Sexta-feira, 28.06.19

patrao abrantes

Pedro Soares dos Santos é um dos patrões da Victor Guedes. Uma das mais importantes exportadoras abrantinas ( e a mais antiga) e das que cria mais emprego e o motor económico do Rossio ao Sul do Tejo.

Dirá o Rui Lopes. que fica em S.Miguel. Mas é a que leva Abrantes até aos confins do Mundo: numa marca de lenda:Gallo.

Disse o que pensava e tem razão.

Sobre mais empresas: faltam os super-mercados.

ma

 

 



publicado por porabrantes às 22:48 | link do post | comentar

Sábado, 27.10.18

O Expresso Economia traz um longo artigo sobre o novo desafio da centenária empresa de azeites abrantina, quer enfrentar-se aos italianos de Modena, produzindo vinagres de luxo.

Também aborda a Tejo Energia, que goza de uma majestática isenção fiscal muito duvidosa e que deputados e fiscalistas dizem ser improcedente.

Tudo no Expresso.



publicado por porabrantes às 09:38 | link do post | comentar

Sexta-feira, 13.04.18

web_n6044.jpg

 

Stand de vinhos - Victor Guedes & C.ª
Tema / Topic Exposição do Mundo Português no Rio de Janeiro
Localidade / Local Rio de Janeiro, Brasil
Fotógrafo / Photographer Perotta Retratos

gallo rio.jpg

 

Sala dos [?] e Azeites - Stand de Victor Guedes & C.ª
Tema / Topic Exposição do Mundo Português no Rio de Janeiro
Localidade / Local Rio de Janeiro, Brasil

 

devida vénia ao Arquivo Histórico Ultramarino

 

guedes correio da manhã 1935.png

Correio da Manhã, Rio, 1935

 

O maior exportador de Portugal para Vera-Cruz  

 

mn



publicado por porabrantes às 19:30 | link do post | comentar

victor guedes 3.png

Quem é que criou mais emprego na freguesia de S.Miguel, foi Victor Guedes ou Eduardo Catroga?

Foi o Guedes.

Mas quem levou o busto foi o outro.

Nem sequer há um menção ao empresário em qualquer beco.

A fábrica do Guedes está aberta e leva o nome de Abrantes a todo o mundo.

A fábrica do Catroga está fechada.

 

Mais?

foto do blogue .Restos de Colecção, roubada ao amigo Sotnas.

ma  



publicado por porabrantes às 11:49 | link do post | comentar

Sábado, 05.08.17

azeite de alferarede.png

Inquérito para a expansão do comércio português no Brasil, 1916, Câmara de Comércio Português,.....ou seja o grande produtor local, o Alfredo da Silva não se dava ao trabalho de etiquetar o produto...

Quem criou a grande marca abrantina foi o sr. Victor Guedes, no Rocio de Abrantes

 

Há alguma Rua com o nome dele?

ma
 



publicado por porabrantes às 18:17 | link do post | comentar

Domingo, 26.06.16

folha de s.paulo.png

 

os parabéns são`para os trabalhadores e para os gestores da Victor Guedes, uma das empresas mais antigas do Concelho (começou lá para a primeira década do século XX) e que não ganhou nenhuma medalha de lata.

Em compensação, o Duarte Ferreira,duma empresa morta (a MDF), ganhou uma medalha de lata.

Não era tempo de nos ocuparmos dos vivos e deixar os mortos no santo sossego dos cemitérios?

Devida vénia a Sebastião José, Marquês de Pombal, que se ocupou dos vivos e enterrou os mortos e que tinha uns olivais em Alvega, roubados ao Morgado Mendanha.

O Sebastião José era um político corrupto, mas era eficiente. Como aquele Governador da Bahía: ''Roubo, mas faço''.

ma  



publicado por porabrantes às 10:37 | link do post | comentar

Sexta-feira, 27.05.16

 

fernando figueiredo ribeiro.png

Foto Correio da Manhã

 

Fernando Figueiredo dos Santos trabalhava na Jerónimo dos Santos e era para ser o boss do grupo.Mas por razões aqui explicadas não foi . E a liderança depois passou a Alexandre Soares dos Santos

alexandre_soares_santos_pag.jpg

 Em 2014 era 8º homem mais rico de Portugal. Ou seja um partido de esquerdas ''privatiza'' a Galeria Municipal a favor de um milionário. A fortuna dele é avaliada em 429 milhões de euros.

santos.png

 

 in Paulo Ferreira, Empreendedorismo, uma análise sintética,Sílabas, Lisboa, 2015

 

luis_dias_2.png

CMA

Se o Vereador Luís Dias e o PS acham que fazer uma política cultural é ceder edifícios públicos a milionários, decorar a fachada com o nome de accionistas do Pingo Doce e dar-lhes poder de decisão na política cultural municipal, têm uma curiosa  concepção de interesse público.

pingo doce.png

Naturalmente pergunta-se se o sr. Fernando Figueiredo dos Santos  não podia construir um Museu Privado, usando os 429 milhões de euros, que os analistas lhe atribuem?

