Segunda-feira, 07.01.19

Abre a discussão pública para a alteração do PDM, proposta pelo caciquismo, dito socialista, desta terra, para legalizar as construções clandestinas do aterro sanitário da Concavada, erguidas com a cumplicidade da autarquia de  Nelson Carvalho, em ''espaço agro-florestal e espaço natural ''.

O polémico aterro é propriedade da Valnor e  a cacique era Presidente da Assembleia Geral.

val 1

A CMA possui cerca de 8% das acções no valor contabilístico de 828.000 € e a empresa tem 169 trabalhadores.

Nas instalações que os caciques querem legalizar está a célula RIB, cheia de porcaria poluente, sobre a qual a cacique meteu os pés pelas mãos em 2016.

Legalizar as instalações significa passar uma esponja sobre construções à margem da lei e abrir um precedente para novas façanhas deste género no concelho.

O ordenamento territorial é uma prioridade civilizacional e ambiental e a autarquia do Carvalho violou as suas regras, consagradas no PDM.

Segue o texto do Aviso

 

Aviso 348/2019

Alteração do Plano Diretor Municipal de Abrantes

Abertura do Período de Discussão Pública

Faz-se público, para efeitos do n.º 1 e 2 do artigo 89.º do Regime Jurídico dos Instrumentos de Gestão Territorial (RJIGT), Decreto-Lei 80/2015, de 14 de maio, que a Câmara Municipal de Abrantes, referente à proposta de adequação de Instrumento de Gestão Territorial no âmbito do pedido do RERAE - Regime Extraordinário de Regularização de Atividades Económicas - alteração do PDM de Abrantes, apresentado pela Valnor - Valorização e Tratamento de Resíduos Sólidos, S. A., acionou o procedimento de alteração simplificada do Plano Diretor Municipal, nos termos que constam do Regime Jurídico com Caráter Extraordinário de Regularização de Estabelecimentos e Explorações, a que alude o Decreto-Lei 165/2014, de 5 de novembro, na sua atual redação, obedecendo ao previsto no Artigo 118.º do RJIGT, com as especificidades constantes do n.º 2 do Artigo 12.º desse Decreto-Lei 165/2014, deliberou em 13.11.2018:

Aprovar a proposta, constante das peças (relatório da proposta e anexos ao mesmo), que consiste em:

a) Alteração da Planta de Ordenamento, passando a área respeitante ao prédio, onde estão localizadas as instalações, a designar-se como espaço de infraestruturas, substituindo área maioritária de "Espaço agroflorestal" e área minoritária de "Espaço natural";

b) Introdução, em Regulamento do PDM:

i) Da alínea m) ao n.º 1 do Artigo 6.º dedicado às "Classes de espaços e seus limites", designada "Espaço de infraestruturas";

ii) Do Artigo 18.º-A, com definição da nova classe de espaço e respetivas orientações.

Proceder à abertura de um período de 15 dias úteis para discussão pública da proposta de alteração do Plano Diretor Municipal de Abrantes, contado a partir do 5.º dia subsequente à publicação do presente aviso no Diário da República.

Durante o referido período, o projeto de alteração do Plano Diretor Municipal de Abrantes e os inerentes elementos estarão disponíveis conforme n.º 1 do artigo 89.º, para consulta dos interessados na Câmara Municipal de Abrantes (Praça Raimundo Soares, Abrantes) e no sítio da internet da Câmara Municipal (http://www.cm-abrantes.pt).

Os interessados podem apresentar reclamações, sugestões, observações ou pedidos de esclarecimento, por carta e dirigidos à Presidente da Câmara Municipal ou através de correio eletrónico (email: geral@cm-abrantes.pt) referindo expressamente a discussão pública da Alteração do Plano Diretor Municipal de Abrantes, com a identificação e morada de contacto do signatário, promovendo ainda qualquer esclarecimento caso a manifestação se enquadre no n.º 3 do artigo 89.º do diploma legal acima mencionado.

Para os devidos efeitos, é publicado o presente Aviso no Diário da República, 2.ª série, nos termos do n.º 4 do artigo 191.º do RJIGT, em edital afixado nos lugares habituais, na comunicação social e na página da Internet da Câmara Municipal.

