Quinta-feira, 22.02.18

 

Relaciones artísticas entre Portugal y España - Página 150

 
https://books.google.es/books?id=-DMYAQAAMAAJ - Traducir esta página
Jesús María Caamaño, ‎Universidad de Salamanca. Departamento de Historia del Arte - 1986 - ‎Vista de fragmentos
Pensa-se também que o forro de exemplares de corda seca existente na igreja de Santa Maria de Abrantes foi ali colocado por ordem do bispo, padroeiro do templo. Outras encomendas de azulejos devem ter sido feitas pelos Infantes de Beja, D. Fernando e D. Brites, pais do futuro rei D. Manuel I, considerados os «maiores senhores que nunca houve, em Hespanha, que não fossem re/s»49. Este casal, senhor de quase toda a região de Setúbal, deve ter estabelecido contactos ...


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Segunda-feira, 22.05.17

Quando é que começou a preocupação do Estado por salvar Santa Maria do Castelo?

Por volta de 1870 e tal foi pedido um parecer à Real Associação dos Arquitectos Civis e Arqueólogos Portugueses, para salvar a jóia da coroa do património abrantino.

lido.png

O assunto foi discutido na sessão de 11 de Setembro de 1876 e pouco depois o Boletim dessa casa publicava este estudo, da autoria de Francisco Alves Coutinho, que se transcreve, e que afirma que a Igreja era depósito de tralha velha da tropa e que às vezes era um palheiro.

O estudo é útil e não o vi citado em publicações recentes....

monografia de santa maria do castelo.png

O estudo é importante, porque nos coloca à disposição uma leitura epigráfica dos túmulos (não há nenhuma publicação recente que a tenha), e adverte do estado de conservação da Igreja e realça já a existência dos frescos

frescos.png

Tanto alarido para uma coisa já destacada em 1876!

Foi graças aos esforços da Associação, com sede no Mosteiro do Carmo (em cujo Museu já havia, nesta época, coisas de Abrantes), que se conseguiu salvar S.Maria e foi Ramalho Ortigão que propôs, em finais do século XIX, a classificação do templo como monumento nacional.

 

mn     



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Segunda-feira, 03.08.15

 

 

...)As primeiras notícias sobre arte rupestre obtivemo-las já após a conclusão do Levantamento Arqueológico do Concelho da Pampilhosa da Serra. Ainda durante a prospecção de campo, o avô materno de Filomena Gaspar havia-nos levado a ver a “pegada de Nossa Senhora” que,infelizmente, era uma cavidade natural, mais ou menos com o formato de um pé.(..)

 

Carlos Batata & Filomena Gaspar,

 

A citação refere-se a uma prospecção em Pampilhosa da Serra.

 

Hoje a propaganda municipal enche os media com as ''extraordinárias descobertas'' feitas no Castelo de Abrantes pela equipa do MIAA, que para mim cientificamente deixa bastante a desejar.

 

 

 

Escapelizando a coisa verifica-se que descobriram que havia frescos em Santa Maria do Castelo (não foram eles, foi a equipa de restauro do ''Painel da História''), coisa que já se sabia desde Diogo Oleiro, nos anos 50. 

 

Aqui está a carta referindo isso, aqui já publicada

 

carta santa maria.jpg

 Temos portanto que os frescos, já estavam descobertos desde pelo menos 1960.  Há ainda a torre de taipa, islâmica alegadamente,

buraco miaa.jpg

 As escavações de 2014 deram este bonito resultado, onde vemos a Isilda e o Gaspar mirando estupefactos o buraco.  (foto CMA)

 

Diz na notícia a Filomena '' Este é o local mais interior do país com uma torre deste género, feita com barro, material muito perecível, e existem muito poucas em Portugal''

 

Ora a Filomena não se lembra da geografia das torres mouras em Portugal, apesar do avô dela lhe ter mostrado uma pegada de Nossa Senhora na Pampilhosa.

 

Os mouros conquistaram quase toda a Península desde 711 e há vestígios arqueólogicos deles em todos os locais e bem no interior da Península e até em França para as bandas de Perpignan.