 

Sustentou o dr. Dias que a situação seria como o Núcleo de Arte Moderna de Tomar, produto duma doação dum nabantino ilustre, o meu querido Professor José Augusto-França, glória da cultura portuguesa.

JA Franca 1.png

BN

 

José Augusto França já tinha mostrado o seu amor a Tomar, com um maravilhoso livro, uma monografia sobre a Cidade. E fez uma doação e não exigiu o seu nome  à porta da Galeria.

frança 2.png

José Augusto França não precisa de poder, nem de placas, é um vulto universal da Cultura Portuguesa.

Não se pode pensar a Arte sem ele.

Mas também se engana, num dia que lá fui estava pendurada uma tela medíocre de Maria Lucília Moita e aquilo estava às moscas.

E o Serrano, de triste memória, teve o Museu fechado durante uma larga temporada, até que o Professor França protestou.

Restam duas ou três perguntas nesta triste história, quantas telas da Mary Lucy há na colecção Figueiredo dos Santos?

Em quanto é que o empresário avaliaria a colecção Moita que querem meter no MIAA?

maria_lucilia_157_1294241593-174x131.jpg

Pagaria mais de 500 € por cada tela?

As telas da pintora são mais baratas que as oliveiras centenárias a 2.000 €? 

Se a colecção é dum accionista do Grupo que controla a Victor Guedes, não seria melhor metê-la nas ruínas da moagem Silva Martins, ao lado da fábrica, recuperando essas instalações abandonadas e revitalizando o abandonado coração industrial do Rossio/S:Miguel?

moagem rst.jpg

 Salvo melhor parecer, este é o nosso

 

a redacção

    

 

 

 

  



publicado por porabrantes às 11:19 | link do post | comentar

Terça-feira, 23.02.16

Olá porabrantes,

Sónia Pedro, deixou um comentário ao post E se fossem ao local???? às 12:35, 2016-02-10.

Comentário:
Caríssimo, talvez fosse pertinente ler a totalidade do artigo e não publicar uma frase deslocada e assim desprovida de sentido para justificar a crítica que se lhe segue. Ora vejamos: "Não será necessário um grande exercício de memória para conseguirmos enumerar, na sub-região NUTIII - Médio Tejo e sobretudo neste triângulo industrial – Torres Novas, Tomar, Abrantes -, um conjunto de unidades indústrias abandonadas ou completamente desaparecidas, que tiveram os seus anos áureos e que fecharam as suas portas. Assim como outras que ainda desenvolvem as suas atividades produtivas. Ou aquelas que entretanto, submetidas a processos de gentrificação, passaram a ter o seu espaço reestruturado para outros fins." São vários os exemplos de todos os tipos de possibilidades acima descritas. O presente artigo não é resultado da minha tese de mestrado, mas sim do interesse que tenho pela história industrial da região, e que creio deveria ser valorizada e divulgada. E uma das temáticas que se aprendem quando se produzem trabalhos académicos, é a correta citação da fonte, que aqui não o está referida em lado algum. Fica a sugestão: http://www.mediotejo.net/notas-para-uma-valorizacao-do-nosso-patrimonio-industrial-por-sonia-pedro/ Grata pela atenção que me dedicou.

 

A drª Sónia Pedro fez-nos este comentário, a 10-2-2016, que agradecemos. Anote-se que o faz em relação a um post de 9 de de Novembro. Estamos atrasados a responder-lhe, mas ela também se atrasou muito mais a fazer o seu comentário.

Posto isto, recomenda-nos a nossa leitora a leitura total do seu artigo. Já o tínhamos feito e anotámos apenas alguns erros factuais sobre unidades industriais que não estão abandonadas, mas estão em plena actividade, caso da Frasam e da Victor Guedes e da Renova.

Censura-nos a drª Sónia não termos assinalado, como é norma, em trabalhos académicos,  a correcta citação da fonte. Mas como a drª Sónia sabe um post não é um trabalho académico e o normal é assinalar a ligação através dum link, que estava lá. 

O objectivo do post foi sobretudo homenagear dois grandes industriais rossienses, os dr. João Castro e Solla Soares Mendes e eng. Amadeu C.S.Soares Mendes.