13 de dezembro de 2018. - O Vice-Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, João Carlos Caseiro Gomes.

 

 

Já falámos muito nisto:

porabrantes em 12 de Abril 2017, 07:49 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  

 



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Terça-feira, 27.03.18

Exmo. Senhor Presidente da Assembleia da República

Em resposta à pergunta nº 4147/XIII/ 2ª, de 8 de maio de 2017 , o Ministério do Ambiente informou que a empresa Lena Ambiente tinha sido notificada pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo (CCDR) “para dar cumprimento ao previsto no Decreto Lei nº 183/ 2009 de 10 de Agosto, no âmbito dos procedimentos de encerramento e pós-encerramento da Célula RIB, no Aterro Sanitário Intermunicipal de Abrantes, incluindo a

monitorização da qualidade da água superficial e subterrânea para melhor avaliar a situação”.

Contudo, até agora não se sabe se existe ou não lixiviados ou lamas na barragem que se situa a jusante do referido aterro.

O Vereador Armindo Silveira (BE) da Câmara Municipal de Abrantes, em 12 de dezembro de 2017 perguntou à Senhora Presidente do executivo municipal se tinha conhecimento de a empresa Lena Ambiente já havia dado cumprimento ao estipulado pela CCDR. Foi respondido que não havia conhecimento de alguma diligência nem como executivo camarário, nem como membro da Assembleia Geral da Valnor.

Até ao presente, o Bloco de Esquerda não tem conhecimento de que se esteja a cumprir a notificação da CCDR.

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do

Ministério do Ambiente, as seguintes perguntas:

1.Tem o Governo conhecimento do não cumprimento da notificação da CCDR, por parte da empresa “Lena Ambiente”?

 

2.Qual ou quais são as entidades que deverão acompanhar e fiscalizar os procedimentos estipulados?

3. Tendo em conta, as fortes chuvas, que garantias pode dar o Ministério do Ambiente que em casos de contaminação por lixiviados e lamas não agravará a contaminação dos solos e do aquífero Tejo-Sado?

4-Irá o Governo impor à Lena Ambiente um calendário para cumprir a notificação da CCDR?

 

21 de Março de 2018

 

Carlos Matias

(texto da pergunta do deputado do BE)

 

devida vénia à Assembleia da República 

 

ma

 

 



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Quinta-feira, 23.11.17

 

 

O Bloco divulgou isto:

(...)

5.A-Logos, a TagusValley, a Valnor e a Tagusgas não apresentaram a prestação de contas de 2016
Segundo a informação fornecida a A-Logos, a TagusValley, a Valnor e a Tagusgás não apresentaram a prestação de contas de 2016. Como já estamos a chegar ao terminus de 2017, qual a fundamentação destes entidades para o não cumprimento das suas obrigações?
Abrantes 31 de Outubro de 2017 (O Vereador do Bloco de Esquerda) Armindo Silveira(...)
 
Parece que a informação foi dada pelos caciques. Acontece que a Valnor depositou as contas na Conservatória de Registo Comercial em..29-7-2017. E a Tagusgás também.
Ou seja a desculpa dos caciques não pega!
mn
2017-08-16 508553210 TAGUSGÁS - PROPANO, S.A. Entroncamento Designação de membro(s) de orgão(s) social(ais) e secretário (online) Conteúdo    
2017-07-30 508553210 TAGUSGÁS - PROPANO, S.A. Entroncamento PRESTAÇÃO DE CONTAS INDIVIDUAL Conteúdo    
2017-07-30 503956538 TAGUSGÁS - EMPRESA DE GÁS DO VALE DO TEJO S.A. Cartaxo PRESTAÇÃO DE CONTAS INDIVIDUAL Conteúdo
2017-07-29 505255090 VALNOR - VALORIZAÇÃO E TRATAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS S.A. Avis PRESTAÇÃO DE CONTAS INDIVIDUAL Conteúdo


publicado por porabrantes às 21:19 | link do post | comentar

Quinta-feira, 02.03.17
 

Aumento da tarifa de recolha dos resíduos sólidos


 



