Quarta-feira, 23.10.19

A história de Nossa Senhora da Luz

Agradecia que me contactassem pois em relação ao post de capela de Nª Senhora da Luz houve uma excomunhão lançada a familia dos proprietários dos quais so conheci meu avô José dos Santos Bioucas e que só foi levantada quando a capela foi vendida ao bispado de Portalegre e Castelo Branco infelizmente o meu pai já não se encontra entre nós mas foi ele e meu avô seu pai que trataram do levantamento da excomunhão .

José Bioucas 21 de Outubro 2019, 08:22

 

Caro Sr: Bioucas, vamos pedir a um historiador amigo que o contacte.

Agradecíamos o envio do seu contacto para porabrantes@hotmail.com.

ma



publicado por porabrantes às 18:57 | link do post | comentar

Domingo, 20.10.19

''Nossa Senhora da Luz

É uma linda santinha

(....)

Nossa Senhora da Luz

Tem uma linda toalha

Foi lavada no Paúl

Engomada n' Abrançalha''

(popular)

 

 

Ao contrário das mentiras propaladas em escritura pública, pelo Graça das seringas,

graça benfeitor

e piedosamente asseveradas pelo Anacleto e restantes testemunhas, em instrumento público, a Capela da Senhora da Luz foi adquirida pela Paróquia de S.Vicente, por escritura pública assinada por António Antunes Guilherme, Jerónimo Rodrigues Chaleira,Manuel Gonçalves de Oliveira, Augusto Rodrigues Chaleira,António Pedro Pacheco,António Maria Selada, Prudêncio António Maria e esposas. 

senhora da luz 2

Pelo seu interesse reproduz-se documento, publicado por Fernando Velez, no  Jornal de Abrantes, de 28-11-97, sobre a história da capela. Segundo  ele foi o morgado António Pinto de Almeida, que depois de 1600, construiu a Capela.

Na Vida Ribatejana, nº especial de 1954, D.Licínia Ludovice, publicou um artigo ''A ermida e o lugar de Nossa Senhora da Luz no concelho de Abrantes'', onde o mesmo pergaminho era transcrito.

img20191020_16323809

Porque é o Graça foi mentir?

Porque omitiu o nome dos beneméritos?

Começa-se a mentir em escritura pública e termina-se a burlar o Estado?

Não, termina-se a desobedecer ao Bispo e a lançar católicos contra católicos.

ma

 

 



publicado por porabrantes às 16:02 | link do post | comentar

Sexta-feira, 18.10.19

Disse-se aqui que o burlão das seringas tinha faltado à verdade sobre a Capela da Senhora da Luz e da mesma forma faltaram à verdade as testemunhas, entre elas o Anacleto, que em escritura pública, disseram que o dito templo, tão caro aos abrantinos, era propriedade da Paróquia de S.Vicente desde tempos imemoriais.

Temos hoje outra confirmação, pela pena do Rev.Cónego Freitas, a capela particular só passou para as mãos da Paróquia, por sua acção, em 29 de Outubro de 1953.

img20191018_19415586

img20191018_19440292

Tanto o Cónego como o Anacleto trabalham na Nova Aliança e era fácil dar com isto e não a andar a propalar falsidades em instrumento público.

Exigimos responsabilidades ao homem das seringas?

Já veremos.

Uma nova condenação penal dá direito a prisão efectiva.

ma



publicado por porabrantes às 18:46 | link do post | comentar

Quinta-feira, 17.10.19

Em 10-8-2011, a Comissão Fabriqueira de S.Vicente, representada pelo Graça das Seringas outorgava esta escritura de justificação

img20191010_19244206

.

Vinham dizer que a Paróquia era dona desde tempos imemoriais duma série de templos religiosos, mas que não tinha documentos para justificar a propriedade.

Entre os edifícios a secular capela da Senhora da Luz.

senhora da luz

Dizia o cónego e as testemunhas asseveram que era verdade,.

 

 

senhora da luz 3

que eram donos da capela deste tempos imemoriais e que tinham andado a vasculhar arquivos e não tinham encontrado provas doutros donos.

Vou apenas analisar o caso da Senhora da Luz, agora.

E era falso, o que diziam.

O que se dizia não era verdade, ou seja o Cónego usava expedientes (ou era um crasso ignorante) para legitimar juridicamente a apropriação do edifício.