Mas já que nos chama a atenção para os nossos erros, fazemos-lhe mais duas notazinhas:

 '' a Fábrica de Moagem Afonso III'' deve referir-se à Fábrica de Moagem Afonso XIII, de João Augusto Silva Martins. Mas esta designação social foi abandonada depois de 1910, porque os republicanos eram alérgicos a farinha monárquica. A empresa, que ainda existe, chama-se hoje  Companhia de Moagem de Abrantes, S.A.  Está abandonada a fábrica mas possui participação por exemplo na Upantina que está a laborar.

A ''Victor Guedes e Cª'' tem a designação social  de ''Victor Guedes - Indústria e Comércio, S.A.''. Aqui encontram um bom esboço da história da firma,. A empresa abrantina era a ''União Industrial, Lda'' e foi adquirida em 1938 pela Victor Guedes.

Sobre a Frasam, já se falou anteriormente.

O artigo da drª Sónia Pedro é um bom alerta para a questão da arqueologia industrial. Mas acontece que a drª Sónia é deputada municipal pelo PS e  é importante para um autarca de Abrantes  saber que a Victor Guedes é a maior produtora de azeite de Portugal e é um dos pilares da economia do nosso concelho.

Se nossa prezada comentarista se quer documentar sobre a história e o estado da Moagem da família Silva Martins, pode fazê-lo aqui, no Coisas de Abrantes.

Cumprimentos.

MA

noutro artigo a drª Sónia pergunta onde pode encontrar o Mário Rui Cordeiro. Mora em frente da CMA na Rua Manuel Constâncio.

 

 



publicado por porabrantes às 15:46 | link do post | comentar

Segunda-feira, 09.11.15

 

'' . Ou aquelas que entretanto, submetidas a processos de gentrificação, passaram a ter o seu espaço re-estruturado para outros fins. São exemplos:

– a Fábrica de vidros da Matrena, as Ferrarias de S. Lourenço e do Prado; a Real Fábrica de Fiação e Tecidos, a Fábrica de Papel do Prado, a Fábrica de Papel Porto de Cavaleiros, em Tomar; entre outras,

– a Fábrica de Papel do Almonda (RENOVA); a Companhia Nacional de Fiação e Tecidos de Torres Novas; a empresa de camionagem João Clara e Companhia (Irmãos) – em Torres Novas; entre outras,

– a Metalúrgica Duarte Ferreira; a Fábrica da Fundição do Bom Sucesso; gerida pela sociedade Soares Mendes& Raul Gonçalves; a Companhia União Fabril (CUF) e UFA (União Fabril do Azoto); a Fábrica de Moagem Afonso III; a empresa Simão & companhia, Comércio e Industria, SA; a empresa Victor Guedes & Companhia; entre outras.''

 

Sónia Pedro

 

''Presidente da Associação Médio Tejo Criativo, Sónia Maria de Matos Pedro é licenciada em Antropologia - Ramo Antropologia Social e Cultural pela Universidade de Coimbra - Faculdade de Ciências e Tecnologia e Mestre em Cidades e Culturas Urbanas pela Faculdade de Economia também da Universidade de Coimbra. Já trabalhou em diversos projetos empresariais e atualmente desenvolve trabalho no Tagusvalley - Tecnopolo do vale do Tejo, um Parque de Ciência e Tecnologia localizado em Abrantes. Segundo diz a própria, "ideias e projetos para o futuro é que não faltam".

''

Duas notas:

 

A Fundição do Rossio resiste e está a fazer o que sempre fez, fundir

 

A Victor Guedes resiste e está a fazer o que sempre fez, azeite (deixou o sabão)

 

As Fundições resistiram graças a estes empresários

João José de Castro e Solla de Paim

Barreto Soares Mendes

 

 

Amadeu de Castro e Solla de Paim

Barreto Soares Mendes

 
 
 
Existe tanto a Fundição que o Avante se preocupa com ela (ainda....não bastou a bacorada de 1975)
 

avante.png

frasam.png

 

 

Quanto ao Sr.Raul Gonçalves deixou a Fundição para aí em 1940.

 

E se fossem ao local antes de escreverem teses????

 

ma

 

e a Renova também está a trabalhar no mesmo sítio, não há pachorra

 

 

 



publicado por porabrantes às 18:56 | link do post | comentar

Quinta-feira, 20.08.15

isto devia ser acompanhado pela foto do maior industrial de azeites da história de Abrantes, teremos em arquivo?

rio_big.jpg

anos 30 azeite Gallo no Rio de Janeiro

a 10 victor guedes.jpg

 

s pessoas que tomaram parte na reunião de exportadores portugueses para o Brasil, realizada na Associação Comercial. [Identificados no álbum:] Máximo González; M. Rocha; Cosme Benito; Félix Benito; J. Sánchez Hernández; Quintino; Vítor Guedes; Inácio Cunha e Silva; Carlos Mantero; José Horta; António Machado Pinto; José Ferreira Marques; António Manuel França Júnior; Joaquim da Costa Martins; dr. Soares Franco; Artur Brandão; Bernardino José Borges; António Carvalho Rocha Mascarenhas.

 foto de O Século (Torre do Tombo)

mn



publicado por porabrantes às 17:28 | link do post | comentar

ASSINE A PETIÇÃO

posts recentes

A opinião do mais importa...

