A sentença de 26 de Novembro de 1652 é uma data importante na história jurídica e eclesiástica abrantina. (1)
Vinham as freiras, dum convento abrantino, abusando da chamada enfiteuse eclesiástica, retendo os juros que lhes vinham da herança de Maria Mendonça, sua monja, mais de um ano e um dia.
Ora o alvará de Filipe III de 1611, que visava a desamortização e o combate à usura eclesiástica, proibia tal prática usurária.
Foram as freiras a Tribunal tentando penhorar os pobres rendeiros e disseram-lhes os juízes que se dedicassem à oração e não à usura.
(1)Pascoal de Melo Freire, Instituições do Direito Civil Português,
ma
História
grândola- escavação Igreja São Pedro
montalvo e as ciência do nosso tempo
Instituto de História Social (Holanda)
associação de defesa do património santarém
Fontes de História Militar e Diplomática
Dicionário do Império Português
Fontes de História politica portuguesa
história Religiosa de Portugal
histórias de Portugal em Marrocos
centro de estudos históricos unl
Ilhas
abrantes
abrantes (links antigos)