 






Assembleia Municipal de Abrantes

Sessão de 24 de Fevereiro de 2017

Ponto antes da Ordem do dia

Aumento da tarifa de recolha dos resíduos sólidos

“A Valnor estima voltar a aumentar a receita gerada com o reencaminhamento de materiais recicláveis (…) O resultado líquido deste ano será de 912 mil euros, tendo-se situado, nos anos anteriores, entre um milhão e 1,5 milhões de euros. Em 2013, a empresa voltará a remunerar os accionistas. "Foram oito milhões de euros pagos em dividendos em quase 13 anos, os accionistas estão praticamente a recuperar o capital", destacou o presidente da Valnor.”

Estávamos em 2012 e, aos “olhos do publico” nada o fazia prever que a tarifa fixada para o ano de 2017 fosse de 57,48 euros/tonelada, à qual se adiciona 31,20 euros/tonelada relativa ao valor da tarifa não cobrada no ano de 2016 o que soma 88,68 euros por tonelada. 88,68€ refletido nos bolsos das populações? Como é que a Valnor que era uma empresa lucrativa do sector empresarial do Estado aumenta exponencialmente os valores aplicados para a recolha dos resíduos sólidos?

O Bloco de Esquerda atribui este imoral aumento à privatização da Empresa Geral de Fomento (EGF) concretizada em 2014 pelo então Governo PSD/CDS. A EGF, supostamente, ficaria sujeito à lógica de mercado concorrencial com ganhos para o consumidor mas o que aconteceu foi a atribuição de um monopólio a um grupo restrito de empresas privadas onde os lucros dos seus acionistas se sobrepõe ao interesse e ao serviço público. É esta a prática corrente! Quem não sabe?

Pese embora a oposição de autarcas até do PSD e CDS, a maioria parlamentar PSD/CDS, que na altura sustentava o governo, chumbou as diversas iniciativas parlamentares de Bloco de Esquerda que visavam reverter a reprivatização da EGF. As consequências estão à vista de todos.

O Bloco de Esquerda de Abrantes continua a defender que os serviços essenciais para as populações devem proporcionados pelo Estado. Em relação a este brutal aumento, o Bl0co de Esquerda, apoia e executivo da Câmara de Abrantes e outros executivos municipais em todas as iniciativas que tomarem que tenham como objetivo impedir este aumento brutal da tarifa dos resíduos sólidos, aumento este incomportável para os municipes.

Abrantes 24 de Fevereiro de 2017 (O Deputado Municipal do Bloco de Esquerda)

Armindo Silveira

 

devida vénia ao Armindo

 

mn

 



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Segunda-feira, 24.10.16

 

valnor 11.png

Procurando uma coisa, encontra-se outra, e acabamos por não ter tempo para dirigir tantos assuntos dúbios.

Em 21-2-2011 a cacique recebeu poderes para vender uns terrenos à Valnor. Também votou favoravelmente a venda desse património municipal.

cacique.jpg

 Acontece que a cacique era Presidente da A.G. da Valnor

valnor 12.png

(Relatório e Contas da Valnor 2012)

 

E dizia o Código de Procedimento Administrativo:

''Nenhum titular de órgão ou Agente da Administração Pública pode intervir em (...) acto ou contrato de direito público ou privado da A.Pública, nos casos seguintes:

 

A) Quando nele tenha interesse, por si, ou representante  ou gestor de negócios de outra pessoa (...) (...) art 44º

 

Quando votou a venda, quem é que estava a votar a Presidente da Assembleia Geral da Valnor ou a Presidente da Câmara Municipal ?

 

Em quantos mais actos relacionados com a Valnor, participou a cacique, ?

 

Querem um acto em que participou e que não está nas actas municipais?

valnor 13.png

acta da CM de Alter do Chão de 6-3-2013

mn



publicado por porabrantes às 13:38 | link do post | comentar

Quarta-feira, 24.08.16

Respondeu a APA aos deputados Carlos Matias e Jorge Costa  isto: ou seja que não havia histórico da célula RIB referenciada e que iram ao local inspeccionar a coisa e colher análises.

