nacional.

 

foto do grande abrantino Eduardo Castro.

 

a redacção 



publicado por porabrantes às 00:11 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.12.15

Foi o Prof. Doutor João Manuel Bairrão Oleiro que tratou desta escriturazinha (ou melhor dalgumas delas) no Jornal de Abrantes.

B.Oleiro tratou duma, que revela a antiguidade da Igreja de S.Pedro, da então vila,mas na série de manuscritos onde andam, há uma guerra de partilhas entre as famílias dos padres de S.João e S.Vicente.

Ou seja dois clãs familiares controlavam as pingues receitas das paróquias e guerreavam-se.

Estamos no século XIV

sancha.png

filha padre.png

 Somos das poucas terras onde é possível reconstituir as listas de presbíteros medievais, isso foi feito no livro ''Abrantes Medieval'', da Doutora Hermínia Vilar.

Será possível reconstituir as linhagens a que os clérigos deram origem e os bens que acumularam?

Há uma tese recente que permite saber alguma coisa para o período medieval em S.João.

Quando houver tempo, aqui se falará dela.

A Sancha Martins era uma descarada, mas as coisas na actualidade não fogem muito aos tempos medievais. Nos tempos medievais não encontrei,  o P. Fernão Martins a nomear a sobrinha para inventariar os viciados em abuso da papoila ou do haxe. Já havia haxe?

Os cruzados encontraram no Monte Líbano, uma seita chiita, comandada pelo Velho da Montanha, viciada em haxixe. Faziam assassinatos por encomenda para os fregueses abonados. A nossa palavra ''assassino'' vem do árabe, dos viciados em haxixe.

Cite-se o grande escritor libanês Maalouf '' A verdade é outra. De acordo com os textos que nos chegam de Alamut, Hassan Sabbah gostava de chamar os seus adeptos de assassiyun, os que são fiéis ao Assass, ao «fundamento» da fé, e esta palavra, mal compreendida pelos viandantes estrangeiros, é que pareceu ter um ressaibo de haxixe" (…) Marco Polo popularizou essa ideia no ocidente. Deu-se crédito à tese de que eles actuavam sob o efeito do haxixe e os seus inimigos no mundo muçulmano chamavam-lhes por vezes haschichiyun , «fumadores de haxixe», para os desconsiderar. Alguns orientalistas julgaram ver neste termo a origem da palavra «assassino», que se tornou, em várias línguas europeias, sinónimo de homicida."''.

Portanto já  no século XIV havia por cá consumidores de drogas entre mouros, cristãos e judeus.

ma 

 

a escritura foi sumariada por Pedro de Azevedo

 



publicado por porabrantes às 19:24 | link do post | comentar

Segunda-feira, 30.11.15

 

Na gloriosa lista de cónegos de São Vicente deve figurar um expulso de Portugal pela espada de Nuno Álvares.

Como se chamava o patife que seguiu João I de Castela e a  filha de Leonor Telles contra o Mestre de Avis?

álvaro gil.png

Quem pedia por ele ao Papa cismático, que era o de Avinhão?

regina.png

Quem era o anti-Papa?

benedicto_xiii.jpg

um tal Luna, que se dizia Papa

Benoit XIII : Pape d'Avignon Antipape
Auteur : Henri Ségur
 Lieu d'exposition : Palais des Papes

 

Encontramos o rosto de Beatriz cujos ''direitos'' Nuno Álvares esmagou em Aljubarrota, depois de ouvir missa em S.João de Abrantes e de não por os pés em S.Vicente?

 

beatriz.jpg

é esta, a filha de Leonor Telles de Menezes

 

em português o nome do cónego era Álvaro Gil

 

mas identificar o traidor deu trabalho, foi César Olivera Serrano, que identificou o tipo que trocou ser cónego de S.Vicente por ser servo duma rainha exilada

 

 in Beatriz de Portugal. La pugna dinástica Avís-Trastámara

Biographical study of the queen Beatriz of Portugal, second wife of the castilian King John I (1379), and the portuguese-castilian relations during the XIVth and XVth centuries, with the dinastic problems between the Trastámara and Avis dinasties

 

 

 

Dê-se pois a César o que é de César, e diga-se que é fundamental lê-lo para saber dos lusos ( e dos abrantinos) que o Mestre de Avis esmagou.  

 

E vindo de Aljubarrota, veio o Mestre rezar a S.João de Abrantes e não foi a S.Vicente, as suas razões tinha

E já Álvaro Esteves e outros tinham dito ,

Nós todos concordes em um amor, deliberação, desejo, conselho e obra; em nome da santa, e indivisa Trindade, Pai, e Filho e Espírito Santo, um só Deus verdadeiro, nomeamos, elegemos, tomamos, levantamos, e recebemos no melhor, e mais abundante modo, que em direito podemos, ao sobredito D. João, mestre de Avis, como nosso rei e senhor e dos ditos reinos de Portugal e Algarve, e lhe concedemos que esse se chame rei, e que faça, e possa fazer, e mandar sobre o governo, e defesa nossa, e dos mesmos Reinos todas aquelas coisas, e cada uma delas, que tocam ao ofício de rei e que fizeram, puderam, mandaram e costumaram fazer no tal ofício os reis dos ditos reinos, que até aqui foram, e prometemos, e jurámos e fizemos homenagem que seremos bem obedientes ao dito novo rei D. João; e não iremos contra, nem diremos, nem consentiremos, que outrem o faça.