 

Saragoça, Pamplona ou mesmo Zamora eram importantes cidades islâmicas e estão muito mais ao Norte que Abrantes.

 

E só por exemplicar uma torre de taipa moura, cita-se a da Ucanha

 

Torre_de_Ucanha.jpg

Foto de João Sousa, com a devida vénia, retirada da Wikopédia, que está a poucos quilómetros de Lamego

 

Afonso Henriques fez doação, em 1163, à viúva de Egas Moniz da terra da Ucanha e o Prof. João Silva e Sousa, da UNL explica aqui que a torre da Ucanha foi construída pelo menos pelos árabes : '' Note-se a ponte de Ucanha, com sua torre, construída sobre fundações mouras (Ilustração 11). 

O facto duma construção ser em taipa não demonstra de per si que seja ''moura'', o Autor citado diz: ''No entanto, a taipa não tem origens islâmicas, nem a sua utilização na Península Ibérica se fez apenas no período muçulmano; a utilização da taipa já se evidencia ao tempo da ocupação romana, mas a civilização islâmica em Portugal incrementou e foi influente na utilização da taipa e do adobe, de que os Berberes foram transmissores''.

 

Helena Catarino assinala outras escavações em fortificações de origem islâmica muito ''mais para o interior do país'', veja-se o castelo de Juromenha.

 

E a Abrantes islâmica dependia, antes da reconquista, tudo o indica, do reino taifa de Badajoz, que está muito mais para o interior da Península.

 

Só para finalizar, o Vereador Luís Dias diz que haveria um templo dedicado a Mercúrio.

 

Provavelmente havia um templo mas porque é seria dedicado a Mercúrio???

 

Qual a evidência arqueológica que o demonstra?

 

A única inscrição romana documentada encontrada no centro da cidade é a Júpiter e é esta:

júpiter.png

Extracto dum estudo de José da Encarnação & Candeias Silva, publicado no Ficheiro Epigráfico que pode ser lido aqui

 

A ara encontrava-se em Santa Maria do Castelo, como bem dizem os autores e já não se encontra lá e os técnicos municipais não sabem bem onde está.

 

Finalmente a cacique diz à Lusa, que o encontrado serve para reforçar a ideia da autarquia de construir o projecto MIAA '' num investimento global na ordem dos 14 milhões de euros e é uma intervenção que não se pode fazer toda de uma só vez" e ainda afirma que o MIAA será '' implementado em diversos locais da cidade.''

 

Em 18 de Outubro de 2014 disse ao DN que eram  só 5 milhões.Também disse que ia celebrar um comodato com a Fundação Estrada.  O dito não foi celebrado, nem será celebrado tão depressa.

 

E sem colecção para meter no MIAA, triplica o orçamento no escasso prazo de 9 meses!!!!

 

Toda esta leveza de política cultural, toda esta incompetência, só merece o comentário feito pela Vereadora laranja Elza Vitório numa das últimas sessões camarárias:

 

miaa elza.png

 

 

mn

 

ainda hoje: como não haverá provavelmente mini-hídrica no açude!!!!

 

  

 



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Terça-feira, 02.06.15

diogoalmeida_01.jpg

foto: José Custódio Vieira da Silva

 

Túmulo de Diogo Fernandes de Almeida:

 

''Neste moimento ias o muito nobre varam e em estremo cavaleiro dom fernandes dalmeida criado e veedor que foi da fazenda e do concelho dos reis dom dvarte e del rei dom afonso v sev filho foi mvi leal cirvidor aos ditos senhores mui vertuoso devoto catolico discreto e de mui virtuosa conversasão entre os homes e seus fectis foram tais que satisfes sempre mui bem a quem devia a sva nobresa com a cavalaria ele edificou esta igreia de nosa senhora por sua devacam e ornamentov e finovse em mui bõ estado om todos os avtos e sacramentos que era obrigado no mes de ianeiro aos 5 dias dele da era de noso senhor iesv christo 1450 annos e foi filho de fernam alvares dalmeida que foi aio do dito senhor rei dom duarte e dos infantes dom pedro e dom amriqve e seus irmaos"''

 

(texto da lápide) retirada da fonte referida, bem como a foto

 

O Projecto Imago, desenvolvido pelo Instituto de Estudos Medievais da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da UNL, é uma base de dados da iconografia medieval portuguesa.

