‘’No lado precisamente oposto, encontra-se o Jornal de Abrantes que reflecte um facciosismo editorial que vai muito para além dos próprios jornais partidários, apenas encontrando paralelo na imprensa comunista da antiga União Soviética ou na imprensa cor-de-rosa do Estado Novo.’’
Dizem os Vereadores do PSD em reunião camarária quando se discutiam os novos contratos de publicidade com os media do concelho.
Vamos por partes, a um assunto sério:
O que é a imprensa cor-de-rosa do Estado Novo?
Seria o Comércio do Funchal do Vicente Jorge Silva? No Funchal no Estado Novo havia mais liberdade de imprensa que há agora, porque havia um censor que estava sempre nos copos e tinha uma intensa vida social e não tinha tempo para censurar e então passava tudo. No Funchal de agora há um pasquim diário gratuito pago pelos impostos dos cubanos, abençoado pelo Sr.Bispo, onde o Jardim debita todas as alarvidades próprias dum Bokassa insular.
O tio do Sr.Jardim, o pai dum meu amigo já falecido, o deputado Cardoso, da UN, mandava nos ilhéus e não perseguia o Vicente e tinha de aturar as bocas hipócritas do Sr.Bispo, o padre Santana, ex-capelão da Lisnave, que depois assustado pelo P.Martins do Machico, se tornou capelão dos separatistas da Flama e do Jardim, esquecendo a sua superioridade racial cubana.
No Estado Novo eu podia ler os editoriais mal escritos do Saramago no Diário de Lisboa, onde o homem com uma obediência canina, traduzia em parágrafos ilegíveis o que lhe mandava escrever o Sr.Ruela Ramos, que era o dono da coisa. Também podia ler os editoriais da República, que como me disse o Marcelo Rebelo de Sousa, não eram alvo de censura porque o Raul Rego era um chato e ninguém lia aquilo.
No Estado Novo havia um certo pluralismo, excepto na Época onde o abrantino Pintasilgo chegava a um facciosismo digno da beatice da irmã. Nunca comprei a Época, seria cor de rosa? Deve ser isso, era cor- de- rosa !!!! Porque não pode ser um indirecta aos hábitos sexuais do José Manuel Pintasilgo, que como o papá Jaime, sempre foi um gajo que gostava de copos e gajas.
Jornais russos não li, excepto o Avante e a Seara Nova.
Portanto a comparação ideal para o ‘’jornalismo’ do Sr. Alves Jana é a Época do Pintasilgo, sem que o dr.Alves Jana tenha os méritos do Zé Pintasilgo, em relação às gajas e aos copos, especialmente às primeiras, porque o Jana é como o General Eanes, um homem só duma mulher, não tendo também Alves Jana nenhuma irmã virgem e santa.

A obra-prima do Sr.Pintasilgo, pura propaganda
É verdade que havia que comprar a Época e portanto falta à caracterização do modelo de pasquim montado pelo Jana uma ligeira ‘’nuance’’ madeirense. Aquilo é a borla, mas é feito com boa intenção. Louvar a Srª Presidente e alegrar o povo. O primeiro objectivo é consciente, o segundo involuntário.
O Zé Manuel Pintasilgo, em pose sexy, mostrando os peitorais. Lamentamos não ter nenhuma foto do dr.Alves Jana em fato de banho.
O pasquim diz tantos disparates que só pode competir com a Zahara, onde o Jana por acaso é subdirector e já se tornou num .... Jornal humorístico de referência....
Miguel Abrantes
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