O Messias brasileiro que investiu 700 € na Tectânia e recebeu incentivos fiscais de 500.000 (!) e que a pindérica anunciou que ia criar centenas de postos de trabalho e montar um jeep alucinante, anuncia que está impedido de cumprir a sua palavra.
Assim sendo, haveria que demandar o Faraco e o Balduíno, por incumprimento do contrato e teriam de haver cláusulas contratuais que protegessem a autarquia e o Estado (porque também houve largos fundos comunitários).
Mas em vez de accionar as garantias bancárias (que deveriam existir) e demandá-los, os edis que substituem a tipa dos efeitos positivos do coronavirús, querem continuar à espera do Messias.
Disciplinadamente.
Como fizeram na Ofélia, na RPP e como assistiram à falência do projecto hoteleiro da Charneca da Bemposta.
O Faraco fez o que já tinha acontecido no Ceará e aqui acertámos outra vez, para variar.
O problema está na selecção de empresários e o que se esconde detrás dela.
O problema está em que são incompetentes e mais coisas....
ma

Em segunda mão

ma
para informar não se pede licença, informa-se

Segundo a propaganda governamental a fábrica Tectânia já está a trabalhar nesta terra. Teria começado em 2018.
Os propagandistas são uns exagerados....
mn
Sobre o grandioso investimento Tectânia, já aqui abordado, transcreve-se o discurso do deputado de Santa Catarina, DIRCEU DRESCH, sobre o falhanço dos investimentos de José Farraco, dono da empresa amiga da autarquia, alojada em espaço municipal, que iria criar 300 postos de trabalho, na terra dele.
O SR. DEPUTADO DIRCEU DRESCH - Sra. presidente, eu tenho acompanhado, nesses últimos dias, deputado Kennedy Nunes, uma situação que de fato gera uma grande pergunta, deputada Angela Albino.
A empresa TAC Motors, instalada em Joinville em 2009, recebeu recursos do governo do estado por meio da SC Parcerias, que investiu no negócio em torno de R$ 6 milhões e detém 14% das ações da empresa. A empresa fabrica um jipe 4x4, um projeto concebido pelo ex-presidente da Fiesc, José Fernando Xavier Faraco.
Neste mês a TAC Motors anunciou que irá deixar Joinville para se instalar no Ceará, onde vai investir R$ 200 milhões. A empresa, no caso, foi atraída por estímulos financeiros da Sudene e estará isenta de tributos federais, ao contrário do que ocorre em Santa Catarina, e certamente estaduais.
Toda tecnologia do veículo é resultado de engenharia catarinense. De acordo com o presidente da empresa, para quem a SC Parcerias é apenas um dos 96 acionistas da empresa, a saída da TAC Motors de Santa Catarina seria uma questão de competitividade empresarial, e a empresa começa em julho a produção de jipes na cidade de Sobral, no Ceará.
Em Joinville, a empresa chegou a produzir 20 veículos por mês. Com a possibilidade de conseguir novos investimentos no Ceará, a empresa planeja fechar o primeiro ano de funcionamento no nordeste produzindo 150 veículos por mês.
Estou trazendo essa informação para chamar a atenção, primeiro, sobre o investimento da SC Parcerias, um investimento do estado, porque a SC Parcerias é uma empresa público-privada do nosso estado. E, segundo, porque aqui está, novamente, o resultado de uma guerra fiscal fortíssima em nosso país. Há uma guerra fiscal entre estados e, com certeza, quem perde são os trabalhadores e a população.
Por que não fazer esse investimento de R$ 200 milhões em Santa Catarina, se, no início, todo o processo recebeu grandes investimentos públicos em nosso estado?
Então, isso precisa de fato acontecer e precisamos fazer uma grande luta contra essa guerra fiscal entre os estados no nosso país. É preciso que haja, de fato, uma política nacional estratégica de desenvolvimento dos nossos estados, caso contrário o prejuízo, principalmente para os estados menores, será muito grande. E aí mostra, mais uma vez, a falta de compromisso desses grupos econômicos com o seu estado, com a sua origem, porque essa empresa foi concebida aqui no nosso estado e agora está abandonando Santa Catarina.
Mas quero registrar aqui, sra. presidente, srs. deputados e sras. deputadas, a nossa luta do Parlamento, da nossa bancada e das centrais sindicais pela criação e manutenção do piso mínimo regional, uma política estratégica de desenvolvimento do nosso estado.
No início, em 2009, quando discutimos o piso mínimo, tivemos grandes reações de alguns setores, principalmente empresariais, que não queriam admitir a aprovação do piso mínimo regional porque diziam que era impossível aumentar o salário, que isso iria gerar desemprego, que o empresário não conseguiria pagar o salário. Mas está comprovado, nesses últimos anos, que nada disso aconteceu. Pelo contrário, o estado vem crescendo, desenvolvendo-se e gerando emprego, a exemplo do nosso país, que construiu uma política salarial concreta.
Hoje, por exemplo, temos o reajuste garantido do salário mínimo nacional, o reajuste da inflação, do INPC, a média do crescimento do PIB - Produto Interno Bruto.
Então, o aumento salarial e a criação do piso mínimo regional foram extremamente importantes para toda a sociedade catarinense, e não somente para os trabalhadores. Todos ganharam porque esse recurso não ficou no bolso do trabalhador. Quando o trabalhador compra alguma coisa, o comércio vende mais, a indústria precisa produzir mais, e isso é extremante positivo.
Agora precisamos manter a continuidade do reajuste do piso. É verdade que outros estados conseguiram um reajuste maior do que Santa Catarina, mas foi o que se conseguiu negociar nesse momento, que é uma média de 10% de reajuste.
Por isso, sra. presidente e srs. deputados, esta Casa tem o compromisso de contribuir com esse acordo que foi feito entre setores empresariais e os trabalhadores das centrais sindicais - e que vêm dando exemplos de uma grande articulação do sindicalismo catarinense. Por isso, o piso mínimo também já é resultado desse processo.
E digo mais: nós entendemos que a luta para construir um mecanismo de reajuste anual do piso mínino regional é importante e precisa ser construída. E aí as centrais já estão assumindo o compromisso de fazer um abaixo-assinado e vir com o processo de pressão, e quem sabe até com um projeto de iniciativa popular.
Parabéns por essa luta e por toda essa articulação. Esperamos sair daqui, hoje, com esse projeto aprovado, e que é de grande importância. E tomara que as próximas negociações coletivas, sra. presidente, que irão acontecer nesse próximo período, estejam acima do piso mínimo, que esse mínimo seja de fato o mínimo e que as categorias possam negociar acima, inclusive, do piso mínimo catarinense. Esta Casa pode dar essa contribuição, hoje, votando o projeto que está em tramitação neste Poder.
Os valores já são conhecidos e ficam em torno de R$ 700,00 a R$ 800,00 para as quatro faixas salariais diferenciadas em que diversas categorias se incluem.
Então, parabéns a todas as centrais sindicais, que se envolveram e estão construindo essa luta em prol dos trabalhadores catarinenses; ao setor empresarial, que sentou junto; e ao governo do estado, que está encaminhando para esta Casa esse projeto tão importante para Santa Catarina.
Muito obrigado!
(SEM REVISÃO DO ORADOR)''
passada para o Ceará a empresa também deu buraco
A cacique anunciou ontem que a micro-empresa Tectânia (capital -1.000 €) vai fazer um investimento que criará 300 postos de trabalho.
Segundo o Médio Tejo, o projecto já está aprovado no Portugal 2020.
'' Todo o projeto de investimento encontra-se alicerçado em duas candidaturas, ao sistema de incentivos no valor total de 15.478.764,98 euros, já aprovadas pelo Portugal 2020, '' (sic)
Ou seja uma empresa, com mil euros de capital, vai receber meio milhão de fundos comunitários, mais outro meio milhão de incentivos fiscais autárquicos e ainda um terreno ao preço da chuva?
Garantias de investimento, disse ontem a cacique que a CMA ficaria sujeita ao mercado ou para ser textual '''ficam reféns das condições do mercado e da vontade do promotor' ''.
Já vimos outro caso em que ficou refém, a RPP.
Na Antena Livre dizem que o eng.Faraco vem investir para Portugal para fugir à instabilidade política e económica do gigante brasileiro.

