O Mirante anunciou o início das obras em S.Domingos. O Convento é Imóvel de Interesse Público, tem uma larga História na vida da cidade, passou por várias utilizações, que estão na memória de todos, e foi recentemente vandalizado pela tropa do Creativ Camp,vandalização essa que deu larga polémica e a que o Vereador Luís Dias veio surpreendentemente retirar importância, apesar da posição do Ministério da Cultura a condenar o acto.
Em 2008, o Doutor Oeesterbeck apresentou um pedido de autorização à tutela, para realizar escavações preventivas sublinhando a sua necessidade para preservar o valor patrimonial do monumento.

Inicialmente, com um descaramento inaudito, a Vereadora Isilda Jana negou identificar os responsáveis pela escavação, mas acabou por dar o braço a torcer. (doc nº 1).
O pedido era subscrito por Luiz Miguel Oeesterbeck

No pedido de autorização dizia-se isto:

Ou seja, reconhecia-se que era necessário fazer escavações em toda a área a intervencionar, para se poder conhecer toda a história do edifício e preservar todo o seu valor patrimonial
Dizia ainda que se iria constituir uma equipa pluri-disciplinar para realizar o trabalho e que haveria uma colaboração entre o Departamento de Arqueologia do IPT e a CMA. A equipa era esta:


A equipa multidisciplinar esfumou-se. Apenas participou a Filomena (o Álvaro Baptista estava de baixa) e alguns funcionários da CMA, sem preparação técnica para estes trabalhos.
As conclusões da arqueóloga foram estas

As recomendações feitas em Outubro de 2009 caíram em saco roto. O compromisso assumido por Luiz Oeesterbeck de haver uma equipa multidisciplinar para analisar os resultados não foi respeitado.

Dois arqueólogos, contratados para fazerem o inventário da colecção que entrará no MIAA, e que têm um contrato só com esse objectivo, mais a Filomena foram esburacar o Castelo.
Nada foi feito em S.Domingos em termos de novas escavações. Mas começam agora as obras.....sem que os responsáveis políticos tenham ouvido as recomendações técnicas e iniciando um processo que é uma machadada mais no património abrantino.
Entretanto desde 2009 a 2016 gastaram-se centenas de milhares de euros no famigerado caso MIAA e não se fez o básico.
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