 

Ora, a 27 de Janeiro de 2009 a APA passou uma licença de exploração à VALNOR 

célula rib.png

e no texto dessa licença está, preto no branco, página 3

 

 

rib na página 3.png

 

 

Ou seja o aparente  responsável pela malvada célula RIB é, segundo a APA, de acordo com a licença citada, a  Lena Ambiente.

 

E entre os responsáveis da Lena Ambiente tem estado, quase desde que saiu da Vereação abrantina, o eng. técnico Júlio Bento.

 

Ironizava a Rede Regional que a célula RIB não tinha pai, mas terá mamãe: a Lena Ambiente.

 

Parece-me, deve ser mera impressão, que o arquivo da APA anda pró desarrumado.

mn

 

 



publicado por porabrantes às 16:14 | link do post | comentar

Por Fernanda Ribeiro no Público

 

'' (...) Já quanto ao sistema de tratamento das águas lixiviantes oriundas do aterro, a auditoria detectou que ele "não cumpre as normas de descarga", nomeadamente ao enviar para uma ribeira águas residuais que não são devidamente tratadas, razão pela qual foi imposto à Amartejo que proceda a "uma requalificação" deste sistema.A Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) do aterro não está sequer licenciada pela Direcção Regional do Ambiente (DRA) de Lisboa e Vale do Tejo - o que será preciso regularizar.A ausência de licença da ETAR deve-se ao facto de a entidade que a emite, a DRA, considerar que o sistema actual não vai permitir cumprir os limites de descarga nos parâmetros exigidos, razão pela qual a Amartejo terá que instalar um sistema de tratamento complementar.A auditoria constatou também que os resíduos de amianto ali depositados não cumpriram todas as normas impostas pelo Instituto de Resíduos. "A entidade gestora do aterro, [a empresa Solurbe] não deu cumprimento por inteiro às prescrições, nomeadamente ao não terem sido depositados num local isolado dos restantes lixos. Segundo explicou ao PÚBLICO Dulce Pássaro, responsável do IR, "não é boa prática pisar-se com mais lixos os resíduos de amianto, dado que os sacos podem rebentar. Além disso, o local onde eles são colocados deve estar devidamente identificado, o que não acontecia", explicou.(....)

 

(...) necessária.Quanto às alegadas falsificações das pesagens dos lixos, no momento em que eram recebidos no aterro, a auditoria feita pela Bureau Veritas, não foi conclusiva, porque a Solurbe não conseguiu garantir, com documentos, que a báscula estivesse calibrada. Apesar de a Solurbe ter afirmado antes que a pesagem era "electrónica e automática", a inspecção constatou que tal não era verdade. Afinal era operador que, à mão inscrevia os valores das pesagens no computador. O que ficou por provar foi se, como dizia a denúncia, nessa operação era inscrito peso a mais, com vista à obtenção de maiores lucros pela empresa gestora do aterro. (...)

com a devida vénia ao Público

 

 

e já agora

solurbe sampaio.png

 

mn

 



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Terça-feira, 23.08.16

valnor aterro irar.png

Relatório do IRAR em Dezembro de 2008

 

valnor 2008.png

aterro 2008 2.png

A leitura deste relatório de 2008 dá pistas para a situação actual. É espantoso que em 2008 não houvesse dados sobre a ''eficiência de remoção''.

 

mn 

 

devida vénia ao IRAR



publicado por porabrantes às 22:09 | link do post | comentar

Quarta-feira, 17.08.16
BLOCO ESQUERDA ABRANTES-Comunicado Lixiviados no Aterro Intermunicipal da Valnor em Abrantes

 A 12 de Abril do corrente ano, o deputado Municipal, Armindo Silveira (Bloco de Esquerda (BE)) no seguimento da informação de um cidadão, deslocou-se às imediações do Aterro Sanitário Intermunicipal de Abrantes, gerido pela Valnor, para verificar concretamente dados que procurava.

A 14 de Abril do corrente ano, o referido deputado acompanhado de um elemento da Quercus, do Vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Abrantes e de dois responsáveis da Valnor tiveram uma reunião seguida de uma visita ao interior do referido aterro.

