Segunda-feira, 21.05.18

Quer fazer o favor a Junta do Tramagal de explicar ao povo o litígio judicial com um particular, a propósito dum terreno, metendo uma escritura de usucapião, à maneira, da qual já saiu sentença de 1 ª instância e que para grande desgosto do Victor Hugo, se irá dilucidar na Relação de Évora?

Querem os jornais explicar o que se passou prás bandas da Rua do Cabeço do Moinho de Vento?

Ou é segredo?

Como a história do laranja que processou o presbítero?

ma


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publicado por porabrantes às 17:29 | link do post | comentar

Sábado, 12.05.18

fogo tramagal

tramagal fogo 4

tramagal fogo 1

tramagal fogo 2

tramagal fogo32

 devida vénia ao Sr.Hugo Esteves  e reafirma-se que os responsáveis deviam responder por isto.

As fotos e o post são de ontem.

mn

 


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Quinta-feira, 26.04.18

escola tramagal.png

Tratado entre USA e Portugal prevendo auxílio norte-americano a obras na Escola Secundária do Tramagal

Deixamos ao Gaspar verificar mais coisas destas

O auxílio ianque verificou-se em várias obras concelhias depois do 25 de Abril

Ficamos à espera que nos elucidem sobre o apoio dos países de Leste a qualquer obra abrantina

Em 1976 era Presidente Gerald Ford, tendo perdido as eleições para Carter.

Fonte United States Treaties and Other International Agreements, Volumen 28,Parte 5

 

mn


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Quarta-feira, 18.04.18

tramagal rui ribeiro 2.jpg

tramagal rui ribeiro 3.jpg

 fotos publicadas no face pelo Sr. Rui Ribeiro

 

Comente-as o leitor

 

mn


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publicado por porabrantes às 18:39 | link do post | comentar

Sábado, 14.04.18

questao social

Este jornal era um órgão do primeiro movimento socialista, a quem os marxistas ortodoxos gostam de chamar utópico, em 10-de Junho de 1900 além de espancar o padre de Faro por gostar demasiado de paroquianas e de responder a uma gazeta ultramontana, bem como de assinalar o reformismo republicano parlamentarista, dava conta dum falecimento no Tramagal

 

luis petiscalho

Morrera o pai do Luis Petiscalho, que assinava o órgão socialista.

 

Quem seria?

 

Daremos com ele?

 

ma



publicado por porabrantes às 16:44 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.04.18

1948 Ribatejo tramagal.png

e prisões em Alferrarede

1948  prisões alferrarede.png

O ''Ribatejo'' era um jornal clandestino ligado ao MUD, este nº é de 1948

 

Não vimos nada disto na ''historiografia'' oficial cá do burgo......

 

Deve ser propaganda bolchevique.....

 

mn

 

Ps- Era ....o Ribatejo era escrito quase todo por Soeiro Pereira Gomes e teve colaboração de Álvaro Cunhal . Ver aqui



publicado por porabrantes às 21:13 | link do post | comentar

Terça-feira, 27.03.18

Na sexta-feira foi assaltada a estação de serviço do Tramagal, propriedade da família Duarte Ferreira, que destina, desde os longínquos tempos do eng.Octávio, os lucros da empresa a obras de caridade na Vila.

Os bandidos roubaram um carro no Tramagal, deixando outro abandonado onde viajavam.

Um carro roubado nessa povoação foi o meio de transporte usado por facínoras para mais assaltos em Almeirim. Uma perseguição encetada pela GNR terminou mal, devido a uma avaria do veículo da Guarda, destaca o Correio da Manhã.

mn  



publicado por porabrantes às 09:41 | link do post | comentar

Segunda-feira, 26.02.18

Um interessante artigo de João Silva, da Abril-, desmascara quem são os neo-liberais interessados em domar a luta dos trabalhadores da Auto-Europa. Entre eles o cavaquista Silva Peneda e o administrador da Mitsubishi no Tramagal –Jorge Rosa.

 

Recomenda-se a leitura integral do artigo . Destacam-se uns excertos, com a devida vénia

 

acap 2

(....)

acap

 mn

 

PS- Passou mais uma AM e nenhum deputado foi capaz de falar da luta dos trabalhadores no Tramagal. É o que se chama uma AM sem luta de classes..

 



publicado por porabrantes às 09:26 | link do post | comentar

Segunda-feira, 12.02.18
Os capitalistas japoneses agravam a exploração dos operários europeus no Tramagal diz a imprensa proletária:
 
no Avante  
 
 
 

desr.png

 

 
 
Resistência e luta na Mitsubishi
contra «ajustamento» dos horários

DESREGULAÇÃO Na próxima semana, o SITE CSRA e os trabalhadores da Mitsubishi Fuso vão analisar as posições da administração e da ACT, depois das lutas em Janeiro pelo direito a recusar o «MAPP».