 

Pode consultar aqui os dados referentes aos túmulos de Santa Maria do Castelo.

 

Naturalmente agradece-se ao IEM/UNL este serviço à nossa cultura e ao património.

 

mn   



publicado por porabrantes às 15:06 | link do post | comentar

Sábado, 18.04.15

ramalho.png

 

Deve-se a Ramalho Ortigão a proposta para que Santa Maria do Castelo fosse Monumento Nacional.

 

O texto está em O Culto da Arte em Portugal e a proposta no Archeólogo Português recolhida por José Leite de Vasconcelos.

 

 

mn

 

 

 



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Terça-feira, 06.01.15

 Como se nota esgotam-se os coros natalícios, com a rapaziada cantando os Reis

natal.jpg

 as boas intenções também se esgotam, voltamos aos bons hábitos quotidianos, como diria a cacique,   Guantanamo é quando um mulato quiser....

pai natal.jpg

 aliviado o Papai Noel......encerramos a quadra com uma vista quase inédita dos Reis homenageando Jesus em Belém, então não sobre ocupação sionista, mas sob a civilizada tutela do Império de Roma

santa maria 1920 DO.jpg

 A foto é de 1920 e é presumivelmente de Diogo Oleiro e mostra a única tábua que restava do retábulo de Santa Maria, que aqui podem ver melhor e que José de Figueiredo atribuiu a Gregório Lopes

 

O retábulo foi desmontado nos anos 40 e usado numa grande exposição lisboeta, como se contará algum dia.

 

Temos vaticínios curiosos para 2015, que nos enviou um amigo, que serão aqui publicados.

MN 

  

 



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Domingo, 21.12.14

O comunicado ou coisa parecida que a que a maioria PS fez, sobre os frescos da Igreja do Castelo, com o disciplinado acatamento dos edis oposicionistas, diz que vão procurar na ''multissecular historiografia abrantina'' indícios sobre pinturas murais a fresco.

Aquilo só merece uma franca e clara gargalhada, obrigada Eça, ora essa, porque a historiografia abrantina começa no século XIX com o capitão Mourato. É certo que ele fala dos apontamentos do Bispo da China, um dominicano enterrado em São Domingos. Mas aparentemente estes apontamentos do século XVII estão perdidos. Haverá coisas inéditas certamente nos arquivos privados e municipais.

Mas poderiam procurar on-line.

E logo descobririam, se fossem hábeis que um dos primeiros pintores de murais de que há referência é abrantino, e viveu no século XIII.

lourenço martins, pintor de murais.png

 Sobre o carácter único das pinturas murais abrantinas poderiam telefonar ao Pina da Costa e inquirir se há frescos em Sernancelhe, porque os há em Rio Mau.

E as pinturas murais a fresco já as temos no tempo dos mouros.....

freco.png

 Como estamos em quadra natalícia dá-se a bibliografia aos municipais. É este estudo do autor ontem citado (e ouvido pelo Público) Luís Urbano Afonso e para  a identificação do pintor abrantino de murais, remete para mestre Saúl Gomes, que tem participado nos encontros da APOC, organizados pelo Prof. Albuquerque Carreiras.

Moral da História: Ler Educa.

Já agora uma rua que tenha nome de político estalinista, fascista, aldrabónico ou qualquer outra espécie, que lhe seja mudado o nome para Lourenço Martins de Abrantes. É mais honesto ser pintor de frescos que político.

MA

créditos : imagens: Luís Urbano Afonso , Em demanda da pintura medieval portuguesa, 1100-1400

APOC-Associaçõ Portuguesa da Ordem de Cister

 

   



publicado por porabrantes às 20:25 | link do post | comentar

Sábado, 20.12.14

frescos.jpg

 Foto do Público de Hoje

 

com artigo de Cláudia Carvalho

 

santa maria anos 40 dgmn.jpg

dgmn anos 40-Diogo Oleiro? já estão à vista os frescos por cima dos túmulos!

