A Igualdade de Género (3) falida
http://porabrantes.blogs.sapo.pt/porque-e-que-o-relatorio-nao-conta-a-2356510
quem é assinou o protocolo????
http://porabrantes.blogs.sapo.pt/viu-la-na-tecnoforma-o-pedro-1981525
http://porabrantes.blogs.sapo.pt/1387620.html
se quiserem procurar há mais
naturalmente uma chapelada para o jornalista Cerejo
ma
Extraído com a devida vénia da tese de mestrado de Rosa Nico no ISCPS
Contas CIMT 2013
Isto é as edilidades não se puseram de acordo, passou o tempo e a Tecnoforma faliu.
Não podiam os senhores de Ourém e Abrantes contar a história claramente???
Não é a clareza, regra da democracia?
Quanto dinheiro público gastou a CIMT num curso idiota, dado por uma empresa pré-insolvente e que tinha as ligações políticas que todos sabemos?
Não sei, mas presumo que bastante.
A maior parte destes cursos são idiotas, inúteis, não possuem nenhuma credibilidade académica e só servem para gastar fundos europeus.
E já agora a maioria do pessoal político é incompetente.
Tem isto mais ligações?????
Tem, é só procurar...
ma
''O Projeto Médio Tejo + = consiste numa candidatura por parte da Comunidade
Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) ao Programa Operacional Potencial Humano, na
tipologia 7.2 – Planos para Igualdade. O projeto tem como intuito promover a efetiva
Igualdade de Género na sua região de atuação. Para tal, propõe-se a desenvolver um
conjunto de atividades que envolvem a CIMT e os 11 Municípios e seus colabores:
diagnósticos, ações de sensibilização e de formação, planos de intervenção e sua
execução, estratégias de divulgação. Com este projeto pretende-se que sejam
desenvolvidas verdadeiras culturas organizacionais para a Igualdade de Género, que a atuação nesta área passe a ser considerada de forma estratégica, concertada,
planeada e efetiva. Assim, procura-se inicialmente desenvolver um trabalho de caráter mais interno – atividades exclusivamente dirigidas para os Municípios – e, concluída esta fase, alargar a atuação ao raio de intervenção dos Municípios, apostando numa intervenção mais abrangente. Aqui tenciona-se articular o trabalho programado com entidades das Redes Sociais de modo a que a “abertura” do projeto à comunidade seja ainda mais afetiva. Preconiza-se também o desenvolvimento da parceria.
Durante a execução deste projeto ocorreram alguns estrangulamentos, tendo a CIMT, no dia 22 de janeiro, reunido com os/as senhores/as Vereadores/as dos Municípios que integram o projeto para debater a continuidade do mesmo. No dia 25 de janeiro de 2013, o Conselho Executivo da CIMT determina a revogação do projeto à Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e ao Programa
para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG) e ao Programa Operacional Potencial Humano (POPH), bem como a resolução do contrato com a empresa Tecnoforma.''
Fonte: Relatório de Gestão da CM de Ourém.
Quais os estrangulamentos dum curso inútil?
Porque é que o relatório não conta a verdade?
Será porque Igualdade não rima com Verdade?
ma
já veremos a realidade
José Luz disse sobre Vá lá um esforço, gabe-se, Passos! no Sábado, 27 de Setembro de 2014 às 20:51:
Passos Coelho e a ONG
Penso que seria assim...
Somente em Outubro de 1998 ficou expresso na lei o estatuto dos dirigentes das ONG. Até essa data somente haveria lugar a reembolso por despesas de representação. A não ser que os estatutos da própria ONU previssem expressamente que os dirigentes fossem remunerados dada a grande complexidade financeira em causa. Conclusão: Se os estatutos do CPPC de Passos eram omissos quanto à remuneração dos dirigentes, qualquer remuneração a ter tido lugar carece de lei de habilitação. Mas isto é apenas uma opinião.... Que sabe a verdade são os jornalistas do Público ainda que não conhecam a legislação...
José Luz
Fica registada a opinião do nosso amigo Zé Luz
um abraço
MN
Desconfiamos dos políticos e das empresas e levamos com um fim de semana com stripteases de político (Passos Coelho) e de empresa (Tecnoforma), com discurso no Parlamento e conferência de imprensa de advogado, sabendo tudo sobre um e outra. Afinal, entre Passos e Tecnoforma não houve nada, até à data controversa de 1999. Nem uma nota, nem cheque, nem um cartão de crédito. E quando eu não tenho provas em contrário, acredito na palavra dos outros. É o caso. Eles, político e empresa, expuseram-se e fiquei a saber tudo. Mas estranho uma nebulosa. Onde menos esperava. Sobre o Centro Português para a Cooperação (CPPC), onde Passos trabalhou, de borla, naquele período para o qual os jornais trouxeram a controvérsia, 1996-99, é que fiquei sem saber nada. Estranho. Sim, porque o CPPC era uma ONG, uma organização que não vive para lucros. A esta altura, eu já devia saber tudo sobre o CPPC. O que fazia, que generosidade praticava? Como obrigava os seus a sacrifícios nas viagens e nas pensões? Seria educativo vermos as faturas modestas para tão grandes causas. Passos tem um livro, Mudar, lançado em 2010, em que se conta a si próprio. Fala da Tecnoforma e nunca fala dessa coisa bonita que foi trabalhar numa ONG. Aliás o termo "ONG", nas 277 páginas do livro, só é referido uma vez e de forma geral sem nada que ver com o CPPC. Estranho. Mais, irrita-me a modéstia das pessoas devotadas, como é certamente o caso.
a modéstia é uma grande virtude
Aprovaram isto o Pina, a Isilda, o Pedro Marques (teria conhecido na JSD o outro Pedro?), o Salvador, a Isabel Cavalheiro, o Valamatos e o Presidente.
A malta pergunta quem é que assinou, pela Tecnoforma, o protocolo?
Teria sido o esquecido Pedro (Passos Coelho)????
Ou teria sido o Miguel (Relvas)????
A merda do curso servia para alguma coisa????
a redacção
CV duma senhora engenheira camarária (das obras e urbanismo) que alegou para ser promovida cá na terra, entre os seus múltiplos méritos, a frequência dos afamados cursos da Tecnoforma.
A malta pergunta:
Viu lá (na Tecnoforma) o Pedro?
E o Bruno?
E a Sofia?
A Sofia era formadora e tinha como apelido Abrantes e era psicóloga.
O Bruno chamava-se Tapadas e era bem conhecido na CIMT.
O Pedro pode ser visto hoje na TV a explicar as suas desventuras.
Chama-se Passos Coelho e para desgraça de Portugal governa-nos.
Os gajos da Tecnoforma governaram-se.
O único que sai bem na foto é o Rodrigues de Torres Novas e mais algum Presidente que mandou os cursos da Tecnoforma bugiar
A cacique abrantina defendeu que esses cursos (os da Igualdade) eram bons.
MA
Um dos projectos estrela da CIMT, a que preside a Drª Céu Albuquerque, o da igualdade de género nas autarquias faliu
isto é houve autarquias que alegaram que a crise devia mandar às urtigas a igualdade de género, devendo pois no Entroncamento, Tomar e Torres Novas continuar a haver desigualdade de género
e depois a conceituada empresa propiciadora da dita sensibilização prá igualdade, a Tecnoforma faliu e a igualdade foi penhorada pelos credores
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