 

 

Na última sexta-feira de Janeiro, dia 26, o Sindicato dos Trabalhadores das Indústrias Transformadoras, Energia e Actividades do Ambiente do Centro-Sul e Regiões Autónomas (SITE CSRA) chamou a comunicação social para a porta da Mitsubishi Fuso Truck Europe, no Tramagal, procurando dar relevo público à luta contra a decisão da administração de forçar cerca de sete dezenas de trabalhadores a entrarem no «mecanismo de ajustamento ao planeamento da produção».
Este «MAPP» põe em causa os direitos reconhecidos aos trabalhadores na lei sobre a «adaptabilidade individual», como explicou aos jornalistas Navalha Garcia. O coordenador do sindicato e dirigente da Fiequimetal/CGTP-IN, citado pela agência Lusa, esclareceu que
está em causa um aumento da carga horária, para colocar os trabalhadores em laboração aos sábados sem a remuneração correspondente, estabelecida na lei e na contratação colectiva.
É ainda imposta uma redução do tempo de descanso dos trabalhadores e dos dias disponíveis para estarem com as suas famílias.
Isto ocorre noutras empresas do sector automóvel nacional, nomeadamente no sector da montagem, como disse Navalha Garcia, na manhã de sexta-feira à porta daquela grande unidade industrial do concelho de Abrantes, salientando que a desregulamentação dos horários, para acabar com o sábado como dia de descanso complementar, e o domingo, como dia de descanso obrigatório, consta na proposta de revisão do contrato colectivo que a associação patronal AIMMAP enviou à federação da CGTP-IN.
Na Mitsubishi, para chegar a este objectivo, a administração propôs um acordo individual para alteração do horário de trabalho, prevendo que passaria a haver determinados dias normais de trabalho em que os cerca de 350 trabalhadores directamente ligados à produção eram dispensados, ficando a empresa com um «crédito» para utilizar em momento conveniente. Mas 60 a 70 trabalhadores não assinaram o acordo individual para a alteração do horário de trabalho.
A administração decidiu que, em Janeiro, as sextas-feiras seriam dias de «dar para o MAPP», impondo esta medida a quem não aceitou o acordo.
No dia 26, pela terceira semana consecutiva, muitos destes trabalhadores compareceram na empresa, para pegar ao serviço, e pela terceira vez foi-lhes barrada a entrada.
O delegado sindical, Luís Duarte, mostrou ao jornal digital Médio Tejo como os designados «trabalhadores não directos» entravam para irem trabalhar, porque não foram abrangidos pela medida. Referiu ainda que o sindicato requereu a intervenção da Autoridade para as Condições do Trabalho e também colocou o caso à DGERT (Ministério do Trabalho).
A GNR, disse Navalha Garcia à Lusa, foi chamada e «tomou conta do impedimento de entrada dos trabalhadores ao serviço». O coordenador do SITE CSRA acusou a Mitsubishi de não respeitar a «lei que estabelece que a adaptabilidade individual precisa do acordo do trabalhador» e o «MAPP», «a concretizar-se, coloca os trabalhadores nas mãos da administração para realizarem trabalho sempre que necessário». Para o dirigente sindical, há ilegalidade no facto de a empresa «impedir os trabalhadores de acederem ao seu posto de trabalho, mas também porque os horários em causa não estão regulamentados».

 

E em Fevereiro?

Em Fevereiro, a Mitsubishi anunciou que os dias de «MAPP» vão ser três segundas-feiras, disse Navalha Garcia ao Avante! esta terça-feira, dia 30, observando, a propósito, que no dia 29 a produção esteve parada apenas por falta de peças.
Não ficou marcada nenhuma acção de luta, adiantou, porque «vamos fazer na próxima semana o balanço» das diligências da ACT e da reacção da empresa à resistência dos trabalhadores. Como disse Luís Duarte, «não temos interesse nenhum em estar aqui na rua, queremos trabalhar». Mas como ficou provado nestas três sextas-feiras, os trabalhadores não abdicam de lutar pelos seus direitos.''

 

devida vénia ao Avante

 

 



publicado por porabrantes às 15:10 | link do post | comentar

Sábado, 10.02.18

01 - 0001.jpg

(...) Falando apenas do distrito de Santarém, na Me­talúrgica Duarte Ferreira do Tramagal, na António Al­ves de Torres Novas, na Fiação e Tecidos de Tomar, na Videla de Torres Novas, na Moali do Cartaxo, na Sopepor de Almeirim e em muitas outras fábricas e empresas, foram os operários que tomaram conta das empresas e asseguraram a sua sobrevivência.

Permiti que aqui saúde todos os trabalhadores dessas empresas, e a sua luta esforçada, difícil, tenaz e abnegada.
No Tramagal, os trabalhadores salvaram a em­presa da falência, conseguiram vender mercadoria, reembolsaram o Estado do empréstimo, conseguem manter a laboração e preparam a reconversão da em­presa.(...)''
 
 

gamado ao Revolução Ressaca

 

Seria mister publicar todas as alarvidades ditas por políticos sobre o concelho.

Não gostam de alarvidades?

Ponhamos então mentiras!

E veríamos que a lista era infindável!

Contudo houve um médico bom rapaz (deputado comunista cá da zona) que disse que o Dr. Cunhal era o ''melhor de todos nós''.

Olhe que não.....

mn

 
 

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publicado por porabrantes às 13:45 | link do post | comentar

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