Segunda-feira, 13.11.17

A Igualdade de Género (3) falida

 

http://porabrantes.blogs.sapo.pt/porque-e-que-o-relatorio-nao-conta-a-2356510

 

quem é assinou o protocolo????

 

http://porabrantes.blogs.sapo.pt/viu-la-na-tecnoforma-o-pedro-1981525

 

http://porabrantes.blogs.sapo.pt/1387620.html

 

se quiserem procurar há mais

 

e isto de hoje

naturalmente uma chapelada para o jornalista Cerejo

 

ma

 

 



publicado por porabrantes às 21:05 | link do post | comentar

Sexta-feira, 24.07.15

POPH.png

rosa nico 2.png

Extraído com a devida vénia da tese de mestrado de Rosa Nico no ISCPS

 

tecnoforma igualdade.png

Contas CIMT 2013

 

Isto é as edilidades não se puseram de acordo, passou o tempo e a Tecnoforma faliu.

 

Não podiam os senhores de Ourém e Abrantes contar a história claramente???

 

Não é a clareza,  regra da democracia?

 

Quanto dinheiro público gastou a CIMT num curso idiota, dado por uma empresa pré-insolvente e que tinha as ligações políticas que todos sabemos?

 

Não sei, mas presumo que bastante.

 

A maior parte destes cursos são idiotas, inúteis, não possuem nenhuma credibilidade académica e só servem para gastar fundos europeus.

 

E já agora a maioria do pessoal político é incompetente.

 

Tem isto mais ligações?????

 

Tem, é só procurar...

 

ma   



publicado por porabrantes às 16:53 | link do post | comentar

''O Projeto Médio Tejo + = consiste numa candidatura por parte da Comunidade

Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) ao Programa Operacional Potencial Humano, na

tipologia 7.2 – Planos para Igualdade. O projeto tem como intuito promover a efetiva

Igualdade de Género na sua região de atuação. Para tal, propõe-se a desenvolver um

conjunto de atividades que envolvem a CIMT e os 11 Municípios e seus colabores:

diagnósticos, ações de sensibilização e de formação, planos de intervenção e sua

execução, estratégias de divulgação. Com este projeto pretende-se que sejam

desenvolvidas verdadeiras culturas organizacionais para a Igualdade de Género, que a atuação nesta área passe a ser considerada de forma estratégica, concertada,

planeada e efetiva. Assim, procura-se inicialmente desenvolver um trabalho de caráter mais interno – atividades exclusivamente dirigidas para os Municípios – e, concluída esta fase, alargar a atuação ao raio de intervenção dos Municípios, apostando numa intervenção mais abrangente. Aqui tenciona-se articular o trabalho programado com entidades das Redes Sociais de modo a que a “abertura” do projeto à comunidade seja ainda mais afetiva. Preconiza-se também o desenvolvimento da parceria.

Durante a execução deste projeto ocorreram alguns estrangulamentos, tendo a CIMT, no dia 22 de janeiro, reunido com os/as senhores/as Vereadores/as dos Municípios que integram o projeto para debater a continuidade do mesmo. No dia 25 de janeiro de 2013, o Conselho Executivo da CIMT determina a revogação do projeto à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e ao Programa

para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e ao Programa Operacional Potencial Humano (POPH), bem como a resolução do contrato com a empresa Tecnoforma.''

 

Fonte: Relatório de Gestão da CM de Ourém.

 

Quais os estrangulamentos dum curso inútil?

Porque é que o relatório não conta a verdade?

Será porque Igualdade não rima com Verdade?

 

ma

já veremos a realidade 

 

 



publicado por porabrantes às 16:41 | link do post | comentar

Terça-feira, 03.03.15

No anúncio da Tecnoforma esqueceram-e de dizer, trata o Pedro....cidadania.png

 



publicado por porabrantes às 16:31 | link do post | comentar

Domingo, 28.09.14

José Luz  disse sobre Vá lá um esforço, gabe-se, Passos!  no Sábado, 27 de Setembro de 2014 às 20:51:

     

Passos Coelho e a ONG
Penso que seria assim...
Somente em Outubro de 1998 ficou expresso na lei o estatuto dos dirigentes das ONG. Até essa data somente haveria lugar a reembolso por despesas de representação. A não ser que os estatutos da própria ONU previssem expressamente que os dirigentes fossem remunerados dada a grande complexidade financeira em causa. Conclusão: Se os estatutos do CPPC de Passos eram omissos quanto à remuneração dos dirigentes, qualquer remuneração a ter tido lugar  carece de lei de habilitação. Mas isto é apenas uma opinião.... Que sabe a verdade são os jornalistas do Público ainda que não conhecam  a legislação...
José Luz

