
Enquanto não dermos todos a cara e permanecermos tranquilamente a salvo no nosso cómodo anonimato, os interesses instalados em Abrantes vão continuar a permitir que esta sinistra personagem ponha e disponha da vidas e do património que não lhe pertencem, ameaçando e infernizando quem tem a coragem de lhe fazer frente. É tempo de lhe dizer BASTA!

Nesta Villa Chalet de 1892 em Abrantes, está a nascer um apartamento onde existia uma rara estufa em vidro da Villa Maria Amelia. A obra é do padre negociante J...osé da Graça...
Palavras para quê...
Porque não se dedica a pessoa em causa ao trabalho de cuidar da Igreja, das confissões, do apostolado, de tanto que a Igreja abrantina precisa. Os paroquianos precisam de outro Arcipreste, de um verdadeiro sacerdote de Deus e não do dinheiro.
Foto do Eduardo Castro
A CMA contratou o Charters de Almeida para fazer isto.
Depois a Presidente levou o Charters à sessão explicar a geringonça (obrigado VPV).
Na dita, o escultor despachou algumas preciosidades, dignas de antologia,:
Mas antes disso já esta paisagem mítica tinha sido arrasada, por empresários sem escrúpulos, arquitectos a soldo, autarcas permissivos como o Zé Bioucas e finalmente a Villa Maria Amélia e os jardins, orgulho de Solano de Abreu, orgulho de Abrantes, caiu nas mãos cúpidas da Igreja Católica
As obras ilegais, realizadas pela sucursal local do Bispado de Portalegre, consentidas pela CMA e denunciadas pela Tubucci, mataram os jardins, destruíram o lago, prepararam o fim duma Quinta lendária na memória abrantina.
E agora quando olho para a casa de Solano, vejo isto
Como é que um homem como o Charters de Almeida, que se pressupõe culto, embora tenha capacidade para dizer enormidades aristocráticas, dignas dum seminarista deslumbrado por brasões, como aquela de ser chefe dos Almeidas, faz um atentado destes à paisagem de Abrantes?
Quem é ele para desprezar o legado de Solano de Abreu?
Que noção tem da paisagem, do enquadramento urbano, da dimensão das coisas, este senhor?
Já sabemos que quase nenhuma, porque ficou calado, face à monstruosidade da Torre do MIAA.
Podia ser pior?
Podia, o homem pensou colocar isto:
no recinto fortificado do Castelo de Abrantes, quem sabe para fazer sombra ao panteão de D.Lopo
Os senhores vereadores ouviram o aristocrata dizer isto e não lhe perguntaram:
'' Ò Conde, você ao menos telefonou para a DGCP a pedir um parecer?
Mas não, ficaram banzados e não perguntaram.
Resta o furor que vai nas redes sociais, e é justo, estas comemorações e esta estátua, são despesismo barato, concentração de toda a despesa no cabeço, insulto a instituições e gente necessitada, mau gosto pimba, desprezo pelas juntas de freguesia que carenciadas fazem o impossível com parcos meios.
Há a questão da legalidade, porque deputados municipais a apontaram, há a questão de demasiados contratos a favor do Senhor Conde, que fica muito mal na fotografia.
Parece que faz doações a metro.
Isso é próprio de armazenistas de retalho, de varejistas como diria Jorge Amado, que um dia encontrou Charters na Bahía de todos os Santos,
No meio de toda esta cena, o que mais me choca é o crime urbanístico.
O resto é o habitual.
ma
continuaremos aqui a dar voz às opiniões de quem protesta contra este crime urbanístico
créditos:. fotos do Eduardo de Castro (crime), cma, montagem da Beatriz de Noronha do Atelier do Prof. Dom António de Castel-Branco, com o Fernandinho posto por nós, DGMN ( Santa Maria): recortes do Médio Tejo Digital
É mais uma façanha da Comissão Fabriqueira de S.Vicente. Não sei a data, mandou-a um amigo. Nas obras de destruição da Quinta do Dr.Solano esta gente deixou arder a palmeira, quase pegando fogo à Casa.
Também pode ser um milagre, a ardente fé do Graça, ardeu tanto que a palmeira se contagiou.
Como a sarça ardente do Moisés.
ma
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