Vidas paralelas: A Tejo E...

Era outra vez o Guedes

Era uma vez o Guedes

Azeite de Alferrarede pró...

Folha de S.Paulo destaca ...

A Galeria do Milionário

Arqueologia Industrial

E se fossem ao local????

um galo carioca

arquivos

Julho 2019

Junho 2019

Maio 2019

Abril 2019

Março 2019

Fevereiro 2019

Janeiro 2019

Dezembro 2018

Novembro 2018

Outubro 2018

Setembro 2018

Agosto 2018

Julho 2018

Junho 2018

Maio 2018

Abril 2018

Março 2018

Fevereiro 2018

Janeiro 2018

Dezembro 2017

Novembro 2017

Outubro 2017

Setembro 2017

Agosto 2017

Julho 2017

Junho 2017

Maio 2017

Abril 2017

Março 2017

Fevereiro 2017

Janeiro 2017

Dezembro 2016

Novembro 2016

Outubro 2016

Setembro 2016

Agosto 2016

Julho 2016

Junho 2016

Maio 2016

Abril 2016

Março 2016

Fevereiro 2016

Janeiro 2016

Dezembro 2015

Novembro 2015

Outubro 2015

Setembro 2015

Agosto 2015

Julho 2015

Junho 2015

Maio 2015

Abril 2015

Março 2015

Fevereiro 2015

Janeiro 2015

Dezembro 2014

Novembro 2014

Outubro 2014

Setembro 2014

Agosto 2014

Julho 2014

Junho 2014

Maio 2014

Abril 2014

Março 2014

Fevereiro 2014

Janeiro 2014

Dezembro 2013

Novembro 2013

Outubro 2013

Setembro 2013

Agosto 2013

Julho 2013

Junho 2013

Maio 2013

Abril 2013

Março 2013

Fevereiro 2013

Janeiro 2013

Dezembro 2012

Novembro 2012

Outubro 2012

Setembro 2012

Agosto 2012

Julho 2012

Junho 2012

Maio 2012

Abril 2012

Março 2012

Fevereiro 2012

Janeiro 2012

Dezembro 2011

Novembro 2011

Outubro 2011

Setembro 2011

Agosto 2011

Julho 2011

Junho 2011

Maio 2011

Abril 2011

Março 2011

Fevereiro 2011

Janeiro 2011

Dezembro 2010

Novembro 2010

Outubro 2010

Setembro 2010

Agosto 2010

Julho 2010

Junho 2010

Maio 2010

Abril 2010

Março 2010

Fevereiro 2010

Janeiro 2010

Dezembro 2009

Novembro 2009

Outubro 2009

Setembro 2009

Agosto 2009

Julho 2009

tags

25 de abril

abrantaqua

abrantes

alferrarede

alvega

alves jana

ambiente

angola

antónio castel-branco

antónio colaço

antónio costa

aquapólis

armando fernandes

armindo silveira

arqueologia

assembleia municipal

bemposta

bibliografia abrantina

bloco de esquerda

bombeiros

brasil

candeias silva

carlos marques

carrilhada

carrilho da graça

cavaco

cdu

chefa

chmt

cidadão abt

ciganos

cimt

cma

cónego graça

constância

convento de s.domingos

cria

duarte castel-branco

eurico consciência

fátima

fogos

gnr

grupo lena

hospital de abrantes

hotel turismo de abrantes

humberto lopes

igreja

insegurança

ipt

isilda jana

jorge dias

jorge lacão

josé sócrates

jota pico

júlio bento

justiça

mação

maria do céu albuquerque

mário semedo

mário soares

mdf

miaa

miia

mirante

mouriscas

nelson carvalho

nova aliança

património

paulo falcão tavares

pcp

pego

pegop

pina da costa

portugal

ps

psd

psp

rocio de abrantes

rossio ao sul do tejo

rpp solar

rui serrano

salazar

santa casa

santana-maia leonardo

santarém

são domingos

sardoal

saúde

segurança

smas

sócrates

solano de abreu

souto

teatro s.pedro

tejo

tomar

touros

tramagal

tribunais

tubucci

todas as tags

favoritos

Passeio a pé pelo Adro de...

links
Julho 2019
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1
2
3
4
5
6

7
8
9

19
20

21
22
23
24
25
26
27

28
29
30
31


mais sobre mim
blogs SAPO
subscrever feeds