
''Há dias tornou-se conhecido o drama de uma política que muito estimo, sorridente e afectuosa nas reuniões de militância nunca deixou transparecer o complexo de uma vivência marcada por sucessivos escorchamentos que escondeu durante imenso tempo. Agora, teve um rebate atirando para as silvas o receio, mesmo de más interpretações, afastou o pesadelo e estou convicto que está a caminho da felicidade. Força!''
in Armando Fernandes in Ribatejo 14-8-2010
Pede-me o Sr. Dr. Marcello de Ataíde, actualmente de férias, que eu abandone o meu gin-tonic e abra o portátil e que comente este artigo sobre as mulheres (disponível aqui).
Li o artigo e que estopada! Como é que se pode escrever assim? Num estilo oco, pedante, digno dum intelectual provinciano no melhor sentido da palavra, que quer estar sempre no politicamente correcto, embora lhe fuja o subconsciente para um pensamento mais reaccionário que o dum cavaquista de fresca data, vindo do mais rústico eanismo. Será amigo do Duarte Lima?
Parece uma prosa escrita pela minha amiga Edite,que nasceu em Bragança, filha dos amores ilícitos dum cónego local (ilustre benemérito) e duma toxicómana recuperada. A Edite nunca soube escrever, embora soubesse fazer outras porcarias não só com os gajos mais rosqueiros lá da terra, mas também era capaz de assassinar, sem vírgulas, nem pontos finais, uma crónica no ''Correio do Nordeste'' dizendo que tinha visto um médico comuna, Presidente da Assembleia Municipal à porta duma casa de passe. Era um talento herdado do pai (o cónego), perito em escrever cartas ao Bispo, denunciando os colegas por darem umas valentes quecas à saída do confessionário.
Hoje, a Edite depois de ter sido sucessivamente de vários partidos, dedica-se a ser consultora municipal e quer convencer a Presidente da Câmara de Rio Maior a proibir as mocas por serem um produto ''out''. Diz que era mais ''in'' a terra ter como símbolo um chicote desses usados pelas senhoras para chicotearem os totós sado-masoquistas.
O Dr.Marcello é um chato!!!! Ler esta crónica deste rural (olhem esta comparação '' atirando para as silvas o receio'', porque é que não atiraria o receio para um sítio mais na moda? mais charmoso? e tinha de ser para as silvas, que crescem sempre em cima de águas fétidas). Porra, até o Pico escreve melhor!!!!
Parece que havia uma gaja imbecil (quase tão imbecil como eu, que interrompi um engate, para ler esta treta asquerosa) que apanhava uma sovas e era feliz!!!!
Beijinhos
Suzy (Noronha)
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