Quinta-feira, 03.01.19

O aterro da Concavada tem levantado polémica por questões financeiras e sobretudo ambientais e judiciais  desde a sua criação.

Agora os caciques querem alterar o PDM sem discussão pública e sem avaliação  ambiental para legalizar o aterro, que está edificado num espaço que o PDM não permite.

Fazer isto sem avaliação ambiental é um crime.

A alteração visa favorecer uma empresa privada.

No local está a famosa célula RIB ,cheia de porcaria,  potencialmente perigosa, edificada pela Solurbe (Lena Ambiente agora) da qual ninguém se quer responsabilizar.

E sobre a qual os caciques não querem tomar as medidas judiciais adequadas para não incomodarem qualquer ex-camarada bento.

A construção do aterro significou assumir responsabilidades de outras câmaras. Outro dia perdoaram 300.000 € a essas autarquias, para não estragarem a doce paz com que a Céu apascenta a CIMT.

 

O Bloco sobre isto, ditou prá acta:

rib

reunião de 13-11-18

Há mais?

Muito mais, incluindo o processo do MP contra o Júlio Bento e Nelson Carvalho, onde o primeiro acumulava nas suas contas vasto pecúlio de origem desconhecida.

Só vamos citar um facto dessa época:

Ribatejo 5-7-2001

Tudo começou, diz o Jornal, quando o vigilante da natureza, Luís Alves, na sequência duma fiscalização ao aterro,   enviou uma comunicação ao Chefe de Divisão do Médio Tejo e Lezíria do Tejo da Draot.

alves lena

 

Depois uma fiscalização encontrou múltiplas irrregularidades.

Ainda está aí, sem dono, a célula RIB, pesada herança da Lena.

luís alves (2) - copia

 

No artigo também há declarações de Fernando Moleirinho, P. da CM do Sardoal, falando do aterro intermunicipal.

Se o aterro era intermunicipal, porque tem Abrantes de pagar as contas do Sardoal????

Antes de legalizarem essa coisa, seria interessante voltarem a publicar a carta do Alves denunciando a Lena ......   

Ou ouvi-lo numa AM......

mn

foto se nos lembramos bem do Médio Tejo

 

 



publicado por porabrantes às 09:19 | link do post | comentar

Sexta-feira, 23.11.18

ler a pergunta do Deputado Laranja José Eduardo Martins (2001)solurbe

complementar com isto:

Intervenção do Senhor Deputado Municipal Armindo Silveira - BEPonto Antes da Ordem do dia, Abril 2017

Uma célula “intratável” no Aterro Sanitário Intermunicipal de Abrantes

O Bloco de esquerda não está satisfeito nem com as respostas, nem com a conjugação das diversas entidades com responsabilidade para resolverem a questão da célula de resíduos industriais banais (RIB) existente no Aterro Sanitário Intermunicipal de Abrantes. Relembramos esta assembleia que esta célula, aparentemente ilegal, foi construída “nos tempos” da Amartejo sendo a Solurbe a gestora do aterro, entidade esta, que posteriormente deu origem à Lena Ambiente-Gestão de Resíduos.

Não é do domínio publico o espaço temporal e a intensidade das escorrências de lixiviados de um aterro que foi construído sobre o aquífero Tejo-Sado (pode confirmar-se pela carta militar 332) o que por si só já é um risco. Por isso é fundamental saber se o aquífero, nesta zona, é confinado, semiconfinado ou freático e a altura a que se encontra para se apurar a profundidade das possíveis infiltrações.

Nem a fusão da Amartejo com a Valnor, nem a informação da Valnor em Agosto de 2006 ao Instituto Nacional de Resíduos, nem a privatização em 2014 da Valnor, criaram as condições para resolver a situação. Afinal o que esconde esta célula? Também não sabemos se é um dos 1500 alvos do Plano Nacional de Fiscalização e Inspeção Ambiental 2017, apresentado no dia 19 de Janeiro em Abrantes, mas tudo faremos para que o seja.