O Rev. Padre Francisco Valente traça aqui parte da história da Capela e dos donos, a Ordem de Cristo e António Pinto de Almeida.

ordem cristo

E certamente para tempos mais recentes há mais documentos, incluindo da responsabilidade do Cónego Freitas e da diocese.

Foi o Cónego Freitas que tratou da aquisição da capela, que era particular.

freitas - copia

 

Diz o Rev.P. Francisco Valente que só na década de 1950 a capela passou a estar disponibilizada ao povo da Abrançalha.

O texto do Padre Valente é um claro desmentido do que se afirmou nesta escritura.

E se começamos a examinar as escrituras de justificação da Paróquia, encontramos mais coisas dessas.

A Capela não era de S.Vicente, era da Ordem de Cristo e depois particular.

Não me digam que a Senhora Conservadora dos Registos aceitou registar isto.

Vamos anular????

Parte das testemunhas foram das que disseram que D.Amélia Baeta estava boa da cabeça quando testou a favor da Paróquia. 

ma

Bibliografia

Sobre o assunto ver a Zahara'' de Julho de 2012, sobre Santuários Marianos no Concelho de Abrantes, do J Candeias Silva 

Se houver anulação, metemos o Candeias Silva como testemunha

Texto do P.Valente na publicação Rota das Sete Irmãs (2014), com a devida vénia

Nota: Também há justificações deste género, outorgadas por Nelson Carvalho, com o Notário municipal, Bento Pedro 

 



publicado por porabrantes às 09:07 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.08.16

javardo.png

Lendo um velho livro descobri que uma alma penada  se disfarçou de javardo e foi atentar um eremita que estava na Nossa Senhora da Ribeira ou da Luz

javali senhora da luz.png

 Que queria o javardo?

 Missas para sair do purgatório. Assim foram rezadas missas por um porco bravo e ao final dum ano, a sua alma conseguiu ir a caminho do Céu.

Assim o conta Frei Fernando da Soledade na sua História Seráfica e se assim o atesta o bom do frade, porque vamos nós desmenti-lo? .

mn



publicado por porabrantes às 21:54 | link do post | comentar

Segunda-feira, 23.11.15

Senhora da Luz.jpg

 (...)Nossa Senhora da Luz era tradicionalmente invocada pelos cegos (como afirma o padre António Vieira no seu "Sermão do Nascimento da Mãe de Deus": "Perguntai aos cegos para que nasce esta celestial Menina, dir-vos-ão que nasce para Senhora da Luz [...]"), e tornou-se particularmente cultuada em Portugal a partir do início do século XV; segundo a tradição, deve-se a um português, Pedro Martins, muito devoto de Nossa Senhora, que teria descoberto uma imagem da Mãe de Deus por entre uma estranha luz, no sítio de Carnide, no termo de Lisboa. Aí, se fundou, de imediato, um convento e igreja a ela dedicada, que conheceu grande incremento devido à acção mecenática da infanta dona Maria, filha de dom Manuel I e sua terceira esposa, dona Leonor de Áustria'(..)

 

(wikipédia)

 

Sobre a  história da capela da Abrançalha esperamos reproduzir um artigo do cónego Freitas

 

luz.png

Luis Cardoso, Dicionário Geográfico, século XVIII

 

ver : História Local: Teresa Aparício ordena padre o Infante D.Henrique

 

Aparição da Virgem na Abrançalha

 

Coisas de Abrantes

 

mn

 

 



publicado por porabrantes às 08:19 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.11.12

A trinta de Novembro o CEHLA organiza as 

 

 

X Jornadas de História Local - Abrantes

 

Biblioteca Municipal António Botto – Abrantes - 30 de novembro de 2012

Organização: Centro de Estudos de História Local (CEHLA) – Palha de Abrantes

PROGRAMA

09h30 Abertura dos trabalhos

09h45 A pesquisa oral na investigação etnográfica, por Aurélio Lopes, Antropólogo

10h45 Intervalo

11h00 Espaços de memória: uma resposta social para um mundo de transformação e   incerteza, por Luiz Oosterbeek, Anabela Pereira e Margarida Morais, Museu de Arte Pré-Histórica e do Sagrado do Vale do Tejo (Mação)

11h45 O vaivém do tear, por Giulia Panfili e tecedeiras do concelho de Abrantes

12h15 Apresentação do n.º 20 da Revista de História Local Zahara

12h45  Intervalo para almoço

14h30  Tradições Quaresmais e Pascais nas terras das Idanhas e a promoção da sua divulgação pela Autarquia Idanhense, por António Catana, Investigador