Confirmaram a existência de escorrência de água lixiviada oriunda de uma célula de Resíduos Industriais Banais (RIB) para uma linha de água no exterior. Verificou-se que a célula RIB, por não estar impermeabilizada na sua superfície, foi acumulando água das chuvas e outras até transbordar.

Os responsáveis da Valnor, afirmaram que embora tenham vindo a reparar os taludes desta célula, ela não é de sua responsabilidade, nem tão pouco sabem de quem seja.

A Valnor confirmou a existência de uma barragem, na linha de água, a cerca de 1,5km. Revelaram que fazem análises periódicas e que os valores estão dentro dos parâmetros legais.

Esta barragem tem depositado uma quantidade indeterminada de lamas e milhares de litros de água negra que se suspeita ser, em grande parte, oriunda do aterro sanitário e que vai desaguar ao rio Tejo.

A GNR/SEPNA deslocou-se ao aterro e à barragem desenvolvendo as diligências que a situação exige.

A sra Presidente da Câmara Municipal de Abrantes questionada, na sessão de Assembleia Municipal de Abrantes de 19 de Abril, sobre a célula RIB, informou que uma empresa do grupo Lena Ambiente, em 2006, ficou incumbida da sua manutenção mas que não sabe quem a construiu, nem quando deixou de ser monitorizada.

Quanto à barragem e à qualidade da água, a única informação que tem é a fornecida pela Valnor e não pode atestar mais nada dado o escasso tempo que teve para analisar o caso.

O BE de Abrantes esperou que o executivo municipal de Abrantes analisasse o caso e respondesse às questões que ficaram em aberto.

Como tal não aconteceu, encaminhou o assunto para o Grupo Parlamentar do BE que, a 5 de Julho, interpelou o Governo, através do Ministério do Ambiente (MA). A 28 de Julho último o MA, em resposta às questões colocadas pelos Deputados do Grupo Parlamentar do BE, Carlos Matias e Jorge Costa, afirma que não existe histórico sobre a instalação referenciada, pelo que a Agência Portuguesa do Ambiente e a CCDR-LVT estão a diligenciar várias acções, uma das quais será uma vistoria técnica ao local, na qual está previsto a recolha de amostra de água para análise laboratorial. Então dará resposta às questões formuladas.

O BE de Abrantes fica estupefacto com esta resposta pois a Valnor, a Sra Presidente da Câmara Municipal de Abrantes e a Quercus já aprofundaram mais o assunto que o MA.

Também a GNR/SEPNA já esteve no terreno e reportou a situação às autoridades competentes o que nos leva a supor que existe uma deficiente comunicação institucional.

O BE não se conforma com o silêncio que impera sobre este assunto.

Enquanto não forem apuradas responsabilidades, corrigidas ou eliminadas irregularidades, paira um clima de suspeição sobre diversas entidades a quem cabe dissipar quaisquer dúvidas.

Resta acrescentar que as perguntas ao MA eram do mesmo teor das que foram feitas ao executivo da CMA, excepto duas em que se questionava quem seria responsável pela selagem da célula RIB e quem assumiria a despoluição da barragem caso se confirmasse a existência de lixiviados e lamas.

O BE de Abrantes alerta as entidades responsáveis que continuam a ser libertados gases da célula RIB para a atmosfera. O Inverno aproxima-se e a escorrência pode repetir-se.

E até hoje, nada se sabe sobre as características perigosas ou não do que está depositado na referida barragem. Abrantes, 14 de Agosto de 2016

 

A Comissão Coordenadora de BE Abrantes

 

Resta acrescentar que a Presidente da Assembleia Geral da Valnor é

cacique.png

valnor 2.png

E que a mulherzinha se atreveu a mandar bocas ao Armindo Silveira, em plena Assembleia Municipal, sobre este assunto, com falta de cortesia, quando aparentemente estava impedida disso, por ter um cargo social na empresa....sobre o que eventualmente ganha lá .....desconhece-se

 