 

dissera e acrescentara

 

O que tudo suposto, nós os prelados, fidalgos, procuradores acima nomeados examinando a verdade, achámos que a dita D. Beatriz era filha de D. Leonor Teles, a qual ao tempo que o Rei D. Fernando a tomou era legitimamente casada com João Lourenço da Cunha, e casados viveram como marido, e mulher por muito tempo, o que era notório ao dito rei D. Fernando, e a todo o Reino, e por este impedimento não podia o D. Fernando haver da tal D. Leonor filhos legítimos que pudessem suceder na herança do reino, nem possuí-lo por direito hereditário, e mais forçosamente por ser também parente por afinidade da cópula, que ela houve com o dito João Lourenço da Cunha, parente do dito rei D. Fernando em grau proibido.

Sobre isto vendo nós mais como a dita D. Beatriz, tendo razão de saber em como nosso senhor o papa Urbano VI é verdadeiro pontífice, ela de sua livre vontade casou com efeito com o sobredito João Henriques primo co-irmão de seu pai o rei D. Fernando sem haver dispensa do dito Urbano, e usou de uma chamada dispensa de Roberto em outro tempo cardeal, antipapa condenado, e viveu desse tempo até o presente, tendo ao dito Roberto por verdadeiro papa, e por boa a sua dispensa; o que tudo é verdadeiro, claro, e notório em todo Portugal e Algarves, e também nos reinos de Leão e Castela.

E por esta causa, e crimes de incesto por coabitar com homem seu parente, e de cismática por obedecer ao antipapa, a dita D. Beatriz perdeu o direito, se algum tinha, à herança destes reinos, tanto pelo que dispõem o direito comum, como também em virtude das sentenças e processos apostólicos proferidos contra João Henriques e todos aqueles, que o seguem no erro do cisma, qual é a dita D. Beatriz: e também vendo nós que a referida D. Beatriz por si e os seus, entrou, e invadiu os sobreditos reinos de Portugal, e do Algarve, contrariando ao contrato de pazes entre ela, e o dito João Henriques com o rei D. Fernando, e os povos dos ditos reinos e não guardando aos mesmos povos o estabelecido no tal contrato acerca do governo do reino:

 

entre outros assina

 

Eu Álvaro Esteves, vigário perpétuo da igreja de S. João de Abrantes, autoridade Apostólica, público notário e geral e procurador acima escrito do Concelho de Abrantes a estas coisas acima escritas, especialmente chamado, e a cada uma delas, quando assim foram feitas e firmadas, e com as acima ditas testemunhas juntamente presente fui, e mim aqui em este instrumento subscrevi e nele me sinal fiz, que tal é. Álvaro Esteves, etc.

(devida vénia ao Portal da História)

s.João sec XIX.png

 

E se mais dúvidas houvesse cito (por não ter Diogo Oleiro à mão) o Sr. Oliveira Vieira: '' haver duvidas sobre a imagem, “Jorge Cardoso (1606-1669), autor do Agiologio Lusitano dos santos, e varoens illustres em virtude do Reino de Portugal, e suas conquistas…” (fig.2), a páginas 468, diz-nos: “Pelo que tornando vitorioso (Batalha de Aljubarrota), foi dar graças à dita Igreja (São João Batista), deixando nela o seu retrato (em sinal de troféu), na devota imagem do Santo, que mandou esculpir de pedra, na qual em três partes do seu diadema tem as quinas de Portugal.” (b).

 

(blogue Coisas de Abrantes, uma das poucas coisas sérias sobre a nossa Terra)

s.joao.jpg

 

mn

 

créditos:foto do anti-papa: Palácio Papal d'Avignon

                                           D.Beatriz: El Sayón

 

 

  

 



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Terça-feira, 11.11.14

 

s.j.jpg

 e de mãe desconhecida e o Papa não autorizava o seu culto e por isso os paroquianos de S.João, atacavam a procissão que saía daqui....

sao vicente 38 passaporte.jpg

 

 

S.Vicente. Foto Passaporte

 

e dava batalha campal, em contrapartida os de S.Vicente diziam que um santo decente não devia comer gafanhotos. O resultado: batalha campal, mortos e feridos à cutilada. Afonso V, por isso, proibiu os de Abrantes de irem armados às procissões. O humanista Pedro Sanches satirizou a batalha católica em versos latinos ''De Superstitionibus Abrantinorum'' , que Mestre Américo Costa Ramalho publicou e analisou neste livro magnífico. Bem quanto às críticas a S.João, devo replicar que o normal é os cónegos de São Vicente lançarem gafanhotos quando falam. Eu sou de S.João.  mn 

 

s.j.2.jpg

s.j.3.jpg

 



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