Segundo as autoridades de Bagdad a tentativa premeditada de homicídio contra um pacífico jovem alentejano, na Ponte de Sôr, foi um acto anti-islâmico e anti-árabe.
Os pacíficos árabes estiveram a tomar copos numa tasca local, as autoridades de Bagdad não falam em aplicar-lhe a sharia, coisa que seria interessante.
Entretanto ninguém do Governo telefonou para a família de Ruben Cavaco, só o Presidente Marcelo.
Coisa que define um homem e desacredita um Governo.
O Ministro dos Estrangeiros, o Santos Silva era um tipo que afirmava que ''gostava de malhar na direita''.
Para ''malhar'' nos iraquianos....''tá quieto ò meu''.
De qualquer forma este ou outro Governo deu ''agreement'' diplomático a um Embaixador que antes tinha servido a ditadura pacifista de Sadam Hussein.
Estou a imaginar o que diria o ''diplomata'' quando lhe perguntavam se o governo assassino, que serviu, fazia genocídios contra os Curdos. '' Essa pergunta é um ataque anti-árabe e anti-islâmico''.
Entretanto o dr. Santana-Maia Leonardo, Advogado da vítima, sai hoje no mais importante Jornal do Mundo, o ''New York Times.''
A Al-Arabia publica a foto do boss da diplomacia iraquiana e fala do assunto
Seixas da Costa faz críticas ao Governo. Santana-Maia faz declarações ao Expresso.
Só falta vir o Grande Mufti de Lisboa, aquele que alegadamente partiu o nariz à esposa à cotovelada, garantir que se tratou dum acto de terrorismo alentejano. Capaz disso é ele. Foi educado nas melhores madrassas do Paquistão.
mn
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