Acontece que ele é um dos fundadores e ainda sócio (segundo a Wiki) duma empresa importante brasileira, a Dígitro, que fabricou um sistema de escutas telefónicas, o Guardião, que vendido às polícias, deu sonora bronca no Brasil
Ainda em 2017, escrevia Reinaldo Azevedo, na Veja

Mas antes disso a compra do Guardião pelas polícias fora um grande negócio e dera origem a acesa polémica e a uma investigação parlamentar, movida em parte pelo Garotinho.....que agora está na cadeia
Entre outras coisas, o Guardião foi essencial ao Lavajacto e permitiu meter Lula na cadeia.
Finalmente o que é que uma empresa de engenharia electrónica tem a ver com um investimento numa linha de montagem de motos?
E ainda porque é um empresário com investimentos volumosos em Santa Catarina e no Ceará funda uma empresa em Portugal, com um capital ridículo?
Há mais ?
Há.
A Antena do Barroca diz que a empresa a constituir em Abrantes também vai montar veículos da TAC-Motors

Acontece que segundo o portal Lexicar..........foi construída uma fábrica em Sobral, 2012, com incentivos públicos, com 100 empregados e que dizia que ia construir 3.000 veículos/ano.
A produção nunca foi atingida. Só se passaram a fabricar jipes por encomenda. Em 2015 foi anunciada a venda a uma empresa chinesa (conhecida por copiar os Audis) Zotye, que não se concretizou. (devida vénia à Lexicar)
Antes de continuar, resta perguntar:
Os Jipes que nunca funcionaram no Brasil, vão funcionar no mercado europeu, onde as exigências da procura são muito mais
evoluídas?????
E onde há uma concorrência com tecnologia muito mais avançada?
Pensaram nisto os vereadores que aprovaram por unanimidade o projectozinho????
ma
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