Merece aqui um negativo reparo o executivo ou os executivos da Câmara Municipal de Abrantes, pois enquanto membro da Assembleia Geral da Valnor e detendo a presidência, pelo menos em 2010, aparentemente nada fez para reparar uma situação danosa para o ambiente no território que também é de sua jurisdição.
Continuamos a perguntar qual é o papel do executivo da Câmara de Abrantes em todo este processo. Defender o ambiente não é razão suficiente? Afinal o que se passa? Não dá para entender a postura do executivo!!! (...)

 

mn

 



publicado por porabrantes às 18:25 | link do post | comentar

Segunda-feira, 19.11.18

A cacique tem sempre na boca a palavra ''interesse público''.

Deve ser em nome do dito que  o caciquismo deixou prescrever uma dívida no montante de 296.924 € e uns cêntimos.

Os alegados caloteiros eram os municípios de Gavião, Sardoal e Mação.

A dívida tem a ver com o aterro intersanitário da Solurbe, depois Lena Ambiente.

Em nome do interesse público, segundo a peculiar definição da Céu, a CMA perdeu quase 300.000 €.

Ao aterro andou associada uma investigação do MP em que foram visados Nelson Carvalho e Júlio Bento.

A dita foi arquivada.

O interesse público obrigava a demandar as autarquias que a CMA diz devedoras, coisa que elas contestam.

Deixar prescrever uma dívida de 300.000 € é uma façanha digna da cacique e da tropa associada.

O Bloco deixou em acta

prec b

Resta acrescentar que certa tipa precisa dos votos do Sardoal e Mação para garantir um lugar em certo poleiro.

ma

 

enquanto não cobram as dívidas aos ''amigalhaços'',  aumentam-nos as taxas e impostos

 

    



publicado por porabrantes às 20:44 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.08.16

Por Fernanda Ribeiro no Público

 

'' (...) Já quanto ao sistema de tratamento das águas lixiviantes oriundas do aterro, a auditoria detectou que ele "não cumpre as normas de descarga", nomeadamente ao enviar para uma ribeira águas residuais que não são devidamente tratadas, razão pela qual foi imposto à Amartejo que proceda a "uma requalificação" deste sistema.A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do aterro não está sequer licenciada pela Direcção Regional do Ambiente (DRA) de Lisboa e Vale do Tejo - o que será preciso regularizar.A ausência de licença da ETAR deve-se ao facto de a entidade que a emite, a DRA, considerar que o sistema actual não vai permitir cumprir os limites de descarga nos parâmetros exigidos, razão pela qual a Amartejo terá que instalar um sistema de tratamento complementar.A auditoria constatou também que os resíduos de amianto ali depositados não cumpriram todas as normas impostas pelo Instituto de Resíduos. "A entidade gestora do aterro, [a empresa Solurbe] não deu cumprimento por inteiro às prescrições, nomeadamente ao não terem sido depositados num local isolado dos restantes lixos. Segundo explicou ao PÚBLICO Dulce Pássaro, responsável do IR, "não é boa prática pisar-se com mais lixos os resíduos de amianto, dado que os sacos podem rebentar. Além disso, o local onde eles são colocados deve estar devidamente identificado, o que não acontecia", explicou.(....)

 

(...) necessária.Quanto às alegadas falsificações das pesagens dos lixos, no momento em que eram recebidos no aterro, a auditoria feita pela Bureau Veritas, não foi conclusiva, porque a Solurbe não conseguiu garantir, com documentos, que a báscula estivesse calibrada. Apesar de a Solurbe ter afirmado antes que a pesagem era "electrónica e automática", a inspecção constatou que tal não era verdade. Afinal era operador que, à mão inscrevia os valores das pesagens no computador. O que ficou por provar foi se, como dizia a denúncia, nessa operação era inscrito peso a mais, com vista à obtenção de maiores lucros pela empresa gestora do aterro. (...)

com a devida vénia ao Público

 

 

e já agora

solurbe sampaio.png

 

mn

 



publicado por porabrantes às 09:37 | link do post | comentar

Terça-feira, 23.08.16

Pergunta em 2001 (!) do deputado laranja, José Eduardo Martins, sobre o aterro do nosso descontentamento

 

elsa.png

 

