Oliveira Martins disse no século XIX que ''Portugal era um banco e uma granja'', especuladores financeiros e campónios para os sustentarem, nada de fábricas.
Os Burnays eram os DTT da época.
Quando os campónios não podiam sobreviver, Brasil com eles, e as remessas vinham para sustentar o deficit, a parasitagem política e os funcionários.
Para a costa de África iam os os condenados ao degredo, foi essa gente, delinquentes políticos e comuns que começaram a povoar Angola e pouco a pouco iam lutando pela hegemonia política e social com a oligarquia mulata de Luanda, que vivia de negócios negreiros.
Hoje já morreu a indústria lusa, a integração europeia sacrificou as pescas e a lavoura e vivemos de esmolas europeias, gastas em coisas absurdas, como os cursos da Tecnoforma, e de novo das remessas duma nova geração que o país, ou seja Sócrates & Passos expulsaram.
A finança está nas mãos dos ladrões angolanos.
Aqui vai um daqueles bancos brasileiros, que exportavam remessas de desgraçados, alguns deles quase escravizados nos campos de café de São Paulo, para manter a parasitagem lisboeta, primeiro monárquica, depois republicana
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