 

que se remete para este post nosso aqui

 

e de novo a pergunta porque não esclareceu sobre isto: ''

Aproveitou para referir que, já no âmbito desta intervenção, foram levantadas pelos técnicos algumas questões, tendo sido solicitada a presença célere do IGESPAR, que já fez levantamento e orçamento para a realização de outras intervenções. '' disse a cacique, em resposta a Santana Maia.

 

santa maria figurativos 5.jpg

cma

 

E a resposta era:''

Nessa altura, os trabalhos pararam e avisou-se a DGPC daquela situação de risco. “Tivemos de suspender tudo, houve uma mudança de planos para a qual precisávamos de nova autorização”, conta José Artur Pestana.
Um ano depois, em Junho, a DGPC deu luz verde para a intervenção dos conservadores e foi então que se começou o trabalho de consolidação dos azulejos.

E, mais uma vez, o inesperado aconteceu: “O afastamento que os azulejos tinham em relação à parede permitiu-nos ver que a pintura de cima continuava.” “Isto veio acabar com uma das grandes bases da historiografia abrantina de que os azulejos são de origem — não são. Removendo alguns azulejos e analisando pelo tipo de reboco que tem, o tipo de areia, percebemos que só foram colocados aqui depois”, explica, argumentando ainda que não houve um critério na colocação daqueles azulejos. “Há um grande desfasamento, acabam a alturas diferentes, têm vários padrões, isto foi um reaproveitamento, agora de onde, não sabemos, mas que é anormal esta amálgama de azulejos, isso é.”''.

 

Porque é que a cacique não deu a informação total a Santana Maia?

Era segredo de estado?

Finalmente não se compreende que a Mural da História tenha começado a intervenção sem ler o que havia na DGMN sobre os restauros dos anos 60.

E ainda convém ler este artigo de Luis Urbano Afonso, que faz justas aclarações no artigo do Público. 

MN

 

 

 

 



publicado por porabrantes às 13:44 | link do post | comentar

Domingo, 02.11.14

Disse a rádio oficiosa que tinham descoberto uns frescos em Santa Maria do Castelo, baseando- se em declarações do Vereador da Cultura. O Mirante repete a notícia.

Antes disso, já o Cidadão Abt tinha abordado a estranha decisão de parar as obras de restauro, post publicado com muitas fotos, post que deu origem a uma intervenção do Vereador dr.Santana-Maia Leonardo.

A cacique

cacique.jpg

não foi capaz de dizer porque tinham parado as obras.

Será que não sabia que estavam lá os frescos?

4444.jpg

 Frescos de Santa Maria -foto da Tubucci,, .

 Desde quando se sabia que havia lá frescos, incluindo atrás dos azulejos do altar? Há muito, incluindo já havia um ofício de 1960 para os restaurar, aliás já aqui publicado.

frescos.jpg

 DGMN- arquivo

 O sr. Pestana resolveu valorizar os frescos com este argumento '' Mas não é uma pintura qualquer. É uma boa e rara pintura figurativa datada dos finais do século XV, início do século XVI, e de que em Portugal apenas existem pequenos partes e fragmentos conhecidos, à excepção de Leiria, que é maior”, ''

Referia-se a S.Francisco de Leiria.

À excepção de Leiria????

''

Destacamos os frescos das igrejas de Vila Marim e Folhadela (Vila Real),

de S. Francisco de Bragança, de Santa Leocádia de Chaves, da galilé da Sé

de Braga e as notáveis pinturas quatrocentistas de S. Francisco de Leiria,

entre muitos outros exemplares.'' diz a drº  Lúcia Cardoso Rosas, nesta tese, onde há boas fotos doutros frescos da mesma época.

Portanto temos muitos exemplares de frescos desta época, e quase nenhum conjunto de azulejos de corda-seca como os de Santa-Maria do Castelo de Abrantes. (à excepção do Paço de Sintra e da Casa de Pilatos sevilhana) 

 

mn

Sobre os frescos de Leiria este estudo de Saul Gomes

-   

 

 



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Domingo, 29.06.14

 

 

 

em 1904...

 

Curiosa colecção da qual publicaremos outros exemplares

 

redacção

 



publicado por porabrantes às 21:42 | link do post | comentar

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