O Jornal Oficial da UE publica este anúncio abrantino a 27 de Março. Tem a ver com obras para corrigir o impacto de incêndios nas freguesias de Fontes, Carvalhal, e União das Freguesias de Abrantes (São Vicente e São João) e Alferrarede.
A nossa pergunta isto já foi decidido em sessão camarária e a assunção de despesa assumida pela Assembleia Municipal??????
Foi ou não?????
Ler aqui o anúncio transcrito:
Portugal-Abrantes: Serviços de incêndios
2019/S 061-142149
Anúncio de adjudicação de contrato
Resultados do concurso
Serviços
Secção I: Autoridade adjudicante
Endereço(s) Internet:
Endereço principal: www.cm-abrantes.pt
Secção II: Objeto
Aquisição de serviços para intervenções de estabilização de emergência após incêndio
Aquisição de serviços para intervenções de estabilização de emergência após incêndio.
Recuperação das infraestruturas afetadas
Concelho de Abrantes.
Aquisição de serviços para intervenções de estabilização de emergência após incêndio.
PDR2020-814-030267
Controlo da erosão, tratamento e proteção de encostas
Aquisição de serviços para intervenções de estabilização de emergência após incêndio.
PDR2020-814-030267
Secção IV: Procedimento
Secção V: Adjudicação de contrato
Secção VI: Informação complementar
Diz o Parlamento de Sua Graciosa Majestade. O Reino Unido não dobra a cerviz aos federastas de Bruxelas, que ninguém elegeu.
Em nome da Rainha, em nome da mais velha democracia do mundo e em nome do Povo.
E depois?
Só posso prometer ''sangue, suor e lágrimas''.
Disse uma vez Sir Winston, a toda a Europa que se vergava à barbárie.
ma
(...)
What will the Greeks do? My heart says they should tell Schäuble to get stuffed. Five years ago, I said they should go for freedom, and I think the same today. What have they gained, by staving off the inevitable? More unemployment, more misery, more poverty. What have they got to lose? Nothing but their chains – the servitude that goes with a cruel monetary version of the Ottoman empire.
Now is the time to rediscover the spirit of Marathon, to fight for the things that made Greece great, to burst the shackles of the Great King of Brussels. Now is the time for what they used to call arete – the full expression of their independent moral virtue.
(..)
But the lessons from the Schäuble paper are clear. They apply to Britain as much as to Greece. The first lesson is that this is what happens when a nation gives up economic sovereignty, in the hope – accurate or deluded – of somehow becoming richer. The Greeks thought they were being smart to sacrifice their monetary independence; they thought they could free-ride. They didn’t appreciate that this autonomy might be something valuable in itself – something they would one day yearn for again.
The second lesson is that whatever they say in Brussels, there is nothing inevitable about any of this process of “integration”. It is all up for grabs. This is no time to moderate UK proposals for reform; quite the reverse, and David Cameron is dead right to open a new front on employment law.
No one can read that German paper, and conclude that the EU is still meant to be an association of sovereign nation-states. These Schäuble proposals are tyrannical. They should be bitterly resisted (...)
Boris Jonhson no Daily Telegraph
por João Céu e Silva<input ... >Hoje
<input ... >42 comentários
José Gil considera que a U nião Europeia não existe no sentido de criar uma nação europeia: "Se olharmos para a Europa no estado atual é o contrário: uma desunião." Daí que o filósofo nunca tenha acreditado "na maneira como a união política, através de normas e tratados, se estava a operar". Por essa razão afirma: "Estou convencido de que a União Europeia vai destruir a Europa."
Segundo o filósofo, o que se tem vindo a fazer na construção europeia não é uma unidade específica própria: "Não se vai a tempo de corrigir o rumo. Vai-se a tempo de corrigir é o rumo que desde o princípio enviesou para uma direção pior do que aquela que se esperava, a de culminar num Estado político unitário europeu."
Para José Gil, o provável crescimento da extrema-direita e da extrema-esquerda na representação no Parlamento Europeu não está a ter resposta suficiente: "Vejo pouca reação e pouco desejo de afirmação da democracia por parte dos democratas europeus relativamente a esses partidos da extrema-direita que estão a nascer como cogumelos em toda a parte."
Quanto ao aparecimento do populismo em Portugal, José Gil considera que "depois das eleições, se a abstenção for muito grande, é possível que comece a aparecer um terreno próprio da demagogia e propício ao populismo".
Quanto ao legado de Portugal na União Europeia, o filósofo prevê que seja o do "desvanecimento" devido à "continuação da política que prolonga ou piora por uma outra década o que está a ser feito do ponto de vista social no país".
Leia esta entrevista completa na edição em papel ou e-paper do DN
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