 

mn



publicado por porabrantes às 21:54 | link do post | comentar

Segunda-feira, 13.04.15
Quando o Pedro Marques atacava a Lena e Júlio Bento a defendia.....
 

júlio bento.jpg

 

Aterro sanitário de Abrantes sob suspeita





159530
Aterro sanitário de Abrantes sob suspeita
O Instituto de Resíduos diz que vai mandar fazer uma auditoria técnica ao aterro sanitário de Abrantes, para avaliar a forma como aquela infra-estrutura está a ser gerida pela empresa Solurbe, e apurar se se confirmam as irregularidades de que têm vindo a falar trabalhadores entretanto despedidos.Os problemas do aterro da Amartejo - a associação de municípios para o tratamento dos lixos que junta as câmaras de Abrantes, Sardoal, Gavião e Mação - foram tornados públicos quer através de denúncias feitas por antigos trabalhadores da Solurbe (uma empresa do grupo Lena) quer, mais recentemente, pelo PSD local, cujo candidato às eleições autárquicas, Pedro Marques, deles fez eco numa conferência de imprensa na segunda-feira passada.Hoje estes problemas farão parte do "dossier" que a população da Barrada e deConcavada, as duas localidades mais próximas do aterro, querem entregar ao Presidente da República, que se deslocará a Abrantes para a inauguração do cine-teatro S. Pedro, remodelado por uma empresa que também faz parte do grupo Lena.Algumas das alegadas irregularidades eram do conhecimento da Câmara de Abrantes há um mês. Mas só na reunião de dia 18 de Junho, depois de tomar conhecimento da existência de um auto de notícia contra a Solurbe elaborado pela Direcção Regional do Ambiente e Ordenamento do Território (DRAOT) de Lisboa e Vale do Tejo a autarquia deliberou "solicitar à DRAOT que proceda a um rigoroso inquérito".Ao Instituto de Resíduos, bem como às câmaras que fazem parte da Amartejo, chegara já uma carta de uma engenheira do ambiente, Elsa Jofre, que estagiara no aterro da Barrada entre Março e Junho de 2000. Esta técnica apontava várias "ilegalidades cometidas pela Solurbe" - à qual está confiada a gestão deste aterro e de outros no país, entre eles o que abrange os municípios de Alter do Chão, Avis, Fronteira, Ponte de Sôr e Sousel.Elsa Jofre diz ter presenciado e tido conhecimento de várias irregularidades, que sublinha ter comunicado aos responsáveis do aterro - o que terá estado na origem do seu despedimento. Das condutas inadequadas fazem parte "toneladas de pneus enterradas na célula destinada a receber resíduos sólidos urbanos, por ordem do director técnico da empresa". As telas de revestimento desta célula "tinham rupturas que não eram reparadas, dado que o director mandava tapá-las com terra, alegando que a reparação custava muito dinheiro".Além destas práticas,Elsa Jofre dizia ter presenciado outras, que em seu entender configuram fraude. "Os porteiros conferentes [que recepcionam os resíduos à entrada do aterro] receberam ordens para colocar peso a mais nas guias de pesagem". "À minha frente vi ser colocada uma tonelada a mais", declara. Isto teria como objectivo aumentar os lucros, uma vez que tanto as câmaras como os restantes clientes do aterro pagariam mais do que o devido pelos lixos enviados. "O aterro tem uma célula de resíduos industriais banais, pertença da Solurbe, mas grande parte desses resíduos estão a ser enterrados juntamente com os resíduos sólidos urbanos na célula que pertence aos quatro municípios", assegurou ainda Elsa Jofre. "Com este procedimento, rapidamente se esgotará a capacidade da célula das câmaras, que podem ter de vir a pagar mais à Solurbe para depositar os seus lixos na célula que é da empresa".As acusações são corroboradas por um outro funcionário entretanto despedido, Augusto Rosa, que ali prestou serviço durante mais de dois anos e que admite ter ele próprio participado em práticas irregulares. Desde enterrar toneladas de pneus e tapá-los com terra na célula de resíduos sólidos urbanos a receber lixos de origem desconhecida - ou que não eram aceites noutros aterros e que ali chegavam durante