 

 

Fica registada a opinião do nosso amigo Zé Luz

 

um  abraço

 

MN



publicado por porabrantes às 10:38 | link do post | comentar

Sábado, 27.09.14

Desconfiamos dos políticos e das empresas e levamos com um fim de semana com stripteases de político (Passos Coelho) e de empresa (Tecnoforma), com discurso no Parlamento e conferência de imprensa de advogado, sabendo tudo sobre um e outra. Afinal, entre Passos e Tecnoforma não houve nada, até à data controversa de 1999. Nem uma nota, nem cheque, nem um cartão de crédito. E quando eu não tenho provas em contrário, acredito na palavra dos outros. É o caso. Eles, político e empresa, expuseram-se e fiquei a saber tudo. Mas estranho uma nebulosa. Onde menos esperava. Sobre o Centro Português para a Cooperação (CPPC), onde Passos trabalhou, de borla, naquele período para o qual os jornais trouxeram a controvérsia, 1996-99, é que fiquei sem saber nada. Estranho. Sim, porque o CPPC era uma ONG, uma organização que não vive para lucros. A esta altura, eu já devia saber tudo sobre o CPPC. O que fazia, que generosidade praticava? Como obrigava os seus a sacrifícios nas viagens e nas pensões? Seria educativo vermos as faturas modestas para tão grandes causas. Passos tem um livro, Mudar, lançado em 2010, em que se conta a si próprio. Fala da Tecnoforma e nunca fala dessa coisa bonita que foi trabalhar numa ONG. Aliás o termo "ONG", nas 277 páginas do livro, só é referido uma vez e de forma geral sem nada que ver com o CPPC. Estranho. Mais, irrita-me a modéstia das pessoas devotadas, como é certamente o caso.

 

 

Ferreira Fernandes, no DN

 

a modéstia é uma grande virtude



publicado por porabrantes às 10:29 | link do post | comentar

Sexta-feira, 26.09.14

 

 

 

 

 

Aprovaram isto o Pina, a Isilda, o Pedro Marques (teria conhecido na JSD o outro Pedro?), o Salvador, a Isabel Cavalheiro, o Valamatos e o Presidente.

 

A malta pergunta quem é que assinou, pela Tecnoforma,  o protocolo?

 

Teria sido o esquecido Pedro (Passos Coelho)????

 

Ou teria sido o Miguel (Relvas)????

 

A merda do curso servia para alguma coisa????

 

a redacção



publicado por porabrantes às 09:52 | link do post | comentar

 

 

 

CV duma senhora engenheira camarária (das obras e urbanismo) que alegou para ser promovida cá na terra, entre os seus múltiplos méritos, a frequência dos afamados cursos da Tecnoforma.

 

A malta pergunta:

 

Viu lá (na Tecnoforma) o Pedro?

 

E o Bruno?

 

E a Sofia?

 

A Sofia era formadora e tinha como apelido Abrantes e era psicóloga.

 

O Bruno chamava-se Tapadas e era bem conhecido na CIMT.

 

O Pedro pode ser visto hoje na TV a explicar as suas desventuras.

 

Chama-se Passos Coelho e para desgraça de Portugal governa-nos.

 

Os gajos da Tecnoforma governaram-se.

 

O único que sai bem na foto é o Rodrigues de Torres Novas e mais algum Presidente que mandou os cursos da Tecnoforma bugiar

 

 

  

A cacique abrantina defendeu que esses cursos (os da Igualdade) eram bons.

 

MA



publicado por porabrantes às 09:32 | link do post | comentar

Terça-feira, 02.09.14

 

Um dos projectos estrela da CIMT, a que preside a Drª Céu Albuquerque, o da igualdade de género nas autarquias faliu

 

 

 

 

 

 

isto é houve autarquias que alegaram que a crise devia mandar às urtigas a igualdade de género, devendo pois no Entroncamento, Tomar e Torres Novas continuar a haver desigualdade de género

 

 

 

e depois a conceituada empresa propiciadora da dita sensibilização prá igualdade, a Tecnoforma faliu e a igualdade foi penhorada pelos credores

 

público

 