15h30  Intervalo

15h45 Folclore/etnografia na sociedade actual, por Raul Grilo, Grupo Etnográfico “Os Esparteiros”

16h15 Grupo de Cantares Terras de Guidintesta (Belver): uma aventura etnográfica, por Paulo  Pires, Maestro

16h45 Quadras populares e alguns dos seus marcadores sociais, por Teresa Aparício, Professora

17h05 Carreira do Mato – Artesanato com História, por Teresa Guilherme a Aldina Maria, Associação Amimato

17h25 Debate

17h45 Encerramento

 
Participação gratuita.     Não necessita de inscrição.    Certificado aos participantes.             
 
 (transcrito do blogue da Senhora Drª Paredes Cardoso)
http://paredescardoso.blogspot.com.es/2012/11/x-jornadas-de-historia-local-abrantes.html
Anima o debate a drª Teresa Aparício colaboradora habitual da folha do Jana sobre coisas de Património onde espalha, sábia, a sua sabedoria.
A drª Aparício é a colaboradora habitual do Mestre Martinho Gaspar e do Doutor Candeias Silva.
Na última edição do boletim de propaganda camarária a Teresa Aparício disserta erudita sobre a Capela da Senhora da Luz.
O artigo está disponível aqui.
Entre a bibliografia que cita está lá um artigo de Candeias Silva publicado na '' Zahara'' de Julho de 2012, sobre Santuários Marianos no Concelho de Abrantes.
Não vou dissecar todo o arrazoado, coisa que daria pano para mangas, e nos daria para, como gosta de dizer o meu amigo Miguel Abrantes, ''flipar''....
Vou só fixar-me no pormenor relevante onde a Teresa Aparício diz que  em 1578 as terras onde se situava o Ermida da Senhora da Luz foram vendidas aos ''padres da Ordem de Cristo''.
Como a senhora foi beber no livro do capitão Mourato, que foi editado e anotado por Eduardo Campos, cujo nome não se cita certamente para não ofender a autoridade, convinha respeitar o original e o que está lá é:  que foi vendida aos ''freires da Ordem de Cristo''
Não li, tenho mais que fazer, o artigo do Candeias, mas não acredito que o homem cometesse um erro destes.
Os Cavaleiros de Tomar, membros da Ordem de Cristo, sucessores dos Templários, não eram padres, não podiam dizer missa, nem praticar qualquer acto reservado a quem tivesse sido ordenado cura.
Isto é casar, confessar, dar a comunhão etc....
Eram guerreiros e o sacramento que praticavam com mais assiduidade era degolar sarracenos.
Não houve nenhuma ordem militar em que os seus membros fossem ''padres'', estavam decerto obrigados a seguir uma Regra, faziam votos (Obediência, Castidade em certos casos, etc) mas tinham capelães para os assistirem nos actos litúrgicos.
A D.Teresa Aparício, grande católica, tinha obrigação de saber isto, não só pela sua formação religiosa mas também pela sua formação académica.

E convinha-lhe ler São Bernardo onde estão as bases da milícia cristã e  estas palavras terríveis: ''Um cristão  glorifica-se na morte de um pagão, porque Jesus Cristo é glorificado nela.'' Essas bases são o b-a-bá da gesta templária, de que os Cavaleiros da Ordem de Cristo  são os herdeiros.

Corrigida pois paternalmente a monumental ''gaffe'' da cronista da folha gratuita, lamenta-se que um Jornal onde Diogo Oleiro escreveu seriamente sobre História, esteja agora transformado num pasquim de erros garrafais, que ao assumirem proporções bíblicas o tornam numa gazeta humorística.

 

www.eb1-abrantes-n2.rcts.pt- eia

E o mesmo humorismo involuntário contagia a Zahara do Gaspar e tudo o que tem a marca do CEHLA.....

Finalmente se isto fosse levado para a paródia, o título devia ser ''Teresa Aparício ordena padre o Infante D.Henrique'', porque o Infante foi Grão-Mestre da Ordem de Cristo e usou os homens e os recursos da Ordem para a grande aventura da expansão marítima.

Não, querida Senhora, o Infante não foi Padre, nem sequer seminarista. Quem foi seminarista foi o dr. Alves Jana.

 

Marcello de Noronha, da Tubucci

 



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