a noite, sem a respectiva guia de acompanhamento do Ministério do Ambiente -, até tapar com terra as rupturas das telas impermeabilizantes do aterro, Augusto Rosa assume ter feito "muitas coisas incorrectas, que lhe eram impostas" pelos patrões.Tem agora um processo disciplinar em cima, no qual é acusado, entre outras coisas, de "ter telefonado para o Instituto de Desenvolvimento e Inspecção das Condições de Trabalho", queixando-se das condições de segurança em vigor no aterro.As explicações dadas pelo director técnico da Solurbe para o despedimento deste trabalhador são vagas: "Era um funcionário que nunca revelou ter condições para se adaptar à filosofia da empresa", disse Paulino da Silva. Já quanto à interrupção do estágio de Elsa Jofre, aquele responsável refere apenas: "A Solurbe entendeu por bem cancelar o estágio, porque houve problemas", sem explicitar quais. As denúncias, alega, reflectem apenas o "despeito" dos funcionários despedidos.Em Maio a DRAOT lavrou um auto de notícia contra a Solurbe, por esta ter recebido no aterro resíduos contendo amianto - algo que, dizia a DRAOT, "violava a lei". O vereador Júlio Bento, responsável pelas obras e pelo pelouro do ambiente, nega o depósito deste produto."O auto de notícia não refere nada sobre amianto", diz Júlio Bento. Foi o director técnico da Solurbe quem confirmou ao PÚBLICO que o amianto, contido em travões de automóveis e proveniente da fábrica Robert Bosch, foi depositado. Paulino da Silva sublinha que "a Solurbe tinha uma autorização do Instituto de Resíduos", um facto que a directora deste organismo, Dulce Pássaro, confirma."Há dois anos o instituto autorizou que os resíduos de amianto fossem depositados no aterro sanitário de Abrantes, porque nessa altura havia bloqueio às exportações. Mas exigiu à empresa que os possuía que tomasse precauções", salientou Dulce Pássaro.O que não consegue explicar é porque razão a DRAOT desconhecia a existência de tal autorização, tendo por isso lavrado um auto, com vista a autuar a Solurbe. "Talvez por descoordenação entre as instituições", alvitra.Da visita da DRAOT em Fevereiro passado ao aterro resultara um relatório no qual os técnicos referem outros problemas: "A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) não se afigura cumprir o fim para que foi construída, uma vez que o caudal dos lixiviados, quando chove, não permanece o tempo suficiente na ETAR. Ou seja, as águas residuais voltam ao exterior sem estarem devidamente tratadas."Já então os técnicos da DRAOT consideravam ser necessária uma auditoria. A directora do Instituto de Resíduos confirma que as suspeitas levantadas preocupam as entidades responsáveis pelo Ambiente, até porque as denúncias podem lançar o descrédito sobre a Solurbe."É muito importante que haja credibilidade, tanto mais que a empresa é nossa parceira noutros aterros", sublinha Dulce Pássaro.Com vista a apurar a verdade, o instituto efectuou algumas diligências, embora elas não tenham sido "suficientemente tranquilizadoras", como sucedeu com a visita feita por um técnico ao aterro, no passado dia 25 de Maio, durante a qual não foi possível verificar nem a ruptura das telas, nem os alegados depósitos de lixos de proveniência desconhecida. E, menos ainda, as alegadas ordens superiores seja para aumentar os pesos dos resíduos descarregados, ou para esconder problemas do aterro."Essas questões extravasam os problemas técnicos e terão de ser tratadas noutra sede, tal como os despedimentos e eventuais manobras de intimidação dos funcionários", refere Dulce Pássaro.A directora do Instituto de Resíduos garantiu ontem que irá reunir-se com a Direcção Regional do Ambiente, entidade à qual já foi solicitada uma inspecção, de modo a "analisar qual a forma de apreciar os aspectos não técnicos" da gestão daquela infra-estrutura.
Fernanda Ribeiro
CADERNO,LOCAL LISBOA
CADERNO

http://publico.pt/j159530
JORNAL
 
com a devida vénia ao Público de 5-7-2001


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