 

terá a drª Céu dado por isto????
nas ditas contas consta que um dos grandes projectos da CIMT é meter uns aparelhos de ar condicionado nas instalações de Abrantes, porque os pobres trabalhadores, além de não conhecerem os rudimentos da igualdade de género via Tecnoforma, passam uma caloraça
e hoje está um calor de ananases, como iria o Eça, fazem favor de lhes meter o ar condicionado.....
mn
  


publicado por porabrantes às 16:16 | link do post | comentar

Sexta-feira, 12.10.12
A última notícia do "Público"? (o Caso Tecnoforma, ou que deve Passos a Relvas)

 

A história conta-se em duas penadas; a importância do jornalismo de investigação, essa, já não é tão fácil de proteger - uma coisa é andarmos aos "flashes" com números, deficits, estatísticas, orçamentos e sondagens, outra, bem diferente, é procurarmos o cerne das questões
A história conta-se em duas penadas; a importância do jornalismo de investigação, essa, já não é tão fácil de proteger - uma coisa é andarmos aos "flashes" com números, deficits, estatísticas, orçamentos e sondagens, outra, bem diferente, é procurarmos o cerne das questões, a génese e motivação do mal, antes que ele se generalize de tal forma que precisemos de nos encolher para, famintos, o conseguirmos albergar à nossa mesa. O "caso Tecnoforma" que o jornal "Público" descobriu e acompanhou ao longo destes últimos dias, é paradigma da lucidez informativa centrada no resgate do pensamento liberal, contraposta ao obscurantismo de massas, venal e parasitário, das ligações partidárias ao tecido económico.

A Tecnoforma é uma empresa da área da formação profissional. Está hoje liminarmente falida, tendo sido já alvo de execuções fiscais de valor superior a 500.000€. Passos Coelho foi seu consultor, gestor e, finalmente, administrador. O programa Foral - lançado com dinheiros do Estado e do Fundo Social Europeu por António Guterres em 2001 - destinava-se sobretudo aos Municípios do Continente, sendo "dirigido às necessidades de formação profissional da administração local". Às Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional (vulgo CCDRs) cabia, precisamente, a coordenação deste programa. A fatia maior coube às autarquias, juntas de freguesia etc... mas havia parte a distribuir pelo sector privado.

Miguel Relvas foi secretário de Estado da Administração Local de Durão Barroso (2002-2004); Paulo Pereira Coelho era seu gestor na CCDR - Centro. Passos era consultor na dita Tecnoforma, onde João Luís Gonçalves era sócio e administrador. António Silva era seu director comercial e também vereador na Câmara Municipal de Mangualde. Todos foram destacados dirigentes da JSD e, parte deles, deputados do PSD.

E agora os números: 82% do valor das candidaturas apresentadas ao FORAL na Região Centro coube à Tecnoforma. Entre 2002 e 2004, 63% do número de projectos aprovados (para o sector privado) pelos responsáveis do programa pertenciam à mesma empresa. E, como projectava o "Público" no passado dia 7 de Outubro, se extrapolarmos ao nível nacional, concluimos que a dita Tecnoforma subscreveu 26% (um quarto, se preferirem) de todas as candidaturas privadas viabilizadas. O "Público" descobriu que Passos Coelho - que assegura nunca ter sido accionista da empresa - omite dos seus currículos o facto de ter sido administrador da Tecnoforma entre 2005 e 2007, para além de seu consultor entre 2002 e 2004. As ligações de Paulo Pereira Coelho e Miguel Relvas à liderança do actual primeiro-ministro da Juventude Social Democrata são públicas. E notórias.

Confrontado com os factos, Pedro Passos Coelho rejeitou qualquer ideia de favorecimento. "Absurdo", exclamou. E tem razão. O deboche atingiu tal ponto que nem é preciso ilícitos para que a promiscuidade e o dolo funcionem em todo o seu esplendor. Já no dia 10, as notícias sucediam-se: Relvas, mais uma vez enquanto secretário de Estado da Administração Local, conseguiu que a Tecnoforma obtivesse um contrato de 1.2 milhões de euros para a formação de técnicos para aeródromos. Esta candidatura foi a mais cara de todas as aprovadas do dito programa.

A classe política, medrosa, escondeu-se para comemorar o útlimo 5 de Outubro; o Sr. primeiro-ministro foi para o Leste, concerteza empreender algo de muito importante para a nação. Nós agradecemos penhoradamente o trabalho dos colegas do "Público" e a forma como nos mostrou com quem estamos, de facto, a lidar. E não é preciso ser iluminado para perceber que a sociedade onde Passos governa é exactamente a mesma onde um jornal como o "Público" definha.
com a devida vénia no Jornal de Negócios
posta por Suzy de Noronha
o chefe está lá fora, a tratar de ''negócios''


publicado por porabrantes às 12:39 | link do post | comentar

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