Há mais? Haverá provavelmente...sugere-se ao Bloco que investigue

mn

fontes: Bloco de Esquerda Abrantes, Relatório da Valnor 2015

 

 

 



publicado por porabrantes às 07:47 | link do post | comentar

Quarta-feira, 06.07.16

 

 

''Existência de água lixiviada

oriunda do aterro sanitário 

Intermunicipal de Abrantes''

 
 
 

Na sequência de uma informação de que haveria água lixiviada oriunda do aterro sanitário Intermunicipal de Abrantes, gerido pela Valnor, a conspurcar uma linha de água, o deputado Municipal do Bloco de Esquerda deslocou-se ao local no dia 12 de abril e confirmou a veracidade das informações recebidas.

Seguindo a linha de água para jusante, detetou-se uma barragem, a cerca de 1,5km, com uma quantidade indeterminada de lamas e milhares de litros de água negra depositado no seu fundo. Suspeita-se que, em grande parte, essa água negra oriunda do aterro sanitário siga pela linha de água e seja lançada no rio Tejo.

No passado dia 14 de abril, em visita ao interior do aterro acompanhado por um elemento da Quercus, pelo Vereador do Ambiente da Câmara Municipal de Abrantes e por dois responsáveis da Valnor, confirmou-se que a água lixiviada era oriunda de uma célula de Resíduos Industriais Banais (RIB) que na sua superfície não está impermeabilizada com tela, razão pela qual transbordou.

Segundo os responsáveis da Valnor, embora tenham vindo a reparar os taludes, esta célula, ainda que esteja no interior do aterro não será de sua responsabilidade, nem tão pouco sabem de quem seja. A escorrência, provisoriamente, parece estar resolvida.

A Sr.ª Presidente da Câmara Municipal de Abrantes, questionada sobre a célula, informou que uma empresa do grupo Lena Ambiente ficou incumbida em 2006 da sua manutenção.

Quanto à barragem, confirmaram que têm conhecimento da sua existência; que fazem análises periódicas e que os valores estão dentro dos parâmetros legais

Atendendo ao exposto, e ao abrigo das disposições constitucionais e regimentais aplicáveis, o Grupo Parlamentar do Bloco de Esquerda vem por este meio dirigir ao Governo, através do Ministério do Ambiente, as seguintes perguntas:

1. Que entidade é responsável pela célula RIB identificada?

2. Que entidade a construiu e em que ano?

3. Em que ano deixou de ser monitorizada e “abandonada” a sua manutenção?

4. Quais as garantias de que a água lixiviada da linha de água e principalmente da barragem, não se infiltram no solo, sabendo-se que naquela área se situa um dos maiores reservatórios de água da Europa?

5. Quem assumirá a responsabilidade da selagem da célula RIB?

6. Caso se confirme a existência de lixiviados e lamas na barragem, quem assume a sua despoluição?'''' in página do Bloco, com a devida vénia

 

Nota: O assunto já tinha sido levantado na Assembleia Municipal pelo deputado do BE, Armindo Silveira e ocasionou uma resposta despropositada da cacique. O aterro é da Valnor e preside à Assembleia-Geral desta empresa intermunicipal a cacique.

O capital da empresa é assim distribuido: Os Accionistas da VALNOR S.A. são os municípios de Abrantes, Alter do Chão, Arronches, Avis, Campo Maior, Castelo Branco, Castelo de Vide, Crato, Elvas, Fronteira, Gavião, Idanha-a-Nova, Mação, Marvão, Monforte, Nisa, Oleiros, Ponte de Sôr, Portalegre, Proença-a-Nova, Sardoal, Sertã, Sousel, Vila de Rei e Vila Velha de Ródão.

Os municípios referidos detêm 46,67% do capital, sendo os restantes 53,33% detidos pela Empresa Geral de Fomento S.A. (detida em 100% pela AdP-Águas de Portugal, SGPS, S.A.)..

 

 

 
Há tempos por não estar em regra a licença ambiental destas instalações
 
 a Assembleia Municipal declarou-as de interesse municipal.
 

valnor.png

 a documentação referente ao pedido está aqui

 

mn

 

 

 


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